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A propósito da saúde que não tem preço e do preço da saúde

5 Fevereiro, 2015

fiz há algum tempo esta entrevista a Pedro Pita Barros para o Observador. Naturalmente falámos dos custos dos tratamentos da hepatite c

4 comentários leave one →
  1. Antonio Manuel Santos Cristovao's avatar
    5 Fevereiro, 2015 17:40

    Vale a pena reportar como estes assuntos são regulados naqueles países de barbaros os escandinavos.
    Para a maioria dos cidadãos deve meter nojo como os dirigentes das agremiaçoes tratam assuntos de tal gravidade. A mim entristece-me que não possa contratar gestores de lá.

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  2. manuel branco's avatar
    manuel branco permalink
    5 Fevereiro, 2015 18:04

    É, e cada vez vamos mais para lá. Só o ar é que não tem preço; por agora. Donde que como em tudo na vida há que fazer opções e estabelecer prioridades.

    É o caso da hepatite C como é o caso das doenças oncológicas ou dos seropositivos. É verdade sim senhor quanto às próteses; parece que no SNS usam um material mais baratinho que nos grandes hospitais privados.

    Daqui não resulta uma resposta liminar aos casos concretos que vieram a público esta semana. Alguém que saiba de economia da saúde pode dar alvitre. Agora vir tirar conclusões assim à laia da Mexicana às cinco da tarde, tipo amanhã vai chover é que não dá.

    E foi precisamente isso que o chefe de governo fez quando podia estar calado e deixar o assunto para o ministro da saúde. E o que disse foi tão indecente como o cavaco em Guimarães a queixar-se da magreza da pensão. É que foi tão grave que é melhor nem fazer deduções.

    Agora que os recursos não são infinitos, lá isso não são. Falta é saber se as limitações são só de carência ou se são também de cariz ideológico, por exemplo, diminuir o número de camas nos hospitais públicos e fazer festa e festinha em tudo o que é inauguração de hospital privado. Sabe Deus quantos deles não deviam ser obrigados a fechar. Quem não confia em Misericórdias ou obras pias sou eu. Quero contas certas de negociante como a CUF. Ao menos sei ao que vou. E também sei quanto custa. E nem acho que exigem demais. Fica caro, só isso, contam tudo – até o ar (se for com a máscara).

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  3. balde-de-cal's avatar
    balde-de-cal permalink
    5 Fevereiro, 2015 21:34

    net Brasil
    Modo de transmissão – A transmissão ocorre principalmente por via parenteral. São consideradas populações de risco acrescido: indivíduos que receberam transfusão de sangue e/ou hemoderivados antes de 1993, pessoas que compartilham material para uso de drogas injetáveis, inaláveis, tatuagem, “piercing” ou que apresentem outras formas de exposição percutânea. A transmissão sexual pode ocorrer principalmente em pessoas com múltiplos parceiros e com prática sexual de risco acrescido (sem uso de preservativo). A transmissão perinatal é possível e ocorre quase sempre no momento do parto ou logo após. A transmissão intra-uterina é incomum. A média de infecção em crianças nascidas de mães VHC positivas é de aproximadamente 6%, havendo co-infecção com HIV sobe para 17%. A transmissão pode estar associada ao genótipo e carga viral elevada do VHC.

    hoje a discuissão na AR teve menos elevação que nas casas de putas fechadas em 1960

    fecharam as casa mas a profissão continua

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  4. JCA's avatar
    JCA permalink
    6 Fevereiro, 2015 00:23

    .
    4.500 € por doente resolvem o problema.
    Perguntem que eu explico. Tanta conversa para uma coisa tão simples.
    .
    .

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