por aqui não se aprende nada
Começo por esclarecer que tenho por inevitável – e mesmo por desejável – um governo da frente de esquerda, e que quanto mais se protelar essa fatalidade, mais difícil e doloroso será vermo-nos livres dela.
Também me parece muito claro que semelhante prodígio que o Dr. Costa realizará, com a conivência manhosa e covarde do Partido Socialista, durará pouco tempo e que os partidos de direita que serão agora afastados do governo acabarão por regressar ao poder em muito melhores condições políticas do que as que teriam se o mantivessem agora.
Posto isto, acrescento que não tenho a mais pequena esperança de que aquilo que nos venha a acontecer com esta syrização momentânea do país, ao contrário do que muita gente pensa, possa servir de lição para futuro. Pelo contrário, não me restam dúvidas de que, recompostas as coisas, na eleição seguinte a esquerda voltará ao poder, pela mão de um qualquer trampolineiro igual ou pior do que os que nos têm saído nos últimos anos, com o apoio entusiástico da maioria da população.
A esse propósito – de que, por aqui, não se aprende nada com o que nos cai em cima – bastará rever um programa de televisão onde ontem o Dr. Teixeira dos Santos – esse mesmo, o que era ministro das finanças na última falência do país e que chamou a troika para pôr mão naquilo que ele não conseguiu segurar – perorou sobre o «fracasso» das políticas económicas do governo ainda em funções. É preciso ter lata!
E, por falar em lata, gostaria de saber por quanto tempo mais é que um economista tido como sério e competente, refiro-me ao Dr. Mário Centeno, vai continuar a legitimar a frente de esquerda do Dr. Costa e as ideias económicas do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista. Não sei se as acha próximas das dele, mas seria bom que nos elucidasse.

A figura triste que o Dr Centeno anda a fazer prestando-se a caucionar a golpada e a entrada no Governo dos comunistas e bloquistas é das coisas mais tristes que tenho visto nos últimos anos. Como é que o Dr Centeno concilia o quadro macroeconómico traçado por si com as propostas de renegociação da dívida, saída do euro, abandono da União Europeia e mais défice público? O Dr Centeno não tem vergonha na cara?
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‘num’ esperava outro paleio
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O Centeno não passa de um pobre pateta a quem o Kim Kosta acenou com a kuekinha dum ministério qualquer.
Enganpu-se
A nova troika está a reintroduzir a Republica Socialista Portuguesa com o nosso querido leader Kim Kosta à cabeça em substituição daquele louco que dava por nome de Wasku Gon Çalves.
O Girónimo de cabelinho rapado vai ficar lindo na fotografia e nos desfiles militares com a Katarina a lavar os tachos para os amados kamaradas xuxialistas.
Espero bem que o Kavacus não impeça mais este esquema limpinho do Kosta.
Também tenho esperança nos socialistas honrados, que os há
Entretanto podem chamar os outros figurantes: Almrida Santos e Bitorino das Orkestras para atirar os foguetes e o Bochechas para apanhar as canas.
O poucochinho do Centeno fica a xuxar no dedo
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Completamente de acordo. Isto não tem solução possível e a emigração vai transformar-se radicalmente. Não tarda e serão residuais os que de facto emigram só pela dificuldade económica. Este país já não engana ninguém.
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sobre o Centeno, também acho que é boa altura para se começar a aceitar apostas…
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Não me parece que o PS aceite uma coligação à sua esquerda, sem garantias de respeito pelas metas orçamentais.
Por outro lado, seria interessante ter o PCP e o BE no Governo, porque deixariam de poder afirmar que “os outros 3 partidos” é que são responsáveis pelo “estado do pais”. E ao mostrar que podem efectivamente ir para o governo, muita gente que vota “nos pequeninos, porque nunca chegam lá” iria por sua vez.. reconsiderar.
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O Costa andou sempre a dizer ao Centeno, que seria o próximo ministro das Finanças e o homem agora faz uma birra, tipo, daqui não saio daqui ninguém me tira.
