Coisas que os populistas sabem aproveitar
28 Junho, 2015
Referendos, democracia directa, prazos curtos entre marcação de eleições e referendos e a sua realização, eleições antecipadas e frequentes (enquanto eles não estão no poder).
32 comentários
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Bem, o governo grego tem algum mérito: estão a dar oportunidade ao povo para saber se já chega de brincadeira ou se é para continuar.
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O desgraçado do povo, que não está na posse de toda a documentação e conhecimento relativo às contas gregas, é que vai ter de decidir se deve aceitar ou não as condições dos credores.
É necessário recuarmos muitos anos para vermos tamanho populismo na Europa democrática.
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falta ‘enforcar o derradeiro capitalista nas Tripsas do último padreca’
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Num país onde um governo não cumpre o que disse há 4 anos atrás, em campanha eleitoral…. pelo contrário… é estranho não haver um único referendo!
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Este governo não cumpriu muito do que prometeu ao contrário do Syriza que, como prometeu, leva o país direitinho (a caminho do abismo)!
Pois eu prefiro estar aqui a comentar no sofá do que estar na fila do multibanco ou do posto de combustivel.
Prioridades!
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Quando estes políticos gregos chegaram ao poder, a Grécia estava totalmente destruída.
Um referendo era o MÍNIMO QUE SE EXIGIA… em PORTUGAL, quanto mais na Grécia…
Quanto aos tugas, bem nós somos conhecidos por sermos excelentes “nas obras de construção civil” e ainda melhores como “empregadas domésticas”! Subservientes, honestos e conformados… Basicamente gente domesticável!
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Bigdog, a estória da subserviência também te pode servir a ti. Todos aqueles que apoiam corruptos confirmados são gente domesticada. E não me refiro só ao 44, refiro-me também ao esperto de Gaia. Se o figurão ainda estiver no PSD aquando das eleições , o meu voto vai direitinho para o Jerónimo !!!!
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Já sei, a culpa era dos que lá estavam, isso aparentemente dá liberdade ao Syriza para destruir o resto.
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Um referendo só pode ter duas respostas.
No caso do não a maioria deseja sair da Europa.
A vitória do não, na Grécia, não obriga a nenhum sim dos outros 27.
O cinismo é dizer que se votarem não ficam mais fortes para negociar. Afinal querem negociar? ou não querem aceitar?
Querem subjugar 250 milhões de europeus à sua vontade?
Qualquer que seja, sim ou não, o resultado do referendo, apenas vincula, ou poderá vincular os gregos.
A maioria dos europeus não são obrigados a aceitar o que eles querem.
Já chegamos à China ou quê?
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O Tsipras podia falar com os tugas, ou então já falou, e percebia que no fundo os referendos são uma coisa que se faz até que as pessoas votem naquilo que os políticos queriam fazer mas não tinham tomates para isso.
Como a palhaçada do aborto
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Democracia representativa em simultâneo com referendos é como ter um Rei e um Presidente da República ao mesmo tempo.
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Curioso, porque quem governa a actual Europa é o Partido P O P U L A R europeu.
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Eu também preferia o Syriza.
Para a semana mandava o Tsipras negociar o meu empréstimo ao banco e depois fazia um referendo cá em casa para decidir se aceitamos as condições deles.
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Pobres, parvos suiços.
Por isso é que apesar dos poucos recursos naturais que têm … têm aquele nível de vida.
O centralismo burocratico da “Europa” é bem melhor, e para todos os europeus.
Ps- Democracia direta (Wikipedia)
O Landsgemeinde é uma velha forma de democracia direta sendo ainda praticado em dois cantões suíços.
Para que toda a população possa participar na vida política, a Suíça tem um sistema único no Mundo de democracia directa. É muito frequente a realização de referendos, quer a nível federal, quer a nível cantonal. Além do mais, os resultados de um referendo federal não implicam a obediência de uma lei referendada por um cantão que tenha votado contra. Por exemplo se um cantão votar contra uma lei e em todos os outros cantões fora aceite, essa lei não entra no cantão que tenha votado efectivamente contra. Já em relação aos assuntos externos, é necessário haver a aprovação de todos os cantões como no caso da adesão da Suíça à União Europeia. Para a realização de um referendo nacional com o objectivo de alterar uma lei na Constituição Federal, é necessário que haja cem mil assinaturas82 a pedir salvo se for um referendo pedido pelo Governo Federal ou por cada um dos cantões.83
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A suíça é do mais populista que há. Comece por distinguir plebiscito de referendo.
