Pequena entrevista ao senhor Antunes
Senhor Antunes, como é viver na rua?
É aborrecido, mas crise humanitária mesmo é na Grécia, onde querem baixar as pensões das pessoas, algumas delas passando a receber menos de 700€ mensais. Enfim, uma vergonha.
Refiro-me a si, ao sofrimento de ser um sem-abrigo após o incêndio da sua casa, a morte da sua esposa grávida à porta do hospital e ao assassínio dos seus filhos por um psicopata com imunidade parlamentar?
Ah! Cá se vai andando, um dia a seguir ao outro, agora menos mal que vem aí o bom tempo. Não é o mesmo que estar na Grécia, vítima desta crise humanitária que impede a manutenção de cabeleireiros nas profissões de desgaste rápido.
Quem o ouvir pensa que é uma pessoa sem grande perspectiva…
Sem perspectiva está a Grécia, com esta crise humanitária, que impede a verdadeira democracia, que não custa nada pagar o modo de vida deles, os desgraçados.

o senhor antunes nem sabe o que é a grécia…
isto, vitor, parece um post à jonet…
e para informação:
cabeleireiro é uma profissão de risco!
e por isso um salão necessita de uma licença (industrial) especial…
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Conhece algum cabeleireiro com alguma doença profissional? Sò se rabichisse for considerado doença profissional…
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Com este post. fiquei finalmente sensibilizado para a crise humanitária na Grécia… Bem haja, Sr Antunes, pela perspicácia e humanismo.
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O Sr Antunes é um homem muito actualizado pela m@rdia tuga 🙂
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Há por aí um comentador que deve ser o sr. Antunes, mas com outro nome.
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Piscoiso?
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Não é a mesma coisa nascer e viver pobre, ou um dia ficar sem nada…
O sr. Antunes que ficou sem casa percebe isso…
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Porém, as causas dos outros são sempre mais atraentes, principalmente se contrárias às nossas próprias.
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“charity begins at home first”…. Mas para certas coisas os gregos têm feito parte da família…ou não?
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A minha prima também faz parte da família, apesar de achar que é especial e tem direito exclusivo ao usufruto da casa da avó.
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A verdade é que nós fomos sacanitas com a nossa prima. Quando ela precisava, virámos-lhe as costas. Fizemos de conta… E ainda tirámos proveito! E agora?
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Tirou proveito da prima? Isso não soa muito bem.
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Sm, sim! O abuso vai-nos custar uns mil e tal milhões de euros.
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Bigdog : “Quando ela precisava, virámos-lhe as costas. Fizemos de conta…
Como assim ?!…
Em 2011 foi-lhe perdoada metade da divida, dos quais 100 mil milhões eram dos bancos.
Desde 2010 até à actualidade foram, as instituições da Troika emprestaram à Grécia mais de 250 mil milhões de Euros em condições extremamente favoraveis (juros baixissimos, periodos de graça de varios anos, prazos de pagamento longos, etc).
Bigdog : “E ainda tirámos proveito!”
Qual proveito ?
Perdoar divida é “proveito” ? So os Bancos portugueses tiveram 590 milhões de Euros de perdas pela exposição à divida grega.
Juros abaixo dos 3% é “proveito” ?
Mesmo os juros mais elevados no mercado secundario são apenas uma contrapartida pelo risco de perda potencial, que pode até ser total.
Bigdog :
“E agora ?”
Agora ?
A “prima”, em contrapartida de toda a ajuda recebida e que quer ainda receber, que aceite, como todos os outros “primos”, tomar medidas para gastar menos e respeitar as regras comuns da familia.
E também lhe ficaria bem deixar de ser impertinente e arrogante e até mostrar algum reconhecimento.
Não ha paciencia !
Nenhuma familia ajuda um drogado dando-lhe mais dinheiro que sabe que vai ser utilizado em mais droga, sem qualquer garantia de uma real mudança de comportamento.
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🙂 Tá bem tá!
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Yeah! O Sr. Antunes, tem razão. Isto de estarmos a pagar as mordomias dos gregos não pode continuar. Até porque o dinheiro faz falta para pagar as mordomias dos bancos e dos grandes financeiros.
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E que tal usarmos o dinheiro para simplesmente nos pagarmos a nós próprios?
Há uma grande diferença ente Portugal e Grécia. E esta é medida em quase cem pontos base.
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xico : “o dinheiro faz falta para pagar as mordomias dos bancos e dos grandes financeiros.”
Quais “mordomias” ??!…
Os salarios mais elevados dos trabalhadores e quadros qualificados do sector bancario ?