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O António Costa só está interessado em ser 1º Ministro. A PAF mesmo que apresente o programa eleitoral do PS ele vai recusar. Ele quer ir para o governo à força, mas ao fazê-lo irá tornar o PS no novo PASOK. O BE e o PCP ficam fora do governo, dando apoio parlamentar ás medidas com as quais concordarem, nunca assumindo responsabilidades pela governação e absorvem uma parte do eleitorado do PS (a outra vai para o PSD) e tornam-se os principais partidos de esquerda em Portugal.
Aliás deixo aqui a declaração do PCP que é muito clara quanto a isso: “O PS tem condições para formar Governo, apresentar programa e entrar em funções. Quanto aos desenvolvimentos futuros, eles resultarão da identificação da política que for possível fazer. Como sempre, quer esse Governo, quer os trabalhadores e o povo, em particular, poderão contar com a nossa activa participação para assegurar todas as medidas que correspondam aos direitos, interesses, rendimentos, salários dos trabalhadores, reformados. Tudo o que não corresponda, contarão com a oposição do PCP”, disse Jorge Cordeiro, da comissão política do comité central comunista.
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Já não tenho dúvidas. É mesmo doido:
«Costa diz ao Financial Times que está pronto para formar governo anti-austeridade»
Próximos capítulos:
-Cavaco Silva dá luz verde a Passos Coelho
-Começa a guerra suja contra a presidência
Espero que na coligação nem lhes passe pela cabeça comprometerem-se com qualquer tipo de acordo com esta criatura. Que usem a maioria e deitem o governo abaixo quando este for constituído. Já chega de merda!
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Coitados dos pss. O partido falido, o DDT em maus lençois não pode safalo,,o ex a contas com a justiça não pode pedir empréstimo ao amigo, TEM mesmo que ir para o governo. Só assim o dinheiro volta a ser do PS
Além disso sempre pode “dar um jeito” na Justiça..e safar o 44/33
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Desta vez não concordo consigo.
“recompostas as coisas, na eleição seguinte a esquerda voltará ao poder”.
As”coisas” nunca ficarão recompostas, pois que as exigencias do Bloco obrigam imediatamente a disparar o deficit – salarios, pensões, subsídios para tudo até para a companhia de teatro da Catarina.
Pelo lado dos comunistas passar-se-á outro tanto, embora a preocupação principal deles seja o Código de Trabalho e o reforço dos privilégios dos sindicalistas -que é a sua principal clientela.
Daí que ao fim de 6 meses a execução orçamental já comece a obrigar o Costa, armado em Tsypras, a ser chamado a Bruxelas para se explicar.
A única forma de o disparate não se agravar muito será o Marcelo ser eleito e perante os números da execução orçamental convocar eleições na primeira oportunidade constitucional.
Se o eleito for o Nódoa da Névoa,o disparate vai até ao fim e só falta saber qual vai ser o tipo que replicará a figura do Teixeira dos Santos a chamar a Troika quando se acabar a massa para pagar os salários do mês seguinte.
A direita vai voltar ao poder e a respectiva maioria vai ser directamente proporcional á dimensão do descalabro financeiro.
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Quem lhe disse que vai voltar a haver eleições na República Popular Portuguesa?
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Para quem conhece a situação económico-financeira do país, um governo PS só é possível com o seu programa e o Bloco e PC limitam-se a evitar um mal menor( no entendimento deles), caso contrário, continuo a afirmar que Costa não tomará posse, mesmo o PAF, se for governo, não vai cumprir nada do que prometeu. Vão por mim: estamos presos por arames e os partidos com representação parlamentar balançam no arame a 200 metros de altura. Claro que o grande responsável disto tudo é o presidente: deu posse a um 1º ministro suspeito de corrupção( 44/33) e não marcou as eleições para Maio de 2015 como toda a gente sugeria, vai ser um fim de mandato sem dignidade e pode meter os roteiros onde eu penso, mas não devo dizer.
