Todos juntos podemos poder
Mas, Mário, não percebo essa relutância.
Não queres o que é melhor para a sociedade e para o bem comum? Desejas mesmo deixar de possuir 0,00001% de uma companhia que, e apesar de ter permitido à nata que ignorasse a proibição de fumar a bordo, te trata da mesma forma como trata todos os trabalhadores, demonstrando que o direito à greve em prol da produtividade é inalienável apesar do transtorno que isso possa causar aos ricos que viajam de avião enquanto crianças passam fome nas escolas por causa da austeridade? Queres mesmo deixar de contribuir para que Portugal possa desbravar caminho com aquelas caravelas do ar, em busca de colónias daquelas habitadas por índios hereges que necessitam de evangelização como de chicote para as costas num pavimento imaculadamente concebido para o conforto nos alunos? Nesta era da globalização, com companhias capitalistas como as que citas, esses da EasyJet e Ryanair, que procuram o lucro a todo o custo, nem que para isso tenham que trabalhar na semana do Natal, achas que estás a contribuir para o desenvolvimento do país ao abdicares de contribuir, como te compete, para acabares com o isolamento das pessoas que vivem em Trás-os-Montes ou Alentejo profundo, dando-lhes perspectivas de por 500 ou 600 euros visitarem a civilização parisiense, berço da filosofia ocidental, local onde Kant desenvolveu a teoria da ética do Dante, tudo num ano, que passa num instante, mesmo para o emigrante?
Queres mesmo sair do “nós”, Mário? Nós que somos uno, somos povo, cultura, força gravítica de clusters essenciais e investimentos cruciais, actividades fundamentais e estratégias fulcrais? Queres ficar isolado neste país dilacerado pela austeridade, fechado em si próprio, protegido das investidas merkelianas de conquista do mundo através de empréstimos bancários em vez de caravelas?
Qual é o próximo passo, Mário? Acabar com os telemóveis através da privatização da TMN? Vamos voltar ao pombo-correio? Como vais a Badajoz? De comboio? Daqui a nada até a CP quererão privatizar, essa jóia da coroa com dívida que se confunde com o PIB da Islândia.

A vida é cheia de desgraças.
Eu, por exemplo, não queria pagar um cêntimo que fosse da dívida do FCPorto à banca, nem da dívida de Gaia e muito menos da do Porto.
Por mim podiam, deviam, ir todos à falência e fechar as portas.
Temo que isso não vá acontecer, mesmo com a catástrofe de ontem.
E lá terei que as pagar, como o senhor Mário paga as da TAP.
E eu também, contrariado.
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já as dívidas dos lamp ou dos alfacinhas tudo bem neh?
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Obvio.
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A vida é toda cheia de desgraças, de facto . . .
“Eles não têm coragem de me prender” afirma JS a Carlos Santos Silva,
A verdade foi que o chefe da alcateia se enganou redondamente.
Já lá vão 3 semanas que é o 44.
O psicopata social estava ainda supondo-se sob a protecção do
antigo PGR, Pinto Monteiro, seu indefectível comparsa
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A Esquerda não tem problema algum com a escravatura de capitalistas, logo nada melhor que obrigar o povo todo a ser capitalista.
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temos de criar o sindicato dos contribuintes
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No Aviz é que é.
Para começar, Foie-gras em terrina, macaron, maçã a trincar e à colher; Ovo a “babar”, batata fumada, presunto, cogumelos e trufa; Espadarte Rosa fumado em cerejeira, batata-doce e beterraba; Do rico oceano Bacalhau em papelote com cheiros de brasa, sames e língua em feijão-mungo; Raia, milhos quebrados, mexilhões, chalota e alhada de cenoura; de inspiração do Mestre João Ribeiro o Pregado lardeado com bacon, cenouras, aipo e cogumelos; mas também o Carolino do mar, pampo, lavagante e algas; dos campos lusitanos Pombo bravo com touriga nacional, cogumelos e marmelos; Bochecha de novilho “de comer à colher”, cogumelo pé azul. O nosso empadão; ou o Leitão assado, tártaro de ostras, batata brava e salicórnia, são algumas das novas iguarias.
Dos clássicos, as receitas com história que fizeram a reputação do Aviz como o Bacalhau à Gomes de Sá do Aviz; Linguado de areia “Carlota” com laranja, milhos e pleurotos; a Garoupa a lembrar “à Riviera”, com camarões, alcaparras, cogumelos e alcachofras da Terra, os Crêpes Aviz flambée au Kirschwasser, entre outros, sempre com a cumplicidade de uma garrafeira criteriosamente seleccionada
Para terminar um conjunto muito original de oito doces tentações: Pêra Rocha do Oeste a quebrar em Sintra; 100% Chocolate. Fumado e queimado na fogueira; Soufflé de ananás da ilha e araçal; Semente de ouriço e jeropiga, bolota e fumo, … De chorar por mais.
Saibamos que o Restaurante Aviz, em Lisboa está integrado num dos mais emblemáticos hotéis de Lisboa, apresenta uma nova ementa com sabores e cheiros de Inverno, da responsabilidade do Chefe Cláudio Pontes.
Para começar, Foie-gras em terrina, macaron, maçã a trincar e à colher; Ovo a “babar”, batata fumada, presunto, cogumelos e trufa; Espadarte Rosa fumado em cerejeira, batata-doce e beterraba; Do rico oceano Bacalhau em papelote com cheiros de brasa, sames e língua em feijão-mungo; Raia, milhos quebrados, mexilhões, chalota e alhada de cenoura; de inspiração do Mestre João Ribeiro o Pregado lardeado com bacon, cenouras, aipo e cogumelos; mas também o Carolino do mar, pampo, lavagante e algas; dos campos lusitanos Pombo bravo com touriga nacional, cogumelos e marmelos; Bochecha de novilho “de comer à colher”, cogumelo pé azul. O nosso empadão; ou o Leitão assado, tártaro de ostras, batata brava e salicórnia, são algumas das novas iguarias.