Os dividendos dos accionistas, pequenos e grandes, que aplicam dinheiro numa actividade que tem riscos e regista crises, por vezes fatais e com perdas totais) ? (por sinal, nos ultimos anos, os Bancos, nomeadamente portugueses, teem tido mais prejuizos do que lucros).
Os rendimentos dos milhões e milhões de clientes, depositantes e investidores, pequenos e grandes ?
Antes eram os judeus que controlavam e manipulavam a grande finança !
Agora são “as mordomias” !
O que virá a seguir ?
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Tadinhos dos banqueiros e dos financeiros.
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Tadinhos dos xicos se não existissem os banqueiros e os financeiros … e os judeus também !
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Factos para o Vitor Cunha reflectir.
Há 7 anos que se iniciou a crise e não se sai dela. Talvez o exemplo da França ajude:
1789 – Tomada da Bastilha devido a grave crise financeira;
1792- 3 anos depois, inventa-se a guilhotina;
1796- Batalha de Lodi: 7 anos depois há dinheiro suficiente para Napoleão expulsar os austríacos da Lombardia e iniciar a conquista da Europa.
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Obrigado. Foi uma lição importante. Muitas pessoas batem demasiado os ovos, retirando a textura delicada à omelete.
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O problema não está no bater dos ovos mas na sua distribuição…
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Em 1815 Napoleão é derrotado e deposto e a França entra numa longa fase de restauração monarquica e tradicionalista.
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100 anos depois a Europa sofria uma guerra atroz, na sequências de várias outras.
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E ?!….
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Estamos a falar de pessoas, sejam elas gregas ou portuguesas. Para alguns, dá a ideia que os gregos, são uma espécie de bichos. A humanidade está em crise profunda.
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A humanidade está em crise profunda porque não conseguem manter pensões a pessoas de 55 anos muito superiores ao que alguma vez descontaram? Então já se anda a avisar para a crise da humanidade há muito tempo.
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Um país que tem uma economia que suporta 26,5% de desemprego, se as reformas fossem em idades mais avançadas, possivelmente, o desemprego seria maior. É difícil resolver toda esta tramóia, porque os erros têm raízes antigas. De qualquer forma é preciso não esquecer que estamos sempre a falar de pessoas, que por erro da natureza ou de Deus, não são tão perfeitas como nós, os portugueses, que falamos de barriga cheia, mesmo que haja uma parte muito substantiva na miséria.
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Uma hipótese à grega é reformar os desempregados.
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JCT : “De qualquer forma é preciso não esquecer que estamos sempre a falar de pessoas, que por erro da natureza ou de Deus, não são tão perfeitas como nós, os portugueses,…”
????!!!!!…..
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Aos “bichos” dá-se comida de graça e sem condições !
Os gregos são pessoas (“adultas”, já agora). Devem ser responsaveis e responsabilizadas !
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a melhor resposta a isso foi dada ontem, por uma senhora grega em frente ao parlamento que disse ” estão neste momento no governo uns tipos muito intelectuais mas que nunca trabalharam na vida e que nos vão arrastar a todos para um degredo “. A melhor definição que ouvi até agora sobre o governo grego.
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A frieza com que se fala da miséria dos outros faz com que nos atribuamos a categoria de deuses, pois que estes não têm coração e só quem não o tem se exprime com tanto distanciamento. Afinal há deuses a passear-se na Terra, não só à tarde, mas durante todo o tempo.
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Ainda estamos a falar do Sudão ou do sofrimento mesmo a sério dos gregos?
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Oh caro Fernando S:
Pergunte lá ao grego que perdeu o emprego quanto é que viu desses milhares de milhões que foram emprestados e perdoados a taxas de juros baixíssimas? Que praticamente foram oferecidos.
Com todo o respeito, quando se cospe demasiado alto, às vezes cai-nos em cima. A vida dá muita volta!
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& os 200mil mortos gregos a receber pensoes 🙂 ?
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O problema é terem de se levantar das covas e ter de assinar o recibo. Um país como o nosso, com tantos vigaristas de milhões, não tem força moral para falar de falsas reformas de tostões.
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Sempre propus que existisse na declaração de IRS um campo a preencher com “deseja que o seu reembolso não seja doado à crise humanitária grega?”. Por omissão seriam todos os reembolsos canalizados para o efeito, obviamente.
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Os governantes gregos erraram e roubaram. A solução é matar à fome a maioria do povo que ainda persiste e quer viver com um mínimo de dignidade.
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Ninguém morre de fome na Grécia e ninguém quer matar à fome quem quer que seja…
Se não sabe fica a saber que muitos dos paises menos desenvolvidos membros do FMI teem manifestado a sua oposição ao facto desta instituição ter vindo a ajudar financeiramente um pais europeu e relativamente desenvolvido como a Grécia.
