Se calhar não entendi
14 Novembro, 2014
Se bem entendi, há pessoas que gostam de ideia de mais e mais Estado e que se surpreendem pela eventual existência de corruptos com funções executivas nesse mesmo Estado.
Curioso.
115 comentários
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Vitor Cunha, já percebi que de facto não entende. Haver mais ou menos corrupção, não tem a ver com haver mais ou menos Estado. Os paises mais corruptos no índice da corrupção têm menos Estado, relativamente, do que Portugal, isto é, menos serviços do Estado, menos funcionários públicos, etc. Por outro lado, os menos corruptos, têm mais do que Portugal.
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Isso é cogumelos?
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Quais cogumelos? O que eu lhe estava a dizer é que a dimensão do Estado não tem uma relação directa com a dimensão da corrupção. Aliás, a maior parte dos dez países mais corruptos do mundo têm um Estado muito frágil e pequeno, quase reduzido às forças armadas, e são até dos mais pobres do mundo.
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Eu tinha um copo. Quanto mais se enchia o copo, mais ele esvaziava. Agora tenho dois copos, tão vazios que transbordam.
Pergunta: quem afere a corrupção desses estados tão mínimos que só têm forças armadas e um palácio para o desgraçado que governa aquela corrupção toda, coitado?
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Quem afere a corrupção desses Estados? Vitor, está a perguntar a sério? Você, se for ao Sudão, que tem poucos médicos, técnicos de saneamento, professores, etc, pode bem pagar a um ministro ou a um alto funcionário do ministério, para lhe dar a concessão da exploração de minério. Outros países, como a Dinamarca, têm uma grande rede de serviços públicos, mais vasta do que aqui e com muito menos corrupção. Eu não sei para que lhe serve a história do copo, mas isto que eu lhe disse é do conhecimento comum e é estranho que não saiba.
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deviam aumentar os impostos no Sudão, é a minha conclusão.
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Oh Freitas, as coisas são exactamente ao contrário do que dizes. Apruma-te.
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Vitor, ainda não entendeu e eu começo a ter dificuldades em explicar-lhe. Porque é que no Sudão precisam de aumentar os impostos? Têm lá enormes zonas onde a administração pública mal existe, homem, cada um safa-se como pode, sem o Estado. Tem zonas onde praticamente não existem professores pagos pelo Estado, ou médicos ou outros técnicos do Estado, como há na Europa. Os que estão no poder não têm grande interesse em criar e estender serviços públicos. O conceito de serviço público é ainda quase desconhecido em grandes regiões de África e outras regiões do mundo. Mas o Vitor tem algum tipo de estudos? Como é que não sabe isto?
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Coitados, lá se vão safando, os corruptos. Era isso?
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Hahaha, Ó Vitor, os corruptos são os do poder, na alta corrupção, e, cá em baixo, os pobres desgraçados dos funcionários públicos das classes mais baixas que ganham uma miséria e que têm de fazer favores e receber por fora para as suas famílias poderem sobreviver. Estes últimos é que são os coitados. É impossível que você seja tão ignorante, impossível. Você diz e pergunta coisas como se fosse um miúdo de seis anos. Você é mesmo assim?
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Eu sempre fui assim, uma pessoa que em vez de ensinar a pescar vende fio de nylon.
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eheheh, este Freitas….
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Vitor, eu desconfio que você não vende nada… 🙂 Você anda a estudar?
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Freitas,
Com toda a bonomia que merece, não sei se está habilitado para compreender que o socialismo não funciona ou, pelo menos, que aparenta funcionar apenas num período limitado, enquanto o dinheiro do número tendencialmente menor de contribuintes permite pagar um número tendencialmente maior de despesas em seu nome.
Corrupção entre privados é uma coisa que nem sequer existe. O Freitas pinta-me as portas, eu dou-lhe 4 galinhas. Corrupção é algo que envolve poder, poder esse concedido (ou adquirido) que permite ao seu detentor interferir com a potencial realização de outro. Achar que existe corrupção entre privados sem mediação/interferência do estado é o mesmo que achar mal que o casamento da Maria com o Manel fosse realizado sem concurso público.
Se o Freitas recebe 100, pode começar por perceber que o seu empregador gasta 150 consigo. Os 50 adicionais servem para o TGV ou, na melhor das hipóteses para o Freitas, para manter a escola aí do sítio, a tal que mantém o professor pedófilo à revelia da vontade da população porque, francamente, não podemos despedir pessoas, coitadinhas.
Acredito que o Freitas ache que tem que decidir o que é melhor para os seus filhos, mas, decerto, quando estes forem adultos, tratarão da sua própria vida em vez de esperarem que o papá-estado lhes garanta os direitos adquiridos à custa dos tais 100 que recebe dos 150 gastos pelo empregador.
