Lucía y el sexo [spoilers]
Narrado em Formentera, Lucía y el sexo conta uma história algo bizarra e cheia de sexo em variações mais ou menos cama-sútricas. Quer dizer, não tanto sexo como o que seria de imaginar pelo título, apenas sexo suficiente para que várias gajas possam entrar na vida de um tal de Lorenzo, um tipo que tem a mania que é escritor, quiçá bestseller, e que, por circunstâncias que incluem um cão rottweiler, acaba a perder a confiança no mundo.
Asfixia democrática é ter um cão alemão que nos mata a criança enquanto pinamos alegremente com uma babysitter chamada Belén. Isto é tortura; e se não é um filme sobre o fim das pretenções de Sócrates para a Presidência da República, não sei sobre que será.
Pelo meio, Lucía tenta boicotar a realização de um Prós e Contras numa viagem de auto-descoberta, pavoneando o seu belo corpo desnudado pela paradisíaca ilha (pejada no Verão de voyeurs italianos), corpo este que disputou a atenção de um tipo chamado Carlos com a actividade de mergulho mas que acabou de abalada combalido numa espécie de Covilhã lá do sítio, sorvado por mais uma iteração falhada do repetitivo clássico “parolo visita cidade e é destruído”.
Conclusão da história é que ninguém sabe se o Sid matou a Nancy ou se ter conhecido a Nancy matou o Sid. Mas que a história do Sócrates mete muitas gajas, lá isso mete.

Caro «vitorcunha»,
como eu entendo a vossa fixação, nos dias de hoje, por José Sócrates!
Depois de uma «semana horribilis» há que desviar as atenções. Falharam os debates (os três), falhou o encenado momento «Marinha Grande»… Falhou… , falhou…
Como eu compreendo!!!
GostarGostar
Eu sei é que tudo parece futebol para quem é apanha-bolas.
GostarGostar
Meu caro «vitorcunha»,
não se diz apanha-bolas, diz-se gandula. Esta palavra foi imortalizada no panorama futebolistico português, por Wilson Brasil. Não sei sabe quem foi?
Como vê está sempre a aprender!
GostarGostar
O Catão de Xabregas está mesmo desesperado. A jiboia comeu o seu Sto. António e a coisa está a descarrilar.
Ele vai apanhar esta muitas vezes:
🙂
GostarGostar
Meu caro Parodiado,
a única pessoa que dá sinal de um desepero apoplético, como já lhe tenho repetidamente dito, é o meu amigo! Desde o primeiro momento em que escreveu a palavra «Parodiante». Aí se refletiu o seu estado de marfado e a necessidade permanente da crebra espressão: Delenda Carthago est!
Como eu o entendo!
GostarGostar
Tal e qual. O Vitor pergunte lá ao AntónioF se ele viu este corte em carrinho às pernas de quem calhar. A jogada é de dia 12 mas foi reposta hoje em destaque num portal de grande visibilidade, à laia de memória (é para a rapaziada se manter atualizada).
http://expresso.sapo.pt/blogues/Telegramasdasadalimpa/2015-09-12-Sete-coisas-que-so-nos-e-que-vimos-na-foto-de-Socrates–e-uma-que-ainda-estamos-a-investigar-
Quanto à fixação por Socrates, ó AntónioF a fixação vai demorar décadas a debelar e tem doído muito. Se você é dos que gosta de apanhar, nada a dizer. Mas façam lá isso em casa do gajo (ou da ex-mulher, ou do amigo ou da mãe, ou daqui a algum tempo na Carregueira – caso o homem não seja inocente, claro), como propõe o nº 2 do PS, candidato a PM.
GostarGostar
Caro António C. Mendes,
os «assuntos para a Carregueira», esse que fala e os outros que Vas. Ex.as. ficam todos molhados só de pensarem neles, diz respeito a quem na justiça tem que os debater, não creio que chamá-los para aqui, esse e todos outros que Vas. Ex.as. ficam todos molhados só de pensarem neles, repito!
