Olímpicos das constituições
O CCP – Comparative Constitutions Project analisou 720 das aproximadamente 800 constituições elaboradas desde 1789.
Um dos parâmetros recolhidos é o número de palavras. A constituição portuguesa, com 35.181 palavras, é considerada extensa, havendo apenas 39 mais palavrosas. A constituição dos EUA tem 22% da extensão da portuguesa; a espanhola tem 50%. A constituição grega tem 77% da extensão da portuguesa. Os modelos de social-democracia nórdica – Dinamarca, Suécia, Finlândia – têm, respectivamente, 18%, 39% e 36% do número de palavras em comparação com a portuguesa (100%). A França tem 29% e a Alemanha, das mais palavrosas, tem 77%.
Outro parâmetro recolhido é o número de direitos constitucionalmente consagrados. No universo da UE a 27 (a minha análise excluiu – acidentalmente – a Bulgária), Portugal é o campeão dos direitos: 86. No extremo oposto está a França (com 13) e a Áustria (com 15).
Grafando os direitos consagrados nas constituições com o ranking de liberdade económica, observa-se uma tendência para este piorar quanto maior for o número de direitos consagrados na respectiva constituição. Aparentemente, em vez de “palavras leva-as o vento”, algumas acabam é mesmo escritas nas constituições.

Nota: como já referi, esqueci-me da Bulgária. Ficam os seus números: ranking de liberdade económica é 61; direitos consagrados na constituição é 68. O seu pontinho ficaria ali perto do da Roménia.

Como é que a portuguesa tem 100% de palavras, comparada com ela própria
AHAHAHHAHA
Não se enxofre mas deu-me vontade de rir “:O))))
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Estive para não colocar o 100% para vincar (outra vez), que Portugal é a referência usada.
Vai uma aposta que, mesmo assim, haverá quem não compreenda?
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AHAHAHAHAHHAHA
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Apesar de interessante e ilustrativa, deixo o “reparo” que UK (no gráfico) e EUA não deverão ter base (direito) comparável, não pelo modelo ideológico mas jurídico.
Exemplo de que a consagração de muitos direitos (na lei fundamental) cria mais clientela que beneficiários. No próximo processo de revisão deveremos passar de 86 para 82/83 direitos e, sempre em convergência, conseguiremos a falta de direitos dos nórdicos no fim-de-século.
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Eles usam constituição em sentido lato mediante os critérios:
Research Design
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confirma-se… esta minha crítica fácil 🙂
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Este gráfico podia ser mais homogéneo se o Professor Jorge Miranda tivesse tempo (*) para “corrigir” as outras constituições que manifestamente não garantem todas as liberdades e direitos sociais.
(*) Claro que também era preciso que o deixassem chegar perto desses “Textos Fundamentais”.
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Interessante nesse Index é o fundo da tabela: 175.Venezuela; 176.Zimbabwe; 177.Cuba; 178.NorthKorea
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É giro, é.
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Admira-me a posição de NorthKorea, ontem tiveram eleições!!! Só havia um partido a concorrer, os eleitores podiam votar sim ou não e o voto é facultativo. Pois teve 100% de votos e 0,0000% de abstenção!!!
Elogia-se o respectivo SNS porque nem moribundos têm para faltar ao voto facultativo.
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um aspecto que o pobre do Cunha não se lembrou quando olhamos para o boneco que ele próprio desenhou: a linha da regressão linear implica que quanto mais direitos consagra a constituição, mais liberdade economica ela permite! ahahaha
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O pobre do Cunha sabe o significado de ranking.
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ou o eixos não correspondem ao que você quer mostrar ou então os seus argumentos são falsos… há ainda uma 3ª hipótese: a relação que pretende establecer com este boneco é espúria.
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Há requisitos mínimos para opinar aqui.
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repare que se no eixo das abcissas xx’ está representado valor ranking, e como num ranking 1 é o melhor e 175 nem por isso, tem que está a ler ao contrário. qd perceber fica-lhe bem retractar-se
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não sabe o que é uma relação espúria? é do que você está a tentar fugir. Os direitos consagrados na constituição nada têm que ver com a liberdade económica. Há outros pontos nomeadamente um que vocês muito gostam. A liberdade de cada um decidir fazer o que lhe apatecer independentemente do que diz a constituição.
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Tem que se decidir. Qual é o ponto? É o pobre do Cunha mostrou o contrário da realidade, o pobre do Cunha não mostrou nada por isso está indignado ou o pobre do Cunha exige alguma contenção nos comentários uma vez que não é muito simpático tentar reduzi pessoas que pensam (aparentemente) diferente?