São todos socialistas excepto dentro da própria casa. Há qualquer coisa freudiana no socialismo. O Freitas vai apreciar mais a opinião em alguns blogues se em vez de pensar em princípios começar a seguir o fluxo do dinheiro.
Desde já o meu pedido de desculpa por não ter percebido inicialmente que estava a discutir num nível mais trágico de contentamento.
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Vitor, deixe lá o Freud em paz, eu só estava a falar da sua relação entre a dimensão do Estado e a dimensão da corrupção.
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Isso também o Freud.
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O Vitor escreve bem, muito melhor do eu, acho que é essa a sua vantagem. Muitos miúdos que agora saem do ensino não escrevem tão bem, mas acho que felizmente nasceu uma geração, como o Vitor, que escreve muito bem e você até é muito criativo na escrita. Se tiver alguma vez dificuldades no emprego, eu peço ao meu patrão que o contrate para pintar umas frases nos camiões 😉 Não leve a mal, estou a brincar. Mas eu só estava a falar da tal relação entre a dimensão da corrupção e a dimensão do Estado. Eu sei que a corrupção só existe quando existem funcionários públicos e governantes, e isso todos os países do mundo têm. O que eu lhe estava a dizer e acho que lhe custa a perceber, o que é estranho e já não percebo nada disto, é que em média, repito, em média, os países onde há corrupção são aqueles que têm menos serviços do Estado.
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Enganei-me: onde está “os países onde há corrupção”, devia dizer “onde há mais corrupção”
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Vitor, só agora reparei que diz que há coisas que eu tenho de perceber sobre a minha vida e do futuro dos meus filhos. Vitor, eu aposto que podia ser seu pai, tenho dois filhos, um com mais de trinta anos, pela forma como escreve parece-me um miúdo talentoso, criativo, mas que não sabe grande coisa da vida. Estamos a criar uma geração de miúdos talentosos em tudo e mais alguma coisa, mas com pouca preparação prática. Parecem-me todos formados em publicidade e marketing e julgam que dão lições. Você, que não aguentava metade de um dia de trabalho que eu faço, diz que eu me guio por “princípios” e não sigo o fluxo do dinheiro. Que é que eu hei-de fazer, se não rir-me? Vitor, os meus filhos precisaram do papá estado, como diz, para nascerem numa maternidade pública em condições, porque senão acontecia-lhes como a dois filhos da minha avó que morreram à nascença. E têm escola porque o estado lhes deu escola. Quando lhes acabar o Estado papá eles vão ficar felizes? Mas julga que estou a criar filhos burros? É o Vitor que lhes vai pagar aos filhos deles uma escola privada, ou cinco à escolha, como no supermercado e clinicas privadas? Você quer um país com menos serviços públicos? Olhe, há países em que se não tem água de um poço, não é o Estado que lá vai levar água e se não tem esgotos, faz uma fossa e acaba a ter cólera e desinteria e morre sem assistência médica.
Parece-me que diz no fim que não tinha percebido o que é que eu estava a discutir. Ainda não?! Ora porra, com perdão da palavra! Eu estava a comparar países com mais serviços públicos e países com menos serviços públicos e a corrupção de cada um. Deixe lá os seus princípios e foque-se nisto, que é prático, homem. Isso são dados a que pelo menos tem acesso na internet, há rankings, relatórios, etc. O resto, o saber porquê, vai aprendendo à medida que cresce.
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O que eu digo é que o Freitas não demonstra que sabe ler. O que é diferente de dizer que o Freitas não sabe ler.
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Isso também o Freud.
Uma grande verdade, daí estarmos Freudidos com esta quadrilha
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Quais são esses países?
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E eu a pensar que esta gentinha de direita era só gente séria!
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Enganou-se, a gentinha de esquerda é que é só gente séria .
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Ambas as duas gentinhas.
Parecem dois cachopos a empurrarem culpas.
Estamos muito bem servidos de elites.
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De acordo,
e como disse um outro, “ambos os dois” (“cachopos”), ainda se servem e continuarão a usar os termos “socialismo” para a “esquerda”, “social-democracia” para o “centro”, e “democracia cristã” para a “direita”…
Curiosamente, em campanha eleitoral ou não, nunca desmascaram e apresentam provas –que não lhes faltam– de factos ilícitos do adversário principal…
As “elites”, a “classe” política tuga é maravilhosa e confiável, sem dúvida.
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É verdade o Partido Socialista é sempre um partido de esquerda antes das eleições ou na oposição. Se ganha é um perigoso partido com politicas de direita (vide Jerónimo/Louçâ) neoliberal ao serviço da finança.
