bulshit
4 Maio, 2014
A vacuidade e a demagogia rés-do-chão. Paulo Rangel: «felizmente os sacrifícios vão acabar a partir do dia 17 de Maio»(*)
31 comentários
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A vacuidade e a demagogia rés-do-chão. Paulo Rangel: «felizmente os sacrifícios vão acabar a partir do dia 17 de Maio»(*)
“Como perder um homem em dez dias” passou há pouco tempo na televisão.
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Hoje ao principio da noite quase que se fez luz com a versão do em busca do tempo perdido só que o coro saiu depressa e calado o que é deveras sintomático sobre o sentir á volta da “limpeza” da saída.
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“bullshit”, mas que é uma treta dum sem-vergonha, é! (não foi este palhaço que quando chegou ao tacho no p.e. se declarou tão “europeuísta” como o velho corrupto???).
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Sr.Gabriel….francamento não compreendo todo este “incómodo” (passe o eufemismo) com as recentes medidas do Governo.
Acaso alguém, no seu perfeito juízo, acha que TUDO isto não foi APROVADO pela Troika?!
Pensavam que a Troika vinha cá fazer O QUÊ?! Tornar o país….”Liberal”?! LOL
Devem estar a brincar. Se alguém pensou isso dá vontade de taxar a ingenuidade pois, só por aí, estaríamos em superavit.
Deixe, francamente, que “confidencie”, aqui, uma coisa. Alguns meses depois da entrada da Troika em Portugal, em conversa com vários amigos alemães e finlandeses ligados a estes meios, foi-me transmitido, mais ou menos (e traduzindo) o seguinte: “eh pá, não fiquem assim….ninguém vos vai nunca deixar entrar em bancarrota pois, PURA E SIMPLESMENTE, um Estado da Zona Euro não pode entrar em bancarrota. No máximo fica como a Grécia (em incumprimento arcial mas DENTRO da Zona Euro”. Vão ver que a austeridade não vai ser assim tão radical”. (Este “dentro da Zona Euro” foi bem reiterado).
Nesta altura balbuciei (eu e os outros portuguueses presentes) qualquer coisa. Fomos atalhados, com “direito” a olhar fixo e sério e a mais ou menos isto: “ouçam, isto é só para fazer entrar as contas em estado mais aceitável e, como ele disse (com direito a risota geral) “put lipstick on the pig” e, pour cause, fazer baixar juros. Esqueçam bancarrotas, reformas radicais ou saídas do Euro”.
Tinham razão….pelo que se vê. Era só isso. O “porco” já tem a devida “maquilhagem”.
É (foi) assim, quer se goste quer não. Só não vê quem não quer ou quem acalentou puras e simples ILUSõES!
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quis dizer
BULLSHIT?
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é o acordo ortográfico
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No PSD devem andar a tomar algum coisa esquisita.
Esta do Paulo Rangel remete para uma alienação da Realidade que já um deputado do PSD demonstrara no fim de semana ao perorar sobre a subida de impostos surpresa do DEO: «Bem, é um aumento de impostos que não é bem um aumento de impostos.»
É que se não for alienação da Realidade é algo bem mas grave e imperdoável.
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É o mesmo remédio do PS, quando o Assis diz que com os socialistas voltará a responsabilidade orçamental…
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É bem possível, já que nem o actual governo mostrou responsabilidade orçamental apesar das recomendações da Troika: Inversão do item Despesa x Receita.
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Quando tenho que comentar,faço-o com algum esforço,dado que há imensos comentadores com muitas baboseiras à mistura.Espero não entrar no mesmo campo.
Tinha simpatia por Paulo Rangel desde a claustrofobia.
Depois tive pena dele quando o vi interpelado,demagogicamente,em Vila Real.
Hoje,volto a ter pena dele pela sua derrapagem que eu não esperava.
Augurava-lhe vir a ser um valioso quadro do País que bem precisa de boa moeda.
Está-se a perder.
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Sendo a dívida do estado um enorme problema, não é o que mais me preocupa. Preocupa-me muito mais ver que nenhum politico português, seja de direita ou de esquerda, fala em investimento na economia que cria emprego e produz riqueza e valor acrescentado. Entre outras coisas em que é que se vai investir, e onde é que se vai buscar o dinheiro que faz falta para reindustrializar o país.
