Estratégias
7 Novembro, 2014
O Luxemburgo tem apostado num regime de impostos baixos para as empresas que tem rendido milhões ao Luxemburgo.
Portugal tem aposta num regime de impostos elevados para as empresas que tem custado milhões a Portugal.
Perante isto, os portugueses indignam-se com o governo luxemburguês.
Num país em que o discurso público está cheio de referências a estratégia, empresas estratégicas e sectores estratégicos, falta alguém que perceba o que é a estratégia e para que serve.
36 comentários
leave one →

Só há um pequeno pormenor que, pelos vistos, escapou ao João Miranda: o que o Luxemburgo fez, contraria as directivas comunitárias. Ou será que o João Miranda também já aderiu à tese da saída do euro?
GostarGostar
Isso mesmo
GostarGostar
Os luxemburgueses não parecem demasiado preocupados com directivas comunitárias nem tencionam sair do euro.
GostarGostar
De facto, parece que os únicos que se preocupam com tais directivas, são os palermas do Sul.
GostarGostar
É como se no jogo do prisioneiro o melhor desfecho fosse nenhum deles cooperar…
GostarGostar
No jogo do prisioneiro, a opção racional é não cooperar. Quem acha que cooperar é racional não percebeu o jogo.
Mas não estamos perante o jogo do prisioneiro. Todos os países beneficiariam de regimes fiscais com impostos mais baixos. Os dependentes da despesa pública é que não beneficiariam.
GostarGostar
Faltou lembrar aqui o aforismo que para haver paraísos fiscais é neccessário que haja infernos fiscais.
Note-se que os luxemburgueses estão-se bem nas tintas para o que a Europa diz ou faz. A verdade é que não precisam de andar de mão estendida a portar-se bem e à espera de qualquer moedinha. Gente com dignidade.
GostarGostar
A consciência coletiva dos Portugueses deixa muito a desejar!
Enferma de memória curta, inveja crónica e uma boa dose de masoquismo…
GostarGostar
nao se percebe pq tinha isso de ser secreto…esquisito. estrategias de impostos secretas : ate parece que andavam a encornar alguem no quarto dos fundos do luxemburgo 😈
GostarGostar
A conclusão a tirar é que os Portugueses odeiam quem cria riqueza.
GostarGostar
A conclusão a tirar é que há um certo maniqueísmo tolo nesta discussão. Se o Estado português é criminoso nos impostos que suga aos desgraçados cumpridores (esquecendo os outros), não vejo porque raio não se pode censurar a existência de práticas como as que parece terem sido agora descobertas no Luxemburgo.
GostarGostar
Caustico,
A única prática que se descobriu (ou algumas pessoas descobriram) é que o Luxemburgo cobra impostos baixos. É um direito deles.
GostarGostar
É então uma não notícia? Tudo claro, transparente e conforme ao direito e tratados comunitários? Apenas a esquerda a espumar?
OK!
GostarGostar
Isso leva-me à questão (irrelevante talvez para uns mas não para mim) de para que servem os meus impostos.
A resposta é de que servem para pagar desde cantores mais ou menos pimba em festas de aldeias do norte a sul, ordenados de sindicalistas vitalícios, deficits de empresas públicas e ordenados dos boys lá colocados, arte que não quereria nem dada, lucros a privados ‘amigos’ das PPP’s rodoviárias e produtores de energia, ordenados a funcionários, em Portugal e na Europa, que parece que têm como única função gerar burocracia para justificar a sua existência e dificultar a vida a todos os outros, rendimentos a outros cidadãos que se julgam no direito de só receber sem ter o dever de também contribuir (sim estou a falar de muita gente – não de todos – que recebe o RSI e que não o merecia), fundações dos amigos (do alheio)…
E depois interrogo-me: quando os impostos não servem ‘apenas’ para pagar o mínimo denominador comum do que devem ser as funções e responsabilidades de um Estado para com os seus concidadãos, quando os impostos servem para pagar coisas cuja importância e utilidade colectiva não são amplamente consensuais e verdadeiramente úteis a todos, servindo também para pagar sonhos, devaneios e votos a políticos que são a razão de ser da nossa desgraça, pergunto-me dizia eu, que Moral tem o Estado para cobrar os impostos que cobra? Ou posta a questão de outra maneira, é Imoral os contribuintes (pessoas singulares ou colectivas) fazerem o que for possível para evitar pagar impostos?