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Esquerda e direita? Centro? Mudem lá o discurso. Alguém sabe o que é direita? O Obama é mais direita que o CDS/PP, que cambada de gente, liberais? aahahahhahaha, aqui? conheço 2, eu e o Paulo Morais (o transparente)
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No elevador ouvi um doutor a dizer que o problema é a administração pública ter directores gerais a ganhar 2000€.
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Se “se deixam corrumper” por só ganharem 2000€, então o cargo de director-geral e um ordenado de 2000€ é muito mais do que merecem
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Se ganhasse 500 corrompia-se por 1000, se ganhasse 2000 corrompia-se por 5000. Fantástico, nunca tinha pensado nisso, se aumentar para 100 mil a corrupção sobe em preço, excelente.
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Isso é Sartre. Ou a Svetlana do rabo grande, um dos dois.
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Oh Pah não. É Henry henry miller, Sexus, Nexus e plexus.
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Não concordo, acho muito mal que um político acabe a sua comissão de serviço e vá procurar emprego como qualquer cidadão.
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Querem “menos Estado” não querem?
Então não se queixem da falta de meios, de menos fiscalização, da espera nos hospitais (no hospital de Vila Franca de Xira dois médicos apenas asseguravam os serviços hospitalares na noite de segunda-feira, esperando das 10 horas da noite até às 7 horas da manhã para serem assistidos doentes com legionela), da falta de professores, das turmas de trinta alunos, dos atrasos das operações cirúrgicas graves já para não falar das outras menos graves, do encerramento dos Centros de Saúde locais, dos atrasos e falhas generalizadas dos serviços públicos.
Não se queixem. Peçam antes ajuda aos “mercados”.
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está bem, pronto, não nos queixaremos.
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Os meus filhos não frequentam o ensino publico e o “Ano Letivo” começou a horas e ainda não houve nenhuma perturbação á semelhança dos anos anteriores.
cumps
Rui SIlva
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É por isso mesmo que muitos não querem que exista ensino privado. Para não haver termo de comparação.
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O meu filho frequenta o ensino público e o “Ano Lectivo” começou a tempo e horas e ainda não houve nenhuma perturbação á semelhança dos anos anteriores.
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Caro João
Temos pena.
A minha cunhada e o meu irmão ambos professores no público tem os filhos no privado na mesma escola dos meus…
cumps
Rui Silva
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Realmente há falta de professores se não contarmos com os sindicalistas e com todos os colocados em direcções regionais locais e ministério que não passam de felizes escriturários.
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Se bem tenho entendido, quem quer mais e mais Estado, são as criaturas que dele se têm servido, outras que anseiam por nele se encaixarem e ainda uns quantos que o exploram até ao tutano vulgo pré-bancarrota.
Todos e todas com “sentido de estado”, dos partidos “do arco da governabilidade” e que em privado não se surpreendem pela existência de corruptos seus companheiros de “função” ou se quiserem “serviço patriótico a bem da nação”.
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Alvíssaras !!!!
“quem quer mais e mais Estado, são as criaturas que dele se têm servido, outras que anseiam por nele se encaixarem e ainda uns quantos que o exploram até ao tutano.”
Fogo, MJRB. Até que enfim que entendeste, pá.
Andas sempre a desconversar para quê ? Afinal, quando fazes um esforcinho até chegas lá.
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vc. chegou tarde ou não tem conseguido entender, mesmo com esforço, o que por aqui escrevo há muito tempo acerca da manjedoura do Estado.
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Parabéns. Estás a atinar.
Fico feliz por ti. E pela Humanidade em geral.
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Se bem entendi o post, parece que é contraditório defender o Estado e indignar-se com a corrupção. Melhor (mas isto já é criatividade), o problema é a dimensão do Estado e não o controlo recíproco dos órgãos de soberania.
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se bem percebi o seu comentário, é preciso um Salazar em cada esquina onde haja um polícia a vigiar um guarda florestal.
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A redução ao absurdo usa-se na matemática. Na retórica do autor do post, é demagogia embrulhada em cinismo?
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Foi a forma mais eficaz de evidenciar o brilhantismo da sua afirmação.
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O bitaite/atoarda é inatacável. Os meus comentários não fazem mossa aos seus posts tão assertivos e densos.
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O importante é continuar a tentar, nunca desistir. Tanta gente deu o Ferro Rodrigues como acabado e olhe para ele aí, todo jovial.
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O problema não é só a dimensão do Estado, é também, o facto de serem inamomiveis. Por mim, funcionários publicos eram sempre temporários, excepto em determinadas profissões essenciais.
O grande problema que exorta a minha veia privatizadora, são as greves e direitos “adquiridos”, isto enerva qualquer um.
