O que é que acontece quando os socialistas não são o governo?
7 Novembro, 2014

Mais ou menos isto. Austeridade há só uma, a socialista e mais nenhuma. Parabéns aos sindicatos, extremamente eficazes na jihad pelo gulag.
18 comentários
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Exatamente .. nas noticias dizia a reporter no canal 1.. ” o primeiro governo sem o partido socialista nos ultimos anos ” tudo dito..
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O Mário já deve estar a babar-se todo.
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A Esquerda já percebeu que dá jeito ter a ajuda da violência quando está na oposição.
Nesses casos a violência é ética e humanista.
Tudo muda quando a Esquerda é poder. Nesse caso a violência passa a ser criminosa e extremista.
Os capitalistas também, por isso é que têm jornais de Esquerda e preferem Governos de Esquerda Moderada. Para estarem protegidos.
Há claro outra palavra para quem oferece protecção.
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Actos semelhantes praticados há 85 – 90 anos por, por exemplo, fascistas italianos e nacionais socialistas alemães também foram considerados por muitos na altura como a legítima demonstração de descontentamento dos povos. Hoje sabe-se que foi o instrumento de ignição da opressão e do terror.
Parece que já esquecemos que tudo o que possa vir de quem aprova e age pela e com violência (seja qual for a ideologia apresentada como justificativa) só pode ser força, repressão, autoritarismo, morte. Tudo o que não seja diálogo, confronto de ideias em verdadeira e total liberdade e com respeito é inaceitável.
De qualquer modo, isto também é o fruto da visão e propostas impossíveis e irreais que, ao longo do tempo, muitos políticos foram prometendo e, como era óbvio logo que apresentadas, não cumprindo. Não devemos esquecer que, talvez por ironia ‘divina’, no mundo ocidental, a esmagadora maioria desses políticos eram e são socialistas, sociais democratas e democratas cristãos. Ou seja, de esquerda ou esquerda moderada.
Do meu ponto de vista, nos dias que correm, verdadeiro serviço público é educarmos os nossos filhos a entender que (não necessariamente por esta ordem):
1 – os sonhos são imprescindíveis mas são como as utopias. Devem servir de referência para a direcção que queremos seguir;
2 – temos, cada um de nós, que pensar pela própria cabeça e ter um forte sentido crítico, principalmente ao analisar aquilo de que falam e prometem os políticos sejam do nosso ou dos outros partidos;
3 – que a vida nunca foi fácil. Desde a pré-História até agora nunca o foi e não o será nunca. Talvez um dia, muito depois de o Sol ter vaporizado tudo o que existe neste planeta azul, se passo-a-passo, a Humanidade for perseguindo os seus sonhos.
4 – temos que ter a resiliência para lutar por aquilo que queremos, sabendo que não o conseguir é também uma possibilidade;
5 – que o dinheiro, ipad’s, telemóveis e carros topo de gama só por si não tornam ninguém importante;
6 – que os Homens medem-se mais pelas responsabilidades que estão prontos a assumir do que pelos direitos que acham que devem exigir.
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O diabo são os outros.
Mas só se os outros forem socialistas.
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Traga cá a sua cabeça que vou fazer um protesto justo e humanista com ela na montra de uma multinacional.
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Levo a 9 mm também?
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Se o clima pintar.
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Boa.
Pode ser que apareçam uns nihilistas a querer partir montras, i.e., a pôr-se a jeito…
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A frase correcta é “O Inferno são os outros” isto no caso de se estar a referir a Sartre um filósofo de esquerda muito acarinhado em 75 aqui na Tugulândia.
Há uma diferença não despiciente.
Quanto a este episódio, em si insignificante, aposto que 82,75% dos “indignidados” também fariam o mesmo nas bancadas do Olympique de Marseille.
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Nos anos 80 era acarinhado e citado pelo stôres no ensino secundário a torto e a direito, quase como se fosse o único filósofo à face da terra.
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Em “A Náusea”, há um indivíduo que decidiu adquirir cultura através da leitura da biblioteca. Sendo sujeito metódico, iniciou o seu processo de aprendizagem por ordem alfabética. Poderá ter chegado a Balzac mas nunca, no seu tempo de vida, conseguiria chegar a Sartre.
Daí até à abertura das ESE como se fossem cogumelos foi um tirinho.
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Já estamos no óptimo de Paretto 80/20?
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Absolutamente.
80% destes “incidentes” são sempre causados pelos mesmos 20% de “indignados”.
Nada de novo debaixo do Sol.
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Cá não se nota porque é tudo socialista, até os das pseudo direita.
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sim
os sindicatos fizeram muito menos barulho….e comunicados soft..
qdo o SÓKAS cortou à grande na função pública (orçamento 2011)
e andavam caladinhos com as negociatas escuras das PPPs….
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sobre os media, nem vale a pena falar
com as redações dominadas pela amizade com maçons…corrupção…barbárie, etc
nem davam conta do caminho para a bancarrota (ou davam, e ajudaram!!??)
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Podem fazer as manifestações que quiserem porque 60% desta gente não vota , acham mais eficaz a manifestação que uma escolha em silencio . Enquanto houver manifestações e eleições os otários vão sempre optar pela primeira escolha . Aquando das eleições para o parlamento europeu esta gente anda nos copos e não escolheu nada . Começo a pensar que ter eleições parece ser inutil em qualquer estado democratico.
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