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Aquelas coisas giras que se dizem por dizer

15 Janeiro, 2016

No Pavilhão Centro de Portugal, em Coimbra, Marisa ancorou-se nos problemas ambientais locais para depois redefinir a escala e apontar aos planos nacional e internacional. E fazer arder, e de que maneira, as orelhas a Cavaco Silva. “Tenho vergonha de ter tido um Presidente da República que nunca pôs os pés numa cimeira sobre as alterações climáticas”, afirmou a candidata apoiada pelo BE, notando que o ainda chefe do Estado “nunca quis decidir” e sempre “achou que essas coisas não eram nossas”.

Para lá do óbvio – além de turismo que iria fazer o PR a uma cimeira do clima? – a senhora candidata tem alguma noçãozinha, pequenina que seja, da evolução a nível governamental das questões de ambiente?

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49 comentários leave one →
  1. Manuel Branco permalink
    15 Janeiro, 2016 09:59

    Estou enganado ou a autora do post tinha uma espécie de Minuto Verde na Antena1? se for o caso presumo que seja uma ecologista assanhada, irmamada com a querqus e a marisa.

    Enfim, sendo mulher, presumo que fosse mais apropriado falar da tendência. Tendência parisiense, milanesa e, quando não há mais, dos farrapos dos criadores lusitanos (bairro alto, entenda-se, nada a ver com alter do chão).

    Já de cozinha não digo o mesmo: o mulherio só serve para cozinhar como aprendeu com a mãe – falta-lhes de todo o espírito criativo. quem quiser comer bacalhau dourado da Iglo é pedir à dilecta.

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    • xpto permalink
      15 Janeiro, 2016 20:11

      Esta fêmea é uma besta. Expliquei-me bem ou é preciso mais qq coisa?

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  2. Juromenha permalink
    15 Janeiro, 2016 10:28

    O problema não é a cachopa . o problema é a massa ignara que a ouve – e, se calhar, acredita…

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    • Joaquim Amado Lopes permalink
      15 Janeiro, 2016 19:52

      Juromenha,
      O problema também é a cachopa, que não faz a mínima ideia do que é o cargo a que se candidata. Claro que a massa ignara que a ouve não é melhor do que ela.

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  3. Dário permalink
    15 Janeiro, 2016 11:27

    Não há socialista que não seja desonesto, estúpido e malvado.

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  4. Baptista da Silva permalink
    15 Janeiro, 2016 11:29

    Se o Presidente tivesse ido a uma cimeira climática, lá vinha esta esganiçada dizer que o PR andava a passear à custa do povo. Preso por ter, preso por não ter.

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    • Duarte de Aviz permalink
      15 Janeiro, 2016 15:38

      Se fosse a presidenta Marisa a ir, comprava uns créditos de CO2 com dinheiro retirado do pagamento adiado ao FMI e assim já ficava tudo mais verde.

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  5. Ali Kath permalink
    15 Janeiro, 2016 11:42

    ao falar do ‘que lima’ devia estar a arranjar as unhas

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  6. naco permalink
    15 Janeiro, 2016 12:08

    Esta cachopa não larga a braguilha ao cavaco . Se tivesse algum trambelho parava com isso , o homem está a terminar a comissão e não andou tão mal assim. Enfim coisas dos novos tempos que o Novoa anuncia

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  7. 15 Janeiro, 2016 12:15

    Parece-me é que a D. Helena ou pensa à George Bush, ou não percebe patavina do que se passa nas cimeiras do clima. Eu, que já estive em mais de uma dezena delas, posso-lhe dizer. com toda a sinceridade e respeito que a senhora é uma ignorante.

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    • Manuel permalink
      15 Janeiro, 2016 12:17

      Então explica para os ignorantes, antes de insultares as pessoas.

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      • Procópio permalink
        15 Janeiro, 2016 12:24

        Ninguém se vai lembrar dessa gaja daqui a 15 dias.
        Puxem o autoclismo!
        É bom para o ambiente.

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    • naco permalink
      15 Janeiro, 2016 12:24

      As cimeiras do clima são como as cimeiros do piolho da couve. Quando não chove é o efeito de estufa quando chove é tempo dela . Entretanto podia dar uma síntese das conclusões dessa dezena a que assistiu

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    • PiErre permalink
      15 Janeiro, 2016 13:33

      Quem é que te pagou?

