“Nada há tão contagioso como o medo”.
O superman chegou a Coimbra.
O boaventura a agitar-se,
As moçoilas a rodopiar,
O louçã a lucubrar,
O dão a escorregar,
Os jornalistas a delirar,
As violas a ranger,
A catarina a espanejar,
A joana a desnudar,
Os doidos a alucinar.
Eis que voa, voa, na sua mota chic.
Os gregos disseram-lhe de uma vez por todas, vai para longe, madraço!
O tsipras disse-lhe ao ouvido:
“Porra, não me f…”, mais precisamente: “Μην σκατά μαζί μου”.
A mota acabará por cair em cima dos espectadores tontos da poeira.
Há gajos ganzados pelo do estrépito do motor de mil cavalos.
Ouvem-se vivas à beira da estrada, cheia de buracos.
Medo, tenham medo, tenham muito medo! Leninha vai comprar mantimentos e arrecada-os em casa, porque não se sabe e os tempos que vêem podem ser duros, muito duros, para a extrema direita.
Certamente, o artigo de David Castaño no Observador caiu de para-quedas.
Que raio. Tinha de ser logo este ano e hoje!
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“Nada há tão contagioso como o medo”.
O superman chegou a Coimbra.
O boaventura a agitar-se,
As moçoilas a rodopiar,
O louçã a lucubrar,
O dão a escorregar,
Os jornalistas a delirar,
As violas a ranger,
A catarina a espanejar,
A joana a desnudar,
Os doidos a alucinar.
Eis que voa, voa, na sua mota chic.
Os gregos disseram-lhe de uma vez por todas, vai para longe, madraço!
O tsipras disse-lhe ao ouvido:
“Porra, não me f…”, mais precisamente: “Μην σκατά μαζί μου”.
A mota acabará por cair em cima dos espectadores tontos da poeira.
Há gajos ganzados pelo do estrépito do motor de mil cavalos.
Ouvem-se vivas à beira da estrada, cheia de buracos.
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Medo, tenham medo, tenham muito medo! Leninha vai comprar mantimentos e arrecada-os em casa, porque não se sabe e os tempos que vêem podem ser duros, muito duros, para a extrema direita.
Ahahahahahahahahah!
Ahahahahahahahahahah!
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