Dos clássicos, as receitas com história que fizeram a reputação do Aviz como o Bacalhau à Gomes de Sá do Aviz; Linguado de areia “Carlota” com laranja, milhos e pleurotos; a Garoupa a lembrar “à Riviera”, com camarões, alcaparras, cogumelos e alcachofras da Terra, os Crêpes Aviz flambée au Kirschwasser, entre outros.
Para terminar um conjunto muito original de oito doces tentações: Pêra Rocha do Oeste a quebrar em Sintra; 100% Chocolate. Fumado e queimado na fogueira; Soufflé de ananás da ilha e araçal; Semente de ouriço e jeropiga, bolota e fumo, … De chorar por mais.
Num ambiente tranquilo e reservado, cuja decoração evoca a memória do prazer à boa mesa, a experiência gastronómica é revivida através dos detalhes da requintada apresentação, que inclui a baixela Christoffle e o serviço Vista Alegre exclusivos do AVIZ, e pelo esmerado serviço com que cada refeição é servida., cuja decoração evoca a memória do prazer à boa mesa, a experiência gastronómica é revivida através dos detalhes da requintada apresentação, que inclui a baixela Christoffle e o serviço Vista Alegre exclusivos do AVIZ, e pelo esmerado serviço com que cada refeição é servida.
Lugar aprazível próprio para conversas reservadas a gente fina.
“Eh pá, tá-se bem!”” Estava a ver que não vinhas!”
” Nem pensar, podia eu faltar! Tá-se bem mas tu lá no Jules Verne é outra coisa!”
” Sim, mas cá também tenho apetites”
” Claro, claro, já sabemos”
” Os gajos andam em cima… Sabes de alguma coisa?”
“Se tivessem nervo vinham cá buscar-te, topas?”. “Nem pensar!”
” Sim, são uma cambada de cobardolas. Quando eu voltar vais ver …”
” E o marocas, falaste com ele por certo?”
” O marocas anda passado com os gajos. O xico é que atende. Disse-me que podias estar sossegado, co´s diabos, mas quem ousaria pôr-te a mão?”.
“Tás a ver, pá, prova lá o vintage e falemos de livros que é a nossa especialidade!”
E de livros falaram.
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Ficção ou realidade?
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Escreves tão mal
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Daí aguardar o Nobel.
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manuel, tal como eu, escreve segundo as regras antigas: E depois? . . .
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eu não fiz comentários sobre a escrita, relevo sempre a substância.
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dos textos de Mário e vitorcunha percebi zero mas, tal como os professores deveriam fazer greve ao domingo, o pessoal da tap poderia escolher a 25ª hora para o mesmo efeito.
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Mas ninguém tem culpa de ser estúpido. Não é um insulto: é uma característica.
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deixe-se estar descansado que eu também já o caracterizei como idiota e mundo não acabou.
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É estranho que venha cá sempre parar. Podemos antes combinar algo mais adequado à sua compreensão, um espectáculo de marionetas ou uma visita de estudo a uma padaria.
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Não desvalorize à partida marionetas que desconheça.
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Marionetas, padarias, o que seja, estarei por cá desde que não “modere” os comentários que não goste ou não estejam de acordo com a tralha habitual que bate palmas a tudo.
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Não está, não. A regra é que eu apago o que bem entender, nomeadamente os seus comentários futuros independentemente do seu teor. Poderia dizer que estamos entendidos mas a sua compreensão não é necessária para o caso.
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volto mais tarde, quando o Blasfémias estiver na oposição e vitorcunha como secretário de estado do governo sombra do CDS-psd 🙂
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Portugal Telecom e o Mensalão
(Mensalão: esquema mafioso de compra do voto de deputados)
“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depôs à Polícia Federal na última terça-feira em Brasília (DF), no âmbito de um inquérito aberto para apurar sua atuação no mensalão. A investigação complementar foi motivada por denúncias do operador do esquema, o publicitário Marcos Valério, condenado a 37 anos, 5 meses e 6 dias de prisão pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo Valério, o ex-presidente intermediou um repasse de 7 milhões de reais feito ao PT por uma subsidiária da Portugal Telecom.” Cf. VEJA
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Lembrei-me do saco azul que quase pôs a Fátima Felgueiras na cadeia.
Mas eram outros tempos em que o PS mandava no Poder Judicial.
FF fugiu para o Brasil, regressou em liberdade, candidatou-se (como independente)
e ganhou a eleição para Presidente da Câmara. OUTROS TEMPOS.
Agora o 44 está “de grelha” preventivamente . . .
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E ainda recebeu o vencimento por inteiro…
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Não faz mal.
Se o PS for Governo a 1ª coisa que vai fazer será soltar o “animal feroz”
Vão pela minha . . .
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Licas,
Soltar o anima feroz e propô-lo a Emperresidente da Ré Pública. Santificado pelo seu martírio sacrificial no degredo d’Évora, o povo, com lágrima no olho e juras de vingança, votará na besta. Pensa o Pei Esse.
Também pensou que o Soares derrotava o Cavaco à primeira volta. 😀
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Eu só quis sublinhar que o PS tem um critério sui-generis
de avaliar as situações por que se deparam os políticos:
Almeida Santos:
Para os amigos, tudo, para os inimigos, nada, para os restantes, aplique-se a Lei. . .
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