E para que fique claro o que penso, para mim as funções fundamentais do Estado são: a Defesa, a Segurança, a Justiça, o Governo (Poder Legislativo e Executivo), a Representação Externa, a Economia e a Gestão do Território. Todas as outras funções deverão ser assumidas pelo Estado de forma temporária (nem que durem 1000 anos – casos como o da Educação ou Saúde, p.ex.) e ser assumidas pela esmagadora maioria dos cidadãos e sempre com respeito pela esmagadora minoria, ou seja terem para o Estado um custo tão pequeno quanto possível.
GostarGostar
Queira por favor informar-me como, e em que condições, podemos importar um primeiro-ministro luxemburguês.
E também um Ministro das Finanças.
E um Ministro da Economia.
E já agora, se não for pedir muito, como podemos exportar toda a Assembleia da República.
Obrigado.
GostarGostar
Salvo o devido respeito, o Post não considera uma questão que faz toda a diferença: Uma coisa é a taxa cobrada soberanamente por um Estado sobre a actividade económica desenvolvida no seu território; coisa diferente é a taxa cobrada sobre actividade económica desenvolvida noutros Estados e que só formalmente declaram no Estado cobrante por ser mais barato.
Reagir contra este xicoespertismo não é ingenuidade. É o mínimo de boa fé que deve presidir às relações humanas e entre Estados. A não ser assim, voltamos aos corsários do tempo de Isabel I e passamos a assaltar todos os navios que cruzem as nossas águas territoriais.
GostarGostar
Anónimo,
Se a actividade é realizada noutro território então os governos desses territórios que cobrem as taxas. Não é um problema do Luxemburgo.
GostarGostar
Mas os acordos fiscais não eram secretos, admitindo a aplicação de taxas mais baixas que eram desconhecidas dos outros Estados interessados ?
Temos duas situações:
a deslocalização das sedes das empresas para efeitos fiscais
e o secretismo de pactos fiscais, os quais (presumo eu, sob pena de não haver necessidade de secretismo) envolvem taxas reduzidas contratadas secretamente sem o conhecimento dos outros estados eventualmente interessados – os quais, na ignorancia, não actuaram como poderiam e teriam direito.
A primeira questão prende-se com as regras de tributação convencionadas internacionalmente. Mas a segunda questão, do secretismo do quantum tributado, é batota. É corso.
Digo eu.
GostarGostar
Anónimo,
Cada país deve taxar o que quiser e como quiser. Concorrência fiscal é saudável e impede aumentos de impostos para todos.
GostarGostar
Desculpe, mas a concorrencia obriga à publicidade das regras.
Eu não posso concorrer consigo se não souber qual o preço que Vc pratica.
Com pactos secretos, há batota. E o secretismo é o auto-reconhecimento da batota.
Quanto ao mais, estou de acordo consigo.
GostarGostar
Os portugueses coimo bons socialistas gostam pouco de gente competente e que vive bem sem favores, nem servidão.
Querem o que é dos outros e admiram-se quando eles vão para sítios onde são respeitados.
Não desconfiam de que os “heróis” que ficam estão confortávelmente agarrados à maminha do Estado enquanto pagam 100 e recebem à socapa 200.
Enquanto se indignam com o Luxemburgo perguntem pelos acordos que o Estado fez com a Autoeuropa.
Bem podem esperar sentados…
GostarGostar
Está enganado, ricardo. Em Portugal, até há quem seja muito bom nesta matéria. Chama-se “chicoespertice” e os anos da política de betão foram dominados por vários.
