Fim dos exames do 4º ano
Um sistema mastodôntico como o Ministério da Educação dificilmente consegue funcionar se centenas de escolas se mantiverem permanentemente sem avaliação externa. O exame do 4º desempenhou durante algum tempo esse papel. O que permitiu fazer rankings, identificar escolas problemáticas, premiar as boas e ajudar as más a resolver os seus problemas. Sem esses exames o sistema fica cego.
Outro papel dos exames é o de estabelecer um ponto de partida mínimo e comum para os alunos que entram no ciclo seguinte. Sem isso a transição entre ciclos continuará a ser desastrosa para muitos alunos.
Quem é prejudicado com isto? Os alunos pobres das escolas públicas, evidentemente. Nas escolas privadas há formas eficazes de compensar estes problemas.
Curioso que a luta contra os exames é uma causa de adultos que não gostam deles, ou por ideologia, ou porque, lá está, sendo professores e pais, não lhes agrada ver o seu trabalho educativos avaliado pelos exames.

Todos nós sabemos que os canhotos querem e precisam de pobres e ignorantes para nadarem à vontade no lamaçal que estão a fazer
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Sempre que acaba um ciclo de ensino, devem ser feitos exames para verificar se o aluno aprendeu o que se pretendia.
Não percebo onde está o mal.
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Subscrevo na integra o seu post.
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*íntegra
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a paneleirada não pare os filhos, caga-os
os indios pais despejam os indios filhos nas escolas
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A esquerdalhada mais ou menos caviar quer é “coltura” e “desbastes” e golpadas. Estão-se nas tintas para a formação humana.
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Aqui está um assunto que deveria ser resolvido fora da AR. Que sabem os deputados desta matéria? Nada ou quase.
Que tristeza ver os deputados da esquerda, todos alinhadinhos, a votarem contra os exames no 4º ano, que só valem 30% para a nota final, porque sim. Uma vergonha que ficará registada para a história do Portugal da baixa política.
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“Aqui está um assunto que deveria ser resolvido fora da AR.”
Este e muitos outros.
Num tempo em que tudo se faz on line, por que não se referendam as grandes decisões políticas?!
O que é que essa cambada em que somos obrigados a delegar as nossas decisões tem mais que cada um de nós?!
A democracia representativa é obsoleta, perversa e humilhante para os cidadãos.
Comecemos, desde já, a caminhada rumo a uma democracia o mais direta possível.
Pela reflexão e pelo debate.
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“A democracia representativa é obsoleta, perversa e humilhante para os cidadãos”.
Não, não! Não é a “democracia representante”. O problema está nos representantes e em quem o escolhe.
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Os demucratas da isquierda querem quantos mais iletrados melhor.
Eles criticavam o botas em parte responsável pelo analfabetismo que grassava no tempo dele. Tudo bem. Agora com o enorme avança da TI estes desgraçados fizeram do ensino público uma trampolinice e da ileteracia uma imagem de marca.
Para quê o exame de professores e alunos?
Haverá algum empresário confiante no sistema de ensino atual e interessado em empregar ignorantes completamente desmotivados para fazer seja o que fôr? Esqueçam.
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Há dúvidas?
“Condenados pela iliteracia financeira…
Não é só uma questão de reputação/vergonha, é essencialmente o que representa para o desenvolvimento de um país os seus cidadãos não terem conhecimentos financeiros. Portugal ficou na 111ª posição, num total de 140 países abrangidos, no estudo sobre literacia financeira da Standard & Poor’s. Ficámos muito mal na fotografia!
Em Portugal apenas 26% dos adultos foram considerados como tendo literacia financeira. Isto é, apenas um em cada quatro adultos conseguiu responder acertadamente a pelo menos três das cinco perguntas do inquérito. No total, logo atrás da Nigéria. Na Europa, atrás de nós só a Roménia. Custa a acreditar. É mau de mais para ser verdade!
Dinamarca, Noruega e Suécia estão no topo da tabela com o melhor indicador de literacia financeira, 71%, ou seja, três em cada quatro adultos sabe fazer contas financeiras. Fora da Europa, os países com melhor classificação são os EUA, Canadá e Austrália, embora abaixo dos países europeus que estão nas melhores posições.”
in http://tinyurl.com/nlbmftc
Há dúvidas? Isto explica o porquê que a esquerda considera os combates aos défices, austeridades, etc. são maus para os Portugueses. Até o “intelectual” Rui Tavares acha que o seu partido rídiculo não tem dívidas. lol
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Fiz o tal quiz e obtive 100% (5 respostas correctas).
Isso faz de mim um génio financeiro?
