Não se pode refutar o Costa com ciência
O problema que muitos comentadores enfrentam quando desmontam o discurso do Partido Socialista pós-socrático é puramente metodológico: o uso de retórica convencional recorrendo a áreas de conhecimento como a matemática, física, economia e psicologia, estando desprovida de componente metafísica, não permite refutar o que é, segundo todas as definições possíveis, uma seita religiosa.

Socialistas a ouvirem António Costa.
Evidenciar uma contradição de João Galamba é o mesmo que demonstrar a mortalidade de Sun Myung Moon. Confrontar Trigo Pereira com declarações do próprio ontem e há quatro semanas é o mesmo que duvidar da palavra santa de Shoko Asahara. Demonstrar a inexistência de vínculo entre frases de Pedro Silva Pereira e a realidade física é o mesmo que duvidar do apocalipse anunciado e combatido através de sexo por David Koresh. Questionar o “jornalismo” de amigos com Estrela Serrano e Nicolau Santos ou de colunistas notoriamente alucinados como Alexandre Abreu ou São José Almeida é o mesmo que duvidar da maravilhosa comunidade marxista que Jim Jones construiu na Guiana. Demonstrar a incompetência, arrogância, falta de preparação, irresponsabilidade, inadequação e inépcia de António Costa é o mesmo que duvidar de Applewhite e Nettles ao afirmarem que seriam salvos da reciclagem carnal pela nave espacial no trilho do cometa Haley se se suicidassem a tempo.
Com isto pretendo afirmar que não é possível refutar nem denunciar a catástrofe de permitir que este PS governe sem se recorrer a teólogos, filósofos e, principalmente, exorcistas. Eles sabem disso, daí já terem nas fileiras grandes filósofos como Porfírio Silva.

Sim, como se o capitalismo de mercado livre pudesse ser explicado de maneira simples. Primeiro apareceu o Adam Smith e a sua “mão invisível que controla o mercado”, ainda que isso tenha sido escrito há 200 anos atrás, nos dias de hoje, continua-se a achar que existe uma mão invisível que coloca justiça nos mercados. Essencialmente Adam Smith trouxe o conceito de “Deus” para justificar o capitalismo….Actualmente existe esta noção que o crescimento económico é infinito, ainda que esteja totalmente dependente de recursos finitos.
Queres desenvolver mais acerca desta temática Vitor Cunha?
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Vai lamber sabão, seu ignorante. Portugal produz menos de metado do seu potencial. Se estás descontente com o que o capitalismo teu oferece vai experimentar a Venezuela ou Cuba. Mas leva papel igiénico que chegue para a experência. A caninidade de mentes como a tua deixa os caninos embaraçados.
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Papel higiénico, com “H” ou sem “H”, na Venezuela, não há. Para os adoradores do Maduro e do estarola dos multiplicadores o melhor é levar uma lista telefónica.
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O problema desta gente é que lê os “teóricos do capitalismo” como se estivesse a ler a bíblia deles, o materialismo dialéctico/ o capital
Eles, por preguiça (ler estudar mudar, adaptar, evoluir) não gostam de relativizar as coisas achando que o bicho homem é imutável na sua ignorância.
Sobretudo, no caso deles, o que é imutável são os altos desígnios que eles tem para as sociedades humanas. Uma moral mais rígida que os mais extremistas religiosos. Os seus conceitos de bondade para com os outros são tão bons, mas tão bons que se alguém disser que o Homem e sobretudo as sociedades humanas são uma coisa dinâmica já está a cometer uma heresia. Se entrar no pormenor e se abordar os conceitos de desigualdade, justiça social, por exemplo, o caldo entorna e passam até ao insulto.
O que as pessoas não perceberam é que eles são imbuídos de uma moral e de intenções tão elevadas que jamais poderão ser questionadas.
Por isso é que se lhes apontarem algum erro, algum discrepância com a realidade a resposta é (ou só pode ser) comparativa, falando dos erros dos outros. A justificativa é pela negativa. Nunca o argumento é sobre a sua própria teoria.
