A cultura da nota é nociva; a nota para a cultura é que é bom
13 Janeiro, 2016
Há dois tipos de pessoas com lata para uma afirmação como a “cultura da nota é nociva”: 1) estúpidos; 2) socialistas com esperança que os filhos sejam ainda mais estúpidos para que não os julguem no futuro pelo que fizeram ao país.
47 comentários
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3º estúpidos q nunca leram NADA sobre pedagogia, a começar pela prata da casa de passar os olhos por Agostinho da Silva por expl.
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Socialista é estúpido por natureza e quer que os seus filhos não degenerem.
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Socialista que é socialista não põe os filhos no ensino público. Colégio Moderno “oblige”, ou outros privados do mesmo calibre republicano, maçónico e xuxalista. Salesianos ou religiosos também poder ser, porque o padre Melicias e o Guterres também são cá dos nossos.
Escola pública como plataforma de mobilidade social é anátema para socialista que se preze. Afinal de contas, o próprio conceito de meritocracia e de reconhecimento por esforço próprio não funcemina com o ideal de “todos somos iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros” levado à letra pelos amiguinhos Almeida Santos & Soares & Sócrates & afins e apaniguados.
Logo, vamos lá acabar com a “cultura da nota” porque é necessário que as gerações futuras das “mais preparadas de sempre” sejam cá das nossas. Há que pensar na formação das elites futuras, que são aquelas que certamente não virão das escolas públicas. Porque as escolas privadas vão continuar a ser exigentes e a ter a “cultura da nota”. Porque as universidades certamente que vão continuar a ter a “cultura da nota”.
E porque o povo, de quem nós gostamos muito mas à distancia, tem que continuar ao seu nível. Lá em baixo que é o lugar deles. Sem vasos comunicantes ou arrivistas de Massamá ou de Boliqueime. E nós, iluminados, bem-pensantes e devidamente xuxalistas, a guiá-los. Porque sim. Porque somos de esquerda. Porque assim queremos e podemos.
Benditos pastores que andamos a preparar. Segue manada, que não se passa nada.
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Já os neosocialistas aproveitam e por antecipação trazem os filhos recém nascidos para o congresso. Gente mesmo inqualificável. http://www.elmundo.es/espana/2016/01/13/56965f12268e3ea52e8b45eb.html
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Mais um retardado mental no lugar para onde vão todos os retardados mentais.
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É o caso dos loucos a tomar conta do manicómio!
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Zazie,
«no lugar para onde vão todos os retardados mentais.»
Também vai ser comentador na SIC?
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1º) Quando vi este Investigador, antes das legislativas a dizer que as pessoas do interior são socialistas mas não sabem, pois ajudam-se de forma espontânea. Pensei, ó artista as pessoas cooperarem de forma espontânea é precisamente o oposto do Socialismo.
2º) Este Investigador não era aquele que segundo a polícia do bom Português (Dra Edite Estrela que escreve “puderem”) estava perto de descobrir a cura para esse problema terrível que é o cancro? Abdica de poder salvar a vida de milhões de pessoas para andar a brincar com a Educação?
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Engana-se: ele abdicou de descobrir a cura do cancro para se habilitar a uma reforma vitalícia aos 40 anos, que nunca teria se continuasse na Ciência.
Lembram-se das Novas Oportunidades? É o caso 😉
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“(Dra Edite Estrela que escreve “puderem”)”
Não sei se compreendi bem, porque a pontuação é precária, mas “puderem” existe (futuro do conjuntivo, 3ªa pessoa do plural).
Depende do contexto.
Nota: Bom! Já sei! Agora o polícia sou eu!
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Ufa! Ainda bem que não é cirurgião!
Parafraseando Jefferson, mais vale dez criminosos cá fora que um inocente láparo na ara sacrificial, vulgo na mesa do cirurgião da ressabiada-mor.
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Senhor polícia. A sra Dra escreveu “chegaram ao ponto de discordar da minha proposta de as 6 primeiras semanas da licença não puderam ser partilhadas pelo pai”
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“chegaram ao ponto de discordar da minha proposta de as 6 primeiras semanas da licença não puderam ser partilhadas pelo pai”
Então, nesse caso, são dois erros, porque deveria ter escrevido “pOderEm”.
Nota: Já que estamos nessa, espero que não faça como o computador, que me quer obrigar a escrever “escrito”, onde escrevi “escrevido”, porque estou certo: com o auxiliar “ter”, deve usar-se o particípio regular dos verbos (se usar o irregular, resulta uma ideia diferente (uma coisa é ter escrevido uma carta, outra é ter uma carta escrita…).
