O assistente-social-modelo(*)
(*) Referência a um texto num jornal nacional sobre paranoia racista, um bom título para o destaque a negrito (minha autoria) do texto contido no relatório “Independent Inquiry into Child Sexual Exploitation in Rotherham (1997 – 2013)”.
In just over a third of cases, children affected by sexual exploitation were previously known to services because of child protection and neglect. It is hard to describe the appalling nature of the abuse that child victims suffered. They were raped by multiple perpetrators, trafficked to other towns and cities in the north of England, abducted, beaten, and intimidated. There were examples of children who had been doused in petrol and threatened with being set alight, threatened with guns, made to witness brutally violent rapes and threatened they would be next if they told anyone. Girls as young as 11 were raped by large numbers of male perpetrators.
…
By far the majority of perpetrators were described as ‘Asian’ by victims, yet throughout the entire period, councillors did not engage directly with the Pakistani-heritage community to discuss how best they could jointly address the issue. Some councillors seemed to think it was a one-off problem, which they hoped would go away. Several staff described their nervousness about identifying the ethnic origins of perpetrators for fear of being thought racist; others remembered clear direction from their managers not to do so.

Esta situação já é conhecida há anos e sempre foi escondida devido à etnicidade e religião muçulmana dos criminosos….
O que continua ainda meio escondido nestas notícias é que os violadores escolhiam sempre crianças brancas e nunca da sua própria comunidade ou religião….
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Nem sempre…. Tem conhecimento de crianças africanas (incluindo angolanas) serem sacrificadas por causa do “Mau-olhado e Quebrante”?
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Appalling, indeed.
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Por cá é a pretalhada. Nunca vem a etnia desses “fenómenos” de violações de raparigas nas escolas.
Em Inglaterra agora vem a cara deles nos jornais. O último que me lembro era o que atacava no parque de Finsbury.
É um sítio a que nunca me atrevi a ir e bem que gostava. Bem que gostava de fazer aquele percurso de Parkland Walk.
Mas é um local de reserva de vida selvagem- animal e humana.
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A verdade e nada mais que a verdade:
11. Issues of ethnicity
Issues of ethnicity related to child sexual exploitation have been discussed in other
reports, including the Home Affairs Select Committee report, and the report of the
Children’s Commissioner. Within the Council, we found no evidence of children’s
social care staff being influenced by concerns about the ethnic origins of suspected
perpetrators when dealing with individual child protection cases, including CSE. In
the broader organisational context, however, there was a widespread perception that
messages conveyed by some senior people in the Council and also the Police, were
to ‘downplay’ the ethnic dimensions of CSE. Unsurprisingly, frontline staff appeared
to be confused as to what they were supposed to say and do and what would be
interpreted as ‘racist’. From a political perspective, the approach of avoiding public
discussion of the issues was ill judged.
There was too much reliance by agencies on traditional community leaders such as
elected members and imams as being the primary conduit of communication with the
Pakistani-heritage community. The Inquiry spoke to several Pakistani-heritage
women who felt disenfranchised by this and thought it was a barrier to people coming
forward to talk about CSE. Others believed there was wholesale denial of the problem
in the Pakistani-heritage community in the same way that other forms of abuse were
ignored. Representatives of women’s groups were frustrated that interpretations of
the Borough’s problems with CSE were often based on an assumption that similar
abuse did not take place in their own community and therefore concentrated mainly
on young white girls.
Both women and men from the community voiced strong concern that other than two
meetings in 2011, there had been no direct engagement with them about CSE over the
past 15 years, and this needed to be addressed urgently, rather than ‘tiptoeing’
around the issue
não vindo de um jornal mas do próprio relatório.
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Uma vez que não traduz, ao menos formate o texto e coloque-o em itálico..
É uma questão de brio.
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E onde é que isso está escrito?
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“E onde é que isso está escrito?”
Está escrito no Código de Hamurabi.
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Sou limitado, só leio da esquerda para a direita.
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Esta inscrito no bom senso.
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Localizado portanto na sua prosápia.