GostarGostar
salvo devido respeito o joão miranda defende abertamente os paraisos fiscais.boa gente do blasfemias…sempre “cheios de razão”
GostarGostar
Ele há coincidências do camandro: no dia em que a nova Comissão Europeia iniciou a actividade, surge esta notícia que aparentemente implica e fragiliza o próprio presidente da Comissão. E a gente pergunta-se: porque cargas de água é que os resultados desta investigação jornalística não apareceram há uma semana, há um mês, ou daqui a seis meses? Foi logo no 1º dia, carago!
Confesso que para além do facto conhecido de as empresas pagarem menos impostos no Luxemburgo do que na maioria dos países, ainda não percebi bem qual é o cerne da questão, nem qual é o crime cometido pelo governo do Luxamburgo. Qual será a razão que leva as vestais do costume a rasgarem novamente a roupa indignadas com qualquer coisa que eu ainda não percebi bem o que é?
Mas antes de rasgarem a roupa, as vestais podiam procurar saber qual o impacto directo ou indirecto que os impostos pagos no Luxemburgo têm no PIB de Portugal. Não se vá dar o caso de descobrirem que estão a morder numa das mãos que ajuda a dar-lhes de comer. E a gente sabe bem como as vestais são de alimento.
GostarGostar
Independentemente de quem tem impostos mais baratos… É a relutância das multinacionais partilharem lucros (Via Impostos) com quem lhes deu esses lucros imensos, os consumidor, que por sua vez vêem os seus impostos subirem para compensarem o estado.
GostarGostar
Nem tanto JM.
Se todas as empresas (grandes e pequenas) pagassem 1% de impostos sobre os lucros seria bem provável que isso se refletisse (positivamente) nos consumidores.
Se calhar até já se reflete e só temos de agradecer aos “luxemburgos”.
GostarGostar
Uma questão importante é tentar perceber a forma como são aplicados os lucros astronómicos das multinacionais envolvidas. Porque essas empresas estão inseridas numa sociedade cuja organização e leis lhes permite ter esses ganhos; é uma questão importante pensar se o que dão em troca é justo e proporcional.
Também trabalho, produzo para a sociedade, recebo um salário que me premeia e me permite sobreviver condignamente ; sou obrigado em troca a pagar impostos e periodicamente tenho a possibilidade a votar para decidir quem acho mais capaz de os aplicar da melhor forma; nem todos têm essa possibilidade porque não têm trabalho, salários ou rendimentos suficientes ou porque são crianças, idosos ou doentes. O que fazer com essa gente toda se ninguém pagar impostos?
E se todas as empresas e todos os cidadãos de todos os países resolvessem agora fazer um acordozinho secreto com os seus governos para pagar 1% em vez de 30, 40% ou 50% de imposto sobre os seus ganhos?
Os velhinhos das reformas de 200 ou 300euros? Talvez exista alguma benemérita companhia que lhes faça um bom seguro de saúde… E os filhos dos casais desempregados ou com rendimentos que mal chegam para comer ou pagar a sua habitação ? Há de certeza algum bom colégio privado que os eduque a preços de promoção… e os funcionários da justiça (ou privatiza-se também a justiça)?… e a defesa?… e a administração do território?
Talvez a Amazon, por exemplo , crie um tal número de empregos bem pagos e dinamize a economia do país a uma tal escala que dê para acabar com o desemprego e pagar isso tudo com os nossos salários (com impostos de 1% claro).
Não vejo infelizmente essas empresas a investir todos esses milhares de milhões em saúde, educação ou infraestruturas que beneficiem a sociedade em que se inserem; pelo contrário esses ganhos são aplicados na sua grande maioria em mecanismos financeiros obscuros para multiplicar por mais e mais esses montantes contribuindo assim para aumentar ainda mais a desigualdade de oportunidades e exclusão social.
GostarGostar
“E se todas as empresas e todos os cidadãos de todos os países resolvessem agora fazer um acordozinho secreto com os seus governos para pagar 1% em vez de 30, 40% ou 50% de imposto sobre os seus ganhos?”.
É isso mesmo que podia e devia acontecer. O imposto sobre as sociedades é um duplo imposto. Devia ser zero porcento sobre os lucros, porque quando a empresa está a investir os lucros está a contribuir para a riqueza de toda a sociedade incluindo empregados e accionistas. Quando a empresa prefere distribuir os lucros pelos accionistas estes pagam IRS sobre os rendimentos que auferem. Básico.