Ninguém fala dos verdadeiros problemas do país, na minha humilde opinião entre outras por duas razões: dá um trabalho do caraças fazer planeamento industrial a longo prazo, e, muito mais grave, porque ninguém neste rectângulo à beira-mar sabe fazê-lo de uma maneira séria e fundamentada. Apenas alguns industriais do textil e do calçado o têm feito com sucesso, mas isso é pouco, muito pouco.
Passàmos três anos a penar para nada: vamos continuar a investir na construção de casas de habitação que ninguém vai habitar e em cafés e pastelarias. Não sabemos fazer mais nada!
A conversa fiada é o mais importante neste país: o que o Rangel, o Assis e os outros andam por esse país a dizer, não interessa nem ao Menino Jesus; mas é o que vem nos jornais e na televisão.
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Apoiado 100%. Nao passaremos da cepa torta.
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Estimado Alexandre, acha que é competência do governo tratar de planeamento industrial? Francamente, eles que tratem da justiça, estabilizem o sistema de impostos e não nos lixem com burocracia, que a malta trata do resto.
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Não é o governo que deve fazer o planeamento industrial, mas tem de criar as condições para que alguém o faça. Estabilizar as contas do estado e acabar com a burocracia seria um primeiro passo. Álvaro Santos Pereira disse que tinha deixado a legislação pronta para acabar com esse flagelo anti progresso. Onde é que ela está?
Também quero ver aonde é que “a malta” vai buscar o dinheiro para “tratar do resto”, porque como sabemos tem de vir do exterior.
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E verdade. O anúncio de uma saída de um programa de resgate sem um plano estratégico de desenvolvimento é uma fantochada. Não foi ‘isso’ que aconteceu na Irlanda… mas não estamos aqui para aprender. O governo está mais preocupado em durar.
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“nenhum politico português, seja de direita ou de esquerda, fala em investimento na economia que cria emprego e produz riqueza e valor acrescentado. Entre outras coisas em que é que se vai investir, e onde é que se vai buscar o dinheiro que faz falta para reindustrializar o país.”
Que sejam os politicos a fazer isto é “uma ideia perfeitamente estúpida” (para utilizar a sua própria linguagem ).
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Já você é a inteligência em pessoa. Tão inteligente que actua incógnito no Blasfémias. Sabe o que é que diz o melro pró picanço?
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Pelos vistos incomoda-se quando lhe são revertidos o estilo e o conteúdo, ipsis verbis, das considerações que se sente no direito de dirigir a outros.
Quanto ao nick, assinar “anónimo”, “alexandre”, “alexandrina” ou “maria papoila” é igual ao bacalhau. Nada tem a ver com o conteudo dos temas e das opiniões, que deveria ser a única coisa em discussão. Quem anda por aqui sabe lá se V é quem diz ser ou apenas um travesti a engrossar artificialmente a voz..
V. é tão anónimo como eu e a maioria dos comentadores.
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Há muito que, o dr. prof. Klaustrófobo Dálmata Rangel, conhecido
entre os seus amigos como o “pézinhos de garrafão”, anda com
os neurónios todos desalinhados, nada tem para oferecer aos por-
tugueses ele só quer continuar o exílio dourado de Bruxelas!!!
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Não estou aqui a defender o Rangel, mas veja o comportamento do PS desde a noite de ontem: entre o que eles dizem e o que diz o Bloco não há diferença nenhuma. E há quem diga, gente bem informada, já se vê, que se o PS tiver 40% no dia 25 de Maio, tem a maioria absoluta garantida em 2015. Com este país entregue ao Seguro e ao Brilhante “Muttley” Dias, pode imaginar o que nos espera, não é?
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em vez de bulshit,eu escreveria bullitt ,filme dos anos 70(bem bom ,ja agora) do sec.xx que foi para onde regredimos depois desta fantochada.alias o filme fala de corruptos,politicos populistas,demagogos,enfim propunha a banda sonora deste filme para a campanha do assis e do rangel…
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joao lopes é nome de critico de cinema. Por favor não meta o Steve McQueen e a Jacqueline Bisset neste filme, que é mau de mais…
Nota: “Bullitt”, que é um clássico, é de 1968.
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nao sou o critico joao lopes,mas lembrei-me deste filme que tem uma banda sonora fantastica,e ouvir boa musica é o melhor remedio para este estado falido,digo eu…ou boas leituras,por ex:tomas da fonseca
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Uma classe política existe ao nível dos jornalistas que os entrevistam.