EXIJO UMA REVISÃO DO APARELHO!
Já retirei o capslock
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Caro Rui Silva, claro que para os ricos que colocam os seus filhos nos colégios particulares, têm dinheiro para ir aos hospitais particulares e que têm seguros de saúde e PPRs, é lógico que advoguem o “estado mínimo” dado que também o pagam e não o usufruem porque não precisam dele.
Só que, apenas uma minoria tem dinheiro para isso. Os outros, os que não têm dinheiro são obrigados a ir aos hospitais e escolas públicas. E esses serão talvez mais de 90% da população portuguesa.
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Caro carlos,
Se os 90% pudessem usar o dinheiro que é gasto nas escolas públicas, muito provavelmente tentariam colocar os seus filhos em escolas onde as aulas começam sempre na data marcada e sem perturbações e onde os maus professores são despedidos e os professores em baixa médica são substituídos.
E se os 90% pudessem usar o dinheiro que é gasto em hospitais públicos, muito provavelmente optariam por seguros de saúde.
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Joaquim, não percebo como é que se faria isso na prática. Eu ganho cerca de 800 euros. Se o Estado deixasse de construir e manter escolas e hospitais, o meu patrão teria de me pagar mais quanto para eu colocar os meus filhos num colégio privado e pagar seguro de saúde para levar a minha familia a consultas e tratamentos em hospitais privados e pagar a estadia? E qual seria a franquia e prémio do seguro? Tem informações das seguradoras e investidores privados da saúde e educação sobre estes cálculos? Só se o estado deixando de cobrar impostos ao meu patrão, ele começasse a pagar-me 5 mil euros e limpinhos de impostos também ;). Eu, como dizia o outro, a minha política é o trabalho, vocês e que são os ideólogos e economistas. Mal ou bem, a minha família tem-se aguentado na escola pública, com aproveitamento, e se não fossem hospitais públicos, não sei o que teria acontecido em certas ocasiões. Se vocês têm melhor, concretizem, mas bem explicado, que de ideologia estou farto. Fico à espera que o Joaquim me apresente as contas, mas sem zangas, amuos ou grandes conversas que eu sou prático.
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Freitas,
Creio que não fui claro. Vou tentar explicar melhor a ideia geral.
Em vez de o Estado cobrar impostos para manter escolas e hospitais públicos para todos, garantiria apenas e escolaridade “obrigatória” e os tratamentos essenciais a quem não tivesse forma de os pagar.
As famílias de menos posses poderiam escolher as escolas que quisessem (com algumas regras), suportando o Estado apenas até um determinado valor e com condições (assim de repente, aproveitamento e comportamento). Se as famílias escolhessem escolas que custássem mais do que esse valor, teriam que suportar a diferença.
O ensino superior seria pago por quem dele usufruísse, eventualmente com recurso a crédito.
Quanto à saúde, o Estado não pagaria tratamentos como, p.e., de fertilidade, aborto “por opção da mulher” ou tratamentos cosméticos.
Quanto aos valores que apresenta, o Freitas tem noção de que está a dizer que há alguém que tem que pagar 4.200 euros por mês para sustentar as necessidades de educação e saúde da sua família?
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Não, Joaquim, ninguém me vai pagar 4 200 euros para eu fazer o que eu faço, que é na área da logistica. Eu tenho os pés bem assentes no chão. Você é que disse que se o estado deixasse de cobrar impostos para criar e manter escolas e hospitais públicos, o dinheiro, ainda não percebi como, reverteria para as pessoas para elas colocarem os filhos na escola que achassem melhor e em médicos e hospitais privados, através de seguro de saúde. O patrão, deixando de pagar impostos, começaria a pagar-me muito mais? Foi isso que eu perguntei. Eu quero qualquer coisa que seja melhor para a minha família e você parece que tem aí uma solução, só a quero perceber melhor. Na saúde, diz que o estado apenas garantiria “tratamentos essenciais” a quem não os pudesse pagar. Quais são as especialidades médicas desses “tratamentos essenciais” e quantos médicos e mais pessoal seriam precisos para isso? Qual o orçamento, mais ou menos, que propõe para essa despesa, para “libertar” as pessoas dos impostos para terem mais dinheiro? E a partir de que rendimentos é que uma pessoa não devia usufruir desses serviços do estado, incluindo educação e saúde? “menos posses” é quanto? E eu, que vivo em Vila Nova da Barquinha, que escolhas teria aqui entre três ou mais escolas ou hospitais? É que parece que propõe aí uma espécie de sistema de concorrência e de escolha.