Como o meu amigo muito bem saberá, os cortes de carrinho, são pela FIFA proibidos! Ora, extrapolando esse seu, correcto, pensamento para a politica quotidiana, é isso mesmo que pretendem fazer, jogadas sujas, porque sabem que, jogando limpo, não vão lá! Quando digo jogar limpo, é debater de forma civilizada, sem «mentiras e meias verdades» este período de governação!
Mas disso, fogem os meus amigos, como o diabo foge da cruz!
Sabe, ou quer, o meu amigo, António C. Mendes, jogar limpo?
GostarGostar
Jogar limpo? Enquanto você não admitir que 2011 é o ano em que, fosse quem fosse a governar, a partir dai a austeridade era uma inevitabilidade imposta por quem nos emprestou dinheiro, não venha falar em jogo limpo. O ministro do anterior governo que se portou mal com o atual líder do PS (não estou a falar do atual candidato a PM) enunciou de forma muito clara os timings de necessidade de financiamento. Mas afinal quem é que anda a fugir da cruz?
Não gosto de jogar futebol com as regras do xadrez. Convide o Ricardo Costa.
GostarGostar
Poderia ter sido inevitabilidade, mas inevitábel não seria o fazto daquilo que este governo se gabou de fazer e que muito sofrimento causou ao povo português: o de ir para além da Troika! Esquece-se disso?
E isso aconteceu por uma razão simples, a mesma razão que levou Passos Coelho em 30.03.2011 a publicar um artigo ao Wall Street Journal a dizer: «Medidas do PEC IV não iam suficientemenete longe!» (*)
Como vê, faço-lhe a vontade e chamo a discussão para um momento anterior, aquele que vocês tanto procuram fazer eco, por não quererem falar do resto, obviamente. É o periodo da chamada da Troika! Se pretender ir por esse caminho, tenho ao meu lado, para me socorrer de dados, o livro do director do Observador, «Resgatados : os bastidores da ajuda financeira a Portugal» de Gonçalo Dinis. É esclarecedor sobre esse assunto, recomento a leitura.
Se pretender falar sobre o que quiser que seja deste período, está à vontade, desde que não fale do Benfica!
(*) DINIS, David, 1975- [et al.] – Resgatados : os bastidores da ajuda financeira a Portugal. 2ª ed. Lisboa : A Esfera dos Livros, 2012. p.179
GostarGostar
Portanto a narrativa é a de que quando já ninguém nos emprestava um tostão furado (e houve viagens à China e Arábias) e sem apoio externo nem os salários e pensões de Junho eram pagos enquanto que a conta dos contribuintes galopava a 7% ao ano, se aprovássemos a quarta versão dos mesmos remendos não cumpridos em anteriores planos tudo estaria sanado e voltaríamos a ter crédito ilimitado para avançar finalmente com o TGV para Madrid e a terceira auto-estrada para o Porto e relançar o “crescimento” e fortalecer o “estado social”…?
E de caminho suponho que há que apurar a responsabilidade criminal de quem pedia a deus, à nossa senhora, ao PR, ao Parlamento, à “Europa”, ao FMI, às “instituições”, à ONU ou à mãezinha deles para nos livrarem dos lunáticos despesistas/comissionistas que, acabado o dinheiro que tínhamos nos bolsos, nos asseguravam que tudo seria resolvido se entregássemos também os próprios bolsos e as calças?
Ou não será mais útil debater porque é que quem pegou fogo a isto tudo prefere tanto discutir de quem foi a “culpa” de terem aparecido bombeiros?
GostarGostar
Quando ontem ouvi o Costa apelar aos “jovens cérebros” que emigraram para lá fora procurarem uma vida melhor, até me vieram as lágrimas aos olhos! mas depois lembrei-me disto: a emigração de licenciados em 2010/2011 custou 8,8 mil milhões aos contribuintes.
http://www.noticiasaominuto.com/economia/450500/fuga-de-cerebros-custa-8-8-mil-milhoes-aos-cofres-do-estado
É preciso não vergonha nenhuma naquela carinha de parvo, pois não? quanto aos debates, espere pelo da próxima 5ª feira, pode ser que tenha uma surpresa. Sabe, apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo, e essa história sobre quem trouxe a tróika, vai-lhe custar muitos votos. E se fosse a ele levava outros gráficos, porque aqueles que exibiu significam exactamente o contrário do que ele quiz mostrar.
