Cultura nacional reprodutiva, edição 2015
Em 2015, e até agora, o filme português mais visto foi “O Pátio das Cantigas” de Leonel Vieira. Com 606.316 espectadores, obteve uma receita bruta 3,1 milhões de euros. A média de espectadores por sessão foi 40,84, o que originou uma receita bruta média de 208,58€ por sessão.
Outros não tiveram tamanha sorte. “Crime”, de Rui Filipe Torres, conseguiu ser visto, no total, por 48 pessoas distribuídas por 13 sessões, com uma média de espectadores por sessão de 3,69 (mais 27% se contarmos com o projeccionista). A receita bruta por projecção foi 21,38€, o que permitiu obter uma receita bruta total de 278€, o que permitiria ao produtor encomendar 21 pizzas média da Pizza Hut, caso fosse um valor líquido, o que não é, lamentavelmente.
“Alda e Maria – Por aqui tudo bem”, de Pocas Pascoal, conseguiu atingir a receita bruta total de 709,9€ nas 14 sessões que levaram 136 pessoas ao cinema. Foi um bocadinho melhor, já se deve enquadrar no âmbito de investimento reprodutivo de multiplicador cainesiano abismal na cultura.
“A Uma Hora Incerta”, de Carlos Saboga, com 269 exibições, conseguiu levar 2003 espectadores ao cinema, originando uma sala, em média, com 7,45 pessoas ou, visto por outro prisma, dois casais e uma ménage à trois com o bebé a dormir no carrinho. Com 269 exibições, o filme obteve a receita bruta total de 7263,29€ ou 27€ por sessão.
Mais cultura pode ser encontrada nos Rankings 2015 do ICA [ficheiro Excel].

A vingança ao chinês.
Nos últimos anos, durante a bolha financeira nas matérias-primas, que varreu desde o ouro ao preço do petróleo, parecia que o Ocidente estava falido e pronto a ser devorado pelos seus inimigos. Muitos até abandonavam a fé no capitalismo e aderiam a novas formas de socialismo: neocomunismo, neo nacional socialismo, etc.
Também surgiu uma moda de criticar o dinheiro ocidental. Dinheiro “criado do nada”, dizem eles. Hard assets é que valem a pena. Tudo o resto é papel, blá, blá, blá. Parecia que o sistema ocidental estava a caminho do colapso económico, social e político. Mas o… Capitalismo vence sempre. 🙂
De tal forma a histeria era tal, que tivemos os maluquinhos pelo ouro, os maluquinhos pelo petróleo e, mais recentemente, os maluquinhos pelo imobiliário. As más políticas monetárias americanas ajudou a alimentar esta histeria colectiva. Mas o capitalismo cria riqueza, o socialismo captura-o e o redistribui (na teoria, na prática destroi a riqueza) e, mais uma vez, o capitalismo ocidental venceu. Com tanta inovação, tanto técnica como organizacional, o papel-dinheiro ocidental volta a valer mais com a queda dos… Preços de tudo o resto. O dinheiro vale mais à medida que os preços dos chamados hard assets cai. lol
Após a crise do subprime, os inimigos do Ocidente acreditaram que nos iam derrotar com o seu gosto por hard assets. E basta pensar no que eles fizeram: trocar o papel-dinheiro por hard assets. Primeiro a histeria começou no ouro, recentemente no imobiliário. E era ver os chineses a fugirem da China com o seu dinheiro e a comprarem imobiliário. Dos EUA a Portugal, foi uma loucura. Eles compravam tudo e caro. E desde que conseguissem o acesso a visto de residência em Portugal, eles largavam milhões por propriedades que não valiam tanto. No captalismo, mais importante que deter a riqueza é a construir. E os activos valem pela riqueza que criam, leia-se, retorno deles. Não pela sua posse. Mas quem não percebe o capitalismo acreditou, como no socialismo, o importante é detr riqueza não a criar. lol
Foi uma loucura por todo o lado. O ocidente, criador de riqueza, parecia condenado a implodir econmicamente. No entanto, tanto eles criticaram o endividamento ocidental e, no entanto, foram cometer o mesmo erro para adquirir… Hard assets. lol
Acreditaram no rápido colapso do dólar americano que o foram… Dar “vida”:
in http://tinyurl.com/pk5a4bq
E o dólar americano, padecendo de maleitas graves, foi salvo pelos seus inimigos. lol
Hoje a reserva federal americana pretende atacar este capital especulativo, que não cria riqueza mas extrai rendas. Daí que ameaça subir as suas taxas de juro e apanha em contra-pé todos aqueles que se foram endividar em dólares para comprarem hard assets. lol
Tal como na década de 80, na altura com os japoneses, todos diziam que o ocidente estava perdido e era ver os especuladores e investidores japoneses comprarem as “joias da coroa” ocidentais. Mas foi o apogeu do poder económico japonês e desde então, aquele país não sai da cepa torta. O segredo no capitalismo é criar riqueza não é a apenas a preservar e a redistribuir. Os chineses cometeram o mesmo erro.