Estou a fazer demasiadas perguntas? Eu só queria que concretizasse mais um pouco. Eu ter noção de que ninguém me paga 4200, lá isso tenho, já trabalho há mais de trinta anos e tenho um bocado de rodagem; parece-me é que o Joaquim não tem muita noção do que está a dizer. Não se zangue, explique lá.
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Estava a pensar no Mário Soares, dono de um colégio privado e que quando esteve doente foi para um hospital privado. E também me lembrei do Jorge Coelho que ao saber que estava doente foi a correr para o estrangeiro.
Ambos socialistas, ambos defensores de muita coisa pública – para os outros, que eles são gente bem informada.
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O Carlos é a ministra da finanças dos comentários. Realmente há poucos ricos.Pelo que aquela frase dos “ricos paguem a crise” é só para inglês ver.
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Caro Sr. Carlos,
A bagunça na maioria das escolas públicas é culpa dos seus profissionais. Se a escola pública funcionasse bem eu não gastaria dinheiro extra em escolas privadas ( não sou rico). E claro não vejo qualquer ligação entre o mau funcionamento da escola pública e a falta de dinheiro de 90% da população. Ou melhor , até vejo, se a escola publica funcionasse bem isso seria um passo na direção certa para que as pessoas melhorassem o seu nível de vida.
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Caro Sr. Freitas,
Para simplificar pense por momento apenas no ensino.
Segundo os últimos números, cada aluno do ensino privado custa em média mais que cada aluno do ensino público.
Agora pense que o governo decidia que o valor que gasta com cada aluno será entregue aos pais para que escolham a escola que querem para os filhos, á qual pagará com esse valor que recebe do estado ( que veio da cobrança de impostos claro está).
Não acha que em virtude disso se formaria um mercado de oferta de ensino ( que disputaria com outras escolas publicas e privadas a sua escolha ) e de melhor qualidade sem os constantes problemas de greves durante período de aulas e época de exames etc, etc ?
cumps
Rui SIlva
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“há pessoas que gostam de ideia de mais e mais Estado e que se surpreendem pela eventual existência de corruptos com funções executivas nesse mesmo Estado.”
O que nem é o caso porque cada vez há menos estado, logo. devia de haver menos corruptos, mas como o numero de corruptos é o mesmos…e o estado menor, acotovelam-se
Simplesmente vergonhoso JUIZES metidos nestas tramoias e depois queixam-se de serem corridos de Timor.
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Enternece – as malhas que o império tece…
Béu béu béu!!! 🙂
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Não serei eu quem defende mais estado, defendo aplicação da lei. Agora privado honesto, publico corrupto… bom, se o estado preenche 50% da actividade economica e se a economia informal ronda os 25%…quer dizer, não é
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Há lugares que exigem um grau de safadeza e sacanagem, compatível com a tribo dos metralhas.
Coleguinhas, cúmplices de coboiadas – uma festA!
PS – sai um frango à cafreal pra mesa do canto!
Humm, tam bom… 🙂
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Corrupção entre privados é o quê? Sexo?
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Se calhar o problema nem é a corrupção. O problema é a impunidade como tudo se passa. Meneses chama quintal a uma quinta de Meio Milhão. Isto ultrapassa todas as normas da decência.
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Também é bom.
Mas não é a mesma coisa.
Quando ocorre no púbico, a bicharada subordinada ronrona de despeitado gozo…
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Não pagar impostos, tornear as leis, untar funcionários e políticos, distorcer a concorrencia, incide trade, enfim, riquiquis e muitos outros, muitos outros, aquilo que faz com que um cânone pense dias ou três vezes antes de meter cá a massa. É claro que há sempre a Malta dos vistos Gold, no estado e à volta dele, como as moscas. Como em corleone
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Se você quiser untar privados só lhe peço que o faça em privado.
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Inside, obviously
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anónimo, 22:53
Tem de comer muita papinha para crescer e me dizer que estou a atinar.
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Ok. Mas que estás a atinar, estás.
Pode ser com sabor a frutos ?
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Pois, é chato que isto seja terra de ladrões. Disto não há memória na Europa ocidental e central. Enfim, é o país do soldado prático de Diogo do Couto. Ah,é culpa da merkel e da ue, claro, e dos angolanos e dos chineses e dos arménios. Nossa não é que somos um bom povo. Quem governa é que é mau, mas o povo é santo, trabalhador, modesto, amigo do seu amigo. Melhor não há
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Portugal é desde há uns quatro, cinco anos, mais um local ideal para estrangeiros “lavarem” dinheiro. Há permissividade institucional (por exemplo Visa Gold), a justiça actua lentamente E CONFORME, ninguém questiona a origem e como tanto dinheiro, etc.. A tudo isto, se lhe juntarmos a corrupção já latente no país, alguma protagonizada por ex-, actuais e futuros políticos…
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onde estava quando a Isabelinha (dos Santos) começou a “investir” em Portugal? Já lá vai mais de uma década que segundada por um exército de generais do mpla o fazia e faz e não deram por nada?