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Cavaco só tem de dizer o seguinte. A esquerda para oferecer estabilidade terá de se coligar. Terão de ter um plano de governo conjunto e partilhar o poder na assembleia.
Caso contrário, sem garantias de orçamentos aprovados não faz sentido eleger o Costa. Para governar em duodécimos fica láo Passos.
Se a esquerda se coligar o Cavaco não tem outra solução
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É impossível governar nas regras do tratado orçamental com qualquer cheirinho do programa do Bloco ou PC, se estes dois partidos fizerem de mortos o PS pode assumir o governo.
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Então é um governo de minoria disfarçado 🙂
Temos farsa.
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Bem visto. A condição da estabilidade só fica preenchida se a extrema-esquerda colocar também a carne no assadouro.
E para isso, tem que ficar assumido o cumprimento do tratado orçamental e de mais instrumentos de controlo europeus, preto no branco.
E a partir daí, não há milagres para se dar cumprimento ás promessas de aumento de salários e pensões;
1. ou se corta noutros sectores -o que não vai acontecer
2..Ou se contrai mais dívida e os juros disparam
3.Ou se aumentam impostos – que é o mais provavel.
Agora só falta escolher a canção com que a direita vai interromper as palestras do governo.
Eu sugiro o “malhão, malhão, que vida é a tua ?” – que tem muito a ver com a atitude da esquerda que, como sabemos, é “comer e beber e passear na rua”.
E quando a Polícia de Choque vedar a escadaria da AR às manifestações da direita, em vez de pedras, levamos um franguinho de churrasco e umas mines para picnicar.
No fundo, já que somos nós que vamos pagar outra vez a factura da próxima bancarrota, é melhor tirar o melhor proveito possível.
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Voltando ao assunto da figura de parvo do Dr Centeno. O que leva um economista reputado, com o selo de qualidade de Harvard, a fazer figura de parvo, na companhia de um trio tão desqualificado: um tal Nunes, que afirmou não querer saber dos credores para nada, um tal César, que nunca fez nada na vida a não ser a militância no PS, e o próprio Costa, um homem desacreditado que não olha a meios para ser primeiro-ministro. Tudo aquilo que o Dr Centeno publicou é contrário às políticas económicas do PCP e do BE. Como é que ele tem descaramento de patrocinar e apoiar ostensivamente a formação de um Governo com dois partidos que defendem a saída do euro e da UE? O homem não tem espinha dorsal? Ou não passa de mais um intrujão a juntar a tantos outros economistas que pontificam na Academia?
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Tem razão. Começo a pensar que o Centeno não passa de um pobre teórico desejoso por fazer experiências no “laboratório”, no caso no nosso país. Faço aqui um apelo à sua família: digam-lhe para se dedicar à jardinagem, que é uma boa terapia, e que se deixe de querer ser político, abandonando o sorriso alarve que às vezes exibe.
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Master Chef diz para cozinhar em lume brando:
“O PS tem condições para formar Governo, apresentar programa e entrar em funções. Quanto aos desenvolvimentos futuros, eles resultarão da identificação da política que for possível fazer. Como sempre, quer esse Governo, quer os trabalhadores e o povo, em particular, poderão contar com a nossa activa participação para assegurar todas as medidas que correspondam aos direitos, interesses, rendimentos, salários dos trabalhadores, reformados. Tudo o que não corresponda, contarão com a oposição do PCP”, disse Jorge Cordeiro, da comissão política do comité central comunista.
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Os trabalhadores do Metro / Carris/ Transtejo / Frenprof/ das Frentes Comuns/ Enfermeiros/ estão contra o acordo de esquerda: — ” Paralisa a nossa justa luta” Temos de trabalhar mais horas!
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O PR deve começar por indigitar para PM o leader da força politica mais votada, Pedro Passos Coelho.
O novo PM apresenta ao Parlamento um programa que inclui as concessões que a coligação decide fazer ao PS.
O PS terá de se decidir.