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Caso não tenha, e aparentemente não tem mesmo, pode comprar em qualquer banco de escola, uma vez que não foi bafejado no nascimento.
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Seja policia de estilo se quiser mas ao menos não alegue bom senso. Quanto ao brio atente em casa própria antes de querer arrumar a dos outros. No meu conceito acaba de se elevar à categoria de badamerda, parabéns.
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Obrigado.
É o primeiro selfie que vejo, sem ser em fotografia.
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Se isto tivesse acontecido em Escolas Católicas Britânicas hoje os Publicos, Expressos, Sic’s , TVI não deixariam de noticiar.
Como atingiu esta dimensão por culpa da cultura de Esquerda e do Estado Social não haverá notícias.
Não existirão comentários, nenhum “expert” será chamado,, não haverá “caso”.
Não existiu.
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É isso mesmo. Se a agenda mediática não destacou, então não aconteceu.
E, na eventualidade de o assunto chegar a algum dos referidos meios, a tónica será qualquer coisa como isto: “onde terá falhado a nossa sociedade, as nossas instituições e autoridades, para prevenir o que sucedeu?”
Cumprimentos.
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Apesar da tenra idade muitas das vítimas conseguiam dominar a vergonha e o terror que sentiam para se queixarem às autoridades.
Apenas para verem as suas queixas desvalorizadas, suprimidas e arquivadas.
Isto porque os assistentes sociais e as próprias autoridades policias viviam no terror de serem acusados de racistas ou islamófobos se investigassem alguma coisa.
Este não é o 1º relatório sobre estes “sex rings ” de muçulmanos….os outros foram para debaixo do tapete.
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Não acredito que vivessem sob efeito de qualquer terror.
Hão-de viver lá, como vivem cá- no hábito da indiferença. Se há pretexto de racismo que dê cobertura à indiferença, melhor.
Por cá é com os negros a violarem miúdas. Professores, assistentes sociais, psicos, jornalistas, todos escondem que as violações são praticadas por gangs de negros.
E depois até chegam ao ponto de dizerem que só pode ser um fenómeno novo que precisa de mais um observatório de psicos para ser entendido.
Quando lhes digo que a resposta está na imigração, censuram logo.
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No caso das violações a miúdas na escola, deixei eu a pergunta àquelas pascácias do Público que depois até transformam a cena num fenómeno que precisa de psicos para ser descoberto:
Acaso sabem o que são as catorzinhas na terra deles?
Apagaram logo o comentário.
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E não só… Em Inglaterra já descobriram vários casos de sacrifícios de crianças… Por causa dos “maus olhados”… crianças estas de origem africana… nomeadamente de Angola…
E mesmo em África é prática que infelizmente ainda se mantém…
http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-15255357
Exemplos de casos em UK
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1375024/Voodoo-human-sacrifice-The-haunting-story-Adam-Torso-Thames-boy-finally-identified.html
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/magazine/5002054.stm
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Os tarados dos protestantes brancos, lá da seita dos carismáticos, têm feito massacres delas à conta disso.
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Disso não se fala porque não é a ICAR da Inquisição.
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Infelizmente os ingleses têm um longo historial nestes dramas.
Um deles está retrato no filme “Oranges and Sunshine” de Jim Loach e conta a odisseia de Margaret Humphreys.
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Eu acho é que a esquerdalha ainda vai produzir um inquérito independente conduzido por um qualquer imam e cujas conclusões sobre os culpados apontarão certamente para um gang organizado de padres católicos paquistaneses seguindo ordens da Santa Sé, da Rainha de Inglaterra e do George W. Bush. Ah, e do Passos Coelho também.
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Uma acobardada e hipócrita conspiração de silêncio…
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Este abuso de crianças indefesas, etiquetadas catorzinhas ou outra coisa qualquer, chamam-lhe “sexual exploitation” ?? A noticia está logo aqui minada. Com que então um ‘ingenuo’ “sexual exploitation”. O escriba sugere estaria ‘muito distraido’.
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Precisamente.
