Quando se toma por verdadeira a tese dos fundamentalistas acaba-se invariavelmente a fazer figura de cobarde e a promover a ignorância
26 Janeiro, 2015
Como se resolveu fazer de conta que é verdade que os muçulmanos não representam Maomé as obras de arte islâmica em que Maomé é representado estão a ser banidas. Agora foi a vez do Victoria & Albert Museum

3 comentários
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Se os países europeus, os USA e outros cederem inclusivamente em casos de somenos importância, não só colocam temporariamente em causa e fazem perigar a Cultura e a História Ocidental, mas também proporcionam evolutivo campo de actuação ao EI.
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“Islamic Painting” é um tanto ou quanto exagerado… Pintura “islâmica” ou poesia, ou matemática ou whatever soa sempre a coisa produzida por “gente” nas terras “ocupadas”, ou melhor dizendo, submetidas… Imaginemos usar o termo “christian” para a “produção” ocidental… Teríamos “pintura cristã”, “ciência cristã”, “época áurea do cristianismo”, “filosofia cristã”… Enfim, disparate!… E no entanto há muito quem goste de endeusar o “islamic” something com as cores de um “islamic” que apenas existiu no exotismo criativo dos romancistas ocidentais…
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Como “estas coisas” assentam muito na simbologia, anote-se que se estão(?) a comemorar os cinquenta anos sobre a morte de Churchill.
“Other voices, other rooms”, diria o outro…
Quanto ao “banimento”, Chamberlain estaria de acordo…
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