Se derrubar o governo fica com a responsabilidade de lançar o pais numa crise politica.
O PR deve então manter o governo de Passos Coelho em funções de gestão.
Deixando para o proximo PR a decisão quanto ao modo de resolver o impasse.
O novo PR poderá então demitir o governo de gestão e das duas uma :
– ou convida o leader do PS para tentar formar governo ;
– ou dissolve o Parlamento e convoca eleições (possiveis a partir de Abril).
Se o novo PR for Marcelo Rebelo de Sousa o mais provavel e natural é que opte pela segunda via.
Se for Maria de Belém é possivel que opte pela primeira via.
O pais entraria assim numa aventura que acabaria por custar caro às finanças publicas e à economia.
Provavelmente uma legislatura de “maioria de esquerda” não chegaria ao fim.
Havendo novas eleições, mais cedo ou mais tarde, e tendo em conta o que as sondagens nos mostram agora sobre a opinião dos portugueses relativamente às diferentes hipoteses de governo, o mais provavel é a direita ter uma vitoria com maioria absoluta.
Quanto mais tarde forem as eleições em pior estado vai estar o pais.
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O presidente é um institucional, vai nomear Passos e, se este for derrubado, chama Costa para formar governo.
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Não digo que não …
Mas então não devia ter dito o que disse a seguir às eleições.
E podem-se ter diferentes leituras do que é “institucional”.
A Constituição e a pratica constitucional não o obrigam a chamar Costa para formar governo.
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Se ….
…. o PR Sampaio pode demitir um governo que tinha uma maioria estavel no Parlamento apenas por uma ou outra “trapalhada”,…
… porque é que o PR Cavaco Silva teria forçosamente de empossar um governo dirigido pelo leader de um partido que não foi o mais votado e apoiado por uma maioria constituida com partidos que se opõem ao que o PR, eleito pelos portugueses, já disse ser não negociavél, as obrigações de Portugal na UE, no Euro, na NATO ????
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O PC e o Bloco assumem que não colocam em causa: nato, euro, ue e tratado orçamental, não vejo qual é o problema em termos institucionais de o PS governar com o seu programa e ter apoio no fundamental: orçamento e moções de rejeição.
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Nem o PR, nem ninguém, tem de acreditar no que “dizem” agora, de repente, o BE e o PC !
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Porque é de esquerda ora essa!!! e sendo de esquerda é tudo possível, certo e..constitucional!
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Arrastar as tricas pessoalizadas ‘sou eu que continuo 1º Ministro, dou-te um lugar de Vice nem que corra com o outro, ou os Ministros todos somos nós ou levas 1 ou 2 para fer se te calas ou somos nós bloquistas ou comunas que passanmos a ir em 1º classe no avião e mais umas valentes ajudolas de custo para os ‘tremoços’ etc e tal, a tal ‘evolução na continuidade’ tão abjeta quando era do Marcelo o tal que andou a dormir na forma no habitual deixa andar enquanto o ‘nosso’ cair no papo não se mexe em nada,
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nesta exclusiva dos senhores politicos, politologos, habitués a alguns quase 40 anos a debitar na Comunicação Social, ‘empresários fabulosos paera enriquecerem Portuga’ que vivem de ‘monopolios’ dos contratos pagos pelos orçamentoa de estados,
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(há quem diga, e eu não pesquisei, são todos Funcionarios Publicos desde candidatos a PR até aos lideres ora em tricas, pois também dizem que estas eleições são apenas o resultado o resultado das ‘guerras’ entre Funcionalismo Publico, mas isto eu não sei, e aliás nem me interessa nada porque é a vida como hoje num daqui nao se sai ninguém nos tira)
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Ontem e hoje já perderam uns valentes milhoes com a queda da Bolsa.
os eleitores ora espectadores (por mantidos conveniente e democraticamente longe dos ‘segreds dos deuses’ nas ditas ‘paredes de vidro’) não aceitam ser os pagadores destes prejuizos e dos que naturalmente se seguirão não só em Bolsa mas também nos mercados financeiros se não se puser termo a esta arruada internacional desnecessária.