GostarGostar
Tem toda a razão, caro Alexandre Carvalho Silveira,
foi precisamente a pensar nestes, e só nestes, que o actual governo promoveu, em boa hora, o Programa Vem!
Tem toda a razão….
O problema é que ninguém se vem… ou melhor, só se podem vir vinte… um dia destes! (*)
(*) Desculpar-me-á, mas acho que o português não foi muito bem conseguido! Se não entender eu reformulo!
GostarGostar
Caga Osgas,
Há quem tenha outras leituras…
” Pedro Passos Coelho, e o PSD, na altura na oposição, tiveram um papel activo na convocação da troika. A 31 de Março de 2011, quando Sócrates ainda rejeitava o pedido de empréstimo, Passos Coelho assinou uma carta oficial do PSD, que escreveu com Miguel Macedo, e foi entregue pelos serviços de protocolo, defendendo o pedido de “resgate”. Destinatários: Sócrates e Cavaco Silva. No dia seguinte, 1 de Abril, os mesmos destinatários receberam outra carta de teor idêntico, desta vez subscrita pelo governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. No dia 2, Paulo Portas, líder do CDS, declarou à agência Lusa o seu apoio à ideia: “Não faço parte dos que diabolizam o FMI.
Dois dias depois, a 4, os principais banqueiros portugueses à época (Ricardo Salgado, Carlos Santos Ferreira, Faria de Oliveira, Fernando Ulrich e Nuno Amado) reuniram-se com Carlos Costa, na sede do regulador, e, de seguida, dirigiram-se para o Ministério das Finanças, onde fizeram o mesmo pedido ao ministro Teixeira dos Santos.”
GostarGostar
António F, excuse my french, mas o que é que “o olho do cú tem a ver com a feira de Borba?” *
*se não perceber a língua estrangeira, eu traduzo.
Ó boleta, mas tu sabes ler?
GostarGostar
Pois, caro Alexandre Carvalho da Silveira, como não percebeu eu reformulo:
Para o desenvolvimento e para a economia deste país, este governo é como diz o povo: não f… nem sai de cima!
Por alguma razão, a ministra das finanças é quem é, um qualquer jovem que tenha partido, para um qualquer outro país, olha para ela e fica sem vontade de se vir, perdão, de vir; reflexo da politica que este governo implementou!
Percebeu agora, ou pretende que demonstre a argumentação em excel
GostarGostar
AntónioF, um dos males deste país é que muita gente pensa, mal, que o governo (o estado) tem de intervir no desenvolvimento e na economia. Não tem! o estado só atrapalha; não faz o que devia fazer, legislar, regulamentar e fiscalizar as actividades económicas, e quando se arma em motor da economia, faz o que o Sócrates fez: leva o país à bancarrota.
Quanto à ministra das finanças, tem mais “tomates” do que os 12 sábios do PS juntos. E, já agora, massa cinzenta.
Eu já andava desconfiado que o programa do PS foi feito por aprendizes de feiticeiro e sapateiros a querem tocar rabecão, mas quando vi o Centeno na semana passada na TVI24 fiquei verdadeiramente aterrorizado, só de pensar que aquele tipo pode vir a ser o próximo ministro das finanças. Tenham medo, muito medo, porque aquele especialista “em excel” não faz a minima ideia em que mundonem no país em que vive.
Apenas um exemplo: afirmou para quem como eu teve pachorra para o ouvir, que o consumo no tempo dos governos do Sócrates era estribado na produção nacional!!!
Se a coisa não fosse tão séria até dava para a gente se rir, não é?
Percebeu?
GostarGostar
Meu caro Alexandre Carvalho Silveira,
o modelo de estado que defende é aquele que, perante um caso semelhante como o dos «lesados dos BES» tem para oferecer uma subscrição pública?
