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Quando se toma por verdadeira a tese dos fundamentalistas acaba-se invariavelmente a fazer figura de cobarde e a promover a ignorância

26 Janeiro, 2015

Como se resolveu fazer de conta que é verdade que os muçulmanos não representam Maomé as obras de arte islâmica em que Maomé é representado estão a ser banidas. Agora foi a vez do Victoria & Albert Museum
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  1. MJRB's avatar
    26 Janeiro, 2015 16:00

    Se os países europeus, os USA e outros cederem inclusivamente em casos de somenos importância, não só colocam temporariamente em causa e fazem perigar a Cultura e a História Ocidental, mas também proporcionam evolutivo campo de actuação ao EI.

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  2. BorNot2B's avatar
    26 Janeiro, 2015 16:19

    “Islamic Painting” é um tanto ou quanto exagerado… Pintura “islâmica” ou poesia, ou matemática ou whatever soa sempre a coisa produzida por “gente” nas terras “ocupadas”, ou melhor dizendo, submetidas… Imaginemos usar o termo “christian” para a “produção” ocidental… Teríamos “pintura cristã”, “ciência cristã”, “época áurea do cristianismo”, “filosofia cristã”… Enfim, disparate!… E no entanto há muito quem goste de endeusar o “islamic” something com as cores de um “islamic” que apenas existiu no exotismo criativo dos romancistas ocidentais…

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  3. Juromenha's avatar
    Juromenha permalink
    26 Janeiro, 2015 17:40

    Como “estas coisas” assentam muito na simbologia, anote-se que se estão(?) a comemorar os cinquenta anos sobre a morte de Churchill.
    “Other voices, other rooms”, diria o outro…
    Quanto ao “banimento”, Chamberlain estaria de acordo…

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