O que escreve o antigo Ministro Francês sobre os balhuros feitos no hemiciclo emquanto falava o 1º Ministro de França:
«Je regarde Vals (sic) à l’Assemblée: qu’un premier ministre, de droite ou de gauche, peu importe, ne puisse pas parler devant des adultes, des parlementaires, sans que ces gens vocifèrent comme des malades mentaux, c’est consternant», a-t-il écrit sur son compte Facebook. «Comment demander à nos enfants de se conduire convenablement dans une classe si les députés se conduisent comme des abrutis devant tous les français?».
Traduzindo: Os deputados que vociferam durante as intervenções dos outros deputados e durante a intervenção do 1º Ministro parecem doentes mentais, como é possível pedir aos alunos que respeitem os professores com o exemplo e a mentalidade embrutecida dos deputados.
Lá como cá, uma vergonha, uma inutilidade estes parlamentares.
E a campainha, que parece estar a anunciar o (fim do) intervalo numa qualquer escola secundária, tocando durante minutos (dizem-me que durante 3[!] minutos).
Se calhar é uma solução….
Provavelmente a questão coloca-se/colocar-se-á numa proposta de um novo iberismo ou continauremos com as palhaçadas a que vaos assistindo, como por exemplo esta, de quatro meses de férias (http://www.jornaldenegocios.pt/economia/justica/detalhe/face_oculta_leitura_de_acordao_marcada_para_5_de_setembro.html).
Se o novo iberismo trouxer uma constituição mais leve e ágil, menos governos/mais estabilidade governativa, “0” revisões constitucionais, melhor saúde, melhor educação, mais disciplina(!), mais ordem(!), menos libertinagem.
Já estou à espera de reacções. Venham elas.
Ora por cá há gente que não só acha como acredita nessa solução. E até já iniciou um movimento politico nesse sentido (Espanha e Portugal como uma unidade politica e não só)…
Acho sempre boa ideia perguntar às pessoas o que pretendem.
É democrático que a vontade da maioria prevaleça.
Prognostico antes da pergunta que dizem não.
É um risco, o risco da democracia.
Mas repare estamos aqui a falar de opinião, é sempre livre.
Já não é livre é eu querer que a minha opinião seja imposta aos outros.
Só a posso “impor” se uma maioria qualificada me apoiar.
Assim funciona a democracia.
Gosto.
Li a curiosa entrevista de onde a Helena Ramos retirou a frase no Portadaloja. Pedro Feytor Pinto para quem não sabe ou não se lembra, foi um dos “liberais” do consulado de Marcello Caetano, e foi o homem que negociou a entrega do poder do ex Presidente do Conselho para o MFA, quando aquele estava acuado no Quartel do Carmo na tarde do 25 de Abril de 1974.
Apesar de ser para mim óbvio que no referendo pela independência da Catalunha o SIM vai ganhar, já não é tão óbvio o modo como a “história” vai acabar. Por isso também não é óbvio que o País Basco faça um referendo com o mesmo objectivo, como também não é óbvio que a maioria dos habitantes do País Basco queira sair da Espanha. E digo habitantes e não digo Bascos, porque depois da Guerra Civil, Franco enviou para lá muitos milhares de espanhóis de outras regiões, à semelhança do que Estaline fez com a Crimeia com os resultados que se conhecem.
Mas dando de barato que se faziam referendos nas regiões referidas por Feytor Pinto, e que o resultado fosse pela independência face à Espanha, e o Rei e o governo de Madrid as caucionassem, coisa em que eu não acredito, não estou a ver como é que essas regiões depois de se separarem da Espanha, se uniriam numa “república confederativa ibérica” com Portugal “metido ao barulho”.
Apesar de me contar entre os que pensam que o 1º de Dezembro de 1640 foi um erro histórico, também acredito que “de Espanha, não vem nem bom vento nem bom casamento”.
Para acabar, também acredito que o que se vier a passar em Espanha em matéria de secessões, vai ter muito a ver com o que resultar do referendo que se vai realizar na Escócia para o mesmo efeito, e a maneira como a União Europeia vai reagir a isso.
“Abaixo o centralismo tanto de Lisboa, de Madrid e de Bruxelas!”
A maior parte dos protestam contra o centralismo é só para se sentarem à mesa do dito.
Julga que alguém quer regionalisação para cobrar impostos à própria população e ser gerir sem fazer dívida?
Claro que não. A regionalisação é para receber dinheiro que o centralismo cobra.
A maior parte dos protestam contra o centralismo é só para se sentarem à mesa do dito.
Julga que alguém quer regionalização para cobrar impostos à própria população e ser gerir sem fazer dívida?
Claro que não. A regionalização é para receber dinheiro que o centralismo cobra.