Os chineses fogem com o seu dinheiro da China, acumulado durante cerca de 30 anos e para o preservarem foram adquirir activos caros e, para aumentarem ainda mais a potencial rentabilidade, endividaram-se para a alavancagem financeira. E com o dólar em forte subida e com a moeda chinesa a corrigir e a começar a ser mais transaccionada livremente, o par dólar-yuan muda de valor, com uma forte penalização para quem adquiriu activos com empréstimos em dólares.
A mania dos chineses pelos chamados hard assets tem alguma razão histórica. Eles inventaram o papel-moeda e, ao longo de séculos, foram sendo vítimas de surtos inflacionistas enormes e colapsos financeiros espectaculares. Com a mania dos chineses pelo prazer de jogar, seja a comprar acções ou a lançar os dados em Macau, com a mania deles em investir nos chamados hard assets, eles cometeram os mesmos erros, como foram cometidos por todo o lado. E ao longo da história. A natureza do ser humano varia mas pouco, ao longo do tempo e do espaço.
Esta mania dos chineses por jogar e acumularem os chamados hard assets também foi a sua perdição. Se o mero agricultor chinês chega ao cúmulo de não vender a sua produção por causa da subida dos preços, este acto de acumular riqueza torna-se um arma de destruição maciça quando os preços caem. A grande força do capitalismo está em criar riqueza, não a acumular e distribuir, como pensam os socialistas.
Os chineses compraram de tudo mas fizeram muito mais. Foram-se endividando e usando como collateral as matérias-primas. Os chamados hard assets. E, nos últimos anos, também usaram o sector imobiliário como fonte de acumulação de riqueza. Mas foram apanhados pelas forças do capitalismo. Os preços das matérias-primas são ciclicos e o capitalismo está sempre a revolucionar o seu sistema económico através de inovações. Tecnológicas, métodos de gestão, etc.
De tal forma o capitalismo é eficaz que no longo prazo produz sempre… Deflação. A produtividade e as melhorias tecnológicas fazem os preços cair e os salários aumentarem. O dinheiro também se valoriza no longo prazo. Em ciclos longos. Mas o socialismo e o comunismo não entendem estes problemas. Daí que acreditam mais em hard assets, pois estão crentes que os podem mobilizar em situações de emergência e apuros.
De tal forma que chegamos ao final de 2015 e os hard assets estão sob forte risco de levar ao colapso quem neles investiu. O último prego no caixão poderá ser o colapso dos preços do imobiliário, outra vez, mas agora em larga escala. Desde os caríssimos preços dos apartamentos em Pequim ao palacete em Londres. E quem neles investiu? Sobretudo investidores dos mercados emergentes e de mentalidade socialista. Brasileiros, chineses, angolanos, etc. Com o dólar a subir contra as moedas destes países, o risco de uma destruição de riqueza é elevada. O dinheiro acumulado nestes países, como na china, durante 30 anos, através do capitalismo mitigado, pode desaparer do bolso deles. Pufff!
Já no ocidente a coisa, que parecia tão má, é onde mais se cria riqueza e não apenas se acumula. O segredo do sucesso do capitalismo está na continua criação de riqueza, não na sua posse e redistribuição. E o ocidente domina tecnologicamente esta “nova economia”, baseada sobretudo na internet e na desmaterialização dos activos. As vendas a retalho ela internet estão a substuir as tradicionais vendas nas lojas do retalho fisico:
“E-commerce sales accounted for 60% of retail growth as overall retail sales grew only 1.6% compared with the same period last year.”
in http://tinyurl.com/o7qccg4
Esta “nova economia” poderá provocar o colapso dos preços do imobiliário comercial. Onde é que os chineses e demais comandita investiram nos últimos anos? Nos tais hard assets, desde matérias-primas ao imobiliário. Onde se está a criar riqueza? Nas empresas que aproveitam as modernas tecnologias para ganharem dinheiro, como a Amazon, por exemplo. Já as empresas sustentadas em modelos de negócio antigos mas cada vez mais ultrapassados, como a inglesa Tesco, por exemplo, estão a sofrer devido a não terem acompanhada as mudanças que se vivem nas nossas economias.