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    • Duarte de Aviz permalink
      15 Janeiro, 2016 15:45

      CBO, Marisa, Obama e D Quixote, unidos na luta…

      http://news.heartland.org/newspaper-article/2015/03/20/why-i-am-climate-change-skeptic

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    • lucklucky permalink
      15 Janeiro, 2016 17:57

      Talvez o CBO possa explicar a história das cobertura de nuvens e da temperatura na terra com fiabilidade de 0.x graus. mas para começar deve explicar o que é a temperatura na terra.

      Será o primeiro “cientista” do clima a fazê-lo.

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    • Manuel Santos permalink
      15 Janeiro, 2016 18:59

      Nas cimeiras do clima ( e já houve tantas!…) estão presentes uns milhares de chulos que andam a passear e a alojar-se em bons hotéis à custa dos cidadãos contribuintes. É o caso do CBO (carência bioquímica de oxigénio…)

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  8. riba permalink
    15 Janeiro, 2016 12:32

    Quando não se sabe dialogar, ter ou dar uma opinião – ofende-se

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  9. banifado permalink
    15 Janeiro, 2016 14:13

    A dona Helena tem asa mas não tem golpe, por isso saliva, saliva, e consequentemente dura , dura a salivação.

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  10. JgMenos permalink
    15 Janeiro, 2016 14:36

    O blá-blá esquerdalho nem merece comentário.

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  11. xpto permalink
    15 Janeiro, 2016 14:37

    O CBO explicou alguma coisa? Nada, caralho…

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  12. Duarte de Aviz permalink
    15 Janeiro, 2016 15:01

    “Climate Change Has Saved the Planet. For Now.”
    A Marisa vai ter tema para os próximos 100000 anos… A esquerda caviar é outra loiça…

    http://www.bloomberg.com/news/articles/2016-01-13/climate-change-has-saved-the-planet-for-now-

    Que pena tenho de nãop poder estar cá para a cimeira do clima do ano cem mil…

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  13. basto_eu permalink
    15 Janeiro, 2016 15:03

    O problema não é esta esganiçada ser estúpida. O problema é esta estúpida acreditar que há no rectângulo pessoas mais estúpidas do que ela!…

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  14. honni soit qui mal y pense permalink
    15 Janeiro, 2016 15:32

    deve ver o boletim do tempo

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  15. marta nogueira permalink
    15 Janeiro, 2016 16:28

    Pois, se calhar dava jeito ter feito os TPC: quem tradicional/ chefia as delegações portuguesas nessas cimeiras é ou o PM ou o Ministro do Ambiente… o PR só chefia delegações em situações específicas, acho eu.

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  16. 15 Janeiro, 2016 17:39

    Peço desculpa pela impertinência.
    Mas a educação tem a ver com tudo… até com o post.

    Tiro ao Alvo
    14 Janeiro, 2016 19:51

    “Então, diga por favor: acha bem que um tão elevado número de alunos ande nas nossas escolas a consumir recursos caríssimos – salários dos professores e outros funcionários, alimentação, livros e cadernos, etc. – sem qualquer proveito.”

    Não é por favor.
    Fico contente por haver gente interessada em trocar ideias sobre a mais estruturante de todas as atividades de uma sociedade – a educação.

    Não! Não acho nada bem! Acho até muito mal!
    Mas, como está mais que provado, a solução não é a classificação e muito menos o chumbo sistemático.
    A solução deve procurar-se na atualização dos currículos e na adequação das metodologias.
    Aqui que ninguém nos houve, o que me admira não é o desinteresse dos maus alunos: é antes o interesse dos bons. É que muitos conteúdos são inutilmente intragáveis. E, dias inteiros de semanas inteiras metidos em salas de aula, muitas vezes frias ou sufocantes, é uma violência tal que roça o absurdo! Não sou psicólogo mas estou convencido de que os que o são cometem um verdadeiro crime por omissão ao pactuar com tal situação imposta a todas as crianças e adolescentes deste País. Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que estamos perante uma situação generalizada de inadmissíveis maus tratos!

    “Não lhe parece que muitos desses alunos deveriam bem cedo, aí pelo doze/treze anos, serem encaminhados para cursos profissionais, onde apreenderiam uma qualquer profissão?

    Ora aí está uma das formas possíveis de procurar verdadeiras soluções.
    Trata-se de diversificar a oferta escolar, que, por preconceitos ideológicos, foi reduzida a via única, após o 25 de Abril.
    Por essas idades, as competências básicas estão adquiridas e o perfil de cada aluno começa a definir-se. É, portanto, possível diversificar opções.
    Esta alternativa já existe há algum tempo nas escolas. Infelizmente, em muitos casos, subvalorizada nos objetivos e na exigência, devido à novidade e à inércia dos agente e das instituições.
    Mas tem de ser indubitavelmente uma das apostas.