O modelo de estado que defende é aquele que defende que as empresas públicas portuguesas, não podem ser pertença do povo português, mas se for do governo (não digo povo) chinês já não há qualquer problema?
Em 1975 havia alguém que defendia em Portugal uma frase maoista de que «o horizonte será vermelho», Quarenta anos depois não falhou nas previsões!
GostarGostar
AntónioF veja lá se percebe o que ouve nas tvs porque andam aí umas confusões nessa cabecinha.
A empresa chinesa que comprou parte da EDP, embora publica é um investidor como outro qualquer. Quando a EDP já grande parte privatizada, era controlada pelo estado via os 25% que tinha na empresa e sobretudo por causa da goldenshare comprou empresas nos Estados Unidos, estas não passaram a ser empresas publicas portuguesas, mas empresas privadas com um investidor controlado pelo estado português. São coisas diferentes. Percebeu?
GostarGostar
Caro Alexandre Carvalho da Silveira,
ainda bem que me esclarece…
Já agora, importa-se, igualmente, de me esclarecer porque razão, a EDP – o exemplo é seu -, pode ser uma empresa controlada pelo Estado chinês e não pelo Estado português?
GostarGostar
É pelo mesmo motivo que você é um palhaço controlado pela imbecilidade. Digo isto com o máximo respeito, porém. Continue.
GostarGostar
Caro «vitorcunha»,
se esses são os seus argumentos, estamos conversados!
Dou-lhe os parabéns!
Escusado será continuar, na maledicência não o consigo acompanhar!
A razão é sua!
GostarGostar
Não se finja virgem. Dei-lhe de bandeja o que veio à procura.
GostarGostar
Meu caro, vamos ver se nos entendemos.
Eu falo em voz própria, como já disse, não estou engajado com nenhuma força partidária. Os meus comentários veiculam-me unicamente a mim. Não sou caixa de ressonância de ninguém.
Agradeço ao «vitorcunha» a liberdade que me dá para, no seu espaço, expor e rebater argumentos! Eu sinto-me, neste espaço, um convidado seu. Se em algum momento os achar inoportunos ou que porventura, estou a atrapalhar algum momento de bajulação e lambebotice ou a interromper alguma maledicência, está à vontade… faça como o seu amigo Sr. Noronha d’O Insurgente e bloqueie o meu acesso a este espaço!
Tem toda a liberdade para o fazer, porém se o fizer reconhece a sua menoridade argumentativa!
GostarGostar
Não tinha intenção de o bloquear mas depois apareceu a história de menoridade argumentativa e achei que valia a pena o epíteto. Agora estou indeciso.
GostarGostar
Como lhe disse está à vontade para o fazer…
É um exercício de liberdade seu; de cidadania… tenho as maiores dúvidas!
GostarGostar
Eu compreendo Q o socrates é um trunfo a ser jogado! so far so good:)
GostarGostar
AntónioF, se calhar o estado chinês gosta de investir em empresas como a EDP. Eu por mim dispenso que o dinheiro dos meus impostos, sim eu sou dos que pagam impostos, sirva para investir e manter empresas publicas. Entre outras, por duas razões: porque um buraco de 34 mil milhões das empresas publicas, cerca de 20% do PIB, já me chega; e porque as empresas publicas não são “do povo”, são dos sindicatos que as controlam e das administrações que fazem tudo o que os sindicatos querem para se manterem no bem-bom. Basta ver o que se tem passado nas empresas publicas de transportes.
GostarGostar
Caro Alexandre Carvalho da Silveira,
não sei se lhe posso responder, convém primeiro perguntar ao «vitorcunha»
GostarGostar
Caro Alexandre Carvalho Silveira,
bastava, igualmente, ver o exemplo dos CTT!
Qual o país da OCDE que têm os correio como serviço privado?
Muito poucos e entre esses muito poucos não se contam os EUA! Porque será?