Na verdade, o dinheiro que tem ido para a Grécia pode ser até mais util algures, onde ha porventura pessoas com problemas e necessidades ainda maiores e mais urgentes.
Basta de demagogia e de sentimentalismo balofo !
O que é preciso é encontrar soluções realistas e eficientes de modo a poder ajudar efectivamente os gregos a sairem da situação em que se encontram.
Mas a ultima palavra é mesmo deles !!
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Só sábios éramos muitos, mas os parvos, que não nos compreendiam, eram muitos mais. Tivemos sorte em ter nascido com capacidades que os outros não alcançaram. Depois, quando mortos, ficamos todos iguais.
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Eles lá no Sudão só ficam é mortos mais cedo.
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A crise humanitária vomitada, por alguns portugueses, sobre o povo grego, é uma tragédia que ultrapassa fronteiras. Diz o roto ao nu, que está melhor vestido que o parceiro. Insisto que a tragédia humana não tem fronteiras, tem pessoas.
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Joaquim Carreira Tapadinhas,
Na Grécia não há nenhuma “crise humanitária”.
Há certamente muitas pessoas, agora mais do que ha uns anos atras, que vivem com dificuldades.
Naturalmente, devido à crise financeira em que o pais tem vivido nestes ultimos anos.
Mas, dito isto, que todos lamentamos e que a todos preocupa, não serve de nada continuar com um choradinho que não leva a lado nenhum.
Pessoas a viver com dificuldades existiram sempre, existem em muitos outros paises (todos !), e existirão ainda, aconteça o que acontecer.
O que importa é saber o que pode e deve ser feito no sentido de ajudar a Grécia a ultrapassar a crise financeira em que se encontra.
Ja foi disponibilizado muito dinheiro para a Grécia.
Sem este dinheiro a situação dos gregos seria hoje ainda muito pior.
Mas a Grécia tem de mostrar que o dinheiro que lhe é emprestado serve para que o pais possa corrigir as causas da crise financeira e não para ir adiando indefinidamente a adopção das medidas necessarias.
Ninguém quer dar mais dinheiro à Grécia sem ter garantias de que a Grécia vai voltar à austeridade e às reformas.
Não se ajuda a Grécia, ou seja os gregos, continuando a alimentar o actual estado de coisas.
De resto, mesmo que a Troika cedesse agora perante o governo grego e lhe entregasse mais dinheiro sem condições, o desemprego e as dificuldades não desapareceriam por magia. A previsão de muitos é de que a situação continuaria a agravar-se e que se voltaria rapidamente ao ponto de partida.
Os gregos teem de se compenetrar que, ou dentro do Euro ou saindo, ou com ajuda ou sem ela, vão ter de apertar o cinto e fazer mudanças importantes.
Eu acredito que os gregos, mais cedo ou mais tarde, acabarão por perceber isso. Se é que não começam ja a perceber alguma coisa …
Para a Europa, para os outros paises, a começar por Portugal, também não seria bom ceder às exigencias irresponsaveis do actual governo grego.
Ceder agora à Grécia seria abrir a “caixa de pandora”, a estação louca dos pedidos equivalentes dos paises com maiores dificuldades, e dos protestos das populações dos paises que teriam de pagar a factura.
Mas é pura e simpesmente inviavel.
O maior risco para o Euro, e também para o nosso pais, não é um eventual não acordo e uma saida da Grécia.
O maior risco é o de uma cedencia às principais exigencias do governo do Syriza.
Eu sou contra !!
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Ser a favor ou ser contra pouco ou nada adianta. Temos todos o direito de ter opiniões. Só que isso para quem está em dificuldades é igual ao litro. Galileu, perante o tribunal religioso era o único que tinha opinião diferente sobre a rotação da terra. Teve de desdizer-se para poupar a vida, mas não deixava de ter razão.
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Tapadinhas,
Voce é a favor. Adiantou ou adianta alguma coisa para quem esta em dificuldades ?!…
Mande a sua contribuição em Euros para alguma organização humanitaria grega. Depois conte o que adiantou !
PS : Ja agora, nem eu nem o Tapadinhas opinamos aqui para sermos lidos por quem esta em dificuldades (na Grécia, em Portugal, ou algures).
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Caro Bigdog,
O desemprego cresceu na Grécia (e em Portugal) ainda quando havia dinheiro e se consumia à fartazana. Dinheiro mal empregue não cria os empregos necessarios e os que cria não duram muito tempo.
O desemprego na Grécia cresceu ainda mais nestes ultimos anos porque, tal como em Portugal, mas ainda pior do que em Portugal, foram seguidas politicas irresponsaveis que levaram o pais à falencia.
