A ler
1 Julho, 2014
A propósito do navio Atlântida e do silêncio que se abateu sobre os desmandos do Governo Regional dos Açores ver :
09 de Abr de 2009: Governo rompe contrato com Estaleiros
20 fevereiro 2011 Negócio concluído em 7 meses Ferry Atlântida vendido à Venezuela por 42,5 ME
8 novembro 2011 Ferry dos Estaleiros de VianaVenezuela confirma que desistiu de ficar com o “Atlântida”
Em Agosto de 2013 escrevia-se o seguinte no Quarta República: O ferry dos Açores, exemplo de sabotagem económica
8 comentários
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Em face da novela à volta deste navio, como é que os socialistas do PS ainda têm o topête e a pouca vergonha de falarem dos Estaleiros de Viana? O Sócrates e o César deviam estar a prestar contas à Justiça por este verdadeiro crime.
CANALHAS!!!
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Por outro lado, abriu-se uma janela. Se os Peesses não tivessem estoirado com os estaleiros, neste momento tínhamos 600 funcionários públicos na actividade da ferrugem que, como se sabe, é a principal função do Estado.
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Heheh
Mas a ferrugem era mais PC que PS
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Se fosse a Madeira a não honrar cumpromissos assumidos,ainda por cima com argumentos
discutíveis e inviesados, a lembrar a f’abula do lobo e do cordeiro, onde o documento original acabou num contrato leonino, se fosse a Madeira, fica em reticências.Dizia um
avouzinho: Desde que mataram o Rei isto nunca mais prestou para nada
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O monteiro dos coiratos e o nascimento do “ínfimo” ( vénia ao Dragão) já deram as suas doutas, perdão, venais , opiniões?…
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Li hoje o relatório do TC acerca do Atlântida. Identifica as causas das divergências que conduziram à resolução do contrato por parte da Atlânticoline e na perspectiva desta e nada mais. Nada refere quanto às causas mediatas nem tão pouco quanto à perspectivas dos ENVC. Tratando-se da Secção Regional do TC de Ponta Delgada, até dá a ideia que foi preparado em conjunto, tal a adesão às teses da Atlânticoline.
Fica claro porém que o imbróglio se deveu a um problema de estabilidade em avaria cuja resolução impôs soluções que implicaram redução de velocidade além do contratualizado e aumento de calado, que, por sua vez implicariam alterações ao regime de exploração, acesso a alguns portos Açoreanos e impossibilidade de iniciação de época de exploração de 2009 devido ao inevitável atraso na entrega.
Fica por se conhecer a causa do problema da estabilidade em avaria, bem como o fundamento da intransigência relativa à velocidade e ao calado, visto que, qualquer solução implicaria, necessariamente, a afetação daqueles parâmetros, bem como ao agravamento do consumo.
Para além de tudo isto, emerge a sensação de pavor relativa a este tipo de empreitadas. Tudo isto é pavoroso, exceto quando se trata de dinheiros públicos, claro.
Enfim, considero o relatório uma deceção. Provavelmente o apuramento das causas deste imbróglio não é da sua competência. a qual se restringe à verificação do cumprimento das regras dos contratos públicos.
Abraço,
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Existe uma empresa helénica que saiu a ganhar (muito) com a não compra do futuro submersível. Agora surge outra empresa helénica com lance vencedor…
Rezo para que não partilhem mais entre elas que a nacionalidade.
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HELLENIC SEAWAYS MARITIME, S.A. vs Thesarco Shipping Co.
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