Chamem o regulador, se faz favor
Maltratar animais de companhia vai ser crime e dar prisão. A dificuldade está em “companhia”: se é verdade que podemos contar sempre com a lealdade do mosquito no Verão, nem sempre consideramos a sua companhia como “companhia”. Quer dizer, ele está lá, ele bzzzz-eia, ele dança em espiral, ora expansiva, ora recessiva, calcorreando quilómetros de pele humana e acumulando milhas aéreas na sala que envergonham qualquer drone. Mas não é fofinho.
A fofura é o factor mais importante para a companhia ser mesmo “companhia”. Não há fofos com mais de 4 patas, isso seria uma aberração. Também não há fofos que piquem humanos. Excepto o ouriço-cacheiro: já viram focinho (melhor, carinha) mais fofa?
Para evitar confusões (ao abrigo do princípio da igualdade) e para assegurar a dignidade animal (ao abrigo do princípio da confiança), torna-se fundamental o fim da comercialização de produtos como os da imagem. Exige-se o rebranding para “concentrado aerosol para interrupção voluntária da gravidez não humana”, assegurando assim não só que a companhia é mesmo “companhia” mas também a dignidade para todos os animais de boa fé, pelos princípios de igualdade e confiança.

Eu acho bem que seja punido quem maltrata animal doméstico ou o abandona.
Normalmente não se atrevem a fazer o mesmo com os animais selvagens
“:OP
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É só mais um rodilho legal que esbarra na falta de bom senso. Vai andar tudo a tentar decidir o que é um animal doméstico em vez de encararem o problema propriamente dito.
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Acho que é básico. São cães e gatos. É uma questão que sempre defendi antes de se ter tornado militância pelos mesmos que enforcavam cães nas árvores e afogavam gatos à nascença.
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Óptimo: cães e gatos. Assim, sim, é uma lei que se compreende. Não vamos ter disso.
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animal domestico é “o que vive em casa com o homem”.
O lulu é animal domestico. O rafeiro alentejano que guarda a manada das vacas já não. A distinção é fácil.
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Costuma achar que o Vítor Cunha tem piada, às vezes até bastante, mesmo não concordando com a maior parte das coisas que escreve. Hoje não. Tudo um bocado rebuscado. Mas todos temos os nossos dias….
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No resto concordo com a zazie. São cães e gatos. E concordo com esta lei. Tratar mal ou abandonar animais é um comportamento altamente censurável. Quem não os pode ter pode dá-los, pode entregá-los numa das milhentas associações que agora existem. Abandonar não.
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Se concorda tem que substituir a sua frase “tratar mal ou abandonar animais…” por “tratar mal ou abandonar cães e gatos”.
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Está visto que a coisa vai dar tourada ehehehehe
E os canitos são os mandela que foram feitos para os combates com ursos em Inglaterra.
ehehehe
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Então os piriquitos, os canários, os porquinhos da Índia, os hamsters e os papagaios não são gente, quer dizer, animais domésticos?
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E porque não um furão? Ou um hamster? Ou uma arara?
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Vassourada no hamster não tem mal. Vassourada na ratazana é que não, que eles controlam a CGTP.
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o touro faz uma boa companhia a correr atras de nós
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Desde que haja helicopteros em barda para levar os toureiros ao hospital não há problema.
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moro no ‘jaqrdim merda de cão’
caminho por entre um cagalhão e outro.
no verão respiro pó de cagalhão
enjaulados em andares
‘vão à rua com o cão
cagar o chão”
nas férias voam câes e gatos da ponte para Alcântara
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por acaso também pensei nisso. Então e matar formigas e baratas e ratos será que também vai ser crime? Mas abandonar um hamster ou um esquilo já é?
Porque é que maltratar um cão é horrível mas uma barata ou um rato já não é?
E quanto aos pombos de rua? Pode-se matá-los ou nem por isso?
Obviamente que sou contra os maus tratos aos animais e incomoda-me ver cães e gatos abandonado mas acho que é daqueles assuntos sobre os quais provavelmente não faz sentido legislar especialmente quando somos tão maus a fazê-lo. Deve partir da sociedade civil e da moral de cada um a sensibilização para este tipo de questões.
Mas lá está acho que isto não passa de mais um fait-divers para desviar as atenções de mais algum escândalo…
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Se há lei para quem cospe na rua, não sei a que título não havia de haver para quem maltrata ou abandona animais.
Isso de bichos largados na estrada, em tempo de férias é um retrato de um povo.
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Mas, de facto, há mais que isso. Por exemplo, poder-se ter um melro fechado numa casota às escuras só porque dá gozo ter pássaros.