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Foram Mestres em em Despesa/Endividamento [com o silêncio cúmplice de (muitos outros) mestres/elite em economia] que enfiaram ao contribuinte autoestradas ‘olha lá vem um’, estádios de futebol vazios, nacionalização do BPN , etc , etc , etc …
—» Bom, como é óbvio, quem paga (vulgo contribuinte) não pode continuar a ser ‘comido a torto e direito’… leia-se: quem paga (vulgo contribuinte) deve possuir o Direito de defender-se!!!
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-» Votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco… isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa/endividamento poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos… só que depois… a ‘coisa’ terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte).
—> Leia-se: deve existir o DIREITO AO VETO de quem paga!!!
[ver blog ‘fim-da-cidadania-infantil’].
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P.S.
DEMOCRACIA SEMI-DIRECTA:
– possibilita a existência de um processo ágil de tomada de decisões… e… permite que o contribuinte não passe um ‘cheque em branco’ aos políticos.
Nota: Vantagens da Democracia Semi-Directa ‘Fim-da-Cidadania-Infantil’ em relação à Democracia Directa:
1- em caso de necessidade (depois haverá uma análise dos fundamentos) o Executivo Governamental poderá tomar decisões rápidas;
2- o contribuinte não será atafulhado com casos de ‘custo-bagatela’.
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Há gente que foge das consultas populares como o diabo da cruz.
E diz-se democrata!
Quando é que compreendem que a democracia diferida fez sentido quando:
– a maioria da população era analfabeta;
– não havia televisão nem net nem sequer rádio ou jornais para a quase totalidade das populações, nomeadamente as rurais;
– a mobilidade, nos seus vários aspetos, ou não existia ou era extremamente difícil.
Querer manter uma supraestrutura assim criada sem as razões que a justificaram é como querer manter de pé um edifício sem alicerces.
É um perfeito absurdo!
Uma ofensa à inteligência!
Uma falta de respeito pelas pessoas!
Um mito grego!…
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Pergunte aos portugueses se estes são favoráveis à extradição da pretalhada, da ciganada, dos mafiosos dos ucranianos, dos esmolares dos romenos e dos cus pr’ó ar dos maometanos e verá as vantagens das repúblicas constitucionais e das representações políticas.
Os gentílicos e adjetivos que empreguei foram propositadamente acrimónios, apenas para manter a linguagem que se ouve após um atentado ou um crime por estrangeiros ou ciganos por gentes portuguesas de capacidade intelectual igual à dos votantes nos unicórnios gregos.
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Repetindo:
O grego Aristóteles que amava a Sofia e trucidava, esvaziando, a Sofística escreveu na “Política”, Livro IV:
“Os demagogos, submetendo as decisões políticas às assembléias populares, fazem que as vontades da multidão fiquem acima da Lei. E como o povo é conduzido pelos demagogos, estes se engrandecem. Se alguém não se conforma e recorre à Justiça, os demagogos dizem: “que o povo decida.” E o povo aceita com prazer a incumbência. Desse modo as autoridades constituídas se desmoralizam”.
E mais postula:
“Essas democracias, na verdade, não têm Constituição pois onde a Lei não tem autoridade, não há Constituição.”.
Naturalmente que as gregárias Elites – portuguesas, gregas e quejandas – que vomitam syrísicas cloacas não percebem… Típico da vacuidade da Oclocracia!
Depois depreciam a Filosofia – e deleitam-se com a Sofística excrementada das mentes sirizantes, sempre inchadas da untuosa soberba da Caviar Esquerda…
Já o pré-socrático Demócrito de Abdera comprovava:
“Os porcos esponjam-se no esterco”…
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Kubo,
bom dia e bom domingo!
Aristóteles, mais tarde cristianizado por Tomás de Aquino (não por acaso), é um essencialista.
Logo, um imobilista.
Com todas as consequências imagináveis, a partir daí.
E mais não digo.
Por não ser necessário.
Você mesmo escreveu “…E mais POSTULA:…”
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Antes um postulado aristotélico do que um apóstolo da miséria. Ou uma pústula incurável e grangrenada.