Um exemplo corriqueiro é se alguém disser que o rendimento médio de um cubano é de 20 dólares, eles respondem que… ahhhhh mas no capitalismo há muitos pobres, muita desigualdade, como se a igualdade a 20 dólares fosse uma coisa maravilhosa. Não interessa que pobre nas sociedades capitalistas desenvolvidas seja alguém que tenha menos de 15 dólares por dia e que na sociedade igualitária tenha 20 por mês.
Neste tipo de “religião” o facto de ter 20 dólares por mês é melhor que ter 15 por dia, porque se materialmente as coisas não colam, introduz-se a dialéctica e relativiza-se.
É assim que passar 5 horas numa fila para comprar 4 ovos para o mês inteiro com senhas de racionamento é muito melhor que comer 4 ovos por dia que só faz mal ao colesterol.
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comer 4 ovos por dia que só faz mal ao colesterol.
Errado, como muito das coisas que Costa faz e diz.
Comer 4 ovos por dia faz bem ao colesterol.
Faz mal é a si,
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outro……que só entende o que a bíblia dele diz. Deve precisar de uma licenciatura ou mestrado, quiçá doutoramento em linguagem figurativa, De tanto materialismo embebido ( e alguma maconha também) os hemisférios cerebrais desligam-se um do outro.
E vem comprovar que se lhe ferir o argumento o “caldo entorna e passam ao insulto”.
Simples assim
Desde já obrigado pela confirmação.
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Pois produz. E isso não é dito pela canalha nojenta da Esquerda. Passam a vida a dizer que as exportações não podem crescer mais.
Eu conheço muito bem a Espanha. E vejo que do lado de lá produzem muito mais que Portugal. Vamos a Aracena e a zona industrial está cheia de armazéns e fábricas de presuntos, patés, batatas fritas. Ayamonte e Isla Cristina têm belas fábricas de conservas ou de outros produtos do mar. Não há nada assim em Portugal. Em Mértola, Alcoutim ou Castro Marim não há uma única indústria. A serra está toda abandonada mas do lado de lá os laranjais estendem-se por quilómetro e nas serras têm tudo cheio de sobreiros, azinheiras e castanheiros. Debaixo das árvores há gado com fartura. Aviários também não faltam. Do lado de cá da fronteira não se produz nada. Vive tudo à custa dos apoios sociais, emprego no poder local, reformas. Esta mentalidade instalou com o PREC, quando morreram as cooperativas, as adegas, as moagens, a agropecuária. Portugal tem condições para produzir não o dobro mas o triplo ou o quádruplo do que produz e para exportar muito, muito mais.
Acabem de vez com a m*rd* de Estado que temos e deixem as pessoas a pôr o país a render.
Os portugueses não são nenhumas crianças, quando perdem a mama revelam-se e mostram o melhor de si. Mas nunca dêem a um tuga dinheiro fácil ou uma renda garantida, por pequena que seja. Nunca mais trabalha na vida.
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Vade retro, Satanás.
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Claro que o vitorcunha vai responder.
Mas melhor que este tal Adam Smith que não sei quem é, são Cavaco, Passos e o seus muxachos.
O 1° como bom velhaco apresenta o veto no dia a seguir á eleição do Martelo, porque não o apresentou durante a campanha??? Teve tempo de sobra.
Passos como não tem pinta para ser velhaco faz juz ás curas por ai, e vende- se por um prato de lentilhas. Para dentro os cortes eram temporarias, para quem lhe estende o prato de lentilhas os cortes eram permanentes. Adam Smith ao pé destes estrategas vivaços não se safava.
Aguarda que o vitor vai responder.
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“este tal Adam Smith que não sei quem é”
ehehehhe….ehehhehheh…ehhehehhehe…. Não sabes quem é esse e muitos mais, incluindo o teu pai que deve ser um colectivo.
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Pode ser discutivel a forma como os cortes foram contabilizados, mas uma coisa é certa: a reversão destas medidas terá de ser contabilizada de forma simétrica á sua implementação. Claro que o Centeno viu logo aqui uma oportunidade de aldrabar.