    “Concordará, penso eu, que o que se viu até agora, que as medidas tomadas por este governo – os exames foram abolidos na AR antes do ministro se sentar na cadeira de governante -, não auguram nada de bom para os alunos; e que, ao contrário, elas vão de encontro dos desejos dos professores incompetentes. É assim que eu vejo e assim vê muita gente.”

    Este seu último parágrafo tem muito que se lhe diga.
    A quase totalidade dos professores é pela atribuição de níveis, de notas, de classificação e, portanto, a favor da normalidade da retenção de alunos. Apercebi-me, ao longo dos longos anos do meu exercício, que a principal razão para tal não é de natureza pedagógica, mas antes um exercício de poder (diferente de autoridade). Infelizmente, a retenção teve sempre mais a intencionalidade de uma punição do que de uma oportunidade.
    Ao mesmo tempo, os mesmos, ou quase, repudiam os exames. Mas a incoerência é apenas aparente, porque o que realmente rejeitam não é tanto a natureza intrínseca do exame (avaliação sumativa, global e quantitativa), mas o seu âmbito nacional e único. Porque, a nível de escola, nunca ninguém se opôs às provas globais finais… Nesta perspetiva, a extinção dos exames nacionais poderá ir “ao encontro dos desejos dos professores incompetentes”.
    Mas há uma incoerência bem maior e explícita que só os próprios parecem não ver – defendendo tão acerrimamente a classificação dos alunos, os professores fogem dela como o diabo da cruz, quando algum ministro lhes quer fazer o mesmo!

    Quanto ao ministro da educação, estamos falados. Tem um discurso caótico, torrencial e tecnicamente pouco rigoroso. Parece não entender muito do assunto. E até dá erros de português.
    Numa das suas intervenções públicas, falou assim: “… um modelo QUE nós ACREDITAMOS para o nosso País…” (Mais palavra, manos palavre – está gravado) E deveria ter dito: “… um modelo EM QUE nós ACREDITAMOS para o nosso País…”. É que, dito como disse, o ACREDITAMOS não é uma convicção, mas sim uma certificação. Coisas com sentidos e intencionalidades muito diferentes!
    Um mau começo!
    Um mau sinal!…

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    • 16 Janeiro, 2016 12:34

      Até está engraçado. Mas demasiado extenso. Temos candidato à presidência?

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  17. 15 Janeiro, 2016 17:43

    António Galrito
    14 Janeiro, 2016 19:49

    “Pois que se acabem com todos os exames. A começar pelo de condução.
    GostoLiked by 1 person”

    António!
    Por sorte, ou azar, conforme a perspetiva, tocou num dos aspetos (só um, porque há mais) da perversidade dos exames.
    Já reparou que o exame de código é mais um exame de português e de raciocínio do que de condução?!
    Um exame de código adequado à função seria colocar o examinando no terreno e verificar como ele reagia aos sinais e às situações relevantes.
    Mas sabe por que é como é e não é como deveria ser?
    Porque, sendo como são, dificultam a vida a muita gente e, consequentemente, dá mais poder… e proveito… a quem nós sabemos!
    Já lhe ocorreu que, com os exames escolares, poderá acontecer o mesmo?!…

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    • PiErre permalink
      15 Janeiro, 2016 19:34

      Porra que este João de Brito é chato como a potassa, chiça!

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  18. lucklucky permalink
    15 Janeiro, 2016 17:55

    Que raio de jornalismo é este?!

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    • 15 Janeiro, 2016 18:11

      Um blogue não tem que ser um mero concurso de “bocas”…

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      • PiErre permalink
        15 Janeiro, 2016 19:36

        Manda um projecto-lei para a AR, pá!

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      • antónio permalink
        15 Janeiro, 2016 19:47

        João de Brito, pois não mas a sua tese relativa à comparação com os exames de condução mais parece saído da revista Maria.

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      • lucklucky permalink
        15 Janeiro, 2016 21:44

        “E fazer arder, e de que maneira, as orelhas a Cavaco Silva.”

        Isto é jornalismo ou cheerleading?

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  19. 15 Janeiro, 2016 18:50

    mais uma esganiçada mal educada a pretender representar o povo português. Esta malta da esquerdalha mostra em todo o seu esplendor como se cultiva e promove o ódio e o ressentimento através do discurso politico. Tal e qual como os fanáticos islâmicos que radicalizam os jovens com um discurso de ódio e ressentimento.