GostarGostar
Ora, não podia estar mais de acordo. Assim como: se já me fodem IRS sobre os rendimentos do trabalho, por que carga de água ainda me chulam no IVA, ISP, IMI, etc?
GostarGostar
Mas não sabia toda a gente que no Luxemburgo as empresas, sobretudo as empresas estrangeiras, pagam menos impostos do que na maioria dos países? E não acontece o mesmo com a Holanda?
Quero com isto dizer que a montanha vai parir um rato.
GostarGostar
Custa a acreditar que descobriram agora que o Luxemburgo é um paraíso fiscal…
https://en.wikipedia.org/wiki/Tax_haven
http://www.taxhaven.org/tax_havens_of_the_world/
só na Europa há Holanda, Luxemburgo, DInamarca, Irlanda, Reino Unido, Suiça, Liechtenstein, Monaco, Gibraltar, Andorra, Chipre, Rep Checa, Estónia e mais alguns que me escapam agora…
GostarGostar
.
Parece que os ‘politologos’ tugas estão a léguas das realidades. Sem ofensa sugerem serem mais de roamances, de certas ‘elites politicas’ mais dadas a fantasias e oratórias de bom palavreado, embora não considere haver má fé … Atualizem-se:
.
.
= A Dying Dream: Europe’s Never-Ending Economic Nightmare
.
.
This past Saturday the members of the new European Commission, the “cabinet” of the European Union’s executive branch, took office. Led by former Luxembourgish prime minister Jean-Claude Juncker, the new Commission faces a wide range of challenges both within the Union and in its near abroad. The EU faces an unemployment rate higher than 10 percent, is near deflationary territory, and may well end up in a triple-dip recession. Meanwhile multiple armed conflicts are raging just across its borders, new and extreme political parties dominate the politics of various member states, and secession movements (Scotland, Catalonia) threaten both the EU and its constituent members.
.
The Commission, as always without a direct electoral mandate, composed of commissioners handpicked by national governments and assigned to posts by an unelected leader, may not be able to address these problems by itself, but the priorities it ought to set for the entire constellation of European institutions are clear.
.
Yes, that is correct: around half of the Portuguese, Greeks and Spaniards between the ages of 15 and 44 who want to work cannot find work, and that has been true for years now.
.
A lot of this is unnecessary, and European policy makers bear a significant share of responsibility for the harm that has been and continues to be inflicted on especially the younger citizens of peripheral Eurozone members
.
Most obviously, the common currency continues to look like an unforgivable mistake by a hubristic class of utopian Eurocrats. Sadly, what is done cannot always be easily undone; there is path dependence in the options we get to consider; and dismantling the Euro now would come at a tremendous cost—and in any case, the political courage to even admit mistakes on that front, let alone reverse course, can be found only on the (growing) fringes of the European political spectrum.
.
Only now, years later, is the ECB taking its first steps toward quantitative easing: with inflation rates that have not topped 1 percent in the entire Eurozone for quite some time, and with actual deflation in some of the Southern member states, nothing could be more overdue.
.
Fortunately, President Juncker appears to understand that. In his own words: “This is the ‘last-chance’ Commission…Either we succeed in bringing Europe’s citizens together, to drastically reduce the level of unemployment and offer a way forward for our youth, or we fail.”
.
It was flags, hymns and constitutions that made Dutch and French voters reject further European integration in 2005; it is a generalized sense of discontent about an unaccountable elite with all the wrong priorities that has led to the rise of protest parties from Syriza in Greece to Podemos in Spain and from UKIP in the United Kingdom to AfD in Germany.
etc
.
.
http://nationalinterest.org/feature/dying-dream-europes-never-ending-economic-nightmare-11609
.
GostarGostar
Pareceria tudo algo assim como: que resumindo a questao os saloios tugas andao a pagar umas dezimas mais de impostos por culpa das espertizes e acordos luxemburgueses com as multinacionais?