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anarquistahumanitario,
Eu não te disse, o vitor respondeu e de que maneira ” Vade retro, Satanás. ” respostas destas nem todos são capazes das dar, o resto é o costumo os serrabecos a responder á voz do dono.
[VC: propaganda comunista retirada (para não causar cataratas)]
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O que Adam Smith defendeu foi a liberdade das pessoas, algo que um verdadeiro “anarquista” deveria prezar !!
Adam Smith nunca que disse que “uma mão invisivel controla os mercados” ou “põe justiça nos mercados”.
Seria uma ideia em contradição com o liberalismo que defendeu.
O que disse é que os mercados livres permitem alcançar um equilibrio entre o que se produz e o que se consome e que este equilibrio acaba por ser mais eficiente e mais justo do que aquele que resulta de mercados manipulados e manietados por politicas governamentais que reflectem viões e interesses particulares.
Ou seja, nos mercados livres o resultado é um equilibrio virtuoso, como se existisse uma “mão invisivel” mas que na verdade não existe porque se trata de um processo espontâneo, fruto da interacção de uma multitude de intervenientes com autonomia e liberdade de decisão e não de um comando único e dominante acantonado no Estado.
Nenhum liberal diz que “o crescimento economico é infinito” ou que negue a existência de “recursos finitos”.
Os recursos são limitados e por isto mesmo é que a economia se impõe à condição humana.
Aquela parece ser antes a visão daqueles que acham que basta aumentar salários e os gastos públicos para que a riqueza caia do céu !!
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Os recursos são limitados e por isto mesmo é que a economia se impõe à condição humana.
Algo que muitos dos auto-proclamados “humanistas” ou “humanitários” não parecem compreender quando dizem que “os homens são mais importantes do que a economia”.
Como se fossem duas realidades distintas e comparáveis, como se estivessem no mesmo plano.
A economia é uma dimensão inseparável da condição humana, que decorre precisamente da necessidade que os homens teem de gerir recursos limitados para satisfazer necessidades e aspirações ilimitadas.
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Para os socialistas não há limites.
Chula-se UE, compram-se uns votos, e quando já não se podem taxar mais os rendimentos, adeus propriedade privada.
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Fernando S,
“O que Adam Smith defendeu foi a liberdade das pessoas”
O problema é precisamente esse. Liberdade é um conceito estranho a estas criaturas.
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S,
Até podes ter razão em tudo o que escreves, mas será que os teóricos que nos mandam apertar o cinto sabem que estas Lauras existem????
[VC: segmento de chanfrado que escreve no Avante! removido]
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S
Mas há mais e em contra partida.
Dívida de Vítor Baía ao BPN passou para o Estado
[VC: Isto não é Formentera]
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S,
Olha mais..
[VC: O último disco do David Gilmour é muito bom, eu acho]
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S,
[VC: 20h00, pode despegar do serviço]
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vitorcumha,
Acho que o Fernando S como um dos participantes mais sensato que por aqui anda, ficava desagradado os o que você censurou.
Mas fique com o seus soberbos seguidores que fica muito bem.
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Não se inquiete. Eu sofro para que o meu irmão Bolota não tenha que sofrer. Que Estaline esteja consigo e com os seus.
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Para mim, o Fernando S está quase a dar a volta ao Bolota. Se ele não dependesse do PC já estava virado, parece-me.
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O que levará alguém a comentar concretas mentiras rasteiras de políticos fraquíssimos com patranhas sobre um tal de “capitalismo de mercado(?)”…
Parece encaixar perfeitamente na teoria do post do Vitor.
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No futebol, temos a expressão “não sejas Inácio” … toda a gente sabe o porquê da mesma.
Na política, temos (vamos ter) a expressão “não sejas Galamba” … com exactamente o mesmo significado …
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Há outra também muito boa “Vocês sabem de que é que eu estou a falar”, e não esquecer”O que é mentira de manhã pode ser verdade à noite e vice-versa”.
O futebolês é uma língua muito rica.