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Os socialistas das matizes mais vermilhóides já descobriram há muito a cura definitiva para qualquer tipo de cancro.
Chamam-lhe vala comum.
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Não sei como é que o PS foi descobrir esta espingarda: o homem perdeu o pé e não sabe onde está metido e não sabe para onde deve ir. Uma desgraça.
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O Nogueira prepara as leis e este Ministro assina, não tem nada que saber.
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ÚLTIMA – PSD Madeira com divida de 3,3 milhões ao BANIF
Em meados de 2014, Tolentino de Nóbrega, no jornal Público, dava conta da situação de falência técnica do PSD Madeira, fruto da gestão danosa de regime jardinista, que não contente com a destruição das contas públicas do arquipélago, fez questão de arrasar as contas do partido também.
Despesismo e viver acima das possibilidades sempre foram ..
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Sendo que o PCP deve quatro milhões à banca, convinha fazer euro por voto.
O PSD, com 10,3 milhões, deve duas vezes menos por voto que o comunista.
Para catador de notícias, catador e meio.
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Colaço,
Mesmo admitido que o PCP deve esse dinheiro todo á banca o que não acredito, é diferente do que o PSD Madeira dever 3,3 milhões ao BANIF
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Deve. Se é comunista, ao menos saberia que o PCP deve mais de quatro milhões de euros aos tão malditos e vituperados e vilipendiados bancos.
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2) socialistas com esperança que as pessoas se mantenham estúpidas para precisar de subsídios e, assim, continuar a votar nos canhotos…
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O ministro da Educação afirma que Portugal “ia contra corrente nos últimos quatro anos” e que a escola “não tem que treinar para exames”, defendendo ainda que a “cultura da nota é nociva”, e que a sala de aula deve ser o principal foco do trabalho a desenvolver. (Hoje)
Minhas senhoras e meus senhores, apresento-vos: o novo Juiz da Festa.
Tenho idade suficiente; filhos em idade escolar em numero suficiente e interesse suficiente pelo seu desempenho; contacto com o seu meio escolar e memória do seu percurso, para ter a certeza absoluta que a vacuidade do paragrafo inicial é tudo o que muitos professores incompetentes querem ouvir. A ultima frase então, é um tratado.
Tenho um filho que descobriu que afinal vai fazer exame de aferição este ano, outro que descobriu que já não vai fazer exame de avaliação este ano e outro que descobriu que ainda bem que fez o exame de inglês (com os professores de inglês amotinados e em completo desrespeito pelos alunos) no ano passado porque este ano já não há. Mas isto sou eu a querer chatear, porque a instabilidade, em doses recomendáveis, também faz falta aos petizes.
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Isso de meter o professorado todo no saco dos incompetentes é uma treta. As provas finais estavam muito bem e não metem medo a quem trabalha. As metas que foram definidas para o 1º ciclo é que são manifestamente exageradas e a maior parte dos alunos não chega lá. E esquecem-se ainda que grande parte das turmas dos meios rurais têm turmas mistas, o que impossibilita qualquer um de fazer um bom trabalho. Experimentem trabalhar 22 alunos de dois anos de escolaridade ao mesmo tempo.
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“Isso de meter o professorado todo no saco dos incompetentes é uma treta.”
Tem toda a razão. Se não se importa seja competente a ler o que eu escrevi.
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“a instabilidade, em doses recomendáveis, também faz falta aos petizes.” – torna os petizes mais felizes. Confusos mas mais felizes!
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Penso até que os mais confusos/felizes serão os que completaram o 4º ano no ultimo ano lectivo. No entanto, para azar destes e sorte do resto do país, se a lambança enamorada cair, em final de 2017 estarão a fazer a terceira prova nacional seguida. Serão assim, os nascidos em 2005, a geração mais bem aferida/avaliada de sempre. Mas não, não serão, porque nessa altura a lambança enamorada invocará a CRP e o orgão constitucional virá para os salvar de uma overdose de avaliação/aferição.