O capitalismo ocidental, que se dizia morto, está mais forte do que nunca. Está diferente, é certo. Mas mais forte do que nunca. E cada crise que sofre serve apenas para se fortalecer ainda mais. O dólar americano e o euro valem pela capacidade de criarem riqueza ao longo do tempo. Não apenas pela riqueza acumulada e redistribuida. Os países emergentes que vêm as suas moedas a colapsarem estão a aprender a dura lição. O verdadeiro activo que conta para uma moeda é a capacidade dessa economia se reinventar constantemente, através da criatividade dos agentes económicos. Do capitalismo existente capaz de extrair o melhor de nós na criação de riqueza e na procura pelo lucro. 🙂
O capitalismo tem crises a cada passo mas sabe reinventar-se. O socialismo e o comunismo não. lol Os chineses como outros irão experimentar as agruras de terem fugido da China e se terem metido a jogar as suas poupanças com dinheiro criado do nada, em moeda estranha. 🙂
O capitalismo ganha sempre. Sempre.
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A loucura do chinês pode ser apreciada por esta interessante noticia:
“Stock market turmoil could see Chinese investors pile into real estate
The realtor lists increased demand from international investors alongside limited inventory, historically low interest rates and heightened consumer confidence as the factors expected to fuel sales growth in Canada’s two hottest real estate markets.”
in http://tinyurl.com/oelq8ua
Então o resto do mundo se queixa do dinheiro fácil, permitido pelas baixas taxas de juro americanas e o que faz? Retirou dinheiro das suas economias (no caso chinês, acumulado ao longo de anos a vender produtos e quinquilharia aos ocidentais) e foi comprar activos caríssimos aos ocidentais. Toda aquela massa ganha, durante anos, a vender produtos industriais ao ocidente é devolvida sob a forma de especulação imobiliária. lol
Cairam como patinhos. 🙂
http://tinyurl.com/q942fb2
E as rendas não subiram à mesma velocidade:
http://tinyurl.com/oszdqr2
Nos EUA as rendas subiram bastante mas sobretudo nas residências dos mais pobres. E que lhes mata o poder de compra. Mas os chineses investiram sobretudo nas residências dos mulmilionários. Porque é mais fácil comprar e vender uma casa de 5 milhões de dólares que 10 de 500 mil. lol
Em Portugal também houve loucura. Terras que davam um yield de 15 a 15 mil euros por ano tinham nos chineses e os angolanos a pagar balúrdios por elas. Sem contar com impostos. Mas eles compravam. 🙂
Durante anos e anos, eles foram acumulando a massa que ia do Ocidente para estas economias, através das nossas importações. E depois, em meia dúzia de anos, o dinheiro retorna ao ocidente mas eles endividaram-se imenso.
Numa queda vertiginosa de preços dos ditos hard assets, o papel-dinheiro ganha valor e a alavancagem financeira faz com a riqueza acumulada durante anos e anos desapareça. E os Ocidentais que lhes venderam as propriedades acmulam o seu dinheiro nos bancos. Ou noutros activos, tipo obrigações do Estado. Daí as taxas de juro negativas numa grande parte da dívida europeia. lol
O Ocidente vinga-se do chinês. 🙂
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Durante anos e anos, eles, os inimigos do Ocidente, gozavam connosco e com o nosso elevado endividamento. E eles riam-se, sentando-se sobre fábricas poluidoras, pouco eficientes, salários baixinhos, mas acumulando milhões e milhões de dólares. Chegava-se ao cúmulo de se dizer que, para os chineses derrotarem os EUA nem precisavam de armas. Bastava despejar os dólares no mercado. lol
E hoje? Ninguém conhece os números com rigor mas a China está estupidamente endividada:
Endividados e compraram activos no Ocidente a preços malucos. Caindo de preços estes activos, tudo o que acumularam durante anos e anos… Pufff! Desaparece.
O Ocidente sofrerá também com o eventual colapso dos seus preços do imobiliário mas serão os de fora, em especial os chineses e grandes produtores de matérias-primas (hard assets ?) que pagarão o estoiro da bolha imobiliária global. Pufff! Desapareceu o dinheiro deles.