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Poder pode. Não faltará muito para que se comece a discutir seriamente a possibilidade de deixar os estarolas alucinados de Lisboa governarem-se como quizerem e libertar o País do jugo dos imbecis que pastam nos relvados da capital do 5º império. Não falo de separações à lá Catalã, nem de revoluções. Falo na escolha dos candidatos a deputados às próximas eleições. FDP que se candidate com a intenção de dispôr a fazer papel nesta palhaçada para alegrar sindicatos e funcionários públicos não pode ser eleito. Easy as that.
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ehehehe
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“Desmontar” o discurso do PS? Não tem problema algum, depois do treino que adquirimos a interpretar as homilias do Passos Coelho.
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Um bando de psicopatas sedentos de poder, completamente alheios aos sofrimentos do povo e ao bom nome de Portugal, é o que eles são.
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Só o desastre financeiro nos salvará da seita!
Quanto mais depressa melhor, ou ainda por cima vamos ter uma invasão islâmica que é o que o Manhatma anda a oferecer pela Europa: dêem-nos défice que nós ficamos com os refugiados.
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Somos mas é governados por Jokers, sempre com um sorriso de orelha a orelha.
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Muito bem!
A realidade não interessa. Eles querem acreditar:
Malcolm Muggeridge quando estava em Moscovo nos anos 30:
I have never forgotten these visitors, or ceased to marvel at them, at how they have gone on from strength to strength, continuing to lighten our darkness, and to guide, counsel and instruct us. They are unquestionably one of the wonders of the age, and I shall treasure till I die as a blessed memory the spectacle of them travelling with radiant optimism through a famished countryside, wandering in happy bands about squalid, over-crowded towns, listening with unshakeable faith to the fatuous patter of carefully trained and indoctrinated guides, repeating like schoolchildren a multiplication table, the bogus statistics and mindless slogans endlessly intoned on them. There, I would think, an earnest office-holder in some local branch of the League of Nations Union, there a godly Quaker who had once had tea with Gandhi, there an inveigher against the Means Test and the Blasphemy Laws, there a staunch upholder of free speech and human rights, there an indomitable preventer of cruelty to animals, there scarred and worthy veterans of a hundred battles for truth, freedom, and justice – all, all chanting the praises of Stalin and his Dictatorship of the Proletariat. It was as though a vegetarian society had come outwith a passionate plea for cannibalism, or Hitler had been nominated posthumously for the Nobel Peace Prize.
E até onde vai a credulidade religiosa:
“We used to run a little contest among ourselves to see who could produce the most striking example of credulity among this fine flower of our western intelligentsia. Persuading church dignitaries to feel at home in an anti-God museum was too easy to count. So was taking lawyers into the people´s courts. I got an honourable mention by persuading Lord Marley that the queueing at food shops was permitted by the authorities because it provided a means of inducing the workers to take a rest when otherwise their zeal for completing the five-year plan in record time was such that they would keep at it all the time…”
Malcolm Muggeridge
Chronicles of Wasted Time
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Mudámos de governo, mas voltámos à génese do problema: em democracia, não é possível governar com a dívida actual (+- 8000 milhões de euros de juros), respeitar o tratado orçamental (défices a tender para zero) e crescimento do PIB. Saída para o trilema segundo o “filósofo” que nos levou a esta linda bancarrota: as dívidas não são para pagar. Para quem queira pensar fora da caixa vejo algumas alternativas: suspensão da democracia ou saída saída do euro, como estamos, vamos assistir a mais uma humilhação nacional, sugiro que se usem os mesmos panos pretos que se usaram para cobrir o Camões aquando do ultimato, ou será que já foram comidos pela traça?
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Mais uma achega: não se preocupem, o PSD aprovará, se tal for necessário, o orçamento de estado para 2016, depois não venham para aqui carpir mágoas.
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Talvez o Manuel queira-nos explicar qual foi o crescimento com 4 mil milhões de juros e défice de 8%….
Como muitos ainda não percebeu que ter 5% de défice e 2% de crescimento não é crescimento?
