Não vai resolver nada. Quem pode não investe e o dinheiro vai todo pelo cano abaixo. Precisamos é de indústria, agricultura, serviços, novas tecnologias, capital humano qualificado (350000 saíram de mala de cartão) só ficaram velhos para morrerem aos poucos. Vamos ter inflação sem crescimento, traduzindo: vamos empobrecer no euro. Isto é como lançar dinheiro de avião, e os miúdos iam apanhar e gastavam tudo em lambarices!
Dadas as circumstâncias, não vejo outra alternative. Só espero que os bancos façam o seu papel e que vão à falência se tentarem repetir as graçolas do ciclo anterior.
Os gulosos dos europeus colocaram tudo o que é prodição, de borla, nas mão dos Chineses e agora andam a ganir , ai, ai, ai que a desinflação é perigosa.
Hoje comprei um pacote de alcagoitas, madi in china
Que ninguem tenha ilusoes. Somos um Pais pequeno e pobre (sem recursos naturais e humanos). A geracao mais bem preparada (a quem deram apenas uma ensaboadela rapida) nao nos vai tirar deste atoleiro. Por estas e outras razoes Portugal nunca podera pensar sequer em comparar-se aos alemaes, franceses ou italianos.
Teremos que nos habituar a estar entre os ultimos de todas e quaisquer listas. E triste mas e assim!
Quem tem capitais próprios, faz contas e com esta carga fiscal, não dá. Podemos ter investimento com o dinheiro dos outros(capital alheio), mas para produzir o quê e para quem? A coisa está preta na europa e concordo consigo relativamente á nossa terra. Não me venham prometer nada, não acredito.
«Somos um Pais pequeno e pobre (sem recursos naturais e humanos).»
Temos recursos naturais. Mais que inúmeros países europeus que já nos «ultrapassaram».
Os recursos humanos saem ou porque em algumas áreas estamos a formar acima das necessidades, ou porque a economia não se modernizou nem tem dinamismo para absorver licenciados.
Para a economia se modernizar é necessário capital. Nós temos dívida.
Se não há capital, temos de atrair investimento estrangeiro de forma maciça.
Para atrair investimento estrangeiro temos que oferecer melhores condições que as oferecidas pela América Latina e pela Europa de Leste. E isso passa inevitavelmente por reduzir impostos e preços de bens e serviços, mexer nas leis laborais, na Justiça, simplificar regulamentações e burocracias, mexer na educação.
Para reduzir o esforço fiscal é necessário Reformar o Estado. Ao se Reformar o Estado, constatar-se-á que dezenas de milhar de almas ficarão sem emprego. Não apenas na máquina central, mas acima de tudo no Estado Paralelo.
Mas não se pode Reformar.
A Constituição não permite.
Mários Soares ficaria insuportável quando lhe cortassem o financiamento à Fundação. Santana Lopes viria chocado reclamar contra o perigoso neo-liberalismo que entranto descobrira a trapaça, a banha de cobra, a mentira que são as Misericórdias, que é o monopólio dos jogos sociais e que são as IPSSs. Os autarcas organizariam excursões a Lisboa, para protestar contra a fusão dos seus municípios.
A província de Almeria tem um deserto. O único da Europa.
Mas também um mar de estufas. É uma das hortas da Europa.
Acho a fruta deles uma porcaria quando comparada com a nossa. Mas nós desistimos de produzir há muito. Também deveríamos ter mares de estufas nas campinas algarvias, de Faro ou de Olhão, a produzir com os mesmos métodos modernos que têm os andaluzes e os israelitas. Faro e Olhão têm funcionalismo e dependente do Estado Social, desordenamento urbanístico e casas fechadas.
A província de Jaén tem um mar de olivais. Cultura intensiva e moderna. Não há paralelo no Alentejo, mas as coisas estão felizmente a mudar.
Não aproveitamos devidamente o Alqueva. Aquila barragem em Israel, na Califórnia ou no Sul de Espanha era outra história.
Não vai resolver nada . Investir e criar riqueza onde, como, e em quê . Na industria em quê, se não temos massa critica técnica nem mercado. Na agricultura em quê, se não temos área arável suficiente ( no Alentejo 70% das grandes propriedades são de gente estrangeira) .
Nós temos cerca de 900 mm/ano. Muito mais chuva que a Grécia, Sul de Espanha ou Israel. E eles têm uma agricultura muito mais moderna que a nossa. Há décadas. Também temos vastas regiões com excelentes solos. Abandonados.
Há boas terras no Algarve. Grandes áreas abandonadas. Os proprietários estão à espera que chegue o construtor milionário. No Alentejo sonharam com reservas de caça e campos de golfe.
Não temos condições para produzir cereais. Mas deveríamos produzir mais carne, frutas, vegetais. A economia espanhola está décadas à nossa frente.
Falta a modernização da agricultura. Se os proprietários não cultivam, mexa-se na lei.
Por exemplo, taxem-se as mais valias imobiliárias. Ou faça-se uma qualquer legislação que obrigue os herdeiros a entenderem-se nos meses seguintes à morte do proprietário.
Parte do país está parado porque os herdeiros não se entendem. Há partilhas que podem demorar mais de duas décadas a ser feitas. As casas entretanto ficam em ruínas, e os terrenos ao abandono.
Não percebo onde vive nem o que faz
Não sei o que é para si uma agricultura moderna .
Diz que temos excelentes solos , mas onde estão e para que culturas
Diz que temos boas terras no algarve, onde estão e para que culturas
As terras de caça normalmente são terras pobres só para isso servem
Criar leis para os herdeiros se entenderem e para os agricultores trabalharem a terra Não brinque
Até a reforma agraria que tudo sabia não ajudou a agricultura antes pelo contrario deixou tudo mais pobre
-No litoral algarvio, campinas da Luz d Tavira, Faro, Olhão, freguesias de Cacela, Altura e Conceição de Tavira, a sul de Loulé, o corredor continua por Albufeira, região de Lagos ou Aljezur, Silves, vales das ribeiras do Almargem, Asseca, Quarteira.
