A exorbitação
Deve ser uma telha nacional. Uma espécie de síndroma Sr. Oliveira de Figueira. Não há um acontecimento onde eles não se espetem no lugar central. Soares tem levado os últimos anos a colocar-se em tudo o que foi agenda: foi segundo recordação de Soares graças a Soares que Mandela foi libertado pois terá sido ele Soares a dizer a De Klerk «Liberte Mandela», foi graças aa ele Soares que a Espanha entrou a CEE«Quando eu quis que Portugal entrasse na CEE, fui de carro pela Europa falar com os líderes da altura. Ele [Suarez] pediu-me que, nesses encontros, eu falasse também da Espanha e eu fiz isso. A Europa estava muito desconfiada.» e que o PCE foi legalizado: «Politicamente, ele [Suarez] também teve a coragem de ajudar Santiago Carrillo e legalizar o Partido Comunista Espanhol. Eu defendi esse processo e convenci-o. Ganhei-lhe um grande respeito. Ele ao princípio não queria, por causa dos generais. Eu sugeri-lhe que o fizesse num dia em que os militares estivessem distraídos. E assim se fez, num dia de Páscoa.»
Otelo Saraiva de Carvalho padece do mesmo mal mas em versão revolucionária. Agora acha que foi ele o responsável pelas ocupações da Reforma Agrária: 25 Abril: Otelo assume que se excedeu “largamente” na ocupação de terras
O grande problema das pessoas que não fazem o que devem, que frequentemente ainda não sabem o que fazem e mais frequentemente ainda que fazem o que não devem é que acabam a achar que fizeram tudo e mais alguma coisa.

Soares é o Júlio Isidro da política.
Se calhar foi ele que descobriu o caminho marítimo para a Índia.
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O marítimo talvez não, mas o aéreo para elefantes parece que foi
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Sim, ele foi ocomodoro da atual situação do país – pobreza, desigualdade, insegurança, etc.
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E dos recibos verdes… embora já ninguém se lembre. Ou não convém lembrar, não é?…
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Soares?! Otelo?!
Tadinhos… Deixem estar estes velhinhos descansados, gozando da sua farta reforma…
Mais do que isso é dar importância a quem nunca a mereceu.
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Vai uma aposta?
…” Governo repõe a contribuição de 700.000 Euros às Fundações da família Soares”…
…” Passos Coelho está no caminho certo eu sempre o apoiei….”
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“Ah! je ris de me voir
si belle en ce miroir (…)”
Fausto seria definitivamente a ópera preferida de Mario Soares se ele tivesse tempo para a ouvir entre a exploração do Cosmos e a descoberta da vacina para o cancro.
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A frase “otelo_assume_que_se_excedeu_largamente_na_ocupacao_de_terras” escrita na primeira pessoa por ele não é uma confissão passível accção de acção judicial?
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Não, porque
Otelo Saraiva de Carvalho admite que já foi desafiado a concorrer a Belém mas não aceita candidatar-se à Presidência. Já para ajudar a mudar o país, o capitão de Abril, hoje com 77 anos, mostra-se disponível para recuperar o Movimento das Forças Armadas (MFA) e travar uma guerra diferente de há 40 anos.
Um doidinho nunca deve ser contrariado.
Deve é ser internado.
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Internado?? para dar mais despesa.
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Também não gosto de Soares nem de Otelo, mas não percebo o propósito deste post.
Está a sugerir que Soares mentiu ou exagerou?
Se é assim revele as suas fontes.
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Eu, eu, eu …
Caso clínico?…
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Leria com atenção que o que lá está escrito não é o que comentou no post.
Otelo diz que se excedeu nas suas funções quando houve ocupações de terras, não diz que as ocupações de terras fazia parte da sua função, como parece ter entendido.
Convém que quem é jornalista saiba ler e interpretar ao que lê.
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Foi o que aconteceu inúmeras vezes, uma delas com a reforma agrária, quando mandei ocupar as terras”,
Você tirou português nas Novas Oportunidades?
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O Otelo devia ter sido institucionalizado antes de entrar nas forcas armadas – ja de novo era louco.
O mr. Soares ja era sabido que nao era patriota quando, em Londres, deitou fogo e pisou a bandeira nacional. Foi um monstro que o 25/4 pariu. Ha 40 anos que o aturamos. Nunca deveria ter aparecido. Se Salazar foi o monstro que se apregoa nao percebo porque nao mandou este Soares para o Tarrafal para nao voltar mais.
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Não batam mais no Chéché….
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Muito bem. Certeiro.
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Exemplo de comentário há pouco censurado por Vítor Cunha.
Depois de um comentador ter proposto a censura a comentários demasiado longos, escrevi:
“Não lhe dê ideias, pois ainda vai censurar quem não ponha as vírgulas no sítio certo”.
Este comentário, que não é insultuosos e insere-se no contexto da discussão, foi apagado.
Certamente ao abrigo de:
5. Cada autor reserva-se o direito de não permitir comentários nas suas postas, ocasional ou permanentemente.
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Que risota.
Então você agora vem fazer queixinhas à Helena Matos.
Isso era na pré-primária que se fazia.
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Queixinhas???
Não meu caro. “Quem não se sente não é filho de boa gente”.
Vim para o post da Helena Matos, porque no de Vitor Cunha seria certamente apagado.
