A culpa não é minha
8 Maio, 2014
Seguro não percebe que, para ter a certeza que vence as eleições, só tem que estar calado?
Alguém tem que parar o homem e os órfãos antes que seja demasiado tarde. Esforçam-se demais: as eleições não se vencem, só se perdem.
24 comentários
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Não concordo.Se o Sr Seguro apresentar um projecto credível e consistente de consolidação das contas públicas articulado com uma reforma do estado e com uma previsão da sustentação da dívida ,talvez levasse o P.S. a descolar nas intenções de voto,mais do mesmo, já lá temos este governo e os seus “especialistas”.
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Foi o que eu disse aplicando as leis da física.
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manuel,
António José Seguro já apresentou o seu “projecto credível e consistente de consolidação das contas públicas articulado com uma reforma do estado e com uma previsão da sustentação da dívida”: aumentar a despesa pública e mandar a conta para a Alemanha.
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Eu quero acreditar que a democracia tem sempre saídas ,caso contrário, teremos de aceitar que os 48 anos de democracia orgânica foram bem merecidos.
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O que é que “a democracia tem sempre saídas” tem a ver com colocar a hipótese de “o Sr Seguro apresentar um projecto credível e consistente de consolidação das contas públicas articulado com uma reforma do estado e com uma previsão da sustentação da dívida”, algo que esse mentecapto desmemoriado e apatetado já demonstrou estar completamente fora do seu alcance?
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Seguro e consistente são duas palavras que não combinam na mesma frase
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Como estamos muito perto do 13 de Maio, é possível que aconteça esse milagre.
Na realidade ainda seria mais espantoso que o original.
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Os socialistas que se costumam vir aliviar aqui ao Blasfémias leiam e aprendam:
http://oinsurgente.org/2014/05/08/o-mito-do-socialismo-sueco/
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Esse texto é extraordinário. Parte do pressuposto que toda a esquerda é marxista e contra a economia de mercado, para depois dizer que o sucesso da Suécia que tanta esquerda apresenta como exemplo só foi possível com uma economia de mercado saudável, a qual foi compatível com um estado social sólido e progressista. Fantástico.
Mas se existe aí uma contradição, talvez o erro esteja no pressuposto de partida: a esquerda que apresenta a Suécia como exemplo é precisamente aquela que acredita que se pode conciliar uma economia de mercado com um estado social sólido e progressista, coisa que a Suécia exemplifica, e o artigo aceita – até louva!
Não nos esqueçamos: o centro-esquerda governou a Suécia durante várias décadas quase sem interrupção. Foram 70 anos de políticas de centro-esquerda que construíram a Suécia que hoje existe.
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Essa é a história que a esquerda marxista, que agora diz que não é, quer que a gente acredite. O PS do dr Mário Soares chegou a Portugal em 26/4/74 a dizer que queria uma grande coligação de esquerda com o PCP do Cunhal, para fazer de Portugal o país mais próspero e feliz do mundo. Na Suécia nunca houve disso. As grandes empresas eram privadas e só foi possivel implementar o tal welfare state, porque havia riqueza para tanto, criada a partir de uma economia de mercado que nada tem a ver com o socialismo. Os socialistas em Portugal quiseram construir um estado social com dinheiro emprestado, não para investir na economia e criar riqueza, mas para o sustentar. Resultado: bancarrota!
No socialismo não há lugar para a economia de mercado, só há lugar à apropriação dos meios de produção pelo estado. A prova é que o PS esteve metido até ao pescoço no 11 de Março de 1975, que nacionalizou a economia, e só aceitou a lei da delimitação dos sectores público e privado, quando percebeu que não era possivel entrar na então CEE com a economia práticamente toda na posse do estado, e pior que isso, vedada à iniciativa privada.
Os actuais socialistas são como os cucos, gostam de pôr os ovos nos ninhos dos outros, porque querem renegar a sua ideologia, sem terem outra coerente para a substituir. Por isso não têm nada para oferecer aos portugueses a não ser um sistema pago, de acordo com o que eles dizem, pela solidariedade/caridade internacional.
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PS: O que é que são “politicas de centro-esquerda”?
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Hoje subscrevo inteiramente as suas posições, caro Alexandre.
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É uma visão que concilia economia de mercado e solidariedade social.Entre o marxismo e o liberalismo.Mas posso-lhe perguntar o que é ser um liberal-conservador de centro-direita ,como o Alexandre parece ser
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«Essa é a história que a esquerda marxista, que agora diz que não é, quer que a gente acredite.»
