Pastel de Chaves? Podem ser dois copinhos de vinho branco
30 Maio, 2015
Pelo que consigo perceber, vou deixar de poder comer um pastel de Chaves que não seja uma vil falsificação excepto se me deslocar a Chaves ou se aceitar comer um menos fresco. A outra hipótese parece ser comer um pastel de Chaves que não se chame pastel de Chaves, passando então a chamar-se “pastel que parece, sabe e em tudo se assemelha a um pastel de Chaves apesar de não ser um pastel de Chaves”.
– Pode ser um pastel de Chaves.
– Pastel de Chaves não temos…
– Então são dois copos de vinho branco.
33 comentários
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e se se pagar a taxinha da cópia privada já se pode copiar?
e pergunto-me o que vão fazer a estes:
http://casadastortasporto.com/
http://www.porto24.pt/praca/os-verdadeiros-pasteis-de-chaves/
http://www.bestfranchising.pt/ficha.aspx?idfranquicia=2420
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A Alemanha devia de proíbir as bolas de berlim fabricadas em portugal.
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Fiquei confuso, o Vítor é contra as patentes? Qual a diferença?
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Eu só queria ter inventado a roda ou o fogo.
Estava rico.
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A ironia de falar em hambúrgueres como termo genérico quando se estão a discutir DOPs certamente escapou ao autor do comentário.
Aguardo o dia em que Hamburgo decide proteger a sua criação, e temos todos que lhe chamar “bife picado”.
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É possível patentear carne picada enrolada em massa folhada? Nem vou discutir isto, vou é patentear o croquete.
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E eu a f… _________a cópula . . .
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O que se está a patentear é a marca.
Posso vender hamburguers não lhes posso é chamar bigmacs.
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E bifes de Hamburgo, posso?
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As marcas não se patenteiam, registram-se.
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Obrigado pela informação mg, alguém que perceba de socialismo por aqui!
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A diferença é entre patentear uma coisa que inventei ontem à tarde, ou patentear uma coisa que alguém inventou há 150 anos.
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Por isso é que eu defendo que o Pastel de Chaves devia ser imediatamente nacionalizado como um bem essencial e distribuído de forma gratuita às classes sociais mais desfavorecidas.
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OK. Vou passar a comer as #utas das “Bolas de Berlim” na Alemanha.
Já agora exijo que as “Tripas à moda do Porto” passem a chamar-se só “Tripas”, porque em mais lado nenhum as poderão cozinhar.
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Se andam por aí tantos pastéis da politica nacional preservados há longos anos, qual o problema proteger o que seja genuíno da minha terra?
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Havia um restaurante aqui perto que fazia esparguete à bolonhesa. Bolonha veio cá e exigiu protecção do que é genuíno. Restaurante fechou.
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Para degustar amanhã no Porto, alguém caridoso me informa (até às 07:00 da matina) onde AFINAL posso deliciar-me com as melhores tripas ao almoço e uma francesinha ao jantar ou ceia ? Para cinco pessoas.
É que conheço alguns bons restaurantes portuenses, mas quero comer ainda melhor — com ou sem patentes.
Thanks.
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Mande fechar que tem muito por onde escolher.
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Por falar nisso o novo acordo ortográfico não contempla o dilema:
“Pastel de bacalhau” OU “bolinho de bacalhau”.
Pensem nisto…
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MJRB,
tripas:
Restaurante Casa Inês
Rua de Miraflor, 20
Porto.
francesinha:
Restaurante Capa Negra II
(sem batatas fritas… isso não faz parte da francesinha)
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insider,
Grato.
Certamente os meus três convidados não vão ficar decepcionados embora não saibam o que são tripas ou francesinhas ao Oporto…
Fui ver na net os dois restaurantes, óptimos aspectos.
O restaurante Inês está mesmo “no ponto” por causa da hora da chegada a Campanhã. Já tentei telefonar para reservar, mas não atendem.
A francesinha nesse Capa, talvez, por causa da localização, depende de compromissos.
(Já estou a salivar por causa das tripas, carago !)
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Caro mgrb se fores ao capa pede rissóis de entrada.
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Pasteis de Belém verdadeiros, só na Palestina.
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O Pastel de Bacalhau
Nunca pode ser “Bolinho”,
O nome ´stá mesmo mau:
É de Tripeiro tontinho.
Falta o açúcar ao dito
P´ra poder estar tudo certo;
E eu cá não acredito
Em coisas de Chico-esperto.
Há os bolinhos de caca
C´o bebé tanto adora:
Chapada como ressaca
C´a mamã me deu outrora.
Nada de coprofagia
(Que é palavra talassa):
Mas artística magia
De moldar fétida massa.
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Meu caro, tem toda a razão.
Sempre pensei que ao “pastel de belém” não deviam acrescentar sal.
Experimente o “pastel de nata” feito com açúcar vai ver que gosta (não tem nada a haver)
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Tripas no Porto é n’ “A Filha da Mãe Preta”, na Ribeira.
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PiErre,
Grato.
Já está anotado. Para outra viagem.
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ate o senhor cardeal defende os cozinhados de santa maria. vão ao departamento de obras e comecem a desenrolar a meada. passar pelos vários hospitais de lisboa, casa pia e outros e vão ver o ‘cozido a portuguesa’ que existe. e uma vergonha.
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E os doces conventuais só podem ser feitos por frades, ou pelo menos freiras (hoje em dia o sexo não importa – o género sim).
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Burrocratas são uma espécie que tem que ser exterminada. O pior é que muita gente acha que pode ter vantagem se eles resolverem “proteger” os seus interesses. O pessoal é, em geral, desorganizado e indisciplinado, mas adooora estas “protecções” a pretexto de serem consistentes, e tal… Nojo!!!
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Caro sem norte, 23:24,
Grato.
Acabei de anotar.
Depois conto os resultados aos meus caros conselheiros insider, PiErre e sem Norte.
Gosto de experimentar novos locais, daí o pedido.
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Vai tudo continuar na mesma Helena. Apenas que mais visitantes de Chaves vão optar pelo pastel de Chaves em vez de outros e levam para casa alguns.
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Nunca comi pastéis de chaves, porque acho que me cairiam pesadamente no estômago, a não ser que alguma fosse da porta de uma casa na comporta. Cá por mim prefiro os de carne em massa tenra. É assim que gosto de comer carne… de massa tenra.
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