GostarGostar
AntónioF,
Mais vale 100 Alexes, anónimos, Anti…e afins na mão, do que 1 AntónioF, 1 Bolota e pouco mais a voar.
GostarGostar
Flying pigs….
GostarGostar
Caro «bolota»,
ao nível dos argumentos nenhum, dos que referiu, me mete medo!
Posso muito bem com eles sózinho!
São extremamente básicos e, confesso, que já me ando a sentir enfastiado com nível elementar da argumentação que apresentam!
Intelectualmente, não dão luta nenhuma! São uma nulidade!
A única coisa de gostam de fazer é a bajulação a quem lhes interessa… Como gostam de a fazer!
Aparentemente também gostam de fazer outras coisas uns aos outros (Andy Warhol fez um filme com esse título).
GostarGostar
Pigs in the sky…
GostarGostar
“Mas que a história do Sócrates mete muitas gajas, lá isso mete.”
Então quer dizer que o 33 é normal, sem estar virado para o lado “fracturante”, do políticamente correcto, hetero-qualquer-coisa?
GostarGostar
Não há gaja que não afirme ter um amigo gay.
GostarGostar
vitorcunha,
Tente largar o 44 vulgo 33 e explicar ao pagode os 494 milhõees a mais no IMI ou o aumento de 43,5% deste imposto em nos ultimos 4 anos. Acho que tenho de rever a minha previsão. Já reparou que passos só tem psra apresentar como trabalho feito roubos destes???
GostarGostar
A «semana horribilis» da coligação. lol
“António Costa visto por 547 mil telespectadores na RTP1
A entrevista do secretário-geral do PS foi, até agora, a menos vista de Eleições 2015: A Entrevista, conduzido por Vítor Gonçalves. O programa foi o décimo mais visto do dia, com 14% de share.”
in http://tinyurl.com/q32oh8y
Teve menos audiências que os líderes dos pequenos partidos. Hello Houston!? We got a problem. 🙂
Mais grave ainda é que tudo fizeram para calar o Sócrates e ele voltou e consegue faze aqui que o Parodiante de Lisboa não consegue: pôr os seus acólitos no partido a defender o PS… Do Sócrates. Não do Parodiante de Lisboa. Não queria o Sócrates e vão a acabar por dar a cara por ele, que ele tanto pretende, para dar uma lição seu velho inimigo.
De assunto tabu a assunto promovido por socialistas. A RTP não é conhecida por ser controlada pela direita. E há que passe certidão de qualidade à direcção da RTP e a Fátima Ferreira:
“Conhecendo a seriedade da autora do programa e do director de Informação da RTP só posso pensar que a escolha da frase de Paulo Rangel para mote e apresentação do programa foi mal pensada ou escapou ao controle de ambos. De qualquer maneira, se quiserem usar citações, é o que não falta. Por exemplo, podem recuperar as reacções de procuradores e juízes. Mas há, evidentemente, muitas maneiras de fazer um bom título para promover o programa.”
in http://tinyurl.com/neurjkc
Pois é. São as guerras dentro do PS com a jiboia a mostrar ao Parodiante de Lisboa quem manda mesmo no partido. lol
GostarGostar
A jiboia deu uma valente bofetada no Parodiante de Lisboa. Terá perdido os sentidos?
“Guterres visita Sócrates
António Guterres disse que ia “visitar um amigo”. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados esteve este domingo com o ex-primeiro-ministro na casa onde este se encontra em prisão domiciliária, em Lisboa.”
in http://tinyurl.com/pbfdqg7
Até o Guterres faz uma visita ao Alto Refugiado do PS. Leia-se, Sócrates é uma espécie de refugiado dentro do próprio PS mas que o controla através dos seus homens-de-mão, desde o jovem Galamba ao tal Lello, sempre dispostos a dar a cara pelo seu chefe. lol
E ainda faltam três semanas para o fim do drama socialista. 🙂
GostarGostar
Bem me parecia que o Abrantes, perdão, o Catão de Xabregas queria vir para os comentários para fazer a defesa do Chefe.