Caro Lucklucky,
Defendo no caso português o municipalismo e não o regionalismo. E uma administração municipal enquadrada no seguinte:
– no direito natural e na ordem espontânea;
– na cultura local em conformidade com o direito natural e na ordem espontânea;
– na descentralização tributária, jurídica e administrativa;
Ninguém quer novas capitais administrativas mas sim que cada município possa desenvolver a sua própria competitividade e prosperidade.
Reitero de novo que o municipalismo é um modelo experimentado pela história de Portugal (foros).
A mais avançada ciência económica garante também que os pequenos modelos administrativos são as estruturas que possibilitam uma maior prosperidade económica e o livre acesso ao mercado.
Como ideia parece interessante e por princípio concordo. Passemos entâo à chatice dos detalhes. Quantos municípios naturais é que imagina que emergiriam? 100, 300 ou 3000? Em relação ao nível de impostos pagos hoje, acha que esses ficariam iguais, aumentariam ou iriam diminuir? A mesma pergunta em relação às espectativas das populações em relação aos serviços públicos? E finalmente, tomemos por exemplo a Bairrada, que provavelmente poderemos classificar como uma região coerente quer geográfica, geologic e mesmo socialmente falando . Quantos municípios naturais caberiam na Bairrada? (Actualmente inclui – parte de Águeda, Oliveira do Bairro, Anadia, Mealhada, Cantanhede, parte de Vagos (acho eu) e parte de Coimbra?
Se o Chipre turco e o Chipre grego vivem bem separados porque é que nós temos que ser chamados ao barulho?
GostarGostar
O que escreve o antigo Ministro Francês sobre os balhuros feitos no hemiciclo emquanto falava o 1º Ministro de França:
«Je regarde Vals (sic) à l’Assemblée: qu’un premier ministre, de droite ou de gauche, peu importe, ne puisse pas parler devant des adultes, des parlementaires, sans que ces gens vocifèrent comme des malades mentaux, c’est consternant», a-t-il écrit sur son compte Facebook. «Comment demander à nos enfants de se conduire convenablement dans une classe si les députés se conduisent comme des abrutis devant tous les français?».
Traduzindo: Os deputados que vociferam durante as intervenções dos outros deputados e durante a intervenção do 1º Ministro parecem doentes mentais, como é possível pedir aos alunos que respeitem os professores com o exemplo e a mentalidade embrutecida dos deputados.
Lá como cá, uma vergonha, uma inutilidade estes parlamentares.
GostarGostar
Concordo: tantos balhuros não se aguentam
GostarGostar
E a campainha, que parece estar a anunciar o (fim do) intervalo numa qualquer escola secundária, tocando durante minutos (dizem-me que durante 3[!] minutos).
GostarGostar
Se calhar é uma solução….
Provavelmente a questão coloca-se/colocar-se-á numa proposta de um novo iberismo ou continauremos com as palhaçadas a que vaos assistindo, como por exemplo esta, de quatro meses de férias (http://www.jornaldenegocios.pt/economia/justica/detalhe/face_oculta_leitura_de_acordao_marcada_para_5_de_setembro.html).
Se o novo iberismo trouxer uma constituição mais leve e ágil, menos governos/mais estabilidade governativa, “0” revisões constitucionais, melhor saúde, melhor educação, mais disciplina(!), mais ordem(!), menos libertinagem.
Já estou à espera de reacções. Venham elas.
GostarGostar
Ora por cá há gente que não só acha como acredita nessa solução. E até já iniciou um movimento politico nesse sentido (Espanha e Portugal como uma unidade politica e não só)…
http://movimentopartidoiberico.com/home.php
GostarGostar
Venha daí essa Ibéria.
GostarGostar
Já devia ter sido em 1639, mas ainda se vai a tempo.
Comecemos por uniformizar a hora.
GostarGostar
E já agora, no interim, mandem para cá Olivença.
GostarGostar
Acho sempre boa ideia perguntar às pessoas o que pretendem.
É democrático que a vontade da maioria prevaleça.
Prognostico antes da pergunta que dizem não.
GostarGostar
Pode ser democrático mas não é livre.
A maioira pode votar para chutar o fado alexandrino.
Isso não torna o chuto legítimo.
GostarGostar
É um risco, o risco da democracia.
Mas repare estamos aqui a falar de opinião, é sempre livre.
Já não é livre é eu querer que a minha opinião seja imposta aos outros.
Só a posso “impor” se uma maioria qualificada me apoiar.
Assim funciona a democracia.
Gosto.
GostarGostar
Pelo que vejo, isto aqui está cheio de potenciais traidores.
GostarGostar
Li a curiosa entrevista de onde a Helena Ramos retirou a frase no Portadaloja. Pedro Feytor Pinto para quem não sabe ou não se lembra, foi um dos “liberais” do consulado de Marcello Caetano, e foi o homem que negociou a entrega do poder do ex Presidente do Conselho para o MFA, quando aquele estava acuado no Quartel do Carmo na tarde do 25 de Abril de 1974.