Mas o Ocidente tem acumulado muito mas muito dinheiro. Basta ver as taxas de juro negativas na dívida europeia. Numa situação de deflação, pagar ao estado para nos guardar a massa pode ser vantajoso. Se pagarmos 0,5% ao Estado para ele nos guardar a massa e a deflação atingir os 2 ou 3% ao ano, ainda ganhamos dinheiro, não é? Pois o risco de a metermos em “hard assets” pode dar numa queda de 50% das nossas poupanças. Puffff!
Nós no Ocidente perdemos um bocado a fé nos nossos sistemas. Nos nossos valores. E perdemos a fé no capitalismo. Mas ele continua mais vivo que nunca. E continua a ser ele a grande vantagem sobre os outros. Que tentam imitar o nosso capitalismo mas nunca o são capazes de todo. Precisam de adoptar os nossos valores e mudarem o âmago das suas culturas. Serão capazes? Provavelmente não. O Lula da Silva não se queixa da herança Portuguesa, quase 200 anos depois da Independência do Brasil? E o Brasil não tem estas crises crónicas? Mudar a cultura de um país é mais fácil dito que feito.
Numa eventual liquidação dos ditos hard assets, dinheiro-papel que não desvalorize vale muito. Mas mesmo muito. Que o digam os japoneses, ao longo das últimas décadas. lol
Mas o capitalismo vence sempre. Sempre. Contra os socialistas e até mesmo contra a falta de fé dos que nele mais deviam acreditar: os próprios ocidentais.
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BARAK – HOUSSEIN Acho Q o gajo é fã do governo da Frente-Esquerdoide
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TAQUIYAH CAPITALISTA LOL
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Falta conhecer os subsidios e quanto nos custou as obras. Mesmo aos que não as querem ver. eheheheheheheheh
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vitorcunha.
O Blasfémias não tem um filtro anti-spam?
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Tem. Contra emigrantes. 🙂
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O senhor desculpe, mas porque é que não cria o seu blog (onde teria enorme êxito) em vez de colocar aqui os lençóis?
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Está desculpado.
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O engraçado é que as araras da cultura que tanto desancaram “nos filmes do Estado Novo” demoraram 40 anos a perceber o que é cinema viável em Portugal. E o que é cinema portugues que o publico aprecia. E teve que aparecer um filho de um imigrante para mostrar o caminho.
E agora vai de fazer versões até à nausea.
Para o próximo ano, os mesmos intelectuais de esquerda que enalteceram a genialidade do cinema portugues subsidiado com milhões mas premiado por juris composto por mastroianis – que ciclicamente eram contratados por aqueles milhões para fazer outros filmes portugueses igualmente geniais – vão fazer o Pateo das Cantigas II, e depois o Pateo das Cantigas III
Ainda hei-de ver o Tordo a ressuscitar-se no novo Festival da Canção II da RTP
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Para o anti:
Não é a vingança do chinês. É a tua vingança, pá. Não dás descanço. Estás-te a vingar de alguém. Espero que não seja de mim, que não te quero mal. Por enquanto. Que a continuares assim, estou a pensar contratar um Kit de mau-olhado. 😉
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Eh pá, desculpem.. só agora dei por isso.
descanço – ehehehehe. O anti dá cabo dos nervos ao peçoal.
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Gostei do post do ANTI-COMUNA!
PORRA QUE O GAJO É CHATO C’MÁ FERRUGEM !
EDITA UM BLOGUE, PÀ !
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Intuo que a cultura tem sido o lameiro de pasto de muitos dos herdeiros da revolução de abril.
Apesar das recorrentes queixas dos implicados.
O produto cultural não tem que ser diferente dos outros produtos.
Teria que se sujeitar à lei do mercado.
Estando fora do mercado, deixa de ser um produto cultural para passar a ser um produto político.
Um dos meios mais vulgarizados de alimentar as clientelas partidárias… e de privar o povo de uma verdadeira ação cultural.
Nada de novo: mais uma área em que o benefício vai para os agentes em vez de ir para o objetivo.
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Hummm… “Privar o povo de uma verdadeira ação [sic] cultural” parece-me excessivo. Presumo que quer dizer “felizmente não massacram o povo com treta que o funcionário público decidiu que deviam ver”.
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Eu ainda estou para ver como é que vai ficar este filme , no ranking do ICA :
https://pt.wikipedia.org/wiki/XX_Governo_Constitucional_de_Portugal
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Com João Soares na Cultura tudo irá mudar…
Vejamos o ranking da próxima estreia:
“Viagem atribulada a terras da UPA”!