“. É o periodo da chamada da Troika! Se pretender ir por esse caminho, tenho ao meu lado, para me socorrer de dados, o livro do director do Observador, «Resgatados : os bastidores da ajuda financeira a Portugal» de Gonçalo Dinis. É esclarecedor sobre esse assunto, recomento a leitura.”
E pensa que com isto defende o Sócrates. Azar. O que eles dizem?
“A condução do processo e a negociação com as instituições europeias estava concentrada no seu núcleo duro: Pedro Silva Pereira, Vieira da Silva, Augusto Santos Silva, Almeida Ribeiro, Jorge Lacão, João Tiago Silveira e Teixeira dos Santos.
Como é referido na obra, ministros como António Serrano, Gabriela Canavilhas, Ana Jorge, Alberto Martins e Dulce Pássaro tinham passado ao lado de todo o processo.”
in http://tinyurl.com/on64xea
E confirma a versão do Catroga. Foi o governo de Sócrates que tudo negociou e, não apenas ignorou a oposição (que fez com que os bloquistas aproveitassem para descolarem da “troika”) como fez o pedido, após uma interessante entrevista do Ricardo Salgado em que apelou, quase, ao Sócrates teimoso, para pedir a massa, que os mercado desconfiavam da incompetência da dupla coveira Sócrates/Teixeira dos Santos.
E quanto mais PECs faziam menos os mercados acreditavam naquela dupla. Não acreditavam os mercados, não acreditavam os banqueiros (que foram emprestar dinheiro e falir os seus bancos com a ajuda ao governo), não acreditavam as instituições internaiconais, não acreditavam os Portugueses e grande parte do próprio PS.
O Teixeira dos Santos passa por cima do Sócrates (e até hoje nunca foi perdoado pelos acólitos do Sócrates) e dá inicio aio processo, num “erro” enviado para a comunicação social.
Mas o Catão de Xabregas quer defender o chefe-Sócrates com os PECs? lol
GostarGostar
Quanto mais os criados do Sócrates condicionam a campanha socialista mais votos ganha o Passos Coelho. Mas compreende-se. Eles querem é defender o chefe e levar o PS a uma derrota eleitoral. Se o próprio Expesso se queixa…
http://tinyurl.com/o3dz52g
E quanto mais os abrantes se esforçam por minar a campanha do Parodiante de Lisboa, com bastante sucesso, diga-se de passagem, mais o Passos Coelho brinda aos socialistas. lol
GostarGostar
Caro anti,
“A condução do processo e a negociação com as instituições europeias estava concentrada no seu núcleo duro: Pedro Silva Pereira, Vieira da Silva, Augusto Santos Silva, Almeida Ribeiro, Jorge Lacão, João Tiago Silveira e Teixeira dos Santos.”
Bem lembrado essa passagem!
Pena que certos comentadores e a maioria dos portugueses sejam um bocadinho, digamos assim, iletrados.
GostarGostar
«11.4.11
“Passos em entrevista: ‘O PSD já disse que apoiava o pedido de ajuda e já se sabe que sem o PSD não há ajuda’ (…)” »
DINIS, David, 1975- [et al.] – Resgatados : os bastidores da ajuda financeira a
Portugal. 2ª ed. Lisboa : A Esfera dos Livros, 2012. p. 203
GostarGostar
E? Ia negar a ajuda, que era a única forma de pagar os salários e as pensões? Já que o PEC IV não trazia dinheiro para os cofres do Estado?
GostarGostar
«O chefe de equipa do PSD propôs à troika uma redição do défice em quatro anos e pediu que as capacidades de financiamento do Estado ficassem totalmente asseguradas no programa de apoio, pondo o contrarrelógio a zeros, (…). Estimava que seria preciso um pacote de 120 mil milhões, muito acima dos 80 de que se ouvia falar. (…) Na exposição, foi ao detalhe de falar de novas regras para o banco de horas (…)»
DINIS, David, 1975- [et al.] – Resgatados : os bastidores da ajuda financeira a
Portugal. 2ª ed. Lisboa : A Esfera dos Livros, 2012. p. 210
Leu bem?
