Catarina Martins diz
4 Novembro, 2015
“há outras formas” de agir, como “diferentes formas de tributação”. Mas avisou: “Também há alturas em que o Estado tem que dizer que não” – ou seja, que deve deixar as metas derrapar.
8 comentários
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“diferentes formas de tributação” quer dizer “baixar uns impostos e criar outros”.
“Também há alturas em que o Estado tem que dizer que não” quer dizer “queimar o nome de Portugal junto dos investidores e ter que aumentar os impostos que se baixou e criar ainda mais impostos para compensar cobrir o que ninguém nos emprestará”.
A falta de senso “à esquerda” é absoluta.
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Por muito que se mexa em impostos NUNCA vai chegar para o que estão a prometer dar a pensionistas, subsidiados e funcionários públicos e, ao mesmo tempo anular o défice.
Isto porque derrapagens dão origem a que ninguém nos queira emprestar seja o que for. E há serviço de dívida e défice para financiar.
Não demora nada estamos a pedir troica outra vez…
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Nem sempre.
Sulfadiazina
Ainda dizem que os russos têm mentes dispersivas, soturnas e poéticas. Mentira:completa: são práticos, objetivos, diretos. Vamos a um exemplo.
Como se sabe muito bem, e os Dirigentes da URSS puseram-no em prática, o Marxismo-Leninismo é a única solução óbvia e científica atinente aos dois objetivos fundamentais da Humanidade: a igualdade,dos Cidadãos e a felicidade dos povos.
Viu-se que a esmagadora maioria do povo da Republica assim o entenderam quase sem esforço e imediatamente. Porem alguns poucos elementos, “soi disant” intelectuais, decidiram enveredar pela crítica dos seus Dirigentes.
Ora, nós, o Estado, temos o dever de cuidar clinicamente dos corpos, o que inclui a psique, dos nossos concidadãos. No caso vertente, evidentemente, é esta última que está alterada.
Nesta eventualidade fizemos internar em Hospitais da Especialidade (Psiquiatria Clínica) esses pacientes. Foram empregadas injeções de Sulfadiazina, além de outras terapêuticas, que têm a propriedade de curar os recalcitrantes em poucas sessões. Nós até avisava-os que teriam de sofrer dores violentas mas que ficariam curados. Meu dito, meu feito. Saiam de lá jurando que jamais, nunca, nem pensar, daí por diante, poriam em dúvida a sageza, a dedicação, o carinho, a preocupação pelo bem estar e perene felicidade do povo.
Viva a Ciência Soviética!!!
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Leia-se:
Saiam de lá jurando que jamais, nunca, nem pensar, daí por diante, poriam em dúvida a sageza, a dedicação, o carinho, a preocupação pelo bem estar e perene felicidade do povo.no que e refere
à Direção do Partido..
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O discurso desta “actora” fez-me lembrar o Nicolau Breyner no Euronico, há uns anos, quando cantava:
“Pois para mim, está enfim, tudo assim-assim, está nem não nem sim: NIM!”
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Medina Carreira disse esta semana (TVI) que as pessoas (entenda-se politicos) quando chegam ao Terreiro do Paço mundam de discurso.
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e a menina já disse isso ao Tsipras qdo foi à Grécia dar-lhe um abraço ?
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A menina arrisca passar de artista principal nesta farsa teatral, a boba da corte.
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