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VC: lembra-se quando o ministro tomou posse e da minha interrogação se o VC estava preparado para o cargo de ME, dada a proximidade de idade do ministro? Respondeu com a implosão da 5 de Outubro ou qualquer coisa do género. O ministro é jovem e como não se acompanhou de quem sabe deve ser a primeira baixa, talvez se safe de ir isolado, começo a ter sinais que o governo não se aguenta. O meu drama é que Passos diz que está pronto para pegar no barco, e eu pergunto, para fazer o quê? Vamos fazer um suponhamos: Passos ganha as eleições com maioria absoluta e convida o VC para Ministro da Educação, diga lá em 4 linhas o seu programa e mostre que faria melhor que o Tiago.
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Linha 1: Aceitar o cargo.
Linha 2: Convocar reunião com os sindicatos num cacilheiro.
Linha 3: Afundar o cacilheiro.
Linha 4: Extinguir ministério, demitir-me, exigir indemnização pelo salário não auferido.
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Eu tenho um programa ligeiramente diferente. Usava uma traineira velha, que é muito mais barata, e até tinha a possibilidade de ir flutuando até que saísse da plataforma continental; e, assim, não termos de ter a despesa e andar a criar poluição ao dragar o Tejo para recuperar os corpos.
Teria, claro de incluir umas caixas de Rennie no porão da traineira e esperar que o medicamento funcionasse em tubarões, raias, atuns, cachalotes, caranguejos e fitoplâncton . Tanto ressabiamento deve dar algumas mudanças bioquímicas nos corpos, algo aziagas para os necrófagos marítimos.
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Contratado!
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Linha 4: Saltar do cacilheiro.
Linha 5: Extinguir ministério, demitir-me, exigir indemnização pelo salário não auferido.
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Não vais a Ministro, talvez a secretário ou assessor.
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O Nogueira sentou-o na cadeira e explicou-lhe:
Vamos fazer com que cada vez mais gente vote em nós.
How?…
Estupidificando dada vez mais alunos e professores
Mantendo a frustração vigente a níveis aceitáveis.
Alimentando um sentido apurado de irresponsabilidade.
Arredando dos alunos da curiosidade e do anseio de aprender.
Já temos uma apreciável maioria de ignorantes, mas se as coisas piorarem é preciso alavancar.
Sabedoria temo-la nós e basta!
O desgraçado balbuciou uma pequena dúvida:
“And if some go private?”.
Explique lá isso melhor que o inglês não é o meu forte…
” E se alguns continuam a fugir para o privado”?
Ó dótor, vê-se mesmo que vem lá de fora feito céguinho.
O privado é para extinguir!
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Um mínimo de bom senso recomendava que até ao fim do ano lectivo não se mexesse em nada. A medida de reavaliar as turmas pagas a colégios privados é positiva e o governo vai concluir que uma larga fatia é dispensável. Esta medida não foi tomada pelo Passos e Portas, porquê? A separação de águas entre privado e público deve fazer-se em todos os sectores, acabe-se com a promiscuidade.
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Há um colégio privado muito moderno que, pode-ter-a-certeza-plena, nunca será extinto.
Ouve-se dizer que é a escola dos filhos dos tipos que defendem a escola pública com as unhas e os dentes dos outros.
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Não sei se tem turmas subsidiadas? Em Lisboa tenho dúvidas. A situação é mais gravosa na zona de Coimbra e na zona das Caldas, isto segundo os professores que falaram na comunicação social. Perto de mim uma escola pública está a receber, neste momento, alunos expulsos de uma dessa escolas com turmas subsidiadas. Não tenho nada quanto ao privado, mas por favor não queiram mamar na teta do Estado e quando tivermos oportunidade havemos de falar da economia “social” e das IPSS alimentadas pelo sr Mota Soares que são outro enviesamento provocado pelo governo anterior que, se dizia liberal.
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Este governo, como não consegue melhorar o ensino público, vai tratar de prejudicar o privado. Sempre foi assim com a esquerda, não há hipótese.
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No mundo das cambalhotas.
Vai ser até partir a espinha.
https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ3UIZWIHq-26O714gttytiYtDrXJvgUbDfLCmu0xnOHZmL50Sb
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Feitas as contas, terá que ir para junto dos seus.

São os genes a chamá-lo!
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Constrange-me um pouco ter que dizer o que vou dizer.
Sei que até a maioria dos professores acredita na bondade dos níveis e das notas no ensino básico/obrigatório (ensino básico/obrigatório, repito).
Quanto mais os pais ou os meios de comunicação…
Mas tal resulta da inércia, no caso dos primeiros, e da natural falta de esclarecimento, no caso dos segundos.
Vou reduzir os argumentos ao essencial, para não maçar e na esperança que seja suficiente.