Faz oito anos que a “secretária” do Lula da Silva trazia malas diplomáticas com 25 milhões de dólares para serem depositados no BES e ninguém reparou?
Estavam todos a ver a bola….só pode, para depois fazerem aquelas perpendiculares oblíquas de quatro a cinco anos.
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E se de vez em quando a justiça funcionasse ?
E se de vez em quando “arrecadassem”não só o pilha galinhas?
Por onde andam os oliveiras varas loureiros salgados limas e tantos outros que todas as semanas a c/s com grande estrondo nos anuncia…e no fim fica tudo em águas de bacalhau?
É que com estes bons exemplos fica-se à vontade, sabendo que nunca acontece nada de nada.
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O caso Visa Gold provocou inquietação, tensão, “nervoso miudinho”, apreensão e algum desatino de governantes e seus lacaios.
Apesar de tudo, espero isto, do PM, do vice PM e de Miguel Macedo : tenham a coragem e a sensatez de assumir responsabilidades e que não continuem a tratar os cidadãos como parvos ; não dificultem a investigação da PJ ; não interfiram antes de decisões judiciais.
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Provocou? Essas pessoas devem andar muito nervosas. Espero que se acalmem.
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Obviamente eu não esperava outra resposta sua que não essa.
Solidariedade nao lhe fica mal.
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verdade Manuel Macedo e coisa e tal….”responsabilidades”…quem o nomeou “responsabilidades?????”
eu adoro “raciocínios” destes….
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OK ! O ideal será não responsabilizar ninguém poque nada de ilícito aconteceu, ninguém foi nomeado porque não houve nomeadores, simplesmente o país não existe.
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“tendencialmente” só se deviam responsabilizar quem com linhas oblíquas traça perpendiculares…… é isso que sempre fazem e depois desconversam.
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O problema não está no “mais estado” está em quem o representa. Não há surpresa.
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Mas há alguma grande fraude que não tenha como parceiro o estado?
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Se por parceiro entende o encornado, então deve estar certo.
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Sobre:
(contributo para desanuviar o ambiente)
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ironias de erratas: os discos gold nas replicas das bananas; parabilizando com cortinas de àgua;
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quem quer compor a vidinha tem de casar com mulher feia, com a idade a beleza mingua mas a feiura a aumenta;
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mas que diabo de alegrias infelizes.
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Concluindo:
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paneleiros, fabricantes ou vendedores de tachos ou panelas de barro (pagª 1077, Dicionário Universal de Lingua Portuguesa, 1ª edº 1995 da Texto Editora)
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parabolizando
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O pequenino Mendes há muito que anda a pecar, ou ele se confessa como deve ser, ou o nosso grande Presidente deve proibir a sua entrada na nossa Catedral.
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Eh lá, o Cunha hoje está inspirado.
De facto quanto maior for o Estado, maior o número de corruptos possíveis, mantendo a mesma % de corrupção.
Mas para comparar devíamos usar estatísticas corretas.
Mesmo sem os conhecer todos, não tenho duvidas que há mais gays nos adeptos do Benfica que no Olivais e Moscavide.
Já para a tese cunhiana de empregados do Estado tendem a ser maus para a sociedade o argumento é fraco, a tender para o palerma.
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Palerma é não saber ler.
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Realmente ele há gente para tudo. Até há gente que quer menos estado mas à laia disso (e o princípio está correcto) mistura tudo e vê no problema a apologia da solução.
Existir menos estado não significa menos corrupção necessariamente e menos ainda menores possibilidades de corromper, que idiotice seria tal conclusão. Existir mais estado poderá potenciar mais focos de pequena corrupção mas não maior nível de corrupção.
Convenhamos que temos estado demais, mas os motivos para defender menor estado não passam pela diminuição da corrupção (disparatado que é) e sempre que se usam falácias para defender pontos de vista diminuem-se os méritos desses mesmos pontos de vista. Resumindo: embora concorde com a necessidade de um estado menos presente acho imbecil a vulgo-cartilha usada para o defender. Claro que não viso o autor do post nem os postestes de pon-pon’s.
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Quanto mais Estado maior corrupção, é obvio. E a maior parte da corrupção é legal.
Quando A vota em B para B tirar a C estamos a falar de corrupção legal.
Mas a dimensão do Estado não é o único factor na corrupção. A cultura, religião, incentivos ou desincentivos sociais também contam muito.
Depois há poeira par os olhos, como se mede o grau de corrupção? pelo valor, pela quantidade, per capita?