Nenhum marxista tem vergonha de o ser. Se alguém tivesse vergonha de ser marxista, é porque acharia o marxismo mau. Se achasse o marxismo mau, não seria marxista.
«O que é que são “politicas de centro-esquerda”?»
As que os partidos de centro-esquerda aplicam. Um bom exemplo é precisamente a Suécia, que foi governada pelo partido de centro-esquerda de lá durante várias décadas.
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Há décadas atrás os suecos puseram de pé um sistema baseado na economia de mercado, no capitalismo, e à medida que o país foi enriquecendo, foram instituindo um estado social, distribuindo a riqueza que a economia gerava, mas acompanhado com uma pesada carga fiscal principalmente sobre os rendimentos do trabalho.
As coisas funcionaram bem até aos anos 70-80. E quando foi necessário reformaram o sistema no inicio dos anos 90 tomando medidas muito parecidas com as que estamos há três anos a sofrer, com a diferença de que tudo foi feito com base num amplo compromisso politico e apoio da generalidade da população que soube perceber o que estava em causa.
Não sendo actualmente o que era até há trinta anos atrás, o welfare state sueco ainda é dos melhores do mundo. Mas não é deficitário, nem é assente em divida publica.
Dando de barato que tudo aquilo é obra do “centro-esquerda”, seja lá isso o que for, o que é certo é que o “centro-esquerda” indigena fez tudo ao contrário. A verdade é que temos um estado social para cuja sustentabilidade não produzimos a necessária riqueza.
Só quem acredita em milagres é que pensa que é possivel manter um sistema social num país que em 10 anos aumentou as despesas sociais em 50%, e a economia no mesmo espaço de tempo cresceu menos de 10%.
Aproveite e leia o artigo em causa com atenção, porque está lá tudo bem explicadinho.
P.S. A sua teoria sobre o marxismo não comento, mas sempre lhe digo que o sr jota Gama é um bocadinho ingénuo. Também já li que alguns nazis acreditavam que o nazismo não era mau, senão não eram nazis.
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nao há alternativa à austeridade,o que logicamente leva a que nao haja alternativa a este governo,e como com a reforma do estado do portas tambem nao há alternativa(nao opiniao de muitos) eis que temos um novo estado a que nao temos alternativa.podiamos chamar a este novo estado,um estado mega fixe( nao sei se o portas nao me rouba esta ideia)
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O projecto credivel do Snr. Seguro é este (palavras ditas por ele ao longo destes 3 anos):
1º “Não contem com o PS para reformar o estado social”;
2º “O PS está disposto a colaborar para reformar mas não para triturar o estado social”;
3º “A 1ª medida que vou tomar quando o PS for governo é negociar a divida com so credores, a segunda é pedir os juros mais baixos”;
4º “A politica de austeridade defendida pela Snrª Merkl é um disparate”;
5º “O PS não será cumplice de um Estado low cost”;
6º “Consolidar por via da austeridade é um disparate”;
7º “Se for 1º ministro a austeridade será necessidade e não prioridade”.
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9º “Promoeto que não subo os impostos mas também não me comprometo com a descida dos que estão em vigor”
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O 8º era aquela treta da espiral recessiva que entretanto deixou de se ouvir da boca dele
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por mero acaso,ate foi o senhor presidente anibal que veio avisar à alguns meses atras,que nao podia haver austeridade em cima de austeridade,sob pena de a propria receita fiscal baixar.agora posta no facebook aquela parvoice.realmente nao ha alternativa a este presidente e este governo,certo?
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Claro que há!
Tó Zé Seguro!
“A 1ª medida que vou tomar quando o PS for governo é negociar a divida com so credores, a segunda é pedir os juros mais baixos”
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Eu acho melhor deixá-lo falar. O Costa está à espreita e é mais perigoso. Ganha com maior probabilidade. Uma hipotética vitória socialista nas legislativas seria ainda pior.
O problema é que o homem cada vez que fala, espalha-se…
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Cuidado com esse homem.
Viajou a Madrid, entregou as chaves de Lisboa à Ana Botella e ainda ofereceu uns passeios como segue:
El máximo representante de la capital portuguesa viajó a Madrid acompañado de Fernando Medina, vicealcalde responsable de las áreas de Turismo y Finanzas; Jorge Máximo, concejal del área de Deportes; Alberto Laplaine Guimarães, secretario general; Víctor Costa, director general de la Asociación de Turismo de Lisboa, y Duarte Moral, asesor.
Tudo á conta do IMI.
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Deixem, deixem o tozé ganhar as europeias.
Vai em frente tozé, estou contigo contra a bosta que o povo gosta.
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