A educação sexual serve para que os nossos jovens percebam que se pode falar em sexo, que faz parte da vida, sem se limitar a badalhoquices.
Faz falta a muitos.
Por exemplo, ensinar aos nossos jovens que podem pôr a mão na coisa, e podem pôr a coisa na mão; meter a coisa na coisa é que não! nos meus tempos era assim que se falava de educação sexual…
“Era uma vez um país cinzento onde nada acontecia… Ou melhor, as coisas e as pessoas aconteciam e nasciam, mas logo que acabavam de acontecer e de nascer, a cor era-lhes retirada, tudo passava a ser cinzento como nos noticiários da televisão da época. Até que…”
…até que o camarada cunhal nos ensinou a comer as criancinhas dos FASSISTAS, para nos dar força para os saneamentos, ocupações, nacionalizações.
E ficou logo tudo vermelho.
Aquilo é que foi gozar…sobretudo nas dinamizações culturais, com as camponesas. Fizeram-se muitos pequenos camaradas…nos dias em que não estava “vermelho”…
Mas o que é que isto tem de novidade? Já nos anos 60 (ou 70) o camarada Daniel “le rouge” Cohn-Bendit seguiu estes princípios de “ensinar” os mais pequeninos, quiçá para se fortalecer moralmente para o combate estudantil…
Mas é impressão minha, ou está tudo doido??!!
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E isso não será uma espécie de pedofilia?
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É a espécie de pedofilia não pedófila, talvez.
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Pedofilia? Granel quer você dizer.
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LOL(ada).
Também eu queria estar envolvido nas acções formativas.
Tenho experiência, sou barato e em alguns casos até pagaria para ensinar.
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Experiência a mais?
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Nunca é demais, num assunto tão delicado.
Ou como disse Cícero
I prefer tongue-tied knowledge to ignorante loquacity
Ora como este é um assunto que se pode ensinar calado …
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Um anglicano esse Cícero.
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Não me parece que as moças da foto necessitem de “informação e formação” sexual…
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É a praxe académica, só que no secundário.
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Atenção, atenção… Ao longe, ainda me chamam “jovem”!
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A educação sexual serve para que os nossos jovens percebam que se pode falar em sexo, que faz parte da vida, sem se limitar a badalhoquices.
Faz falta a muitos.
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Aparentemente faz falta a quem consegue falar de “badalhoquices” em comentários a este post.
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Por exemplo, ensinar aos nossos jovens que podem pôr a mão na coisa, e podem pôr a coisa na mão; meter a coisa na coisa é que não! nos meus tempos era assim que se falava de educação sexual…
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Também eu, camarada!
Também eu vivi no FASSISMO
“Era uma vez um país cinzento onde nada acontecia… Ou melhor, as coisas e as pessoas aconteciam e nasciam, mas logo que acabavam de acontecer e de nascer, a cor era-lhes retirada, tudo passava a ser cinzento como nos noticiários da televisão da época. Até que…”
…até que o camarada cunhal nos ensinou a comer as criancinhas dos FASSISTAS, para nos dar força para os saneamentos, ocupações, nacionalizações.
E ficou logo tudo vermelho.
Aquilo é que foi gozar…sobretudo nas dinamizações culturais, com as camponesas. Fizeram-se muitos pequenos camaradas…nos dias em que não estava “vermelho”…
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Os alunos revelam inocência ou ignorância.
Quiçá das 2.
Eventualmente (muuuiiiiitoooo eventualmente…) serão promissores pederastas.
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Ou professores.
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Cunha, posso chamar aqui o (Des)Amado imbecil?
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Vitor Cunha,
Diga que sim.
Florêncio Nightingale,
Imbecil porquê?
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Os alunos revelam inocência ou ignorância.
Quiçá as 2.
Eventualmente (muuuiiiiitoooo eventualmente…) serão promissores pederastas.
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Mas o que é que isto tem de novidade? Já nos anos 60 (ou 70) o camarada Daniel “le rouge” Cohn-Bendit seguiu estes princípios de “ensinar” os mais pequeninos, quiçá para se fortalecer moralmente para o combate estudantil…
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