mon ami hollande
Como pretende Alexis Tsipras resolver o problema do buraco financeiro em que o seu país se encontra? Através de um conjunto de medidas que apontam, todas elas e o seu conjunto, para o abismo inevitável: nacionalizar a banca, centralizar o controlo dos preços e sacar o dinheiro dos «ricos», para que eles lhe paguem os seus disparates. Ora, se Tsipras fosse um pouco mais culto e menos fanático – a confirmarem-se estas promessas, obviamente -, ele saberia da História que nada disto funciona e que resulta, inevitavelmente, no exacto contrário do que é suposto ele pretender. Sobre a nacionalização da banca, por exemplo, poderá analisar os resultados do que aconteceu em Portugal a partir de 1975, quando, nesse ano, se entregaram ao «povo» bancos pujantes, para que os mesmos fossem devolvidos aos seus anteriores proprietários, alguns anos mais tarde, completamente falidos. Sobre o controlo centralizado dos preços, há um sem fim de exemplos históricos das consequências do disparate: bastará ir às economias planificadas do bloco soviético do século XX, ou, se preferir aprofundar as origens da coisa, ao «máximo» jacobino da Revolução Francesa. Por último, quanto a aprisionar os ricos e as suas fortunas, ele que ponha os olho no que o «son ami» Hollande conseguiu com uma graça parecida com essa. Não tem de se esforçar muito, o camarada Tsipras, para perceber o enredo de disparates onde está metido e onde pretende meter o seu país.

Como pretende Alexis Tsipras resolver o problema do buraco financeiro em que o seu país se encontra?
rui.a,
Se calhar colocando o menino no colo de quem os entalou.
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Errado. Os gregos ao votarem no Domingo passado colocaram o menino ao colo do agora PM. E fizeram-no porque o senhor Tsipras disse que tinha solução para a maleita.
A culpa da doença do menino poderá ser de todos e mais um par de botas. Mas a cura pertence ao camarada Alexis.
Vou aguardar (sentado) o desenrolar dos acontecimentos.
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Não é preciso sentar-se. Bastaram menos de 24 horas para a “hollandização” do governo grego começar.
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Na aventura do Euro, Portugal teve muita sorte em não ter sido o primeiro a dar com os burrinhos na água!… Candeia que vai à frente alumia duas vezes. Embora em má situação, podíamos estar muito pior…Bastava ter deixado o 44 mais uns aninhos no poleiro.
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Não tem nada que ver com o Euro.
Portugal foi parar à pré-bancarrota 3 vezes nos últimos 40 anos?
2 foram com o Escudo.
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Ele até agora disse apenas que iria atacar os ‘ricos’, quando começar a atacar a corrupção e todos aqueles que querem viver à custa do sistema, quero ver se mantém o mesmo suporte. Uma coisa é ser oposição e aí pode se proferir tudo, outra coisa é governar e gerir.
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Em relação aos bancos, os privados quiseram os bancos, mesmo falidos, para os sugarem e fazerem falir outra vez. Nós pagamos sempre.
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Jorge,
Muitos foram forçados pelas políticas governamentais a concederem empréstimos desastrosos, ao estado e a particulares. A falência, nestas condições é inevitável. O estranho é alguns ainda conseguirem sobreviver.
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O actos dos fanáticos nunca são disparates. Para eles, é claro.
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Daqui por seis meses vamos ter a Grécia a ferro e fogo e a pedir por todos os santos que tirem o zipras do poleiro…
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O Hollande só tinha farelo e teve de dar a volta ao quarteirão…foi o que lhe valeu. Já o zipras é um chavalo que vai servir de exemplo para qualquer devaneio que possa surgir em Portugal nas próximas legislativas.
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Basto eu,
Seis meses? É isso que demora as prateleiras dos supermercados esvaziarem-se depois do esganar do crédito?
Diga seis semanas, vá, dez ou doze. A menos que se hollandize completamente. Aí os que votaram no Syriza vão de certeza apreciar a sensibilidade do seu mestre.
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Concordando com a base escolha para aí outra narrativa. Bancos? tem a certeza que falava do BPN; BPP; BES; BCP. Só a pensar nisso vou ali buscar a caneta para votar no nosso syriza.
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