O PSD pretendia que o resgate fosse de 120 000 000 000 de euros!
GostarGostar
E acabou por quase ser. Depois teve o Estado que vender bastante dívida para recuperar a liquidez e financiar as entidades públicas fora do perímetro da consolidação.
Quer que lhe faça um desenho? lol
GostarGostar
«Pois Brutus era um homem honrado, e assim são todos eles, todos homens honrados» in Júlio César, WILLIAM SHAKESPEARE»
DINIS, David, 1975- [et al.] – Resgatados : os bastidores da ajuda financeira a
Portugal. 2ª ed. Lisboa : A Esfera dos Livros, 2012. p.[11]
A quem dedicará David Dinis esta epígrafe alógrafa do seu livro?
Presumo que a leitura do mesmo, responderá à pergunta. Recomendo, pois, vivamente a sua leitura!
GostarGostar
Isso é problema com o seu chefe Sócrates. Entenda-se com ele, quando for a casa dele. Olhe, dê-lhe um beijinho por mim. Estava com saudades dele. 🙂
https://fbcdn-photos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-0/p526x296/11990430_10207097823901804_1735969727463706035_n.jpg?oh=e33e546b2df6479655e0d7f099fc3b5a&oe=566A32CE&__gda__=1453336887_fceb029aa85b5d01d922aa73f13ef933
GostarGostar
Por falar em casa de Sócrates, ou melhor em casa da ex-mulher de Sócrates, permita-me que lhe pergunte: é lá que vai ser o próximo debate?
GostarGostar
Fica aqui uma bota para o TonhoF descalçar…
http://oinsurgente.org/2015/09/13/privatizacoes-alem-da-troika/
Adenda: já no PEC I queriam ir além da Troika.
http://oinsurgente.org/2015/05/18/o-programa-de-privatizacoes-do-ps/
GostarGostar
Caro «Expatriado»,
não vai querer que eu comente algum texto d’O Insurgente, pois não?
A única coisa que tenho a dizer a esses senhores, é apresentar um texto de Hannah Arendt, que por alguma razão apagaram, é este:
«Uma anedota medieval ilustra a dificuldade que pode haver em mentir aos outros sem o fazer a si próprio. É a história do que aconteceu uma noite numa cidade: uma sentinela estava postada na guarida noite e dia para prevenir as pessoas da aproximação do inimigo. A sentinela era um homem dado às brincadeiras de mau gosto e naquela noite tocou o alarme apenas para causar algum medo às pessoas cidade. Teve um sucesso espantoso: toda a gente se lançou para as muralhas e a nossa sentinela acabou por fazer o mesmo. Por outras palavras, quanto mais um mentiroso tem êxito, mais verosímil é que seja vítima das suas próprias invenções. De resto, o brincalhão preso na sua própria mentira, que embarca no mesmo navio que as suas vítimas, parecerá infinitamente mais digno de confiança que o mentiroso de sangue frio que permite saborear a sua farsa do exterior.»
In: ARENDT, Hannah – Verdade e política. Lisboa : Relógio d’Água, 1995. p. 46»
GostarGostar
Os textos documentados nao sao do O’Insurgente. Comente-os….
GostarGostar
Meu caro, existem por aqui alguns abrenúncios que gostam comentar anedotas, eu não!
Quando alguém d’O Insurgente for alguma referência, poderá que mereça o meu comentário, até lá… têm que comer muita farinha maisena!
Por isso, está à vontade para fazer o comentário que achar oportuno! Eu, moralmente, incentivo-o a fazê-lo!
GostarGostar
O AntónioF é o nosso comentador das Caldas. Sempre preocupado.
GostarGostar
Pois… quando nao da’ para defender o indefensavel….
GostarGostar
Caro «vitorcunha»
o seu comentário, temporalmente, é inoportuno,
muito bem saberá, nas Caldas, depois das 5 da tarde não fazem «nem mais um c…»
GostarGostar
A farinha maisena não dá amparo nenhum. É melhor comer Farinha Maizena.