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A frase de Paulo Rangel não foi feliz.
Infelizmente, a saida sa Troika não permite nem justifica o fim da austeridade. Ao contrario do que sempre disseram e continuam a dizer os principais criticos do governo e da actual politica, o pais tem ainda muito para ajustar e reformar.
Mas, dito isto, o essencial das declarações de Rangel está perfeitamente certo.
Foi sobretudo o PS que trouxe o pais para a situação de bancarrota que obrigou ao programa da Troika e que implicou os sacrificios que foram exigidos aos portugueses.
Foi o actual governo que teve a tarefa ingrata de aplicar a politica de austeridade.
Mas fe-lo com sucesso. Em apenas 3 anos, o tempo previsto pelo programa de assistencia, e que muitos dos criticos consideraram ser demasiado curto, conseguiu cumprir e terminar o programa. Os sacrificios foram e continuam a ser grandes mas mesmo assim foram relativamente contidos. Portugal foi o pais a fazer um ajustamento, com ou sem Troika, onde as categorias da população com mais baixos rendimentos foram menos afectadas.
Quando Rangel diz que “os sacrificios vão acabar a partir de 17 de Maio”, o que ele quiz certamente dizer, e estou certo de que muita gente o percebe assim, é que o fim com sucesso do programa da Troika, o regresso aos mercados a taxas de juro relativamente baixas, com niveis anteriores aos da crise de 2008, permitem agora esperar que não será necessário pedir aos portugueses sacrificios adicionais e que, inclusivamente, pode-se começar a pensar em atenuar alguns dos sacrificios que foram até agora feitos, repondo progressivamente pensões e vencimentos e começando a baixar impostos. Os maiores sacrificios foram aqueles que atingiram sobretudo os desempregados. A retoma do crescimento e a perspectiva de melhoria nos proximos tempos permitem esperar que o desemprego continue a diminuir.
De resto, com raras excepções, a maior parte dos comentadores que agora criticam as afirmações de Rangel nunca perceberam nem aceitaram a necessidade de se fazer uma politica de austeridade e sempre disseram que a austeridade agravava a crise (a famosa tese da “espiral recessiva”). Hoje está mais do que provado que estavam completamente enganados ou com muita má fé e que, sem a austeridade, sem os sacrificios, o pais estaria hoje muito pior e não estaria certamente a terminar o programa da Troika com sucesso.
Estes senhores não teem nem competencia nem moral para estarem agora a dar lições a Paulo Rangel !!
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Por falar em Seguro. O rapaz não acerta uma:
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/ainda-ninguem-fez-este-post-6264674
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Rangel conduz uma campanha eleitoral em condições extremamente dificeis.
A maior demagogia é a dos seus adversários que, depois de terem levado o pais à bancarrota, depois de terem dito que era possivel sair da crise sem sacrificios, depois de terem dito que os sacrificios iriam agravar a crise, continuam agora a dizer que é preciso acabar com a austeridade mas acusam o governo actual de ter como programa a continuação e o agravamento da austeridade !… (se ninguém percebeu nada … é assim mesmo !)
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Não se pode dizer mal dos adversários de Rangel, especialmente dos socialistas que, como o país bem sabe, não tiveram nada a ver com a actual situação. O PSD/CDS são os únicos responsáveis.
País de “3 seconds memory”…
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Rangel faz tudo pelo dinheirinho bom que está a ganhar. cá e lá.
O resto são abóboras…
É natural.
Ou melhor: NATURALmente.
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Essa dos “pézinhos de garrafão”,desconhecia,
Soube de outra, dos mentideros da AR: “o pinguim deslumbrado”
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Alem do supra que está a ser bem discutido, convem não subalternizar coisas importantes na vida dia a dia:
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-AGRICULTURA:
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FRANÇA PROIBE SEMENTES GENETICAMENTE MODIFICADAS:
France bans all GMO cultivations: Effective Immediately
http://www.nutritionalanarchy.com/2014/04/17/effective-immediately-france-bans-all-gmo-cultivation/
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-SAUDE PUBLICA:
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VASILHAME DE PLASTICO BANIDO EM FRANÇA
France bans BPA in food packaging
http://digitaljournal.com/article/338959
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PROZAC NATURAL:
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Nature’s Prozac
http://www.nutritionalanarchy.com/2014/04/20/natures-prozac-nutrition-for-mental-health/
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