Por esta razão, e apenas por esta razão, para evitar o colapso total da economia grega e uma miséria muito maior para os gregos, é que foi necessario ajudar financeiramente a Grécia.
Mas ninguém aceita ajudar sem condições, sem ter garantias e provas por parte dos ajudados em como estes vão mudar de comportamentos e acertar o passo.
Certo, corrigir os muitos erros e desmandos do passado não é facil e não se faz de um dia para o outro.
Mas tem de se começar algum dia e por algum lado.
De forma ilusoria e irresponsavel, a Grécia procurou contornar ao maximo este momento de verdade.
Mas a partir de 2013, com uma situação cada vez mais grave, um governo grego mais estavel e responsavel procurou consolidar as finanças publicas e fazer reformas economicas.
E começou a ter resultados. No final de 2014 o saldo orçamental primario da Grécia voltou a ser positivo e o Pib grego voltou a crescer (a um ritmo superior ao do resto da Europa : 1,7% em cadeia em Novembro de 2015 ; uma previsão para 2015 de quase ……… —> 3 % !!!!).
A Grécia estava no bom caminho. As instituições da Troika iriam continuar a ajudar financeiramente a Grécia e falava-se inclusivamente na possibilidade de um prolongamento do programa de resgate para dar mais tempo para consolidar e reformar.
O desemprego iria certamente inverter a sua marcha ascendente. Tal como acontecera com a Iralanda, com Portugal, com a Espanha,… com os paises que tiveram a vontade e a determinação de fazer os sacrificios necessarios para ajustar as respectivas economias.
Mas os gregos, ou pelo menos uma parte eleitoralmente vencedora, não perceberam o essencial e não quizeram seguir o caminho do esforço e da responsabilidade.
Chegou o Syriza e tem sido o descalabro que se conhece e que se adivinha ainda pior para o futuro.
Pode dizer ao seu desempregado grego para ir pedir explicações e contas aos vendedores de ilusões !!
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Se temos de amar e compreender o povo é bom que se comece pelo Sudão. Qualquer abertura para o bom caminho é bem vinda. A fraternidade deve ser universal e não só europeia, como alguns julgam, só porque era um dos pilares da revolução francesa.
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O perdão até agora da dívida grega é superior 2 vezes ao empréstimo pedido por Portugal à troika. Agora querem o perdão total ? e ao mesmo tempo mais empréstimo ?…percebe-se pq é que a Grécia está isolada, de joelhos ( apesar de não usar gravata ) e de mãos estendidas. A extrema esquerda conseguiu devolver a dignidade ao povo grego, é isso ?
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De uma forma ou de outra eles não pagam. Podem falir já ou mais lá para a frente.
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Se pagam ou não o que ja devem, ainda se vai ver.
Certo, por este andar não vão pagar.
Mas se o Joaquim acha que não pagam nem vão pagar, qual é o sentido de “emprestar” ainda mais ??!
PS : Se o Syriza não tivesse ganho as eleições e feito os disparates de tem feito, o governo anterior estaria agora a pagar o que deve.
Mas o mais importante nem é o pagamento do que é devido no final de Junho.
O mais importante é que com um governo responsavel a Grécia estaria hoje no caminho certo, a consolidar as contas publicas, a crescer a 3% ao ano, a criar empregos.
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“Pagam” … “falir” … lá está o Joaquim a falar de … “dinheiro” !!… 😉
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Raramente se fala em pessoas. Quase sempre se fala em dinheiro.
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Vá então falar em “pessoas” e não em “dinheiro às pessoas que “estão em dificuldades” !!
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O Joaquim não sei … Mas pela parte que me toca tudo o que escrevo aqui tem a ver apenas com “pessoas” !
Falo de dinheiro porque o dinheiro é um poder de compra nas mãos das pessoas e serve para estas poderem produzir e consumir bens e serviços uteis.
Se estes bens e serviços existissem sem restrições, sem escassez, não estariamos aqui a falar de dinheiro.
De resto, de que é que fala o Joaquim quando diz que se deve dar aos gregos todo o dinheiro que pedem (perdão, “exigem” !)
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Não me façam rir que estou com cieiro.
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As pessoas são mesmo insensíveis, quem vê as reportagens da Grécia, nota no rosto das pessoas que estão nas esplanadas e aquelas que andam ás compras com vários sacos nas mãos a indignação e o sofrimento que estão a passar. Onde já se viu? Quererem alterar o sistema de reformas, pois os alemães são invejosos pois a pensão média na Grécia é de 960 euros e na Alemanha 792 euros. A idade da reforma na Grécia é, em média, 56,3 anos e na Alemanha 64 anos. E na Alemanha quando se entra na reforma passa-se a receber só cerca de 68% do que se recebia em tempo activo.
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