– Barros de Beja, região em torno de Beja, Vidigueira, Serpa, há ainda o Litoral Alentejano ou o excelente vale do Sado e respectivos afluentes.
– Lezíria do Tejo e vales dos afluentes.
– Região Oeste.
– Todo o litoral a norte de Coimbra até Caminha.
– Cova da Beira.
– Baixo Mondego.
– Extensas áreas do Alto Alentejo.
Culturas?
Oliveira, morango, tomate, cereja, castanha, maça, pêra, laranja e outros citrinos, girassol, dióspiro, nêspera, quivi, mirtilo, cogumelos, pêssego, nectarina, vinha, plantas aromáticas para indústria farmacêutica e óleos essenciais, pimento, abóbora, arroz, etc, etc, etc.
Eu é que não sei em que mundo o caro comentador vive.
Não conhece certamente o país.
Agricultura moderna?
Agricultura moderna é o que têm por exemplos os andaluzes. Produção eficiente, agricultores orientados por engenheiros agrícolas, variedades mais produtivas, produção em larga escala, regadio intensivo.
Nós ainda temos a pequena horta com as couves e meia dúzia de árvores de fruto. Extensas regiões com árvores envelhecidas, pouco produtivas.
A minha família teve produção agrícola durante décadas. Trabalhámos durante muito tempo com Espanha. Conheço bem as diferenças.
Durante os anos 80 e os anos 90 venderam a ideia que «agricultura nunca mais», «não temos solos», etc.
Luis: O sr parte de errados pressupostos ao comparar Grecia, Espanha, Israel e Portugal. Comecemos por Israel que tem um indice de qualificacao inegualavel no mundo, sao os donos do dinheiro e teem os melhores especialistas em tudo alem de receberem bilioes de $ da America. A Grecia tinha ate ha pouco registada a maior frota de marinha mercante e um turismo de 1a classe. A Espanha (6 vezes maior que Portugal ha muito que tem uma agricultura desenvolvida, muito turismo antes de nos e industrias variadas.
Nos temos o Convento de Mafra feito com o ouro de pedras preciosas do Brasil. Temos os Jeronimos feitos com o comercio de especiarias da India.
O ouro e marfim que veio da costa africana foi todo “derretido” As riquezas
“passavam” por Lisboa e nada mais e podiamos ter muito mais.
Leia a nossa historia. Aquilo que somos hoje e o que temos sido ao longo dos seculos.Nao produzimos o necessario para comer e ja somos emigrantes de ha seculos. Nao foi so no tempo de Salazar que os portugas tiveram que buscar novas paragens para ganhar o pao que o Pais lhe negou. Os portugueses sairam e hao continuar a sair porque nao veem futuro na sua terra. Sera que saem para espairecer?
A realidade é como descreve e a prova disso é que já nos anos 70 os PIBs grego e espanhol eram bem superiores aos nossos.
O que quero transmitir com a minha mensagem é isto: os gregos, os espanhóis e os israelitas têm recursos naturais idênticos aos nossos.
Nós temos mais precipitação que Israel, que a Grécia ou Espanha, melhores solos, mas não temos uma agricultura mais modernizada, pois o atraso é de décadas.
Então ao contrário do que se diz o problema não é de território nem de recursos naturais.
Sabe, sempre foi maioritariamente masculina. Especialmente nos tempos do Império. Quase nem partiam mulheres, eram maioritariamente homens.
O Jorge de Sena tem uma teoria expressa em poema.
Somos uma sociedade matriarcal, em que o inconsciente colectivo tem características predominantes de arquétipo feminino. Por outro lado, a figura de uma personificação de Portugal seria feminina.
O Jorge de Sena diz que os homens portugueses fugiam das mães, tias, namoradas, para procurar conforto nos colos das mulheres de outras paragens. Afirma que as mulheres lusitanas são possessivas, adoram mandar.
Foda-se! O homem está a dizer que temos de trabalhar para sairmos do buraco em que nos metemos por querermos receber subsídios e não trabalhar. Trabalhar, perceberam? E que há muito que podemos fazer e que temos de o fazer. Trabalhar! (e vocês só se dão ao trabalho de dizer mal para nada se fazer, porque se falou em trabalhar; foda-se desamparem a loja e vão votar na rataria que já esfrega as mãos para nos voltar a roubar o quíntuplo do “subsídio” que aí vem para eles poderem ir para o poder).
«Trabalhar, perceberam? E que há muito que podemos fazer e que temos de o fazer. Trabalhar! »
Nem mais.
Temos de cultivar os campos, reabrir as fábricar, explorar os recursos geológicos, recuperar os produtos artesanais tradicionais, agora com produção voltada para exportação.
E matar a DDT o funcionalismo público e parte do sector dos serviços.
Trabalhar, poupar e captar investimento estrangeiro, já que por cá o capital não abunda e o endividamento privado é elevado.
Esta deve ser mensagem.
O atraso é de décadas em relação aos nossos vizinhos europeus.
Assusta-me portanto ouvir as promessas de António Costa. A sua eleição implicaria adiar ou mesmo atrasar novamente Portugal.
” se não temos massa critica técnica nem mercado.”
jmpg,
A isto me Baleizão chamamos analfabeto.
Era Cavaco 1º Ministro ainda tínhamos: um dos maiores estaleiros do mundo, uma da maiores fundições do mundo , uma unidade de fabrico de material ferroviário do mundo, tínhamos e temos muitossssssssssssssssssssss terrenos férteis, tantos que só a cooperativa margem esquerda deu para baralhar tanto o António Barreto e afins que acabaram com ela.