GostarGostar
Caro «pIeRRE»,
obrigado pela correcção.
Já que está numa de Edite Estrela, tem aqui muito com que se entreter
GostarGostar
Nao comenta artigos do O’Insurgente. E este?
http://observador.pt/2015/09/14/fact-check-quem-trouxe-a-troika-quem-negociou-com-ela/
GostarGostar
Do Observador, comento todos os artigos deste jornal dirigido por Martins de Carvalho, todos, escolha um:
http://purl.pt/23469
Aí sim, eram uma referência no movimento liberal português! Sabia que Martins de Carvalho foi carbonário? E que se bateu contra o cabralismo?
Pois aí está, um bom ponto para o meu amigo estudar! Claro que este jornal, de referência para o movimento liberal português – repito, não estava sediado em Lisboa, o que por certo lhe trará alguns problemas, mas estou certo, como muito bem diz essa referência cultural e politica do país: Tino de Rans, irá contorná-lo!
GostarGostar
Pois escolhi e inclui o link para o “fact check” que vc ignorou.
http://observador.pt/2015/09/14/fact-check-quem-trouxe-a-troika-quem-negociou-com-ela/
Faltam os seus argumentos, se os tiver.
GostarGostar
Mais uma pergunta da categoria Vitor Gonçalves, que maçada… desqualificada a pergunta, o autor e o papel onde foi escrita, todos obviamente “indignos”, avance-se na narrativa que este António é imparável, eheh
GostarGostar
Meu caro «Expatriado»
pede-me para comentar um artigo do «Observador» sobre quem trouxe a troika e quem negociou com ela. Eu não quero ser repetitivo nos meus comentário. Sobre esse assunto já aqui falei e pode encontrar o que sobre isso penso. O meu pensamento não se basea em juízos de fé, mas tão só na análise factual daquilo que se passou nesse período sendo cimentado entre outros escritos e testemunhos pelo livro que o director desse jornal escreveu. Recomendo a sua leitura:
DINIS, David, 1975- [et al.] – Resgatados : os bastidores da ajuda financeira a Portugal. 2ª ed. Lisboa : A Esfera dos Livros, 2012
GostarGostar
Hoje temos por aqui um Tó Éfe enviado pelo outro Tó para animar isto…
GostarGostar
As pretenções de Sócrates eram demasiado pretensiosas, não?
GostarGostar
Depois do pescoisas ter ido na calha já se encontra o Bolota e, a seguir vai o antónio fê prégar para outra freguesia…que lapas! Chiça!!!!
GostarGostar
basto_eu
Por uma simples razão , desmontam as tramoias da quadrilha. Já agora por tramoias: Sabias que O valor do Novo Banco está muito, mas muito longe dos 4900 milhões que foi necessário injetar???
1000 milhões são perdas dos bancos, mas os restantes 3900 milhões pertencem ao Estado. E é bom de lembrar que isso foi decisão da ministra das Finanças, que por isso se tenta defender dizendo que se trata apenas de um empréstimo. E é verdade, mas o empréstimo era a dois anos, e um já passou. A banca já disse que não pode assumir os custos, e o Governo, que impôs perdas a todos para salvar o BES, não vai agora correr o risco de pôr em causa a estabilidade de todo o sistema por causa da sua decisão.
E sabes que a teoria do golpe bolsista é treta e que foi um ROUBO descarado??? É por estas mentiras e outras que…
GostarGostar
Mas o que é que tu percebes de finanças,pá?
Não passas de um labrego…
GostarGostar
“Não é ao Governo que cabe fazer justiça”, voltou a sublinhar o primeiro-ministro, depois de se ter comprometido a auxiliar lesados do BES
GostarGostar
O Ricardo Salgado era a favor do mal afamado PEC IV.
Claro que se essa tramóia fosse para a frente Portugal estava falido, com uma data de obras de buracos sem fundo, com alguns fulanos mais ricos e com esta poeira toda já ninguém sabia o que fazer.
Se calhar haveria alguém que fechasse a porta e apagasse a luz.
GostarGostar