A ler
26 Junho, 2014
Este texto na Porta da Loja. Leitura especialmente recomendada aos sr.s deputados, membros do governo e candidatos às primárias. O leitor que não conheça ninguém que tenha passado pelo processo kafkiano ali descrito que atire a primeira pedra.
7 comentários
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Isto não é um país, mas sim uma caverna execrável que se está a transformar numa interminável cela de horrores. Ou há uma aragem que refresque tudo isto ou acaba tudo doido.
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O Cravinho também já saiu?
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Mas pergunto: Quem não cumpriu, ao não ter o carro registado com a morada correta?
Se esse facto, fosse tolerado e desculpa para alegar não ter sido notificado, a pratica passaria a ser regra, para todos os XICO ESPERTOS portugueses, que ainda se gabam de aproveitar todos os buracos da lei – que por princípio muito criticam…- para não pagar ao ESTADO. Ou seja, a todos nós!
Deixem-se de lamechices!
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Não é um problema de xicoerpertice, mas de justiça ou, se preferir, de igualdade. Isto não acontece com nenhuma outra dívida nem com nenhuma outra espécie de “contra-ordenação”. Não sabem a morada para enviar uma carta a exigir o pagamento e as despesas administrativas, mas sabem a morada para cobrar a taxa de portagem, coimas, despesas administrativas várias e taxa de justiça.
Por outro lado, veja o comentário seguinte, de medinaribeiro. Situações como a que ele descreve acontecem todos os dias. Pode acontecer-lhe a si, mesmo que nem tenha carro: ser acusado e condenado sem nunca saber de nada, apesar de o Estado saber perfeitamente a sua morada. Se acha isto normal, sugiro que veja ou reveja A Vida de Brian, dos Monty Python. O seu comentário fez-me recordar uma das cenas mais famosas do filme, que não terá dificuldade em identificar.
Por outro lado, se ler o texto verá que o que está em causa não é propriamente um pagamento ao “Estado”, mas a empresas privadas, a quem o Estado, literalmente, decidiu prestar o serviço de cobrador.
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Na «Porta da Loja», no 8.º comentário, conto o que se passou comigo:
Recebi uma carta das Finanças intimando-me a pagar uma coima correspondente a uma portagem existente num local… onde nem eu nem o meu carro jamais passámos
.
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Há dois ou três anos, fiz um percurso em antiga “SCUT”, tendo atravessado 3 pórticos, separados por pouco mais de uma dezena de quilómetros, com dispositivo via verde.
Algumas semanas depois, recebi uma carta da Ascendi dizendo que eu tinha passado pelo do meio sem pagar e a exigir o pagamento da portagem e das tais despesas administrativas…
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Carlos Loureiro,
Isso também me aconteceu (na Via do Infante) porque o meu identificador estava com a pilha gasta. Fui a um balcão da Via-Verde e confirmei, pela foto (e pela data-hora) que era verdade, e paguei.
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