Ao mesmo tempo, temos os maiores políticos de merda do mundo.
Sabe porquê vitor??? O que digo acima são factos. Como são factos argumentar sobre factos é aborrecido.
O cartucho de alcagoita produzidos na China, podiam ser produzidos nos barros de Baleizão…mas o Cavaco nã quis.
Queria colocar-lhe uma questão. Há alguma possibilidade de a ordem dos posts ser de acordo com o numero de comentários??? Por exemplo um post seu está lá para baixo, mas eu faço um comentário e ele fica em cima…há alguma hipótese??? Há post que perdem interesse porque no entanto desaparecem.
Tudo bem, mas percebeu a ideia??? Andei num, acho que da SIC, que acontecia isso, Um post podia estar num fundo, que respondido…
Já agora, chegou a ver o vídeo???? É por estas e por outras que a UE nunca acabará para alguns-
Quem negociou a adesão à CEE foi o soares e foi nas negociações que foi dizimada a agricultura e a pesca portuguesas. Mas já em 74 veio a comunada dizer que se recebia sem se trabalhar. Vai ali a Almada ver as placas comemorativas na porta da companhia de pescas para perceberes o que aconteceu de imediato a esses (e a tudo o resto) estaleiros, unidades fabris, fundições de que falas. Aconteceu-lhe isso, o dinheiro era suposto aparecer sem trabalho e os “subsídios” da cee foram encarados da mesma maneira: negociados para dar poder em Portugal a quem os negociou, entididos como ordenado a troco de nado por quem os recebeu. E o dinheiro nunca faltaria que era só imprimir (nas palavras do corrupto pai do corrupto 44). O bce hoje quis voltar a alimentar a ilusão porque, de cada vez que isso acontece, acabamos nós a pagar a bancarrota e acabam eles cada vez mais donos de Portugal. Mas os labregos estão contentes.
É claro que o facto dos teus camaradas comunas terem andado anos e anos a ocupar e a escavacar propriedades agricolas e empresas não teve nada a ver com o desastre, pois não?
Essa do “tinhamos um dos maiores estaleiros navais do mundo e uma fundição(???), e uma fábrica de material rodoviário”, é para a gente se rir, não é? isso é verdade antes de os comunistas as terem ocupado e destruido. Como fizeram na CUF e em milhares e milhares de PMEs.
Que títulos de dívida é que irão ser comprados?
O cenário considerado mais provável é que o BCE venha a realizar compras de dívida de todos os países da zona euro excepto a Grécia, usando a quota de cada país no eurosistema para definir as quantidades. Assim, o país que será mais beneficiado em termos brutos é a Alemanha. A Grécia pode ficar de fora pelo facto de todas as agências de rating consideradas pelo BCE lhe atribuírem classificação “lixo”. No caso de Portugal, uma agência – a canadiana DBRS – atribui um rating acima de “lixo”. Foi noticiado que chegou a ser colocada a hipótese dentro do BCE de se fazerem compras de títulos com rating AAA, o que deixaria de fora todos os países da Europa periférica.
O BCE corre riscos ao comprar dívida?
Ao comprar títulos de dívida pública, o banco central fica sujeito a perdas na eventualidade de um dos países da zona euro entrar em incumprimento. O BCE tem defendido que esse é um cenário altamente improvável e que, a acontecer, teria sempre direito a ser reembolsado primeiro. Ainda assim, há sinais de que esta seja uma dúvida que existe entre os membros do BCE. Só assim se explica que, de acordo com vários meios de comunicação social, possam vir a ser os bancos centrais nacionais de cada país a efectuar a maior parte das compras dos títulos dos respectivos países. Esta opção, que terá sido uma exigência dos representantes alemães para proteger o Bundesbank do risco de default de países como Portugal, retira, de acordo com diversos economistas, eficácia à medida do BCE.—do artigo acima no Público
Esta medida é benéfica indirectamente, os juros da divida publica e privada baixam e desoneram os respectivos orçamentos, por outro lado, as exportações intra comunitárias vão subir e compensar as quedas para a lusofonia derivado à queda do peço do ouro negro.
Isto sem reformar o que seja, mas com mais medidas prinipalmente na justiça e burocracia, podemos cavalgar a onda.
Aí está o que a esquerda e os subscritores profissionais de manifestos andavam há muito a exigir: a reestruturação e a mutualização da divida. Dois em um, portanto. Só nos resta aguardar pela felicidade prometida.
Mas há quem não esteja muito satisfeito, porque desconfia que aquilo que exigia com tanto manifesto e tanta reunião na Aula Magna, afinal não vai resolver os nossos problemas:
Depois disto, e como a cereja em cima do bolo, só nos resta esperar que no próximo domingo o Syrisa ganhe as eleições na Grécia. E com maioria absoluta!
Ouvi o sotor Costa e ele explicou que a inflação é para combater a deflação. As pessoas não compravam porque os preços eram muito baixos (ou algo assim, para quem compreende aquele discurso).
Eu também ouvi. E como o Vitor Cunha, também fiquei com a impressão que o Costa não sabe bem o que é que se está a passar. E ainda não percebeu que o grande derrotado é ele, porque estas medidas retiram a um eventual e cada vez mais duvidoso futuro governo socialista, qualquer margem de manobra para renegociar o que quer que seja em termos de compromissos com os credores.
Aquele comunicado seguido de uma fuga pela esquerda baixa quando lhe começaram a fazer perguntas a que ele não sabe responder, podia perfeitamente ser dito pela Catarina Martins, não estivesse ela em Atenas a surfar a onda syrizica, que vai levar a Grécia ao Olimpo da miséria.
