Virtudes e vícios de um consenso europeu
19 Maio, 2014
Como a Helena já noticiou, o Observador começou hoje. Com estes dois blasfemos em força. Eu escrevi sobre o Assis, o Rangel e estarem os dois muito de acordo:
4 comentários
leave one →

Parabéns ao homens de negócios do PSD-CDS que arriscaram o seu dinheiro na criação do Povo Livre online. Esperemos que haja retorno por parte do governo e muitos “ajustes directos”.
GostarGostar
Este é ad hominem: és pouco parvo, és!
GostarGostar
Não vou elogiar o conteúdo, o que requer tempo e familiarização. Elogio o que já conhecia, a diversidade (não digo representatividade e ainda bem) de detentores de capital social, augura melhor do que temos encontrado…
A linha editorial e as inovações (conteúdos linkados para a “concorrência” e explicador – como o “i” já tentou) também prometem.
Anyway, qualquer novidade que venha romper a statu’cracia actual dos media deverá ter o mérito de existir independentemente da existência que lhe advenha.
Parabéns e Sucesso!
P.S.- Quanto à falácia que seria a semelhança de europeísmo Popular e Socialista, ela só existe enquanto julgarmos o assunto por dilemas: dentro ou fora do euro? sociedade promotora ou sociedade liquidatária da UE? etc; fora desses leitmotif’s existem matrizes ideológicas diferentes (muito ou pouco não é assunto) e nada mais natural que saibam afirmar as diferenças quando em campanha.
GostarGostar
Pois é consenso qual o que falas o domínio dos povos do Norte sobre os preguiçosos do Sul… ou aqui localmente o do empobrecimento sucessivo à austeridade com mais austeridade ou andes o do rompimento desse vazio pela afirmação dos povos pela igualdade.
A UE foi criada e concebida por dois grupos políticos a saber Socialistas e Democrata-Cristãos, onde o conceito de solidariedede de povos com mais ou menos dificuldade esteve sempre presente.
Hoje no tempo em que os Socialistas enfraqueceram e os Democrata-Cristãos ficaram quase em estado de defuntos, emergiram os liberais e neoliberais com a bíblia do mercado na boca e a defesa de interesses na prática onde os povos deixam de ser solidários e passam de repente a um outro paradigma que não será por certo a do desenvolvimento global mas antes de alguns outros nem que para isso outro padeçam….
Assim no nacional e internacional vamos parar ao mesmo, que europa queremos a dos mercado e domínio de uns sobre outros, ou a do desenvolvemento solidario e coeso
Delors, Willy Brandt , Soares têm visão da Europa muito distinta das de dirigentes de agora como Angela Merkel, Jyrki Katainen, Durão Barroso ou Pedro Passos Coelho,
Por isso consenso…. Já era, Continuo a pensar que Delors e Brandt estavam no caminho do consenso desejável em que a solidariedade dos povos europeus era facto e não miragem nem dominio de uns dobre outro
GostarGostar