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o ponto é simples: o que você tenta demonstrar aqui não é verdade. Portugal não morreu de constituição palavrosa. Portugal está muito acima da linha mas a França estando muito abaixo da linha está na mesma posição. Conclusão: Há outros factores que a sua autópsia ao morto não mostra que são tão ou mais influentes que a constituição palavrosa.
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Não tentei demonstrar nada. É um problema típico que as pessoas do status quo têm com os meus textos: conseguem ler o que lá não está.
Às vezes até conseguem ler “o que é que eu quero” sem que eu diga o que quero. Normalmente identificam-se como “democratas”.
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Discordo VC, se para “Deus(…)não” a regressão implica quando lê o gráfico ao contrário então também implica quando o desavessa. 🙂
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Defenitivamente “Deus perdoa, eu nao!” não sabe o significado de ´ranking’.
Não admira que tenha espúrias dissertações.
“Julgando-se sábios, tornam-se néscios” (S. Paulo).
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E’ uma constituiçao marciana, e’ o que e’……
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Uma Constituição com muitos direitos tem alguns benefícios para quem não gosta de a cumprir. Oferece mais opções. 😉
E não esquecer que num país com políticos de palavra nem seria necessária Constituição. Por cá, mesmo com um documento repleto de direitos, veja-se o nível de desigualdade.
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Pois é. Temos um nível tão grande de desigualdade apesar da Constituição impôr uma tendência para a igualdade social.
Acho mal- andam há 40 anos nisto e nunca mais se aproximam da igualdade da Coreia do Norte, ou da Cubana, sei lá.
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Felizmente que a igualdade social consegue-se atingir com muitos direitos ou sem direitos nenhuns. O búslis está na economia de trela curta para a pobreza ficar só para as massas.
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A igualdade da Coreia do Norte e de Cuba é um pedacinho desigual. Prefiro que a aproximação dos níveis de vida se faça por imposição da educação e da cultura e por opção civilizacional a partir delas. Por cá, não está fácil. 😉
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Desigual? 10 gajos com dinheiro e milhões de pobres é a definição perfeita de igualdade.
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Pois, mas repare-se. Isso é em países sem democracia. Nos democráticos a lógica é chegar ao mesmo prometendo mais.
Percebe? No dia em que se cumprisse o preâmbulo da nossa constituição a liberdade económica devia ser como é agora a Angolana mas com sobas e STASIS que nem eles alguma vez conheceram.
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O preâmbulo é um disparate, mas a nossa legislação toda é pródiga em preâmbulos que ninguém lê. Uma vez, o artigo de António Barreto, no Público, foi o preâmbulo de um despacho para mostrar o excesso. SE calhar, nem dessa vez foi lido (exceto eu que tenho uma costelinha, das de baixo, masoquista). 😉
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No entanto, nenhum dos direitos está consagrado no preâmbulo. Bem, só o direito a ser insultado pelo legislador.
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Mas quando um gajo mata o tio sem dar oportunidade ao tio para o matar há uma falta de reciprocidade que se transforma numa desigualdade gritante. Este “gritante” é da parte do tio.
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Há uma tendência tuga, mais ou menos natural, para medir a qualidade das coisas pelo seu volume. Eu conheci pessoas que compravam sempre o maior pastel da montra.
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O Fincapé daqui a pouco já diz que uma direita despreocupada com direitos faria melhor que aquilo que temos conseguido com tanta preocupação.
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Prevê que eu endoideça, JorgeGabinete? 🙂
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Não o desejo sequer. Mas veja, a esquerda e o centro-esquerda têm enchido a boca com direitos nos últimos 40 anos e o que temos são direitos de Ban para alguns (redundância), lembra-me a preocupação do 1º ministro Pinto de Sousa com o crescimento e onde isso nos levou, eheh
Vamos a ver e o Fincapé tem as ideias certas mas está do lado errado, tal como aconteceu com esse 1º, quase teve as políticas certas mas sempre do lado errado do ciclo da economia.
Quando deixarmos de ser obsessivos com direitos e os enterdermos como algo que decorre de uma sociedade moderna e matura, passamos mais tempo de volta do que realmente os garante, que não são letras e palavras ao vento mas sim o trabalho, muito trabalhinho, bem feito, bem remunerado e que (também) proporciona bem-estar por natureza.
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Acho mesmo que este gráfico é dos exemplos mais inteligentes que se podia ter desencantado.
Realmente, quando os igualitários prometem muitos direitos, tratam logo de tirar o principal deles- o económico. O resultado está aí para quem queira ver- só os appparatchiks é que se safam e em mandando calam logo o pio e proíbem greves.