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  20. 15 Janeiro, 2016 18:56

    a extrema esquerda não conseguiu dar cabo do capitalismo no mundo ocidental e viu definhar o sonho dos amanhãs que cantam. Tendo desistido de moldar o homem novo sovieticus ( uma vez que qualquer pessoa de bom senso foge do comunismo como o diabo da cruz) arranjaram outra causa, a salvação do planeta, sendo para tal necessário destruir o capitalismo. Outro meio para atingir o mesmo objectivo.

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    • 16 Janeiro, 2016 02:30

      JC, parafraseando-o:

      A esquerda desistiu de moldar o “Homo sovieticus” e decidiu moldar o Mundo, com o politicamente correcto, marxismo cultural e o multiculturalismo, de modo a atingir o mesmo objectivo: a destruição do capitalismo e a construção do mundo socialista!

      Tudo vira bosta!!!

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    • 17 Janeiro, 2016 20:23

      Nem precisa. O capitalismo vai-se destruir a si mesmo. Está quase…está quase. Nas noticias nem uma palavra, mas falta pouco para rebentar a bolha na China 😉

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  21. Carlos Dias permalink
    15 Janeiro, 2016 22:29

    Estes parvalhões do politicamente correcto gostam de parvalhadas.
    Não porque sejam parvalhões, ma porque são ignorantes.
    A única coisa que os pobres dos portugueses prejudicam o clima é quando fazem churrascadas ou pegam fogo, por gáudio, às florestas.
    A minúscula indústria portuguesa só prejudica o clima politicamente, ou seja, num modelo excel, ou seja nada.
    Mas numa boca de café ou de assembleia talvez tenha ruído.

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  22. Arlindo da Costa permalink
    16 Janeiro, 2016 03:09

    Se a Srª articulista tivesse o currículum ou a história de vida da EuroDeputada Marisa Matias, talvez lhe concedesse alguma autoridade…

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  23. Sei Tudo permalink
    16 Janeiro, 2016 12:08

    Todos nós sabemos que o papel aceita qualquer tipo de bacoradas que se escrevam nele qunato mais proferidas por tão ilustre candidata.
    Pelo caminhar é capaz de ter ainda menos votos que o Tino de Rans

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  24. 16 Janeiro, 2016 12:37

    marisa matias tem um pequeno grande problema. não percebe de quase nada, o que se compreende porque na vida também fez praticamente zero, para além de política. veste uma pele de cordeiro, mas de vez em quando nota-se que é uma fanática.

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  25. Arlindo da Costa permalink
    16 Janeiro, 2016 13:22

    Marisa tem um problema: os ignorantes não a compreendem. A inteligência não é democrática.

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    • Duarte de Aviz permalink
      16 Janeiro, 2016 14:42

      A MM, bem como toda a tralha da escolinha do Boaventura de Sousa Santos, não produziram até hoje um só pentelho que valha a pena ser lido.

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    • Joaquim Amado Lopes permalink
      16 Janeiro, 2016 17:59

      “Marisa tem um problema: os ignorantes não a compreendem. A inteligência não é democrática.”
      Palavras de alguém que se considera muito inteligente e informado (embora vá demonstrando precisamente o contrário).

      Mas tem razão numa coisa: os “ignorantes” não compreendem como alguém tão “inteligente” quanto a Marisa diz coisas tão estúpidas e mostra uma tão grande falta de respeito pela Presidência da República quando se candidata a esse mesmo cargo.
      Por outro lado, talvez a Marisa se ache ao nível da Presidência da República precisamente por esta não lhe merecer um pingo de respeito.

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      • Arlindo da Costa permalink
        16 Janeiro, 2016 21:43

        Não sejas burguesso, ó Quim! Faz-te homem e respeita uma grande mulher que é a Marisa Matias.
        Cambada de misóginos e de pederastas!

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      • Joaquim Amado Lopes permalink
        16 Janeiro, 2016 23:17

        Não admira que uma candidata à Presidência da República que mostra não ter qualquer respeito por essa instituição seja apoiada por cretinos. Mas é surpreendente o quão cretinos podem ser alguns apoiantes dessa candidata.

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  26. Almeida permalink
    17 Janeiro, 2016 16:25

    Ó D. Helena: a senhora ataque a candidata do BE pelo que quiser,excepto por ignorância quanto a políticas ambientais. Faça lá o trabalho de casa que qualquer jornalista deve fazer (a senhora é jornalista, não é?) e veja o o papel que ela teve nalgumas das mais importantes decisões da UE sobre essa temática.

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