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Sem dívida, passamos a ter excedente orçamental no estado e ainda se pode fazer investimento público. Andamos com um défice de 5000 milhões, como pagamos 8000 milhões de juros é fácil perceber que a nível orçamental não teríamos problemas.Como não nos vão perdoar a dívida, só nos resta sair do euro. Nem PàF, nem Costa, resolvem seja o que for. Reitero que o orçamento, com mais ou menos humilhação, vai passar. No euro seguiremos o caminho dos nossos antepassados, mais emigração e empobrecimento.
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Sair do Euro significaria deixar de ter financiamento para a economia e para o Estado.
O empobrecimento e a emigração seriam muito maiores.
Como no passado, no tempo do escudo !…
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É preciso não entender nada. Ou então é preciso ser um adepto da especulação e manipulação financeira e do mercantilismo monetário.
Sais do Euro e dos medicamentos à tecnologia fica tudo mais caro.
Fantático como o Manuel quer dar o poder ao António Costa ou ao Passos ou os tipos do BE e do PCP de imprimirem dinheiro.
Sofre da bizarra ideia que a moeda é que dá prosperidade. Não o que nós fazemos criamos inventamos.
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O Manuelzinho de hoje é tolo. E, talvez, incapaz de aprender seja o que for. O que é uma pena.
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Gostava de saber a origem da foto que está muito boa. Monty Python? Neo realismo italiano? Quanto ao texto, a habitual propaganda, erudita e bem alinhada do Cunha.
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Esquerda nojenta, qualquer dia vou a Portugal, pego numa bandeira do PC, numa do BE e noutra do PS e queimo no meio da rua.
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Faz isso e arrisca-te a ficar gravido.
Atina porra
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Queimar não pisar como fez Mário Soares em Londres|
Mas a Portuguesa!
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Quando foi o PREC o Brito da Mana que era da minha terra foi à sede do PCP a atirou com os comunas pelas escadas abaixo. Não pensem que os portugueses vão aceitar o socialismo e o comunismo.
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O Brito da Mana que morreu cheio de dinheiro foi isso??? Na miseria morreu na miseria depois de fazer uma vida de caciquismo
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E andou esta dupla de nabos Costa–Centino a apregoar durante a campanha que os números estavam todos feitos para agora se verificar que não percebem nada da poda. Cambada de imbecis.
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Infelizmente sera’ necessario bater no fundo para que o eleitorado acorde da dose dos “direitos adquiridos” sem deveres.
Deixem-os fazer o que se proposeram ate’ nao haver dinheiro para pagar salarios.
Nao ha’ melhor “despertador”!!!
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Luís, não queime bandeira nemhuma, não valem os fósforos.
Essas bandeiras estão a esfarrapar-se com o vento da ignomínia.
O kosta e a famíglia já não têm argumentos. Vamos refutar o quê? Ele arranjou forma de estar entre a espada – a extrema esquerda e aparede – a UE.
Vai tentar as artimanhas do costume para sair ileso, engana-se.
O seu simulacro de governo assemelha-se ao governo provisório do anos de chumbo de moscovo, a que Lenine se referiu na terceira “Carta de Longe”.
A situação é outra. Se o geróimo pudesse repetiria:
“Se queremos ser marxistas e aprender com a experiência das revoluções do mundo inteiro, devemos procurar compreender em que consiste exatamente o caráter sui-generis deste momento de transição e que tática decorre de suas particularidades objetivas”.
Continua a contar com a profunda infiltração no aparelho de estado. Vale por 1 milhão de votos que nunca obterá nas urnas. Falta-lhe a manifestação das massas ululantes a bradar contra “o pior inimigo da paz e do socialismo” – o capitalismo.
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Kosta está contaminado por Tanatos. É um fraco.
Foram os amigos do MES que o atraíram.
Já não se vai livrar dessa força imparável.
O preço de vender a alma ao diabo e às engraçadinhas é muito alto.
O partido que atraiçoou vai ser o primeiro a esfragalhar-se.
O país vai a seguir.
O cabaz de culpas vai estoirar.
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Aí está como se manobra.
