Opinião versus conhecimento
21 Março, 2015
O caso das listas VIP é aquele em que mais pessoas têm opinião sem perceberem o caso. E à medida que vão percebendo o caso deixam de ter opinião.
19 comentários
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O caso das listas VIP é aquele em que mais pessoas têm opinião sem perceberem o caso. E à medida que vão percebendo o caso deixam de ter opinião.
Excelente síntese e agora pergunta-se, como é que António Costa vai fazer a cambalhota à rectaguarda para corrigir as extemporâneas declarações?
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vamos aguardar até que os
demitidosque saíram pelo próprio pé estejam num poleiro dourado…GostarLiked by 1 person
insider,
Considerando que se demitiram apenas para fazerem o favor ao Governo, que alinhou com a ignorância e estúpidez da oposição e dos media em vez de defender uma medida operacional e necessária, merecem bem qualquer poleiro dourado que lhes seja oferecido.
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Muito verdadeira esta belíssima síntese. Os políticos, os jornalistas, os locutores e muita boa gente neste país são calhandreiros i.e. gostam muito de dizer coisas, A instrução e a educação são fracas .
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Depois da sabotagem no sistema informático do Ministério da Justiça foi a vez do Ministério da Educação.
Agora atacaram no Ministério da Justiça.
A Esquerdalha, à falta de argumentos para atacar o Governo, pratica crimes informáticos.
Cheira-me que até Setembro vai haver mais do mesmo.
Tem que haver processos disciplinares!
Ai se o povo se apercebesse do que é Esquerda do sec XXI……………
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Pior que a direita que governou portugal nos últimos 40 anos não deve ser.
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Emenda:
Queria referir o Ministério das Finanças.
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Devia emendar também sobre o espectro político dos hackers. Veja lá que até as agências governamentais os contratam.
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Por acaso, parece-me o contrário. Aquilo que começou como algo relativamente fácil de explicar, evoluiu para uma enorme trapalhada, com atrapalhadas e suspeitas demissões, com a confirmação da lista sem uma explicação clara e com umas bacocas afirmações de um secretário de estado que nada explicou, antes se refugiou na ausência de provas. Qualquer bom gangster se refugiaria na mesma trincheira…
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Paulo Nuncio, Secretario de Estado dos Assuntos Fiscais :
“Se dizem que aprovei a lista, onde está a prova dessa afirmação? Se dizem que dei instruções onde está a prova dessas instruções? Se dizem que tinha conhecimento, onde está a prova desse conhecimento?”
Portanto, explicou que não aprovou nenhuma lista, que não deu instruções para que fossa criada uma qualquer lista, que não tinha conhecimento sobre a existencia de procedimentos internos para a criação de uma eventual lista.
O que é coerente com o que disseram os 2 funcionarios superiores do fisco que agora se demitiram e a quem poderia interessar descarregar responsabilidades sobre a tutela politica.
Esta tudo explicado.
Mas claro que o que interessa a certo tipo de opositores ao governo não são as explicações e a verdade dos factos.
O que interessa é criar e alimentar mais um caso mediatico que possa ser utilizado para tentar descredibilizar o governo e compensar as noticias positivas sobre a evolução da economia portuguesa desde ha quase 2 anos.
NOTA BENE :
Ao contrario do Secretario de Estado dos Assuntos Fiscais, eu sou a favor da existencia de mecanismos informaticos especificos de contrôle do acesso a informações detidas pelo fisco sobre personalidades “sensiveis”, a começar pelos principais responsaveis politicos.
Dito isto, sabendo-se que este tipo de problematica é susceptivel de ser utilizada para atacar o governo, como vem sendo largamente demonstrado, até compreendo que, a alguns meses de eleições, este tenha optado por não se comprometer.
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Para detectar os trafulhas que vendem informações fiscais aos media, pois que é disso que trata este burburinho, faria uma lista com os 100 ou 200 NIFs em nome individual mais acedidos. Depois se investigaria se o acesso à informação era ou não legítimo.
A maior anedota no meio disto é o sindicalista a defender o acesso ilegítimo a dados confidenciais. Estará a proteger os complementos salariais dos funcionários da Administração Tributária?
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Não! O bacoco do secretário, apenas se refugiou na ausência de provas. Eu sou pelo fim do sigilo fiscal- que para os cargos políticos não existe- única forma de evitar estas mariquice. E outras…
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“Ausencia de provas” é … ausencia de provas !
Mas, pelos vistos, há quem prefira especular e condenar na base de fantasias !!!…
Outra coisa é a questão de fundo sobre o sigilo fiscal.
Claro, pode-se sempre discutir.
Para alguns o sigilo, fiscal ou outro, é em função da cabeça do cliente !…
De qualquer modo, neste momento é o que está na lei. É para ser acatado e aplicado.
Eu sou naturalmente a favor, devidamente e eficazmente aplicado.
O que se tem passado mostra que há falhas que devem ser corrigidas porque houve funcionários que prevaricaram, o que não é aceitável.
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Proponho:
-> Acesso sem filtro aos rendimentos dos sindicalistas, enquanto não forem obrigados tal como todos os detentores de cargos públicos a fazerem a sua declaração para o Tribunal Constitucional.
-> Que a classe Sindicalista em defesa do seu bom nome, exija a DEMISSÃO do
(G)RALHA, porque gralha muito e pouco acerta.
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Este também não sabe do que é que se está a falar. Gostava que ele descrevesse os “indícios criminais” que o PS encontrou.
António Costa está desesperado porque já sabe que nas próximas semanas outros membros dos governos socialistas vão provávelmente fazer companhia ao 44. Por isso está a arrastar o debate politico para níveis só vistos durante o PREC.
Também ainda não percebeu porque é que vai paulatinamente descendo nas sondagens.
http://observador.pt/2015/03/21/antonio-costa-diz-ha-fortes-indicios-criminais-no-caso-das-listas-vip/
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Alexandre Carvalho da Silveira,
Nesta questão tenho que dar razão a António Costa: no caso das “listas VIP”, há indícios fortíssimos de actos criminosos.
Aliás, os suspeitos desses actos estão já a ser alvo de processos disciplinares e apenas se pode esperar que sejam punidos de forma exemplar, incluíndo a cessação do vínculo ao Estado e a proibição de voltarem a ingressar na Função Pública a qualquer nível.
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Bem visto. Mas a acção do Ralha e do PS é exactamente evitar a condenação dos “curiosos”.
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Deixem os curiosos.
Deixem…já ficam para o próximo consulado… 🙂
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O nível de hipocrisia e cinismo em torno das listas VIP é ominoso.
Governo e oposições revelam-se vergonhosamente miseráveis.
Um nojo.
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