Disclaimer: trabalho na área financeira 😉
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O problema é mesmo a falta de conhecimento, entre as ditas elites, sobre coisas tão básicas como défices, produtividades, etc. Se entre a populaça eles preferem saber poemas do Bocage já entre as ditas elites, até metem pena. Ainda há dias me metu nojo um tal de Rui Tavares. Dizem que o gajo é um intelectual mas é um caga-livros. Se nem gerir sabe o seu partido rídiculo, quanto mais perorar sobre as grandes questões financeniras colectivas?
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Eu não trabalho na àrea financeira é também fiz 100%…
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A taxa analfabetismo quando Salazar entrou no governo era de 60% (1930). Em 1970 era de 26%.
Em 2011 é de 11%…. Em quarenta anos de democracia fez-se menos para acabar com o analfabetismo do que nos nos 40 anos de ditadura.
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Estamos a falar do ensino básico obrigatório (daí para cima, o assunto é outro)
Sou convictamente contra as retenções.
Sou convictamente a favor dos exames nacionais de fim de ciclo.
Contraditório?
Não!
Os exames, para mim, não são para reter os alunos, mas para monitorizar o sistema.
Nas escolas, falta rigor, disciplina, sentido de projeto…
Falta até o mínimo de silêncio para a reflexão!
Faltam muitas outras coisas, para além, para cima e para depois disso.
Mas os exames, desde que bem feitos, seriam um enorme contributo para começar a melhorar o sistema.
Mantendo o exclusivo da avaliação interna, mada mudará.
As escolas são avessas à mudança e, no essencial, replicam inevitavelmente as práticas do costume.
Maria de Lurdes Rodrigues e Crato, ficando embora muito aquém do que desejavam pela oposição dos sindicatos, fizeram avançar o ensino muito mais do que todos os outros ministros juntos, desde Veiga Simão.
E porquê?
Porque apelaram a evidências, a resultados visíveis, mensuráveis e comparáveis.
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Quer dizer que a Secretária de Estado “Tulera Sensura Bloquiada”, está então dispensada de fazer o seu exame.Porreiro pá !!!
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O somatorio de esforços de dirigentes e cidadãos é que faz um país propero. Na escola secunndaria do meu filho, o conselho directivo não permite que a professora que ele proprio considera a melhor, leve os alunos desde que entram até que terminam; retiram-lhe as turmas e dão-lhe outra para que não se nota a diferença com os alunos dela a destacarem-se: Os paizinhos engolem e calam , como bons xuxalistas que são. Assim se faz o progresso do país !!!
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As prioridades parlamentares bloquistas estão indo em acelerado.
Estão quase esgotados os objectivos do Bloco e mal começou o ofício.
Daqui a 9 anos a Carolina vai votar Bloco.
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Taditos dos infantes…metam-nos numa redoma cor de rosa…é mais fácil prós isis, dashes, ou lá que moirama é essa…
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Esses infantes até vão de livre vontade colocar a cabeça no cepo…
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Ia ser interessante ver 20 providencias cautelares a entrar nos 20 Tribunais administrativos a exigir a realização dos exames do 4º ano…
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É, pá! O João Miranda descobriu a pólvora! Os exames permitiram criar rankings? Falso! os rankings são anteriores e valem tanto ou tão pouco que são os próprios responsáveis do ministério a desvalorizá-los. Os exames permitiram premiar as boas escolas? Falso! As boas escolas são as que não seleccionam a entrada de alunos, logo, trabalham com uma “massa” mais heterogénea, logo, com resultados globais mais baixos. O papel dos exames é estabelecer um “ponto de partida comum”? Falso! Os exames apenas reflectem o treino em determinadas áreas que permita um resultado mínimo… naquele exame. Sempre assim foi, mas o João Miranda deve pertencer àquela geração que apenas fez exames no 12º ano, logo, fala de cátedra. Os exames protegem os alunos pobres? Provavelmente é por não terem pobres que os países com melhores resultados não têm exames nestas idades.
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Almeida,
Como é que se faziam rankings sem exames nacionais?
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Falamos dos exames do 4º ano- lembra-se?
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Se os exames nacionais (do 12.º ano) servem para fazer rankings, os do 4.º ano não servem por quê?
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João Miranda, o Almeida não sabe do que fala. Ele nem sabe que os exames do 4º ano apenas contam 30% para a nota final.
Estes tipos não querem exames por que sabem que eles servem mais para classificar as escolas e os professores do que os alunos. Mas sabem que os exames prejudicam os professores incompetentes. E todos sabemos que os esquerdistas defendem os incompetentes, mesmo que contra os interesses dos alunos filhos das famílias das classes mais pobres. Uma vergonha!
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