Mas ele faz é contas, com dinheiro aos montes em Lx., a mais TTT e NAL além das autoestradas e, claro, o TGV. Com Portugal aliviado nas contas e com dinheiro fácil volta o fartar vilanagem, o grupo será o da Tânia em vez da Lena e o amigo do Carvalho em vez do Silva.
Penso eu de que…
Este dinheirame todo vai acontecer-lhe o mesmo quando das primeiras carradas dele nos tempo do Cavaco. Alguns mamarão a bom mamar e o resto fica a chupar no dedo.
Aparecerão uns quantos mega projectos que depois de mamarem muitooooooooooooooooos euros darão em nada e a avaliar pela tendência quem vai encher o cu desta vês é o Costa e a quadrilha dele
Lá estão vocês a pensar que o bosta precisa de perceber alguma coisa ou saber responder a alguma coisa. Que disparate! Ele só precisa de ganhar as eleicções e para isso conta com os manos jornalistas todos. Depois pára os processos judiciais, solta os bois da quadrilha e voltam a montar em menos de nada o esquema de assalto ao dinheiro de todos com “incentivos à economia” (ppp’s, pontes, estradas, aeroportos, cagalhães, afundações e o mais que seja). Isto a ele basta-lhe (e a nós enterra-nos).
a pergunta que tem de ser feita é: a quem vai servir isto realmente?juros mais baixos,sim senhor,mas as condições impostas aos governos(ao nosso em particular)não permitem nem a soberania nem a recuperação real devido aos tratados e ao baixar de calças deste governo actual(não falemos agora da incompetência e corrupção dos últimos 40 anos incluindo os leninistas).
outro que só deve saber contar até dois: os juros impostos blábláblá… de quanto são esses juros e dequnato eram os juros que o corrupto 44 pagava para continuar a endividar o país e enriquecer os seus apaniguados?
Raras vezes desliguei abruptamente a TV por ouvir algo revoltante. Fi-lo há 4′ ao ouvir o safado, demagogo e oportunista ACosta sobre a decisão do BCE.
Este fulano é um potencial perigo se for eleito PM.
ACosta é um socialista sem aspas, sem comas, sem plicas. Ou seja, é um socialista real, não daqueles que só existem na imaginação das almas crentes.
E como o socialismo é mesmo real e não há outro, só produz aquilo que está à vista de todos, é por isso que eu não sou socialista.
Não! É um potencial perigo agora, se for eleito pm vai concretizar todo esse potencial e ser mais ruinoso e mais rapidamente (está tudo mais frágil), que o seu igual (em tudo) corrupto 44.
Penso que esta medida, no meu entender necessária, apesar de insuficiente, é uma antecipação à vitória eleitoral do siryza e a europa vai engolir um sapo; a Grécia leva uma moratória no pagamento de parte da dívida de uns 30 a 50 anos. Depois de Domingo, veremos.
O euro irá para o valor do dólar e se a Alemanha não concordar, só vejo uma saída, acaba o euro. Penso que os países europeus vão novamente segurar a Grécia, o peso das dívidas é enorme e seria um cataclismo a queda da Grécia. Ficaremos todos mais pobres, mas quem dita isto é globalização e o aumento de riqueza nos países emergentes.
Claro que é perigosa, perigosíssima! A inflação é a forma dos políticos ganharem poder prometendo 10 e tirando 30, o que cria a “necessidade” de voltar a prometer “dar” 15. Se eles não fizerem isto vão fazer o quê? Trabalhar??? Perigosíssima!
Afinal quem vai lucrar com a compra de dívida são os países do centro e claro está, a banca. Relativamente à Grécia não se compra nenhuma e relativamente a Portugal, o plafond é de 24 mil milhões, mas como o BCE já tem 19 mil milhões nossos, só nos comprará 5000 milhões. Conclusão: a dupla Passos&Portas vai continuar o “ajustamento”, corrigo, empobrecimento.
Não vai resolver nada. Quem pode não investe e o dinheiro vai todo pelo cano abaixo. Precisamos é de indústria, agricultura, serviços, novas tecnologias, capital humano qualificado (350000 saíram de mala de cartão) só ficaram velhos para morrerem aos poucos. Vamos ter inflação sem crescimento, traduzindo: vamos empobrecer no euro. Isto é como lançar dinheiro de avião, e os miúdos iam apanhar e gastavam tudo em lambarices!
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Engraçado! Ouvi ontem um bebedolas na tasca do Azevedo a dizer exactamente o mesmo.
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E qual a sua opinião?
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Dadas as circumstâncias, não vejo outra alternative. Só espero que os bancos façam o seu papel e que vão à falência se tentarem repetir as graçolas do ciclo anterior.
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Whatever it takes????
Os gulosos dos europeus colocaram tudo o que é prodição, de borla, nas mão dos Chineses e agora andam a ganir , ai, ai, ai que a desinflação é perigosa.
Hoje comprei um pacote de alcagoitas, madi in china
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Estranho…porque será que os comentadores encartados sempre dispostos a falar grosso sobre nada, não comentam estes vídeo???
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Que ninguem tenha ilusoes. Somos um Pais pequeno e pobre (sem recursos naturais e humanos). A geracao mais bem preparada (a quem deram apenas uma ensaboadela rapida) nao nos vai tirar deste atoleiro. Por estas e outras razoes Portugal nunca podera pensar sequer em comparar-se aos alemaes, franceses ou italianos.
Teremos que nos habituar a estar entre os ultimos de todas e quaisquer listas. E triste mas e assim!
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Quem tem capitais próprios, faz contas e com esta carga fiscal, não dá. Podemos ter investimento com o dinheiro dos outros(capital alheio), mas para produzir o quê e para quem? A coisa está preta na europa e concordo consigo relativamente á nossa terra. Não me venham prometer nada, não acredito.