Nos ensinos secundário e superior, as notas têm a função de seriar/classificar os alunos, para os devidos efeitos, que são a sua entrada nos cursos superiores e, depois, na vida profissional.
No ensino básico/obrigatório, os níveis e as notas não têm qualquer função, porque todos os alunos são admitidos nos anos seguintes, em rigorosa igualdade de circunstâncias, independentemente da sua classificação.
A alegria e a motivação que tal seriação possa dar aos mais bem sucedidos (única função admissível) não compensa as várias perversidades que dela resultam e que posso enumerar, noutro comentários, se alguém nisso estiver interessado.
Acresce ainda que tal alegria resulta de uma deficiência cultural, da nossa sociedade, que não sabe perseguir objetivos a longo prazo e que necessita de um bombom pavloviano imediato, para se motivar e aplicar. Acabar com os níveis e as notas, no ensino básico/obrigatório, contribuiria também para combater tal imediatismo infantil e infantilizante, altamente pernicioso para o nosso desenvolvimento como corpo coletivo.
Temos, finalmente, o exemplo dos jardins de infância, que não atribuem níveis, e do 1º ciclo, que apenas atribui uma avaliação qualitativa e que nem por isso conseguem piores resultados que os ciclos subsequentes.
Pelo contrário, verifica-se, na prática, que, à medida que se sobe no percurso escolar obrigatório, a avaliação, cada vez mais feita classificação, cada vez mais cria confusões, embaraços e bloqueios.
Deixei para o fim o argumento mais decisivo:
– A classificação não faz parte do processo ensino/aprendizagem. É um corpo completamente estranho e, como tal, perturbador. O que realmente faz parte do percurso ensino/aprendizagem é “tratar-assunto/competência-testar-corrigir(se for o caso)-tratar novo assunto-…”
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João: dando como boa a sua exposição, não seria expectável que o ministro ouvisse quem sabe e só mexesse no fim do ano lectivo? Penso que o exame do 4º ano só valia 30% e nem sei se eliminou alguém no país, mas uma coisa tenho a certeza: a elite legisla estas “modernices” para os filhos dos outros e os filhos deles estão nos colégios da opus, das ordens, no alemão, no francês, etc., colégios com fardas, alguns com serviço religioso, actividades curriculares de bom nível e muita disciplina.
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João de Brito: quer-me parecer que defende a passagem automática de todos os alunos desde o 1.º até ao 9.º ano, sem exames nem reprovações?
Se assim é, imagine que a Lei não punia o homicídio: sem castigo, acha que qualquer pessoa ia deixar de matar outra (excepto, talvez, por questões ético-morais, se estas ainda existissem)?
Sem exames nem reprovações, acha que algum aluno se preocuparia em estudar e aprender?
Deixo um link para ler:
http://jornaldiabo.com/nacional/demencia-educacao/
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João de Brito,
«– A classificação não faz parte do processo ensino/aprendizagem. É um corpo completamente estranho e, como tal, perturbador. O que realmente faz parte do percurso ensino/aprendizagem é “tratar-assunto/competência-testar-corrigir(se for o caso)-tratar novo assunto-…”»
Espero que não seja cirurgião. Ou se o for, podem descobrir a cura definitiva para o cancro todos os seus doentes. Para gáudio do cangalheiro, a quem adianta serviço.
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Resumindo, quer que o sistema de ensino até ao 9º ano seja um jardim de infância. E depois ainda fala em infantilização…
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Acabem com a escola , com as notas, com os professores, com os sindicatos com as aferições, e finalmente com estas conversadas Precisamos de descansar. Se a escola fosse paga pelos utilizadores nada disto acontecia porque quem pagava mandava assim o dinheiro que paga como foi roubado toda a gente diz coisas .
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Este João de Brito tem um discurso tipo Sampaio da Nóvoa. Que fóssil !!
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Os fósseis mantêm-se estranhamente calados. Tive uma coleção respeitável deles quando era adolescente e garanto-lhes que nunca ouvi nenhum deles falar.
Os calhaus escarralhados que por aqui falam (João de Brito excluído, para ser honesto), caro António. mostram que a vida inteligente ainda é característica das cadeias de carbono, mas que os silicatos podem afinal emitir sons e escrever em teclados ou em dispositivos tácteis.
Mas fósseis é que não são. Esses estão quietinhos, no canto ou nas caixas onde os puseram, e não falam.
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