Soltem os pilotos
27 Março, 2015
Pessoas que defendem veementemente a presunção de inocência de todos os reclusos cujo nome é Sócrates, presumem igualmente a culpa homicida de todos os pilotos de aviação civil que nunca poderão ficar sozinhos no cockpit.
20 comentários
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Temos aqui (em projecto) uma interessante solução.
Até ao dia em que dois pilotos se unam para produzir uma catástrofe.
Olha, dizem-me aqui do lado que já aconteceu.
Bem nesse caso, o melhor é colocar lá três pilotos, mas aqui há um problema quando um for mijar, é necessário que o quarto piloto que está sentado e a ocupar um lugar em executiva vá até ao cokpit.
Por enquanto esta parece-me uma boa solução.
Duplica o emprego de pilotos subtraindo um lugar em cada avião.
Como já viajei no cockpit de um A320 e o terceiro lugar não é muito cómodo (os outros dois também não) há que criar um suplemento para este piloto até pelo aborrecimento de toda a viagem sem fazer nada.
Considerem isto um esboço para a resolução do problema.
Na próxima intervenção (se necessária) tratarei de apresentar uma solução para o problema da porta.
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Assim fica provado que todos os pilotos são psicopatas e todos os que consideram Sócrates culpado também sofrem do mesmo mal. Agora imagino um piloto que considere Sócrates culpado, esse tem que ser internado com urgência.
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Hoje, o “SOL” revela que o piloto 44, pensava que ia aos comandos da aeronave “A confiança do Mundo”, que voava de Paris para Lisboa. Levava passageiros ilustres como Lula, Eduardo Lourenço, Mário soares, etc. Mas afinal já se descobriu que ele não era o piloto mas sim o co-piloto que se fechou na cabine e veio a despenhar-se com estrondo neste belo cantinho à beira-mar plantado. Levantado o inquérito, o resultado foi rapidíssimo: este suicida louco, afinal devia o seu brevet a luminárias como António Morais, António Guterres, Francisco Balsemão e Jorge Sampaio que se tornaram os pais responsáveis morais por dois hinos, um advogado mal-criado, e…,surpresa das surpresas, um país na bancarrota à boa maneira dos anos 70 e 80. Antes o Batista da Silva!!!
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O fascinante é que já lá vai uma semana desde que certos comentadores eixados disseram publicamente que haviam lido a sentença da relação sem darem conta que o mesmo documento que “leram” se referia à obra de francês-rápido traduzida para português como não sendo da autoria do “autor”. Se calhar foi com medo de humilhar publicamente todos aqueles que fizeram figura de palhaço na apresentação do livro. Mas agora que está na capa do Sol em letras grandes e vermelhas, o que farão? Já agora, alguém tem o ISBN da versão original em francês socrático?
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Nota-se que quem critica anda pouco de avião…
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Eu sou a favor de estarem sempre dois taxistas no táxi, não vá o gajo querer estampar o veículo no estabelecimento prisional de Évora.
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Nota-se que o rhianor paga poucos impostos…
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Não acreditem em tudo o que lhe vendem. Deixemos as averiguações chegar ao fim. No caos e na improbabilidade da nossas vidas, gostamos de explicações ditas “racionais” para fenómenos que nos ultrapassam.
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Occam’s razor
http://en.wikipedia.org/wiki/Occam's_razor
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vc: fora do conteúdo, mas necessitamos de humor negro: ” o livro do 44, tortura em democracia, foi escrito por um professor universitário Português, e já tinha outra encomenda na força, chamar-se-ia, carisma”.
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Isso é o menos: “Na altura, Sócrates explicou que o texto correspondia ao trabalho académico que realizara para o Instituto de Estudos Políticos (‘Sciences Po’) de Paris depois de abandonar o Governo, em 2011.”
Portanto, mais um caso “independente”, certamente mais grave que o “caso relvas”, em que houve notória presunção de culpa. Já agora, ele terá caído mesmo no erro de apresentar um trabalho de terceiros numa escola francesa?!
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Algumas teses de mestrado e doutoramento, em Portugal, são pagas e têm um preço consensualizado. Penso que todos sabemos que existem escritores clandestinos para escrever livros por outros. Não fiquei nada espantado e já na altura presumia a cena do 44. Eventualmente, ele vive mundo paralelo ao nosso e torna-se difícil, seja para o homem comum, seja para os juízes, entender a criatura. Em breve, avançará a psiquiatria.
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Corrigo: encomenda na forja.
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Acrescentaria que a intervenção de ontem pela autoridade francesa começou por caracterizar a versão como a “mais plausível”, mas essa parte ninguém ouviu.
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Liberdades à parte, por mim era o cockpit cheio de pilotos. De preferência em número ímpar para o caso de haver empates.
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Resultaria nas companhias aéreas de todo o mundo menos em Portugal.
É sabido que quando mija um português…
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Sócrates tb despenhou o avião e acelerou sabendo o que ia acontecer. Apenas teve a esperteza de saltar de para-quedas com os bolsos cheios. O futuro seria brilhante, com um procurador amigo e protetor, uma conta bancária recheada, a reverência habitual dos xuxas, um programa na tv, a publicação de livros e teses e por fim a candidatura a presidente. Correu-lhe mal esta ultima.
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Eu até já não me espanto se ele tiver um duplo, e a polícia tenha deixado o original à solta.
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Este enredo é digno dum daqueles filmes com o Mel Gibson…
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JPP chama-lhes ectoplasmas amorfos em “Aprender com os alemães”. Público, 28 MAR 2015 Pag.52
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