A Suécia tem mais corrupção que o Sudão em muitas destas variáveis.
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“Quanto mais Estado maior corrupção, é obvio”
Para mim é óbvio que não é óbvio. A dimensão do estado não releva para níveis de corrupção mas sim para oportunidades de esta acontecer. O nível de corrupção (e a alta corrupção) radica na existência de possibilidades de alto poder discricionário e a inexistência de controlo eficaz. Exemplo é a emissão de dívida, cabe ao estado assegurar o rollover de emissões e no entanto, e apesar do elevado valor em causa, a transparência e mecanismos de decisão dificultam o favorecimento.
Por outro lado receber investidores institucionais em consulta privada no BdP e permitir que o contínuo de negociação de acções em que parte desses institucionais acediam de modo privilegiado a informação (promovida de modo expresso pelo regulador BdP e permitida de modo tácito pelo regulador CMVM) e ao mesmo tempo faziam trading, é a clara definição de corrupção em que um ou mais detentores de funções equiparadas ao serviço público favoreceram terceiros de modo ilegítimo e não vejo ninguém a falar de corrupção, mas talvez de falta de jeito. A corrupção encontra-se fora do estado e nos privados sempre que existe outorga de poder sobre um dado mecanismo de decisão ou fixação de mercado (que é lá isso?!), logo a afirmação do contrário que se encontra mais acima pelo autor padece de inverdade.
Simplificar statements não ajuda a aproximar-mo-nos da realidade, quanto muito é auxiliar explicativo para não iniciados.
Cumprimentos
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Faltou-me indicar casos práticos de corrupção sem intervenção do estado: Centros e poderes de Inspecção técnica (automóvel por ex) ou Universidades Particulares. Querer que a corrupção só existe no estado é, no mínimo, de formulação problemática.
Claro que acredito que o estado deve ser muito menos (digamos metade) daquilo que agora é, mas não vou em fantasias auto-justificativas e muito menos aceito este liberalismo quasi libertário de que a liberdade começa onde o estado acaba. Idiossincrasias…
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É o estado quem 1) impõe inspecção obrigatória; 2) permite a abertura de curso.
B-3: água.
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Se calhar não entendeu
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Ou, se calhar, os comentários a este post sejam só bizarros depois de se ler mesmo o que diz no post.
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Bizarria seria ler e perceber o que diz o post e depois passar ao lado daquilo que o autor (o VC) diz nas interacções com comentários mais abaixo. O conteúdo que os meus comentários visam engloba tudo isso logo não se resume cretinamente ao post, a não ser que faça questão de ver desse modo. Batalhas Navais são uma cena que a mim não assiste, eu é mais discussão de ideias, mas sempre tendo presente que sou uma visita na sua casa enquanto lhe aprouver.
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Se reparar bem, eu nunca disse nada a não ser o que quer que possa levar comentadores à contradição. Uns coleccionam selos, eu, bem, é isto.
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Eu atento bem no que diz (continuo falho de capacidade perante a ironia) mas não faço anatomia de motivação. Oponho-me à sua proposição de que onde não há estado não há corrupção, mas nem faço muita questão de dirimir assuntos ou polémicas.
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Como é que pode haver corrupção numa comuna de lésbicas hippies que cultivam nabo e marijuana algures em Beja?
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Na minha opinião existe corrupção do solo, se fôr bom para quê cultivar nabos?! Quanto à corrupção subjacente à homosexualidade prefiro nem expressar, assim continuo elegível para os prémios da ILGA e não não confundir com Helga, a das mamas grandes como nabos do Entroncamento, entroncamento entre vontade de ter e querer parecer ser.
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OK, eu dou a resposta-modelo:
“Nós, como socialistas que queremos uma maior intervenção do Estado em milhares de cenas estratégicas, e porque achamos que as pessoas são incapazes de escolher o que é melhor para elas e sabemos existir extremo potencial para onerar as pessoas de bem que confiam nas nossas decisões em seu nome, admitimos que podemos ser potenciadores de corrupção, ao lidarmos com pipas de massa numa estrutura hierárquica confusa e de responsabilidade diluída, mesmo que controlemos os órgãos de comunicação social e não chateemos as pessoas que fazem os casos aparecerem para o público. Mesmo assim, como acreditamos que faremos melhor que qualquer indivíduo por si próprio com o dinheiro que, para o efeito, lhe sacamos ao bolso, achamos bem o custo de poder ter mais corrupção pelos outros benefícios que daí originarão, nomeadamente os nossos salários e pensões, porque nós sim, não somos corruptos, só estritamente necessários.”
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A arvore da floresta não é mais ou menos Estado, seja lá o que isso significa: multidoes de funcionários publicos ou assimetrias descomunais nos venciemntos versus Despesa Publica ?