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Nem os Portugueses perdoam serem forçados a pagar mais estes prejuizos nacionais sejam os culpados o Partido ou Politicos em que votaram ou não. Um novo Governo, de coligação ou não, resolve-se até na Grecia em 2 dias, para não falar em Inglaterra
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È preciso despachar isto, acabar com os cortejos adorado pelas ‘vedetas’ em palco ou candidatas a palco. Juizo.
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O PR tem que meter mão nisto pondo ponto final na bandalheira desnecessária que nada resolve. Não deixar arrastar em discussões tipo PREC, falam e falam e discutem mas nem dizem nada nem fazem nada nem resolvem nada. É um género que já vem dos confins da humanidade donde nem são originais ou perigosos ou desconhecidos; giros mas nem desempatam nem saiem de cima: falam mas não pagam a conta.
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Depois chamem butres ou especuladores quando os burros são vocês. não tem nada que saber com otários destes, caiem aí que em voo picado de F16 ou Sukoys ou Xings24 a sacar o a guita que ainda resta. Mas também têm ajudantes por cá …. dizem …. que eu nada sei
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Concordo com a análise rui.a. Para se alcançar coisas melhores, é sempre necessário trilhar o caminho das pedras. Ou seja, fazer sacrifício. O PS e seus dirigentes sempre foram manhosos, são hegemónicos, logo não aceitam deixar de mandar. Os erros que cometem são sempre culpa dos outros. Chamaram a troika porque os outros não aprovaram o PEC4, logo a culpa foi da oposição. Eles sabiam que não havendo dinheiro para pagar salários, pensões e bens de primeira necessidade importados, quem estivesse no governo teria que reduzir despesa e aumentar receita,(mais impostos), portanto o povo iria ficar descontente. Agora houve eleições, o PS pensou que iria ganhar, não ganhou, mas a votação deu uma maioria de esquerda. Como António Costa se deu bem na Câmara de Lisboa e pensa que governar um país é a mesma coisa, não hesitou um segundo e quer repetir a receita. Só que esquece que Portugal está o Euro, transferiu soberania, não emite moeda, não controla alfândegas tem que cumprir tratados orçamentais, portanto, terá que ir para o governo para aprender, nem que seja à nossa custa. É pena.
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Rui A.,
Este seu post revela que hoje está com elevado humor. Só pode ser isso.
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Mais outro tesourinho deprimente sobre a problemática das curvas:
«Catorze Estados da União Europeia decidiram suspender todos os seus contactos políticos oficiais com o 15º, a Áustria, caso a extrema-direita venha a integrar o governo de Viena. A decisão, inédita na história da União, foi ontem anunciada em Lisboa pela presidência portuguesa. Jacques Chirac, o Presidente francês, foi o primeiro a saudar a “coerência” da reacção da Europa.»
E continua, à direita:
«Os Quinze resolveram incluir no texto do Tratado de Amesterdão, em 1997, no título respeitante aos objectivos da União, um conjunto de normas que permitem suspender um Estado-membro que viole de forma persistente os valores e os princípios fundamentais em que assenta o projecto de construção europeia»
Lembrei-me logo de BE e PCP.
http://www.publico.pt/mundo/jornal/uniao-europeia-ameaca-isolar-a-austria-139449
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Diz que o Costa vai “pôr poscrito” a proposta.
Ponha, ponha. Que descanso 🙂
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Não entrem em pânico.
Afinal, é só a possibilidade (ou já será uma probabilidade?) de um governo de centro/esquerda.
Tanto medo da diferença, porquê?!
Pelas últimas notícias, parece que os mercados não estão tão preocupados.
Será que aqui há mais papistas que o papa?!
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Qual papa? Há dois (pelo menos…)
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O anti comuna suicidou-se ou acabou-se a avença?!
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Se vocês não aprendem é porque são duros de cabeça. O Costa já explicou tudo 🙂
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