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João de Brito,
O predomínio do relativismo é estimado pelas catedratices vomitadas nas Academias do politicamente correcto. Permite adjectivar de imobilismo o que é permanente nas Categorias; assim vomita-se que a realidade não existe de per si – a única existência é o acaso do caos que, dizem, não é imobilista pelo que a realidade é definida pela discricionariedade da conveniência ocasional. Expurga-se o pensamento categorial para predominar o pensamento conveniente – que por destituído da Lógica (que não é Matemática) é artifíciosa, matéria-prima da Sofística.
E o vómito do relativismo é que é sempre imobilismo. De que o clássico exemplo do pião comprova: de tanto girar mantém-se imóvel… Resultado: tonteira que resulta na tontice…
A realidade, todavia, não é tonta – porque não é artifício.
E Aristóteles não é imobilista – porque amava a Sofia (não a sofística, definitivamente…).
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FMC,
como está?
Perdoe-me, mas isso não é argumentar ou contra-argumentar.
Isso é um chuto pela linha lateral ou para canto.
Um desabafo.
Uma coisa do género:
– “Se não foste tu, foi o teu avô carneiro”;
– “Não pode com o burro, vira-se à albarda”.
Bom domingo!
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Coisas que os neo liberais sabem aproveita; Prometem não cumprem esfolam o povo vivo estão sempre no lado do chamado capital e contra o povo e muitos dos que o elegeram.
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A URSS prometeu o Paraíso na Terra (no dizer de Álvaro Cunhal)
Era um Paraíso tal que quando os povos do Pacto de Varsóvia se fartaram
o império estoirou e agora nem na Rússia querem voltar ao Comunismo.
como diz Putin ex-oficial da Pide de lá (KGB).
Portanto, Bolota, andas atrasado uns 25 anos: acerta o relógio, porra!
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Licas,
Não recues tanto, 3 anos chega e quem prometeu e não cumpriu, bem pelo contrario, foi a quadrilha que não está na URSS está aqui.
Sabes quem destruiu a Grécia??? Sabes, claro que sabes, foram as constantes quadrilhas que por lá passaram e não estes.
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Contra o estado geral da bovinidade, o meu aplauso a João de Brito.
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Aprovo.
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Aux Armes
De Cabello p´ra Maduro
E do Gobbels p´ró Adolfo
Tens m´aqui pronto, seguro,
P´ra outra Guerra do Golfo.
Esta já limpou os ares:
O Khadafy e seus pares.
Procópio, é só chamares
Podes usar o apito
Estou aqui qu´uns calamares
Mas largo tudo, repito.
Até deixo a cerveja
P´ra juntar-me à peleja
Procópio a Presidente,
Clamo sem hesitação
A toda a gente presente
E aos qu´agora não´stão.
Porque irão juntar-se a nós
Filhos, crianças, avós.
Socialismo a valer
Aquele já aviado:
Senhas, senhas, p´ra comer
Fora o dinheiro odiado,
Que só serve o Fascismo
Que nos levou ao abismo.
Teatro à borla pró Povo
Daquele qu´ensina tudo
Construindo o “Homem Novo”,
Com um “cast” bigodudo:
O Povo é ignorante
E ensiná-lo, instante.
E quanto aos burros mimados
Não há que ter qualquer pejo
Uns “campos” adequados
O que pr´a eles almejo
Amanharem umas árvores
Ou acabarem cadáveres.
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Bolota PERMALINK
28 Junho, 2015 19:20
______
Lá afirma o Povo : Não há maior cego do que aquele que não quer ver . . .
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Também acho….
Com a bancarrota da Grécia agora inegável, alcançámos finalmente o fim do jogo do Modelo Neocolonial-Financiarização. Não há mais mercados na Grécia a explorar pela financiarização e o facto de que as montanhas de dívida são impagáveis já não pode ser mascarado.
A aristocracia financeira da Europa tem um problema insolúvel: cancelar dívida incumprida também cancela activos e fluxos de rendimento, pois toda dívida é o activo e o fluxo de rendimento de alguém. Quando todos aqueles activos fantasmas são reconhecidos como sem valor, o colateral desvanece-se e o sistema implode….
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E nem foram precisos “fluxos e refluxos”.
As Nações do Leste, uma a uma perguntaram-se:
Que temos nós a ver com o governo da URSS
que nos está a escravizar há décadas?
Fazemo-lhes um “manguito”, chutamos no cú
aos Governantes que ele “recomenda”, da Polícia Política
KGV que os mantem. E VIVA A LIBERDADE, MURO ABAIXO!
PARA COLONIZADOS JÀ CHEGA, zut!
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