Tenho uns vizinhos que fizeram isto e dá volta às tripas assistir ao melro cá de fora (porque deve ser uma melra a que está presa) a bater com o bico no vidro daquela merda, para tentar libertar a bicharoca).
Vontade não me faltou para enfiar um pau cá de fora e partir o vidro. Mas sei que vou ter chatices.
Há mais vizinhos com acesso aos quintais que vêem. Ninguém faz nada porque a lei permite.
Assim venha a lei que vou fazer um telefonema a denunciar aquela bestialidade.
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pois, e então vem um polícia libertar o melro aprisionado? é isso? estamos num país em que não há dinheiro para compressas e outro material médico básico nos hospitais…. Não podemos fazer leis para tudo o que nos incomoda pessoalmente… Acho eu…se calhar até podemos mas não é esse o país emque eu gostava de viver…
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Fique a saber o Rui que vem mesmo a polícia aprisionar o melro (ou melra), mais o seu sequestrador. Aprisionar um melro é crime!
E o Rui pergunta porquê, se por vezes não há dinheiro para coisas elementares? E eu respondo: por que uns sábios decretaram que o melro está em “vias de extinção”. Coisa muito importante, como vê.
(Acontece, porém, que os gatos não obedecem a esta lei e mamam – entenda comem – todos os melros que podem e que são muitos, até porque os filhotes têm a mania de sair do ninho ainda sem saberem voar.)
Sei de uma pessoa que se viu em apuros por ter um melro numa gaiola e foi detida por um tenente da GNR (ao que me disseram “amigo” da natureza) e presente ao juiz. Uma chatice.
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Tiro ao Alvo:
È pior. Os mentecaptos nem numa gaiola aprisionaram a melra. Têm-na fechada num espaço totalmente às escuras de uma arrecadação do quintal.
Nem a vêem, nem o animal vê nada porque apenas tem um vidro tapado com uns arbustos.
Há gente pior que os animais e este é um exemplo-
Mas, se quer saber, o que ainda acho mais bimbo é outros vizinhos de cima que são “doutores”- ela é prof universitária- também assistem ao mesmo e até contaram ao filho- um puto de uns 4 anos.
E a criança até pergunta pela melra e tudo parece normal.
Já a mim, por uma vez ter feito uma micro fogueira, estes cabrões chamaram imediatamente a polícia.
Por isso é que agora uso as mesmas armas- chamada anónima e multem-nos ou levem.-nos de cana porque são poluição humana.
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Zazie, eu também acho macabro meter um melro numa gaiola e instalá-lo num compartimento, sem contacto com a natureza.
Mas sei de um vizinho meu que tem um melro dentro de de uma gaiola “escondida” entre uma trepadeira, ao abrigo da chuva, permitindo que o bicho tenha acesso a um túnel de rede de arame verde, onde pode voar e onde o vejo a cantar, de papo cheio, várias vezes ao dia.
De papo cheio e asseado, uma vez que, sei, o dono muda-lha a água do banho com frequência.
Assim, dá gosto ouvir o animal a cantar, altivo, no alto do túnel.
Neste caso, não vejo onde esteja o crime.
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Mas isso é diferente, Tio ao Alvo,
Estes têm o bicho fechado numa arrecadação, onde, em tempos, tinham as galinhas
ehehehehe
Mas o animal não apanha nem luz nem ar praticamente nenhum e nem tem explicação para que é o caçaram porque há dezenas de melros nos quintais.
E são bichos que até comem lagartas e larvas que estragam as plantas.
Já aconteceu de um melrito bebé cair do ninho por causa do maluco do gato da vizinha do terceiro andar.
Mas eu não fiz nada. Separei-a a melra do gato- porque ela teve um ataque e deixei assim no quintal.
Ela ia lá cuidar dele e, daí a uns dias, ele conseguiu voar.
Mas nunca iria tomar conta nem nada. A natureza é assim, acho pancada impedir um pássaro de voar.
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No meu bairro ouve-se cantar toda a passarada porque vive tudo à solta e, felizmente, ainda há muitas árvores porque é gente antiga.
Se fossem mais novos, transformavam logo os quintais em garagens e cortavam as árvores.
Portanto, ver e ouvir passarada é o que não falta aqui.
Estes são grunhos e fizeram a anormalidade porque há gente que também ainda está numa fase de evolução das espécies mais atrasada.
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As leis têm esta vantagem. Eu estou-me completamente nas tintas para a educação ou falta de educação dos outros e não tenho espírito de samaritana para andar em “sensibilizações”.
Normalmente resolvo as questões à minha maneira. Mas, com vizinhos, é diferente porque ninguém compra guerras com quem tem de aturar perto e de forma permanente.