Tivemos essa experiência mas há quem goste de assobiar para o lado para baralhar e voltar a dar.
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É um disparate mas ninguém se atreve a aprová-lo. E ainda serve para o TC ir chumbando umas cenas no meio da crise.
Portanto, os disparates de esquerda, mesmo sendo disparates, quando importa a política do quanto pior, melhor, são uns disparates muito úteis.
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10 gajos com algum dinheiro, Vitor. Não se esqueça que se a reacção não tivesse abortado a revolução, não eram 10. Era o Comité Central e muitíssimo mais rico.
“:OP
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Queria dizer a apagá-lo. Aprovado foi por mando dos que todos sabemos
eeheheh Foi a Direita que aprovou e mantém uma Constituição comunista, como v.s diriam
“:O)))))))))))
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A nossa Direita é masoquista
AHAHAHAHAHAHAH
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E a esquerda também. Porque passam a vida a recordar que sem o facismo nem eram gente
AHAHAHHAHAHAHAH
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Primeiro define-se liberdade económica como a primazia dos direitos de propriedade e económicos sobre os outros.
Depois chega-se à conclusão que os outros direitos impedem a liberdade económica.
Pensamento ligeiramente circular.
Só um vesgo acha que aqueles pontos estão aproximadamente numa regressão linear.
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Achou que estavam numa regressão linear?
Estava à espera de:
direitos_constitucionais = (2*ranking + direito_a_vida)?
E que no caso português o resultado seria 42?
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Bem, para quem conhece alguma coisa da Áustria e compara com a situação portuguesa, só é possível tirar duas conclusões: há quem fale em direitos e quem os aplique; há quem fale muito em estado social e quem o aplique.
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Mas ainda há uns anos andava todo o mundo com uma preocupação monumental pelo regresso de Hitler e coisas do género que só a esquerda consegue inventar.
Haider in power: A danger to Europe?
Não mataram o estado social?
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Achei que alguém iria discutir o demérito da regressão. Vamos ver os intervencionados, só pelo gozo:
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Já tinha reparado nisso. É polaroide frente e verso.
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Em que medida o índice de liberdade económica de Portugal é afectado pelo item ‘corrupção’ (que não é propriamente um direito constitucional consagrado)?
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A corrupção é terrível. Quanto maior o estado, maior o número de apparatchiks. Quer ir por aí?
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eheheheh É só tiros no pé
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Ah! Não me recordei que o ‘Estado Mínimo’ visa combater a corrupção e … ao que parece a Constituição. Serão 2 em 1, como nos champôs.
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Opte pelo estado máximo. Zero corrupção e constituição 6 horas por semana no canal de televisão e lida pelo grande líder.
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Se a sua pergunta implica querer saber a resposta veja abaixo:
Score 63,5
Trade Freedom 87,8
Business Freedom 84,9
Monetary Freedom 79,3
Property Rights 70
Investment Freedom 70
Freedom from Corruption 61,1
Fiscal Freedom 60,1
Financial Freedom 60
Labor Freedom 34,6
Gov’t Spending 26,8
Agora verifique quais os indicadores que nos puxam para baixo.
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Ora muito bom dia!
Agradecia que fizessem o seguinte exercício:
Peguem na Constituição alemã (x palavras) e traduzam-a para português (y palavras).
Verão que y>x.
Isto para dizer que um mesmo conceito pode ser expresso por diferente número de palavras em diferentes línguas.
Nada impede que se faça um gráfico comparando o peso (em kg) das diferentes constituições.
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O gráfico não mostra número de palavras. Peça para lhe enviarem nova informação para responder novamente.
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O meu comentário responde a isto que está no post:
O CCP – Comparative Constitutions Project analisou 720 das aproximadamente 800 constituições elaboradas desde 1789.
Um dos parâmetros recolhidos é o número de palavras. A constituição portuguesa, com 35.181 palavras, é considerada extensa, havendo apenas 39 mais palavrosas. A constituição dos EUA tem 22% da extensão da portuguesa; a espanhola tem 50%. A constituição grega tem 77% da extensão da portuguesa. Os modelos de social-democracia nórdica – Dinamarca, Suécia, Finlândia – têm, respectivamente, 18%, 39% e 36% do número de palavras em comparação com a portuguesa (100%). A França tem 29% e a Alemanha, das mais palavrosas, tem 77%.
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Google Translate não vale. Não é eficaz e não se percebe nada.
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Enquanto continuarmos a carregar com este bando de parasitas que enchem a barriga à custa de Abril e se escudam numa Constituição Marxista para manter as suas benesses, nunca passaremos de um País adiado.