E digo-lhe mais: Nunca por aqui, e comento no Blasfémias há vários anos, me vi alvo de acção tão censória como actualmente, ainda que o meu estilo de comentário se mantenha.
O Vitor Cunha trouxe aos Blasfémias uma interactividade que se pode aplaudir, mas uma vez que limita as respostas aos seus comentários, censurando as que o não satisfazem, a interactividade torna-se fictícia, uma vez que elimina o contraditório.
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Diga assim: prefere que acabe a interactividade. Isso faria com que os autores dos posts deixassem de ler comentários e aí aprovava-se tudo e mais alguma coisa até alguém encontrar algo verdadeiramente calunioso.
Você não faz ideia da quantidade de lixo que não chega a ver nos comentários só porque os autores participam. Só um indivíduo que há uns tempos comentava com 3 nicks diferentes já criou 7 endereços de email novos para tentar regressar. Era um que escrevia numa língua bizarra.
Digo-lhe antes desta forma: não gosto de apagar comentários. Quer que não se apaguem? Acaba a conversa.
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Deixe-me dizer uma ou duas coisas.
O Blasfémias corria o risco de passar a ser irrelevante se não colocasse um travão ao spam que todos os dias invadia todos os posts nomeadamente com YouTube colocados sem nexo nenhum.
E além disso apareciam os mais variados comentários (muito inteligentes não se discute) mas sem qualquer nexo com o post.
Era absolutamente desesperante.
Querem fazê-lo criem um blog.
Acho e aplaudo o que se está a fazer.
Comentar, argumentar e até ganhar na discussão.
Dentro do assunto.
Sou apenas um mas tenho a dizer que escrevo o que me apetece e nunca fui censurado.
Também ajuda não estar aqui ao serviço de partido nenhum
Deus me livre.
Nota Final.
Como modelo de intervenção tenho um, Alberto Gonçalves, devia ser dado nas escolas.
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Deixe-me acrescentar isto: no último ano, o número médio de visitas mensais subiu aproximadamente 100,000 em relação ao ano anterior. Agora, já atingimos 445,115 num mês. Não faz sentido destruir isso com spam.
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“Digo-lhe antes desta forma: não gosto de apagar comentários. Quer que não se apaguem? Acaba a conversa.”
Isso é assunto que diz mais respeito ao colectivo do blogue.
Se quer a minha opinião em jeito de feedback, sou contra qualquer tipo de censura. Muitos dos comentários que me insultavam e caluniavam repetidamente, às tantas deixei de ler os comentários com os nicks que os produziam.
Compreendo que ao vir para o salão da caixa de comentários, fica mais exposto a ataques directos. Mas francamente, isto não passa de um jogo de palavras entre desconhecidos.
Admiro o seu sentido de humor, mas falta-lhe alguma capacidade de encaixe.
Cumprimentos.
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Não é você quem decide o que deve ou não decidir o conjunto de indivíduos que cá escrevem, a que erradamente chama “colectivo”. Nem eu lhe vou dizer o que decidiram ou não estas pessoas em privado. Limite-se a aceitar que o botão de trash somos nós quem o tem, por motivos óbvios. Adiante, adiante.
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Poder de encaixe, tenho. Dou é a cara por ele. Nick está bem e é aceitável mas tem um preço. Gosto de o ter como comentador, Piscoiso. Passe a história da censura à frente, que mais não é que um mal necessário para que comentários discordantes apareçam “para a luta”. Cumprimentos.
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Sobre Alberto Gonçalves, subscrevo
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Ao abrigo da sua insistência em insistir na ideia tola de que todos os comentários e meta-comentários têm que ser aprovados. Ou há interactividade ou há ruído. Como compreende, a interactividade gera necessidade de achegas sem sentido por frustração.
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Ruído é também muitos dos seus comentários, diria mesmo alguns posts, mas como é vc que classifica discricionariamente o que é ou não é ruído, fica com a autoridadezinha de apagar o que lhe dá na telha, para se dar o ar de ditadorzinho.
Leve lá a taça e apague o comentário, ou limpe-lhe o rabo, à taça e ao comentário.
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Você deve adorar-me ao ponto de querer mesmo comentar-me.
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O soares é o Forrest Gump da “pulítica” portuguesa…
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O Marocas está na fase Napoleão de Hospício…
O “eu, eu, eu” faz-me lembrar o artista do “I invented the Internet”.
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Num artigo recente publicado no DN , o pai do socialismo Luso/Gaulês, excedeu-se, incorporando no peculiar e lúcido pensamento uma novidade. O caso é o da insuspeitada sapiência profética. que o levou a pressagiar uma catástrofe,
Coisa esta que lhe deve agradar, já que, não o atingindo, pode tramar os outros.Trata-se nada mais nada menos do que da desintegração do planeta, a que chama “Terra, S.A.” a qual se dará lá longe no imenso espaço desconhecido. Segundo o “profeta” daqui a cinquenta anos. Adianta que, em sua opinião, tratar-se-á de uma desintegração que poderá ter aspectos catastróficos (sic). Não há dúvida, ele há desintegrações tramadas!.
Para isso muito contribuirá o capitalismo selvagem, com as suas escavações imorais, em busca do petróleo, do gás e dos minerais preciosos – supõe-se que não incluirá os diamantes – neste rol de indignidades invasivas. Ou seja estamos feitos…
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