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Mas, ainda bem que o Rui falou assim porque, não é tarde nem é cedo.
Isto já dura há anos. Nunca consegui partir o vidro porque eles têm o quintal fechado e não há hipótese de parti-lo cá de fora.
Vou fotografar aquele espectáculo que me estraga o pequeno-almoço à janela. O melro cá de fora, desesperado, a atirar-se contra o vidro, a querer partir aquilo, para libertar a melra.
Vai para o youtube e mando para os maluquinhos das associações.
A ver se fazem alguma coisa de jeito.
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Todos os anos, no Verão, tento resolver aquilo e nunca consigo. A cambada quando é grunha tem sempre matilhas capazes de os protegerem e de tramarem quem está certo.
Da única coisa que têm medo é da lei. Portanto, ainda bem que vai haver lei porque eu gosto de paisagem agradável em meu redor e isto é feio.
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Acho que toda a gente concorda com touradas, pelo menos não são cães e gatos. Além disso, bora maltratar uns piriquitos e umas vacas? Cobras, cobras já se pode maltratar, andaram a aliciar a mulher ao fruto proibido, essas manipuladoras..
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Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros.
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Álà está comigo. Tenho 70 vizinhos com variadas profissões, médicos, engenheiros,pilotos,químicos,empresários,músicos, professores, militares, artistas, reformados, etc. Ninguém tem cães ou gatos. Só um tem um piriquito. Mas tenho de aturar durante a noite e dia, um cão a 2 prédios de distância, cuja polícia diz que não faz parte do seu dever repreender o dono do prevaricador (cão). Parece que os cães têm mais direitos que as pessoas. Podem ladrar, defecar, urinar, nos prédios dos outros, menos no do próprio dono.
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E um coelhinho de estimação, não pode ir para o tacho? E se der nome a um borreguito e lhe fizer festinhas, já não serve para ensopado? E no burrico (e tanta estima que eu tenho pelo bicho), não lhe posso aviar um pontapé, se ele não se puser ao caminho? E se o vizinho vê? Ah, e quando a gata tem aquela gataria toda, ou que é que eu faço? Vou levá-los à Junta de Freguesia ou ao Centro de Saúde? Ai que ralações!!!!
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Entretanto andamos a ver um BPNx10 a formar-se (BES) e andamos a discutir estes assuntos do sexo dos anjos…
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Aqui na minha zona tínhamos muitos problemas com animais abandonados. Doía-me o coração por ver os cães e gatos esfomeados a errar por aqui. Felizmente, veio viver para cá, uma família de Chineses que abriram uma pequena loja e demonstram uma caridade tremenda para com os desgraçados bichos e recolhem-nos, demonstrando que, ainda existem seres humanos capazes de defender e apoiar animais desprotegidos.
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também ia a um restaurante chinês em que os protegiam.
Um dia foi lá a inspecção e encontrou dezenas de peles de gatos.
E era um restaurante bué de fino.
Portanto, chinês é como tuga, tem dias, ou às vezes, nós é que andamos ceguinhos…
“:OP
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Então abre os olhos, porque esta história foi criada por mim!
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Só podia
eheheheh
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Cepa torta, tu não criaste nada – tu não sabes que há gente que come cães e gatos? E ratos? E que os chineses são grandes apreciadores de carne de cão? Tu sabes, logo não “inventaste” nada.
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É verdade. Mas a história foi criada por mim.
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Se for aborto já pode excepto claro se forem ovos de espécies protegidas.
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E os peixes encerrados em aquários? Alguém se preocupa com eles?
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Eu por mim gosto tanto de animais que não os tenho. Evito ter amor por cão ou gato ao ponto que decidiria por ele quando urina, defeca ou fornica. Evito ama-lo tanto que tentaria humanizá-lo e esquecer que é isso mesmo, um animal irracional assim como os humanos tendem a ser quando excedem na dependência destes. Evito ainda vir a ter o amor castrador ou corta-orelhas ou ainda laqueador. Eu de facto mereço que existam leis que me protejam de mim próprio. Viva a personalidade jurídica do animal de companhia (ou será propriedade como um bem?), devemos ainda avançar com a co-adopção mono/pluri/hetero/homo dos adoptantes e canis e gatis especializados nas idiossincrasias do futuro proprietário criminoso acompanhante/adoptante.
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Ora ai estão questões pertinentes.
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Se eu vir um pit-bull a passear na rua só não o #odo se não puder.
E há quem diga que eles são fofinhos.
Os ratinhos também (mesmo em ninhada).
Tenho um amigo (gótico) que tem viúvas-negras como animais de estimação, será que ele poderá ir à missa com elas? -literalmente, claro.
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