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Cultura reprodutiva, edição 2015 Vaticano
Nel corso dello show, offerto dalla World Bank Group,
Fiat lux: Illuminating Our Common Home
Isto anda fudido por todo o lado
http://www.corrispondenzaromana.it/san-pietro-una-basilica-oltraggiata/
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Se tapar a cara para as islámicas é um aberração, na China começa a ser uma obrigação… Sanitária. lol
Em quase todas as cidades chinesas começa a ser obrigatório “tapar a cara”:
Mas isto tem resultados indirectos pouco perceptiveis aos desatentos. Resultado da enorme poluição chinesa? Mais comida importada:
“Spain: Agro-food exports to China up by more than 30%”
in http://tinyurl.com/qxsuf2w
E o desenvolvimento da noticia é ainda mais interessante:
“In this regards, he underlined the exponential growth of agricultural trade between Spain and China in recent years; the value of Spanish exports reached a record 658 million Euro in 2014 and this trend has been accentuated throughout 2015, with sales growing by more than 30% in the first half of the year and making China the second largest recipient of Spanish exports outside the EU, only behind the U.S.”
As exportações de presunto espanhol para a China crescem acima dos 30% ao ano. Porque…
“Food security for a growing population
In this forum, Cabanas drew attention to the importance of ensuring a healthy and sufficient food supply for a growing world population with changing consumer habits. With the increase in the disposable income of consumers, people are demanding more protein and a wider range of foods. China is the best example of this development, as approximately 800 million people have escaped poverty in this country over the past twenty years.”
E qual a região do mundo onde a qualidade da comida é maior? Na europa. Os nossos valores também são isto: ter comida de alta qualidade e com pouca poluição. O resultado? Á medida que a China tenta se modernizar e crescer mais poluição têm. Poluição e comida má. Extremamente má. Daí que, se os chineses mais ricos quiserem comer bem terão que importar comida. De onde? Neste caso, Espanha.
E também é por isso que…
“Spain’s Prized Ibérico Hams Can’t Cure Fast Enough for China
in http://tinyurl.com/pcqnep8
Nós não damos valor aos nossos valores. E ao nosso tipo de capitalismo. Com muitos defeitos, é certo, mas ainda é o melhor do mundo.
E pode-se escolher qualquer cidade do mundo emergente. Pequim, Jacarta, Nova Deli, São Paulo.. E o resultado é semelhante. Elevados níveis de poluição. Poluição com fortes custos económicos. Mal medidos.
Quem é que pode exportar comida de qualidade e com um minimo de qualidade para estes países? A europa. 🙂
Mas quem está atento a este tipo de fenómenos? Na europa, devido ao pessimismo militante e falta de auto-confiança nos valores europeus, nem nos apercebemos aquilo que de bom temos. E que começa a ser exportado porque é valorizado em grande parte do mundo… Poluído.
A europa tornou-se, em 2015, no maior exportador de comida do mundo. Porque será? Mas quem ler os ditos intelectuais europeus, até parece que estamos todos a morrer de fome. No entanto, as mulheres cada vez mais tapam a cara, por esse mundo fora, devido à poluição.
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Já se imaginou haver deste tipo de protestos e movimentos políticos na europa?
“Protests in Taipei urge food safety
AMENDMENTS SOUGHT:An organizer said that the law should be changed to forbid people found guilty in a food safety case from operating a food company again”
in http://tinyurl.com/nnbq8xa
Não. na europa pode haver protestos pela morte dos animais mas não pela morte da população devido à má comida e poluição.
E qualquer pessoa que veja uma reportagem destas…
http://tinyurl.com/pfdrbaw
E há ainda dúvidas, entre nós, quem é superior em termos civilizacionais? lol
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Left-wing British politician Ken Livingstone said on Thursday that Saudi Arabia, not Russia, poses a serious security threat to the UK.
Read more: http://sputniknews.com/politics/20151212/1031662930/saudi-arabia-not-russia-threat-ok.html#ixzz3u8UeOKbS
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O anti-comuna vai lecionando de graça.
O capitalismo sobrevive, apesar de todos os escolhos. É verdade.
É pena porém que alguns manganões circulem nas suas margens negras.
Uma coisa é o sistema capitalista, outra é a ganância.
Apesar de tudo, se a justiça funcionar essa ganância é controlável.
O socialismo é uma fraude insustentável onde a ganância anda de mãos dadas com a hipocrisia e o descaro. Tipos execráveis a dar lições de ética e democracia.