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«Somos um Pais pequeno e pobre (sem recursos naturais e humanos).»
Temos recursos naturais. Mais que inúmeros países europeus que já nos «ultrapassaram».
Os recursos humanos saem ou porque em algumas áreas estamos a formar acima das necessidades, ou porque a economia não se modernizou nem tem dinamismo para absorver licenciados.
Para a economia se modernizar é necessário capital. Nós temos dívida.
Se não há capital, temos de atrair investimento estrangeiro de forma maciça.
Para atrair investimento estrangeiro temos que oferecer melhores condições que as oferecidas pela América Latina e pela Europa de Leste. E isso passa inevitavelmente por reduzir impostos e preços de bens e serviços, mexer nas leis laborais, na Justiça, simplificar regulamentações e burocracias, mexer na educação.
Para reduzir o esforço fiscal é necessário Reformar o Estado. Ao se Reformar o Estado, constatar-se-á que dezenas de milhar de almas ficarão sem emprego. Não apenas na máquina central, mas acima de tudo no Estado Paralelo.
Mas não se pode Reformar.
A Constituição não permite.
Mários Soares ficaria insuportável quando lhe cortassem o financiamento à Fundação. Santana Lopes viria chocado reclamar contra o perigoso neo-liberalismo que entranto descobrira a trapaça, a banha de cobra, a mentira que são as Misericórdias, que é o monopólio dos jogos sociais e que são as IPSSs. Os autarcas organizariam excursões a Lisboa, para protestar contra a fusão dos seus municípios.
Assim, só nos resta esta estabilidade pútrida.
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A província de Almeria tem um deserto. O único da Europa.
Mas também um mar de estufas. É uma das hortas da Europa.
Acho a fruta deles uma porcaria quando comparada com a nossa. Mas nós desistimos de produzir há muito. Também deveríamos ter mares de estufas nas campinas algarvias, de Faro ou de Olhão, a produzir com os mesmos métodos modernos que têm os andaluzes e os israelitas. Faro e Olhão têm funcionalismo e dependente do Estado Social, desordenamento urbanístico e casas fechadas.
A província de Jaén tem um mar de olivais. Cultura intensiva e moderna. Não há paralelo no Alentejo, mas as coisas estão felizmente a mudar.
Não aproveitamos devidamente o Alqueva. Aquila barragem em Israel, na Califórnia ou no Sul de Espanha era outra história.
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Não vai resolver nada . Investir e criar riqueza onde, como, e em quê . Na industria em quê, se não temos massa critica técnica nem mercado. Na agricultura em quê, se não temos área arável suficiente ( no Alentejo 70% das grandes propriedades são de gente estrangeira) .
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Área arável não falta.
Isso é falso.
Nós temos cerca de 900 mm/ano. Muito mais chuva que a Grécia, Sul de Espanha ou Israel. E eles têm uma agricultura muito mais moderna que a nossa. Há décadas. Também temos vastas regiões com excelentes solos. Abandonados.
Há boas terras no Algarve. Grandes áreas abandonadas. Os proprietários estão à espera que chegue o construtor milionário. No Alentejo sonharam com reservas de caça e campos de golfe.
Não temos condições para produzir cereais. Mas deveríamos produzir mais carne, frutas, vegetais. A economia espanhola está décadas à nossa frente.
Falta a modernização da agricultura. Se os proprietários não cultivam, mexa-se na lei.
Por exemplo, taxem-se as mais valias imobiliárias. Ou faça-se uma qualquer legislação que obrigue os herdeiros a entenderem-se nos meses seguintes à morte do proprietário.
Parte do país está parado porque os herdeiros não se entendem. Há partilhas que podem demorar mais de duas décadas a ser feitas. As casas entretanto ficam em ruínas, e os terrenos ao abandono.
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Amigo luís
Não percebo onde vive nem o que faz
Não sei o que é para si uma agricultura moderna .
Diz que temos excelentes solos , mas onde estão e para que culturas
Diz que temos boas terras no algarve, onde estão e para que culturas
As terras de caça normalmente são terras pobres só para isso servem
Criar leis para os herdeiros se entenderem e para os agricultores trabalharem a terra Não brinque
Até a reforma agraria que tudo sabia não ajudou a agricultura antes pelo contrario deixou tudo mais pobre
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Bons solos existem com grande extensão:
-No litoral algarvio, campinas da Luz d Tavira, Faro, Olhão, freguesias de Cacela, Altura e Conceição de Tavira, a sul de Loulé, o corredor continua por Albufeira, região de Lagos ou Aljezur, Silves, vales das ribeiras do Almargem, Asseca, Quarteira.
– Barros de Beja, região em torno de Beja, Vidigueira, Serpa, há ainda o Litoral Alentejano ou o excelente vale do Sado e respectivos afluentes.
– Lezíria do Tejo e vales dos afluentes.
– Região Oeste.
– Todo o litoral a norte de Coimbra até Caminha.
– Cova da Beira.
– Baixo Mondego.
– Extensas áreas do Alto Alentejo.
Culturas?
Oliveira, morango, tomate, cereja, castanha, maça, pêra, laranja e outros citrinos, girassol, dióspiro, nêspera, quivi, mirtilo, cogumelos, pêssego, nectarina, vinha, plantas aromáticas para indústria farmacêutica e óleos essenciais, pimento, abóbora, arroz, etc, etc, etc.
Eu é que não sei em que mundo o caro comentador vive.
Não conhece certamente o país.
Agricultura moderna?
Agricultura moderna é o que têm por exemplos os andaluzes. Produção eficiente, agricultores orientados por engenheiros agrícolas, variedades mais produtivas, produção em larga escala, regadio intensivo.