Apesar de ser para mim óbvio que no referendo pela independência da Catalunha o SIM vai ganhar, já não é tão óbvio o modo como a “história” vai acabar. Por isso também não é óbvio que o País Basco faça um referendo com o mesmo objectivo, como também não é óbvio que a maioria dos habitantes do País Basco queira sair da Espanha. E digo habitantes e não digo Bascos, porque depois da Guerra Civil, Franco enviou para lá muitos milhares de espanhóis de outras regiões, à semelhança do que Estaline fez com a Crimeia com os resultados que se conhecem.
Mas dando de barato que se faziam referendos nas regiões referidas por Feytor Pinto, e que o resultado fosse pela independência face à Espanha, e o Rei e o governo de Madrid as caucionassem, coisa em que eu não acredito, não estou a ver como é que essas regiões depois de se separarem da Espanha, se uniriam numa “república confederativa ibérica” com Portugal “metido ao barulho”.
Apesar de me contar entre os que pensam que o 1º de Dezembro de 1640 foi um erro histórico, também acredito que “de Espanha, não vem nem bom vento nem bom casamento”.
Para acabar, também acredito que o que se vier a passar em Espanha em matéria de secessões, vai ter muito a ver com o que resultar do referendo que se vai realizar na Escócia para o mesmo efeito, e a maneira como a União Europeia vai reagir a isso.
GostarGostar
“Vossa Excelência deseja sair por aquela porta, ou por essa janela?”
GostarGostar
Municipalismo é o caminho a seguir em Portugal (e está enquadrado na história – foros).
Em Espanha o avanço da autonomia já passa necessariamente pela criação de novas nações.
Abaixo o centralismo tanto de Lisboa, de Madrid e de Bruxelas!
Viva as comunidades autónomas a decidirem sobre os seus próprios problemas sem querer interferir nos problemas dos outros.
GostarGostar
Pedro Feytor Pinto está nitidamente a estragar o ‘neo-1640’ de Paulo Portas….
Coisa que não se faz a 1 mês do fim do protectorado (ou da picada).
GostarGostar
“Abaixo o centralismo tanto de Lisboa, de Madrid e de Bruxelas!”
A maior parte dos protestam contra o centralismo é só para se sentarem à mesa do dito.
Julga que alguém quer regionalisação para cobrar impostos à própria população e ser gerir sem fazer dívida?
Claro que não. A regionalisação é para receber dinheiro que o centralismo cobra.
GostarGostar
Quando descobrirem quanto é que têm de pagar para manter as estrururas da regionalização, até choram.
GostarGostar
…estruturas…
GostarGostar
A maior parte dos protestam contra o centralismo é só para se sentarem à mesa do dito.
Julga que alguém quer regionalização para cobrar impostos à própria população e ser gerir sem fazer dívida?
Claro que não. A regionalização é para receber dinheiro que o centralismo cobra.
Caro Lucklucky,
Defendo no caso português o municipalismo e não o regionalismo. E uma administração municipal enquadrada no seguinte:
– no direito natural e na ordem espontânea;
– na cultura local em conformidade com o direito natural e na ordem espontânea;
– na descentralização tributária, jurídica e administrativa;
Ninguém quer novas capitais administrativas mas sim que cada município possa desenvolver a sua própria competitividade e prosperidade.
Reitero de novo que o municipalismo é um modelo experimentado pela história de Portugal (foros).
A mais avançada ciência económica garante também que os pequenos modelos administrativos são as estruturas que possibilitam uma maior prosperidade económica e o livre acesso ao mercado.
GostarGostar
Totalmente de acordo. Mas tal coisa só muitos poucos querem. E ninguém ligado à política.
GostarGostar
Como ideia parece interessante e por princípio concordo. Passemos entâo à chatice dos detalhes. Quantos municípios naturais é que imagina que emergiriam? 100, 300 ou 3000? Em relação ao nível de impostos pagos hoje, acha que esses ficariam iguais, aumentariam ou iriam diminuir? A mesma pergunta em relação às espectativas das populações em relação aos serviços públicos? E finalmente, tomemos por exemplo a Bairrada, que provavelmente poderemos classificar como uma região coerente quer geográfica, geologic e mesmo socialmente falando . Quantos municípios naturais caberiam na Bairrada? (Actualmente inclui – parte de Águeda, Oliveira do Bairro, Anadia, Mealhada, Cantanhede, parte de Vagos (acho eu) e parte de Coimbra?
GostarGostar
Revisitando a década de trinta “ali ao lado” – mas em tom delirantemente róseo…
GostarGostar