Ditadores em potência a esconder propósitos inconfessáveis, a negar os morticínios nos países onde vigoraram e vigoram tais sistemas.
Sindicalistas perenes, pseudo intelectuais, filósofos de meia tigela, economistas falhados, políticos pouco recomendáveis, banqueiros corruptos, advogados sombrios.
O anti-comuna poderá demonstrar como só pela força o socialismo se implanta e escraviza populações impreparadas, iletradas durante décadas.
Urge explicar a faceta letal desse sistema anti-natura.
Os candidatos a algozes vão nus. Têm acesso franco aos merdia para enganar todos e mais algum.
Porque será, a que senhores e senhoras servem os editores chefes e os pivôts?
Se Portugal estivesse fora da Europa iríamos assistir a uma tragédia.
Em 1975 o Kamarada barreirinhas quiz falar à força com Brezhnev pelo telefone.
Só lhe respondeu Suslov, breves palavras: “A URSS não entra nesse jogo, essa área está fora da nossa influência”.
Em 1968 o leonidas tinha exposto a sua doutrina: A URSS tinha o direito de intervir nos negócios dos países comunistas para fortalecer o comunismo. Doutrina de Brezhnev.
Estamos a viver no rectângulo a doutrina da “troika socialista”. Até ver.
Só lhes falta a força militar, se a tivessem o passo já tinha sido dado.
E o putin está em baixo, o anti-comuna faz bem em sublinhá-lo.
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“O socialismo é uma fraude insustentável onde a ganância anda de mãos dadas com a hipocrisia e o descaro. Tipos execráveis a dar lições de ética e democracia.”
Os socialistas gostam dos prazeres burgueses (é ver o imbecil a mostrar a familias em hoteis-de-charme, por exemplo), mas eles gostam é de usufruir do dinheiro alheio. ehehehheh
Uma boa sociedade capitalista não protege o lucro mas estimula o lucro. E quando o sistema funciona bem, o lucro não é excessivo porque outros lutarão pelos mesmos lucros. 😉
Uma socieadade socialista vive de parasitar quem cria riqueza, isso sim.
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Como é que se encontra aquele número médio de espectador?
Fiz as contas para o Pátio e dá-me qualquer coisa como 14,846 sessões.
Estou a ver bem o problema?
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Está. É o número que eles apontam na folha de Excel.
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O documentário sobre o Carlos do Carmo só teve 541 espectadores? Até o partido unipessoal do Rui Tavares teve mais votos. Mas o homem não é adorado e reconhecido?
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Atenção o Benfica marcou agora um golo ao Setúbal.
Não sei o que isso quer dizer, mas penso que será um avanço na cultura portuguesa.
Ou talvez não.
Disse
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Em documentários já sairam dos nossos bolsos 5 280 000 €. 66 documentários financiados a 80 000 cada. Custam todos o mesmo?
Click to access lista_definitiva_de_candidaturas-documentarios_2015_682690934562e74389272e.pdf
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Mais 22 milhões para filmes…
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Mais 4 milhões em curtas metragens
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O filme “a uma hora incerta” recebeu um apoio à finalização de 80 000 euros
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Nem de propósito
O ministro da Cultura, João Soares, considerou hoje que o cinema é uma área essencial, embora se tenha escusado a concretizar que tipos de apoios poderão vir a ser dados, por estar no Ministério há poucos dias.
“O cinema é qualquer coisa de perfeitamente essencial em tudo que tem a ver com a cultura, mas não posso ir além muito além disso”, alegou.
À entrada para a antestreia do novo filme de António-Pedro Vasconcelos, que decorreu em Viseu, João Soares sublinhou aos jornalistas que o cinema é uma área importante, embora não seja a única.
“Quando vocês quiserem vir a Lisboa ao Ministério, terei o maior prazer em dar-vos informação e detalhe sobre o que se tem estado a fazer também nesta matéria”, acrescentou.
O titular da pasta da Cultura realçou que a sua chegada ao Ministério da Cultura aconteceu apenas há quatro dias e que este apenas existia enquanto Secretaria da Cultura, “com um peso político e institucional muito reduzido”.
“Portanto, deixem-me primeiro com tranquilidade, mas com imensa determinação, tomar conta dos dossiers para poder dar resposta concreta. Não sou homem para fazer promessas que depois não possa cumprir”,referiu.
Sobre a sua presença na antestreia de “Amor Impossível”, frisou que fica a dever-se “a uma profundíssima admiração” que tem pelo António-Pedro Vasconcelos e pela sua “obra absolutamente notável”.
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