“O PCP abriu uma nova frente política de pressão a António Costa: a Segurança Interna. As condições laborais e de carreira na ASAE, GNR, Guarda Prisional, Polícia Marítima, PSP e SEF foram alvo de uma radiografia exaustiva por parte dos comunistas e o resultado foram 43 perguntas cirúrgicas ao governo. A PJ ficou, “por agora” de fora, mas os comunistas admitem “em breve” questionar a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, sobre a “gritante falta de meios humanos e materiais” desta polícia”.
O kosta não sabe no que se meteu. Os mesmos que durante décadas clamavam pelo desarme das polícias, aparecem agora a “apoiá-las”.
Esta é uma área em que se infiltraram há muito.
Decidem agora premir o gatilho.
Os votos às malvas, ao menos mostram como fazer a sua pulhítica.
Os outros, incluinda a direita, nem, isso.
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Fernando S: com o actual tratado orçamental não existe qualquer margem e estamos condenados, como tal, só resta a Passos apoiar o OE 2016 que o Costa apresentar. Não vamos sair disto e vamos ter aquilo que eu anunciava, o filme Grego com algum atraso no tempo. Se não queremos sair do euro, nem reduzir a população a metade, algo tem de ser feito na dívida, isto não tem nada de marxismo, é aritmética.
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Manuel : “com o actual tratado orçamental não existe qualquer margem e estamos condenados, como tal, só resta a Passos apoiar o OE 2016 que o Costa apresentar.”
Não é verdade.
A politica seguida nos ultimos 4 anos estava a mostrar que existe margem de manobra dentro do Euro.
O que nos está a retirar essa margem de manobra, em apenas 2 meses de asneiras, é a postura do governo actual e a proposta de OE 2016 que está a tentar passar.
Como era expectável, Passos Coelho já alertou para os altos riscos da estratégia do governo actual e optou por não propor medidas alternativas a vulso precisamente para não existirem dúvidas de que recusa um OE destes em bloco.
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Manuel : “Se não queremos sair do euro, nem reduzir a população a metade, algo tem de ser feito na dívida”
Já disse em cima : sair do Euro é que faria disparar a emigração.
Dentro do Euro não é possivel ter perdões de divida. A Grécia já tentou e não conseguiu.
Temos de continuar a assumir e a gerir a nossa divida.
É possivel, basta não fazer o que o governo Costa tem andado a fazer !!
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A emigração tem muitas causas.
1) O país forma o dobro, sim, o dobro dos enfermeiros e médicos dentistas que precisa para a população que tem. O excedente acha que tem formação a mais para fazer outra coisa na vida. Portanto, emigra. Como o jornalismo não presta e com frequência está ao nível da sarjeta, diz que os enfermeiros emigram porque o Passos cortou na Saúde. É mentira! É uma opção social: as famílias têm a paranóia da Saúde, quando os jovens não têm média para Medicina, metem-nos em Dentária ou Enfermagem e enchem as privadas onde há estes cursos.
2) Um engenheiro no RU ou na Alemanha ganha o dobro, o triplo ou o quádruplo do que aufere em Portugal. Contudo há factores que «prendem» ao país. O sol, o céu azul, a família e os amigos. Por outro lado, em Portugal os preços de bens e serviços estão ao nível dos preços de países ricos. O esforço fiscal é quase o dobro da média da UE. Há um clima de medo, sente-se a perseguição do Fisco. Tudo isto pesa, e na hora da decisão, muitos esquecerão o sol, o clima, a família e os amigos, a gastronomia, e partirão.
3)Não há espaço para a inovação. Se surgir uma nova ideia de negócio, quando os jornaleiros lhe puserem a vista em cima, virão os artigos a pedir «regulamentação». Quando o jurista regulamentar, matará a inovação. É seguro inovar num país com esta tradição? Não é. Daí a emigração de talentos para os países anglo-saxónicos.
Enfim, estas são apenas algumas das causas da emigração que não têm qualquer relação com o euro. Os bens e serviços estão caros por falta de concorrência e por excesso de carga fiscal.