Passados 40 anos, está na hora de assumirmos o nosso destino!
Chega de falar de Abril de 1974 e da Ditadura do estado Novo! De uma vez por todas falemos do futuro!
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qualquer gráfico feito com posições em ranking em vez de valores com unidades mensuráveis é parvo. Pode dar-se o caso de a liberdade económica (se tem um valor mensurável, coisa de que duvido) de portugal estar muito mais para a direita ou para a esquerda na abcissa. isso muda logo a interpretação.
valha ao menos ter feito o gráfico com os direitos em vez das palavras. ao menos livramo-nos de ter de discutir o estilo de escrita nas línguas.
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Lamento não ter feito um gráfico a 9 dimensões. Assim veria muito melhor.
Isto de se falar de posts parvos tem muito que se lhe diga.
A parte do “valha ao menos ter feito o gráfico com os direitos em vez das palavras” é particularmente interessante porque permite criticar preventivamente.
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lamento, mas a sua resposta tinha algum objectivo? é que tem várias palavras a construir frases com (algum) sentido mas não sobre nenhuma mensagem.
O gráfico não precisa de ser a 9 dimensões. Tem simplesmente que incluir dados quantitativos. Os dados que incluiu são quantitaivos num eixo e qualitativos noutro. Isso é um gráfico disparatado.
O post que referenciei no meu post é parvo. Tal como a resposta (o meu post) o será. Se quiser discutir o assunto devidamente, faça-o.Posts parvos levam com respostas como a que lhe dei. Para espantalho, espantalho e meio.
Crítica preventiva? Não foi uma crítica preventiva. Foi a única forma que arranjei de lhe fazer um elogio. E pelo que vejo dos seus comentários nesta discussão não me parece que arranje melhor.
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Acho fascinante que um tipo que escreve num sítio chamado “delito de opinião” se sinta à vontade a chamar parvo a um post e a usar de sobranceria sobre o que nem sequer percebe. O ranking indica posições relativas. O score indica posições relativas e a sua amplitude. Para o que se pretendia ilustrar, tanto interessava, permitindo ranking uma abcissa mais clara com afastamento entre os pontos que, não sendo o afastamento real, demonstra na mesma uma tendência. É só isso que se pretende ilustrar (mesmo assim, presumo que não vá perceber).
Mas quer o gráfico com score em vez de ranking? Está bem. Aqui está (quanto maior o score, melhor a liberdade económica):
Quanto ao seu tom, e usando um comentário seu, é isto que lhe tenho a responder ao espantalho:
Cumprimentos às pessoas educadas do Delito de Opinião.
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Obrigado pelo segundo gráfico. Esse sim, tem sentido. Pergunto-lhe eu agora: porque não o colocou logo? Poupava esta discussão estéril. O engraçado é que se abespinhou logo com isso. Chamei parvo ao primeiro gráfico e continuo a fazê-lo. Um gráfico que coloca valores qualitativos (e não relativos como parece pensar) face a valores quantitativos não faz sentido. Já basta a relatividade do score em si (que não é uma quantidade mensurável de forma absoluta). Poderia referir que seria mais fácil ler o gráfico se tivesse trocado os eixos, mas deixemos o assunto descansado.
Sim, já tinha demonstrado aquilo que queria com o primeiro gráfico. Eu, sendo mais exigente, queria ver a informação de forma mais relevante. Nesse aspecto agradeço-lhe o segundo gráfico.
Quanto à minha educação, está bem e recomenda-se. Se se desse ao trabalho de ler o comentário que motivou a resposta que decidiu colocar acima talvez o compreendesse. Por muito menos você parece ter-se sentido incomodado.
Já agora, eu não o chamei de espantalho. Referi-me à falácia do espantalho que usou no outro post. Simplesmente isso.
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faltaria distinguir direitos positivos de negativos…
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Constituição com artigo único: Portugal é um país democrático e independente cuja lei fundamental está descrita na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Esta diminuta constituição já não pode ser apelidada de “marxista” ou “socialista”, apesar de muitos artigos da DUDH causarem alergias a determinados grupos políticos e económicos. Tem ainda a vantagem de ser austera, como dita a moda do momento, e de não poder ser contestada por qualquer tribunal constitucional ou governo em missão divina. Só pode ser revogada por golpe de estado, mas isso não pode estar incluído no texto da constituição não fosse alguém descobrir.
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Resumindo e concluindo, mesmo as Constituições mais palavrosas não beneficiam o indígena.
O que por si só, não as abona, nem aos seus “abnegados mentores”!!!
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