Problemas do foro da liquidez
3 Fevereiro, 2015
Primeiro capítulo – da falta de
- Varoufakis diz que a Grécia não tem um problema de liquidez.
- Sócrates diz que “ter tido dificuldades de liquidez num certo período da minha vida não significa que não tivesse um horizonte financeiro, pessoal e familiar, compatível com o nível de despesas”.
Segundo capítulo – e isso é líquido
- Veroufakis continua à procura de alguém que financie a despesa grega só porque sim.
- Sócrates está preso.
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E Sócrates disse nada. Que até agora nada foi provado já se sabia. Entenda-se com quem o mandou para o calabouço.
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Liquidez silenciosa e silenciada:
“Queriam que eu levasse para o Brasil dinheiro de contas do BES, no Porto. As contas eram dele [José Janene, político do Paraná suspeito de corrupção], para lavar dinheiro em Portugal, mas ouvi dizer que estavam associadas a sociedades off-shore”.
“Segundo Garotinho, do Partido Republicano (oposição), Rosemary levou 25 milhões de euros para Portugal numa viagem com o ex-presidente Lula da Silva. O montante estará depositado numa conta na agência no Banco Espírito Santo (BES), no Porto.”
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Ó c’um carago ! Carago bis !
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JS ainda acaba por fazer quatro roadshows (acompamhado pelo DCIAP) se for para casa com pulseira: o primeiro para verificar in loco se efectivamente a massaroca na conta do amigo e a recebida existiram; o segundo, para localizar os prédios em seu nome, da mãe, do amigo, se estão edificados ou são virtuais; o terceiro, para tentar encontrar no planeta a Maçada, Covilhã, as tais 26 casas, Cova da Beira, Freeport, Lisboa, Paris e Évora; o quarto, se ele próprio existe, se teve amigos especiais — é que a PJ, o MP, magistrados, comunicação social, o amigo e o próprio podem ter sonhado.
Provável quinto roadshow: ir ao concurso da RTP, o da ManuelaMGuedes para ganhar umas massas rumo è liquidez.
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Lidas as respostas, outros argumentos não podia dar: está inocente de tudo; a justiça deve ser “para nós tudo. Para os inimigos nada. Para os outros, cumpra-se a lei”.
Fracos textos para quem foi PM — falta-lhe as pautas e o Luís.
Fiquei sensibilizado com isto: a falta de liquidez, mas com um horizonte financeiro(…)compatível com o nível de despesas. Ou seja, por exemplo também não existe e foi tudo inventado ou virtual o Rodeo Drive em Beverly Hills mais o seu nome na montra do Bijan.
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Fui ler a entrevista.
É patética e também um bocadinho pateta.
a alteração do meu voo de regresso a Lisboa deveu-se à deslocação do meu advogado a Paris para uma reunião comigo que não estava inicialmente prevista
É muito bom viver em Paris e poder mandar vir o advogado de avião para consultas que não estavam previstas.
Claro que não estavam previstas, só ficaram previstas depois do telefonema da ex-mulher a avisá-lo que ia ser preso.
Este fulano achará que consegue enganar todos, sempre?
O resto da entrevista segue o mesmo tom.
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Mas o que representa este bandalho na vida de nós todos actualmente? Um encargo financeiro, é verdade, porque pagamos a cama, mesa e roupa lavada do energúmeno. Mas não estou disposto a gastar tempo a ler entrevistas deste reles.
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O 44 vai ter que explicar os termos da entrevista em novo processo adicional.
O 44 está desesperado, não por estar inocente, note-se que ainda nem sequer estão em consideração os atos como primeiro ministro que são bem piores, com muito mais dinheiro envolvido, mas porque não pode suportar a verdade.
Narciso quando olhou para o espelho também não pôde
Virá a ter que a suportar, quanto mais depressa melhor.
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E a propósito de “atos”, também não era de admirar que a venda da nossa lingua aos brasileiros (vulgo acordo ortográfico) não tenha valido uma “atençãozinha” a alguns.
Há outro motivo para decidir contra todos os pareceres oficiais – e para os esconder?
Um acto de que eram bem capazes.
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No Blog “Portugal dos Pequeninos”, há um post de Domingo, dia 1, sob o título “O Sistema”. Nele e logo no início, JGonçalves chama a atenção para o blog dum ex-PJ detido em Évora, no qual descreve algumas atitudes e não só, de JS.
Vale a pena ler.
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De facto, seria muito mais honesto fingir que se consegue pagar o que é impagável.
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Os seus comentários também são impagáveis.
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Já lhe disse e repito: fundamente as suas tomadas de posição e não se limite a lançar bocas.
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Se eu quiser. Se eu não quiser, não o faço. Veja lá que se eu quiser até nem me diz mais nada.
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