Nós ainda temos a pequena horta com as couves e meia dúzia de árvores de fruto. Extensas regiões com árvores envelhecidas, pouco produtivas.
A minha família teve produção agrícola durante décadas. Trabalhámos durante muito tempo com Espanha. Conheço bem as diferenças.
Durante os anos 80 e os anos 90 venderam a ideia que «agricultura nunca mais», «não temos solos», etc.
Ninguém ouviu o Arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles.
Alternativamente, leiam Orlando Ribeiro.
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Lepe tem um clima e solos idênticos aos que existem no Algarve e Litoral Alentejano.
Aquela região é a principal produtora de morango da Europa.
Não compreendo nem aceito que não estejamos a competir com os espanhóis.
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Luis: O sr parte de errados pressupostos ao comparar Grecia, Espanha, Israel e Portugal. Comecemos por Israel que tem um indice de qualificacao inegualavel no mundo, sao os donos do dinheiro e teem os melhores especialistas em tudo alem de receberem bilioes de $ da America. A Grecia tinha ate ha pouco registada a maior frota de marinha mercante e um turismo de 1a classe. A Espanha (6 vezes maior que Portugal ha muito que tem uma agricultura desenvolvida, muito turismo antes de nos e industrias variadas.
Nos temos o Convento de Mafra feito com o ouro de pedras preciosas do Brasil. Temos os Jeronimos feitos com o comercio de especiarias da India.
O ouro e marfim que veio da costa africana foi todo “derretido” As riquezas
“passavam” por Lisboa e nada mais e podiamos ter muito mais.
Leia a nossa historia. Aquilo que somos hoje e o que temos sido ao longo dos seculos.Nao produzimos o necessario para comer e ja somos emigrantes de ha seculos. Nao foi so no tempo de Salazar que os portugas tiveram que buscar novas paragens para ganhar o pao que o Pais lhe negou. Os portugueses sairam e hao continuar a sair porque nao veem futuro na sua terra. Sera que saem para espairecer?
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Caro Beirão.
A realidade é como descreve e a prova disso é que já nos anos 70 os PIBs grego e espanhol eram bem superiores aos nossos.
O que quero transmitir com a minha mensagem é isto: os gregos, os espanhóis e os israelitas têm recursos naturais idênticos aos nossos.
Nós temos mais precipitação que Israel, que a Grécia ou Espanha, melhores solos, mas não temos uma agricultura mais modernizada, pois o atraso é de décadas.
Então ao contrário do que se diz o problema não é de território nem de recursos naturais.
É cultural e político.
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Quanto à emigração…
Sabe, sempre foi maioritariamente masculina. Especialmente nos tempos do Império. Quase nem partiam mulheres, eram maioritariamente homens.
O Jorge de Sena tem uma teoria expressa em poema.
Somos uma sociedade matriarcal, em que o inconsciente colectivo tem características predominantes de arquétipo feminino. Por outro lado, a figura de uma personificação de Portugal seria feminina.
O Jorge de Sena diz que os homens portugueses fugiam das mães, tias, namoradas, para procurar conforto nos colos das mulheres de outras paragens. Afirma que as mulheres lusitanas são possessivas, adoram mandar.
É uma explicação interessante.
Talvez um Jung explicasse isto melhor.
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Foda-se! O homem está a dizer que temos de trabalhar para sairmos do buraco em que nos metemos por querermos receber subsídios e não trabalhar. Trabalhar, perceberam? E que há muito que podemos fazer e que temos de o fazer. Trabalhar! (e vocês só se dão ao trabalho de dizer mal para nada se fazer, porque se falou em trabalhar; foda-se desamparem a loja e vão votar na rataria que já esfrega as mãos para nos voltar a roubar o quíntuplo do “subsídio” que aí vem para eles poderem ir para o poder).
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«Trabalhar, perceberam? E que há muito que podemos fazer e que temos de o fazer. Trabalhar! »
Nem mais.
Temos de cultivar os campos, reabrir as fábricar, explorar os recursos geológicos, recuperar os produtos artesanais tradicionais, agora com produção voltada para exportação.
E matar a DDT o funcionalismo público e parte do sector dos serviços.
Trabalhar, poupar e captar investimento estrangeiro, já que por cá o capital não abunda e o endividamento privado é elevado.
Esta deve ser mensagem.
O atraso é de décadas em relação aos nossos vizinhos europeus.
Assusta-me portanto ouvir as promessas de António Costa. A sua eleição implicaria adiar ou mesmo atrasar novamente Portugal.
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” se não temos massa critica técnica nem mercado.”
jmpg,
A isto me Baleizão chamamos analfabeto.
Era Cavaco 1º Ministro ainda tínhamos: um dos maiores estaleiros do mundo, uma da maiores fundições do mundo , uma unidade de fabrico de material ferroviário do mundo, tínhamos e temos muitossssssssssssssssssssss terrenos férteis, tantos que só a cooperativa margem esquerda deu para baralhar tanto o António Barreto e afins que acabaram com ela.
Ao mesmo tempo, temos os maiores políticos de merda do mundo.
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Já ninguém lhe liga, nem em Baleizão, nem em lado nenhão.
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Sabe porquê vitor??? O que digo acima são factos. Como são factos argumentar sobre factos é aborrecido.
O cartucho de alcagoita produzidos na China, podiam ser produzidos nos barros de Baleizão…mas o Cavaco nã quis.
Queria colocar-lhe uma questão. Há alguma possibilidade de a ordem dos posts ser de acordo com o numero de comentários??? Por exemplo um post seu está lá para baixo, mas eu faço um comentário e ele fica em cima…há alguma hipótese??? Há post que perdem interesse porque no entanto desaparecem.
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Não. É um blogue, é ordenado por cronologia inversa.