Mas “Sexual Slavery” não pode ser usado por óbvios motivos…
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E a paranoia (anti) racista nas escolas portuguesas? Terà sido obrigatória a assistencia a esta palestra na secundária de Albufeira?
http://esateca.blogspot.pt/2009/11/palestra-sos-racismo.html
http://www.cm-albufeira.pt/portal_autarquico/albufeira/v_pt-PT/pagina_inicial/noticias/062-2014.htm
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Em relação ao SOS Racismo, o porta-voz é o mesmo desde…. 1990 e já tentou a carreira politica, nomeadamente através das autarquias locais. Ah e tem um tom de pele assim para o clarinho…
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Ó amigos do Cunha, cantemos juntos : Às armas, às armas… contra a esquerdalha, o estado social, os jornalistas do Público, o Sócrates, o Costa, os centros de saúde, os assistentes sociais, os professores do ensino público (toda esta gente responsável pelos acontecimentos em Inglaterra)… marchar, marchar…
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Este tipo de comentários é demasiado parvo. A mim não me incomoda, que gosto de circo; os outros comentadores é que se esforçam para usar os neurónios que não estão directamente ligados ao pénis.
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“Como atingiu esta dimensão por culpa da cultura de Esquerda e do Estado Social não haverá notícias”
” Eu acho é que a esquerdalha ainda vai produzir um inquérito independente conduzido por um qualquer imam e cujas conclusões sobre os culpados etc..”
“deixei eu a pergunta àquelas pascácias do Público… ”
se é a isso que chama neurónios… tudo bem!
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Vamos imaginar que se tinha descoberto que grupos de brancos tinham violado mais de um milhar de miudas africanas, indianas menores durante anos, e que o caso tinha sido protegido pelo sistema político de direita e pela polícia numa região Inglesa apesar das queixas.
Seria notíca no Expresso? claro, seria provavelmente a primeira notícia.
Seria notícia em destaque em todos os jornais e TV’s Portuguesas? Claro. E com muitos adjectivos e expressões de reprovação.
Perfeitamente normal. Seria uma coisa chocante, increditável acontecer na Inglaterra.
Como foram muçulmanos a abusar,violar mais de um milhar menores brancas metade delas numa região dominada pela Esquerda, a notícia virá sintética e sucinta. E sem adjectivos.
E não dirá quem o fez.
Muda-se os intervenientes e já deixa de ser uma coisa chocante, increditável de acontecer na Inglaterra.
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E os centros de saúde INGLESES, os assistentes sociais INGLESES, os professores do ensino público INGLESES, a polícia INGLESA, todos devidamente açaimados pela esquerdalha INGLESA não têm a sua quota parte da responsabilidade. E a imprensa INGLESA, assim como a PORTUGUESA e EUROPEIA não se têm esforçado por dar ao caso o mínimo relevo possível? Tudo isto em nome do sacrossanto multiculturalismo tão querido da esquerdalha (assim como o estado sucial)? Afinal quem é que tem neurónios avariados (ou então uma profunda desonestidade intelectual para distorcer os FACTOS à medida das suas necessidades?)
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Todos diferentes, todos iguais!…
—> Isto é: TODAS as identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta!…
{nota: Inclusive as de ‘baixo rendimento demográfico’ (reprodutivo)!… Inclusive as economicamente pouco rentáveis!…}
—> Uma NAÇÃO é uma comunidade duma mesma matriz racial onde existe partilha laços de sangue, com um património etno-cultural comum.
—> Uma PÁTRIA é a realização de uma Nação num espaço.
Leia-se:
– os ‘globalization-lovers’ que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa!
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P.S.
Separatismo-50-50
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P.S.2.
Nazismo não é o ser ‘alto e louro’, bla bla bla,… mas sim… a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!
-> Nota: para além dos hitlerianos, existem outros… um exemplo: os ‘HOLOCAUSTERS’ MAIS MASSIVOS DA HISTÓRIA (na América do Norte, na América do Sul, etc) são precisamente aqueles que buscaram/procuraram pretextos para negar o direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones… nomeadamente, e em particular,… aqueles que argumentam que a sobrevivência de Identidades Autóctones prejudica a economia.
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