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Mais ou menos Estado tem apenas a ver com empobrecer espoliados por impostos (taxas, impostos etc etc) eitisticamente designado como ‘problea da despesa publica’.
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A arvore da floresta em ‘corrupção’ é simplesmente um problema exclusivo de jurisdiquês, em lobby tão ao mais forte que o das Finanças Privadas (Banca etc) ou Publicas (fiscalidade etc),
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é o como se escrevem as Leis a que alguns chamam grosso modo criar e justificar dificudades (lobbu do Direito) para que se comprem facilidades, obrigar a comprar corruptos ou corruptiveis,
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outras analises são bolas fora ou foras de jogo, não são golos. No maximo serão golos inválidos.
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Centrem a questão onde ela é se pretendem resolver, ou pelos menos, discutir corrupção. Não é o meu caso, apenas porque não tenho poder nem para resolver nem para defender como por exemplo politicos de carreira ou psy-opeiros da Comunicação Social por vezes injustamente classifcados como politólogos ou comentadores politicos. Também nada contra estes, são filhos de deus têm de também compor o ordenadoziiiiiinho ou ou vencimentooooooziiiiiinhoooooo ao fim do mês .)))
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A coisa começa grande, mas acanará pequena.
Fim de ano, prévio a eleições.
Vulcões de lama, moleiro e carvoeiro à briga…e ambos acabam negros.
É a vida eleitoral.
Depois: bem depois – tudo como antes, quartel general em abrantes.
Happens to the best, happens to the rest… its show time, folks! 🙂
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Já se fala de agricultura e tudo, o assunto em causa tem tudo a ver ahahahahahah, o povo passa-se, como diziam os Romanos, nem se governam nem se deixam governar, somos um povo estranho.
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Não me culpe: eu tentei trazer o lesbianismo erótico para a discussão.
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Lesbianazzz…crica vs crica: ai k lindo.
Axo k vou deitar pelo ps.
A skinny deputada morera tem razão.
Até se carimbou.
Aposto k leu o abjeccionista luiz pacheco, em: “O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor (escrito em 1961, publicado em 1970; 1992)”
Aquilo é que foi gozar.
E logo em braga, “a roma portuguesa” 🙂
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Uma das acusações é de k um alto dirigente ofereceu a outro – 2 garrafas de vinho!!!
Há k dizê-lo com frontalidade: um contentor de chineses vale mais do que isso.
No mínimo 1;5€ cada.
Assim é estragar o mercado…
Eu sei k as coisas estão más, mas caramba, mesmo assim – há um mínimo…
Vá lá 15€ a dúzia, menos não!
Apelo aqui à entidade reguladora da concorrência, a ver se botam a mão nisto…
Não foi para isto que eu fiz o 25 de abrl, porra!!! 🙂
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só pelo prazer de ler vitorcunha eu quero que continue a haver Estado; quanto mais e melhor Estado, mais posts contra os marques mendes, que nem sabem em quantas empresas, PRIVADAS, participam 🙂
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9 países com o indice de corrupção mais baixo.
1.º NOVA ZELÂNDIA (9,5) –
Posição no ranking e valor do Índice de percepção da corrupção
2.º DINAMARCA (9,4)
2.º FINLÂNDIA (9,4)
4.º SUÉCIA (9,3)
5.º SINGAPURA (9,2)
6.º NORUEGA (9,0)
7.º HOLANDA (8,9)
8.º AUSTRÁLIA (8,8)
8.º SUÍÇA (8,8)
9 países com o indice de corrupção mais alto.
172.º GUINÉ EQUATORIAL (1,9)
172.º VENEZUELA (1,9)
175.º HAITI (1,8)
175.º IRAQUE (1,8)
177.º SUDÃO (1,6)
177.º TURQUEMENISTÃO (1,6)
177.º UZBEQUISTÃO (1,6)
180.º AFEGANISTÃO (1,5)
180.º BIRMÂNIA (1,5)
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Cheque-ensino funciona!
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Estou indignado.
Expresso o meu direito à indiganção: porra, só a mim é que ninguém me corrompe.
Não tenho importãncia nem para 5euritos…
Nem uma garrafita de vinho do produtor directo
Não sou nada, nunca queis ser nada…como dizia o outro.
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CORRIJO
Estou indignado.
Expresso o meu direito à indignação: porra, só a mim é que ninguém me corrompe.
Não tenho importãncia nem para 5euritos…
Nem uma garrafita de vinho do produtor directo
Não sou nada, nunca quis ser nada…como dizia o outro.
Só eu é que tenho de fazer edições de autor – dando-os porque ninguém mos compra.
Quais ventosidades involuntárias… 😦
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