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Tudo bem, mas percebeu a ideia??? Andei num, acho que da SIC, que acontecia isso, Um post podia estar num fundo, que respondido…
Já agora, chegou a ver o vídeo???? É por estas e por outras que a UE nunca acabará para alguns-
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Quem está a tramar a indústria portuguesa?
” Disseram-nos que podíamos viver apenas a exportar “serviços”, sem a maçada de termos de produzir fosse o que fosse. Afinal…”
http://jornaldiabo.com/economia/quem-esta-tramar-industria-portuguesa/
Mais factos….
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Quem negociou a adesão à CEE foi o soares e foi nas negociações que foi dizimada a agricultura e a pesca portuguesas. Mas já em 74 veio a comunada dizer que se recebia sem se trabalhar. Vai ali a Almada ver as placas comemorativas na porta da companhia de pescas para perceberes o que aconteceu de imediato a esses (e a tudo o resto) estaleiros, unidades fabris, fundições de que falas. Aconteceu-lhe isso, o dinheiro era suposto aparecer sem trabalho e os “subsídios” da cee foram encarados da mesma maneira: negociados para dar poder em Portugal a quem os negociou, entididos como ordenado a troco de nado por quem os recebeu. E o dinheiro nunca faltaria que era só imprimir (nas palavras do corrupto pai do corrupto 44). O bce hoje quis voltar a alimentar a ilusão porque, de cada vez que isso acontece, acabamos nós a pagar a bancarrota e acabam eles cada vez mais donos de Portugal. Mas os labregos estão contentes.
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É claro que o facto dos teus camaradas comunas terem andado anos e anos a ocupar e a escavacar propriedades agricolas e empresas não teve nada a ver com o desastre, pois não?
Essa do “tinhamos um dos maiores estaleiros navais do mundo e uma fundição(???), e uma fábrica de material rodoviário”, é para a gente se rir, não é? isso é verdade antes de os comunistas as terem ocupado e destruido. Como fizeram na CUF e em milhares e milhares de PMEs.
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pois lá está…
não consigo ver a diferença entre esta receita milagrosa e a hipótese dos gregos vencedores das eleições decidirem imprimir notas…
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É a mesma coisa que o mugabe faz lá no Zimbabué. Em breve vamos às compras com um carro de mão de notas.
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Estou para ver quanto o petróleo voltar a subir.
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http://www.publico.pt/economia/noticia/o-que-esta-em-causa-na-reuniao-do-bce-1682854 já sabemos que vai até ao bilião de euros no final de 2016.
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Que títulos de dívida é que irão ser comprados?
O cenário considerado mais provável é que o BCE venha a realizar compras de dívida de todos os países da zona euro excepto a Grécia, usando a quota de cada país no eurosistema para definir as quantidades. Assim, o país que será mais beneficiado em termos brutos é a Alemanha. A Grécia pode ficar de fora pelo facto de todas as agências de rating consideradas pelo BCE lhe atribuírem classificação “lixo”. No caso de Portugal, uma agência – a canadiana DBRS – atribui um rating acima de “lixo”. Foi noticiado que chegou a ser colocada a hipótese dentro do BCE de se fazerem compras de títulos com rating AAA, o que deixaria de fora todos os países da Europa periférica.
O BCE corre riscos ao comprar dívida?
Ao comprar títulos de dívida pública, o banco central fica sujeito a perdas na eventualidade de um dos países da zona euro entrar em incumprimento. O BCE tem defendido que esse é um cenário altamente improvável e que, a acontecer, teria sempre direito a ser reembolsado primeiro. Ainda assim, há sinais de que esta seja uma dúvida que existe entre os membros do BCE. Só assim se explica que, de acordo com vários meios de comunicação social, possam vir a ser os bancos centrais nacionais de cada país a efectuar a maior parte das compras dos títulos dos respectivos países. Esta opção, que terá sido uma exigência dos representantes alemães para proteger o Bundesbank do risco de default de países como Portugal, retira, de acordo com diversos economistas, eficácia à medida do BCE.—do artigo acima no Público
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este é já de hoje à tarde http://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica_monetaria/detalhe/bce_avanca_com_compra_de_divida_publica.html
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Esta medida é benéfica indirectamente, os juros da divida publica e privada baixam e desoneram os respectivos orçamentos, por outro lado, as exportações intra comunitárias vão subir e compensar as quedas para a lusofonia derivado à queda do peço do ouro negro.
Isto sem reformar o que seja, mas com mais medidas prinipalmente na justiça e burocracia, podemos cavalgar a onda.
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Somos uns palhaços . agora q a Alemanha está a ficar com a economia anémica já se podem fazer estas cenitas . idiotas.
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Aí está o que a esquerda e os subscritores profissionais de manifestos andavam há muito a exigir: a reestruturação e a mutualização da divida. Dois em um, portanto. Só nos resta aguardar pela felicidade prometida.
Mas há quem não esteja muito satisfeito, porque desconfia que aquilo que exigia com tanto manifesto e tanta reunião na Aula Magna, afinal não vai resolver os nossos problemas:
http://economico.sapo.pt/noticias/jose-reis-europa-esta-demasiado-deprimida-para-que-o-bce-baste_210458.html
Depois disto, e como a cereja em cima do bolo, só nos resta esperar que no próximo domingo o Syrisa ganhe as eleições na Grécia. E com maioria absoluta!
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Ouvi o sotor Costa e ele explicou que a inflação é para combater a deflação. As pessoas não compravam porque os preços eram muito baixos (ou algo assim, para quem compreende aquele discurso).
