obras à moda do porto
15 Janeiro, 2016
Em ruas residenciais, as obras de recapeamento das ruas, com britadeiras, ruído forte, máquinas diversas a trabalhar ininterruptamente, poeiraça, etc., passaram a decorrer durante a noite dos dias de fim-de-semana, sexta, sábado e domingo, com início às 21h30 e fim indeterminado pela noite dentro. O direito ao descanso é um poder discricionário do Senhor Vereador das Obras Públicas, que sabe o que é melhor para todos os munícipes.
Bem-vindos ao Burkina Faso. Embora, como aquilo quase não tem ruas asfaltadas, deva ser mais sossegado.
14 comentários
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Atenção ao Burkina.
“As forças de segurança estão a combater alegados combatentes islamitas que fizeram reféns num hotel utilizado por estrangeiros na capital Ouagadougou, segundo fontes da polícia e testemunhas citadas pela Reuters”.
No protetorado não fazem reféns desde o cerco da AR em 1975.
A pergunta do milhão de dólares é, se fizerem, vontade não lhe falta, as forças de segurança o que fazem? Perguntam primeiro ao arménio?
No dia 12 de Novembro de 1975, operários da construção civil iniciaram o «Cerco à Constituinte», que durou até ao fim da manhã do dia 13. Decididos a permanecer no local até obter o acordo favorável às suas pretensões, os manifestantes fecham o cerco a S. Bento, onde os deputados constituintes se vêem obrigados a permanecer durante 16 horas sem comer. A outros deputados não faltou comida nem bebida a eito (…)
A saída dos sequestrados, ao fim da manhã [do dia 13], por entre alas dos manifestantes, que apupavam uns e vitoriavam outros (à esquerda do PS), esses corresponderam erguendo o punho…”
Uma das imagens mais fortes do prec 1 de que muitas e muitos têm saudades.
“As britadeiras, ruído forte, máquinas diversas a trabalhar ininterruptamente, poeiraça” podem ser minudências.
Se o sr. vereador estiver pelos ajustes, quem vai agora contrariá-lo?
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Já estivemos mais longe desses tempos que, não me deixam saudades.
Em tempo de eleições o centro direita e a direita democrática ficam em casa, como se irem votar lhes atirasse os parentes para a lama.
Enfim, não se venham queixar, depois, que os vigaristas do costume vão para o governo fazer as piores patifarias que se podem fazer a um Pais, como o actual “governo” esta a fazer.
Quem conta, para este “governo”, é a CGTP e a FENPROF, os portuguses que lixem, até porque, a próxima bancarrota que se avizinha, onde TODOS pagarão, será sempre culpa dum governo de direita.
Pais de burros, masoquistas e de esquerda. Temos aquilo que merecemos.
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Eles agora já não precisam de sequestrar a Assembleia. Têm a Constituição que impuseram e que ninguém tem coragem de reformular e, além disso, basta-lhes fazer o cerco ao governo que se borra de medo com as ameaças, como agora se viu. Só o medo do Costa de perder o tacho…
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Votar em quem?
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No Algarve só fazem obras no Verão. Sim, quando a população no litoral triplica ou quadriplica.
Dizem que no Inverno não podem trabalhar por causa da chuva.
Mas a região tem um terço dos dias com chuva que tem o Porto. E no Porto só há dois meses secos, em Faro são cinco a seis, dados do IPMA.
É nestas coisas que se vê que os portugueses não batem bem da cabeça.
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Luís, estás acampado junto aos Leões do lado sul, muda – te para norte.
http://www.pordata.pt/Portugal/N%C3%BAmero+de+dias+sem+chuva-1071
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Infelizmente ainda há muita gente contra o progresso! Francamente!
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300 milhões para obras públicas.
Outros 300 para Parque Escolar.
Portugal encontrou petróleo…
Cada dia é anunciada uma nova despesa.
Isto é de doidos.
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http://www.sol.pt/noticia/492938/obras–ant%C3%B3nio-costa-anuncia-plano-de-300-milh%C3%B5es-de-euros
«Investimento de proximidade».
«Investimentos selectivos e complementares».
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Gosto das obras no Porto.
Vivo em Massamá.
Foi a da Boavista para os popós que todos criticaram.
Agora vão ser a da Baixa para os popós que todos vão aplaudir.
Será que o Porto é o espelho da Nação?
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Em Lisboa até anunciam em cartazes de rua que agora vão repavimentar uma data de ruas.
Não fazem mais que a sua obrigação (é para isso que pagamos impostos) mas anunciam como se fosse um grande feito!
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Luís, se nem nos dias que chove no Porto és “sério” e perante as evidências fazes de conta… quem vai acreditar no que dizes?!. Deves ter chegado ao Porto agarrado a um ramo de uma árvore que descia no Rio Douro.
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Parece evidente que essas obras ocorrem nos períodos em que possam ser feitas mais rapidamente e com menos prejuízos para o trânsito.
Preso por ter cão e preso por não ter.
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Sem dúvida. Mas se eu, por exemplo, cortar ou limitar a circulação automóvel numa rua, sempre posso ir por outra. Agora, mudar de casa, para poder dormir em paz, é que é mais difícil.
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