E a vida…
GostarGostar
Havera que anhadir aos PIGs do sul… + os “porcos” Luxemburgueses!
GostarGostar
Nem mais.
Rapaziada a fazer o papel do ‘homem do fraque’, uns por fazerem outros por não se oporem. Moral da história, depois de tata austeridade apresentam no lavar dos cestos um País desmantelado. Lá diz o Durão Barroso, a Troika não impôs nada, o Governo é que escolheu. Esta é violenta.
.
Como violenta é o ‘ponta de lança’ a impingir a Troika e a Austeridade em Portugal, Dra Salgado ES, segundo a CS o DDT não o produto para matar pulgas mas o que ‘facilitador’ dono disto tudo, dizem eles,
.
foi a vitima da Austeridade ao nivel do topo da piramide de ponzi, faliu o maior grupo financeiro embora não se saiba ainda bem onde pára o money (afinal deles),
,
como dizia o outro ‘e esta hein’ :)))
(nada a ver com Economia que é outra coisa diferente de Finanças)
.
E nestas conformidades, o estoiro dos centros, por cá temos em andamento uns artistas dos que estoiraram a apostar travestimos-nos como se fossemos ‘Podemos ou siriks ou ukips) e damos mais uma vez a volta nisto para continuar o mais do mesmo; só que deste vez não há margem de manobra, estoiram,
.
outros nos centros são os arreliados ‘uma vergonha, uma escandaleira, é impossivel fizemos tanto e tão e tão bom’ e aparece para aí uma ‘gajada’ a empacotar-nos em grande velocidade,
.
etc
.
por cá estão nesta fase ‘ocular’ tão longe do mundo que pula e avança à volta deles,
.
parece-me que já foi tempo em que por dentro se reformaria esta traquitana toda. Deixaram passar o Tempo alapados a olhar para o umbigo e a massajarem o ego, o encantamento e a palermice.
.
que agora …
.
lerparam à grande embora ainda mandem umas fogachadas mas muito mal amanhadas, nem o NOVO souberam recrutar ou o tal se não podes nem consegues junta-te a eles. Eu sei que os eles estão bem longe e dá trabalho descobri-los e … mas … quem não apanha o comboio fica sozinho na estação sem pranchas nem valises.
.
Depois queixam-se do luxemburgo (ora se eles resolvessem devolver os emigras tugas era pior que a dos retornados9 dos timores e das angolas que já lhes deram com os pés de grande fartos de aturar artistas (o Dubai, a França, o Luxemburgo etc é qu estão a arrecadar … ). Um vero show de atrapalhados mentais e artistas inteletuais,
.
e na volta o produto final das ‘Troikas, Austeridades e demais tretas de artes e espetaculos’: um Páis desmantelado que desmantelaram como dizem eles ‘solução’ …
.
Ora bem, pois é. Sugere que isto nem com Costas lá vai. Mas ainda de deve dar o beneficio da duvida. Deixa ver como o homem vai navegar, mergulhar e fazer o salto de trampolim. Que diabo se há uma enxurrada de tantos que falharam e se estenderam de grando porque não dar um tempinho para Costa dizer ao que vem e como vem. Tem por ora o beneficio da duvida. Dos outros já estamos esclarecidos e lavamos a coisa numa desportiva ‘valha-lhes deus não fizeram o Mal por má fé”, passemos a esponja com um ‘por ignorancia mas com muito boa vontade’.
.
Sou contra justiceirismos e revoltas de rua ‘escava, encosta ao paredão, limpa o cebo e parte tudo’. Mas como obvio não sou deus para os evitar se acontecerem ou tiverem de acontecer. É a vida acontecida por quem a fez como a pensou e impôs a bel prazer.
.
E lá vamos entrar no 2015 em que a ‘data das eleições’, mais tarde ou mais cedo, são um ‘fait divers’ tal a magnanidade e a sofisticação do Tempo em curso. Preparem-se.
.
.
.
GostarGostar
esta gente do blasfémias é simplesmente doente e completamente cega. Tenham juízo. Que raio de canalhada.
GostarGostar