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Chamaram-me? Exacto Vitor, é a inflação que faz as pessoas comprarem, maçãs a 7 € o kg, como na Venezuela, isso é que é bom e ajuda os pobres…
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Eu também ouvi. E como o Vitor Cunha, também fiquei com a impressão que o Costa não sabe bem o que é que se está a passar. E ainda não percebeu que o grande derrotado é ele, porque estas medidas retiram a um eventual e cada vez mais duvidoso futuro governo socialista, qualquer margem de manobra para renegociar o que quer que seja em termos de compromissos com os credores.
Aquele comunicado seguido de uma fuga pela esquerda baixa quando lhe começaram a fazer perguntas a que ele não sabe responder, podia perfeitamente ser dito pela Catarina Martins, não estivesse ela em Atenas a surfar a onda syrizica, que vai levar a Grécia ao Olimpo da miséria.
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Mas ele faz é contas, com dinheiro aos montes em Lx., a mais TTT e NAL além das autoestradas e, claro, o TGV. Com Portugal aliviado nas contas e com dinheiro fácil volta o fartar vilanagem, o grupo será o da Tânia em vez da Lena e o amigo do Carvalho em vez do Silva.
Penso eu de que…
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Alex,
Este dinheirame todo vai acontecer-lhe o mesmo quando das primeiras carradas dele nos tempo do Cavaco. Alguns mamarão a bom mamar e o resto fica a chupar no dedo.
Aparecerão uns quantos mega projectos que depois de mamarem muitooooooooooooooooos euros darão em nada e a avaliar pela tendência quem vai encher o cu desta vês é o Costa e a quadrilha dele
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Lá estão vocês a pensar que o bosta precisa de perceber alguma coisa ou saber responder a alguma coisa. Que disparate! Ele só precisa de ganhar as eleicções e para isso conta com os manos jornalistas todos. Depois pára os processos judiciais, solta os bois da quadrilha e voltam a montar em menos de nada o esquema de assalto ao dinheiro de todos com “incentivos à economia” (ppp’s, pontes, estradas, aeroportos, cagalhães, afundações e o mais que seja). Isto a ele basta-lhe (e a nós enterra-nos).
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a pergunta que tem de ser feita é: a quem vai servir isto realmente?juros mais baixos,sim senhor,mas as condições impostas aos governos(ao nosso em particular)não permitem nem a soberania nem a recuperação real devido aos tratados e ao baixar de calças deste governo actual(não falemos agora da incompetência e corrupção dos últimos 40 anos incluindo os leninistas).
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Ricardo, e minha opinião este foi o governo menos mau que tivemos até hoje. Temo o próximo, receio pelo futuro.
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outro que só deve saber contar até dois: os juros impostos blábláblá… de quanto são esses juros e dequnato eram os juros que o corrupto 44 pagava para continuar a endividar o país e enriquecer os seus apaniguados?
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Raras vezes desliguei abruptamente a TV por ouvir algo revoltante. Fi-lo há 4′ ao ouvir o safado, demagogo e oportunista ACosta sobre a decisão do BCE.
Este fulano é um potencial perigo se for eleito PM.
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ACosta é um socialista sem aspas, sem comas, sem plicas. Ou seja, é um socialista real, não daqueles que só existem na imaginação das almas crentes.
E como o socialismo é mesmo real e não há outro, só produz aquilo que está à vista de todos, é por isso que eu não sou socialista.
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Não! É um potencial perigo agora, se for eleito pm vai concretizar todo esse potencial e ser mais ruinoso e mais rapidamente (está tudo mais frágil), que o seu igual (em tudo) corrupto 44.
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Desde que o nosso Constâncio foi “convidado” para lá trabalhar que não tenho nem ilusões, nem dúvidas.
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Penso que esta medida, no meu entender necessária, apesar de insuficiente, é uma antecipação à vitória eleitoral do siryza e a europa vai engolir um sapo; a Grécia leva uma moratória no pagamento de parte da dívida de uns 30 a 50 anos. Depois de Domingo, veremos.
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Em suma: a Europa vai seguir o caminho do Zimbabué. Agora é que o desastre vai ser de vez.
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O euro irá para o valor do dólar e se a Alemanha não concordar, só vejo uma saída, acaba o euro. Penso que os países europeus vão novamente segurar a Grécia, o peso das dívidas é enorme e seria um cataclismo a queda da Grécia. Ficaremos todos mais pobres, mas quem dita isto é globalização e o aumento de riqueza nos países emergentes.
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Deflação perigosa?! Aqueles gajos são doidos.
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Claro que é perigosa, perigosíssima! A inflação é a forma dos políticos ganharem poder prometendo 10 e tirando 30, o que cria a “necessidade” de voltar a prometer “dar” 15. Se eles não fizerem isto vão fazer o quê? Trabalhar??? Perigosíssima!
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A 3ª Guerra Mundial será no debate ideológico deflação vs. felação.
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Camarada Victor Cunha, porque razão todos nós europeus pagamos taxas e impostos se apenas basta imprimir dinheiro.
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Não era tempo de acabar com impostos e colocar as rotativas em funcionamento? Digo eu.
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Nem precisam de ter tanto trabalho, ponham o ficheiro na net que a malta imprime.
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Boa ideia, mas precisamos de criar uma comissão reguladora, mais um instituto bem como um senado para monitorizar as impressões.
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Já agora ó deitemachave fora e quem não tem impressora, ou internet, vai ser ostracizado?
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Temos de criar uma comissão e um instituto para que todos não sejam empurrados para a pobreza se não tiverem acesso ao androide.
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Afinal quem vai lucrar com a compra de dívida são os países do centro e claro está, a banca. Relativamente à Grécia não se compra nenhuma e relativamente a Portugal, o plafond é de 24 mil milhões, mas como o BCE já tem 19 mil milhões nossos, só nos comprará 5000 milhões. Conclusão: a dupla Passos&Portas vai continuar o “ajustamento”, corrigo, empobrecimento.
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