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Você não percebe nada de aritmética Manuel.
Portugal existia no ano 1995?
Quais eram os gastos do Estado desse ano?
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Quanto gastava mais tarde, quando entrámos no euro? Penso que era metade do que se gasta agora e ainda não percebi como foi possível este aumento brutal da despesa que foi sempre acompanhado por aumentos de impostos e da eficiência do Fisco. Contudo no dia a dia não se sente esse aumento com uma maior qualidade dos serviços «públicos», da CP ao SNS. Para algum lado está a ser drenado o dinheiro e não é só para juros da dívida e para encargos com PPPs, penso.
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Disse-me um dia um senhor com mundividência e viajado, que quando a nova geração de Esquerda chegasse ao poder seria o fim, pois seriam muito mais perversos lunáticos que os do passado. Ao ver um Galamba e uma Moreira, penso nessas palavras.
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“Se não queremos sair do euro, nem reduzir a população a metade, algo tem de ser feito na dívida, isto não tem nada de marxismo, é aritmética”.
Manuel, reduzir a população a metade pode ter que ver com o marxismo, pode sim senhor.
Já o fizeram com êxito em muitos lugares.
Será preciso detalhar os crimes que constantemente escondem, mas de que entre eles se gabam?
Intelectuais como bertrand russel, sartre o que fizeram?
Os pachecos enebriados com o tio barreirinhas o que fazem? Ou será que como historiador de uma só face precisa de ser informado de como o Júlio Fogaça foi afastado.
Vamos tirar as vendas dos olhos.
O vitor vem chamar à atenção do cenário à nossa frente.
O marxismo “rígido” da União Soviética colapsou, o marxismo “soft” da esquerda ocidental está todos os dias nos merdia. A única maneira de não ver os seus arautos cheios de ódio é ligar para a CMTV. Tornou-se forte porque o desvalorizamos. Os marxistas “rígidos” possuíam mísseis nucleares intercontinentais. Afirmavam que nos iriam “enterrar”. Está registado. Os marxistas “soft” têm a lata de falar em patriotismo, pecado mortal da filosofia marxista, falam de tolerância, demucracia, choram baba e ranho pelos desprotegidos, vomitam ética por todos os buracos, trazem na faca embainhada o politicamente correto.
O propósito é sempre o mesmo, aniquilar o maligno Ocidente capitalista. São mais perigosos, escondem o seu propósito por trás de cantos de sereia, lançam calúnias para o ar, arranjam as mais esfarrapadas desculpas para as broncas que vão semeando.
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A dívida é fácil de resolver.
Cortam-se 10 mil milhões.
No entanto alguém vai perder o emprego e não seria nada bonito de ver as bases do PSD e o PS a alimar as facas.
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Baixo Guadiana
Concelho de Alcoutim, Castro Marim e VRSA: ~800 m2 e ~25000 hab, atravessado pelo IC 27, meia hora ou menos de VRSA à fronteira com o Alentejo. Tem 4 ou 5 balcões da CGD e as seguintes escolas até ao nono ano: Martinlongo, Alcoutim, Castro Marim, VRSA, Monte Gordo e Cacela, com promessa de mais uma nas Hortas. Nem vou enumerar os centros de saúde, associações com apoios, equipamentos das Misericórdias, empresas municipais…
Tavira
~800 km2, ~25000 hab, duas escolas até ao nono ano no centro da cidade, a estrada até ao extremo norte do concelho é de montanha e demora-se bem mais de uma hora a atravessar. Apenas um balcão da CGD. No resto, metade ou um terço dos equipamentos do Baixo Guadiana.
Agora comparem as duas realidades. Isto é a gota de água. Imaginem agora por todo o país. Depois pensem nisso quando lerem que não se pode cortar mais na despesa.
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Luís
E quem são os culpados desta triste realidade??? Estou tentado em adivinhar mas vou aguardar que sejas tu a dize-lo
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Explique por que motivo há uns anos o número de FPs no poder local em termos per capita era bem maior no Sul. Se o excesso de autarquias até é bem mais notório no Norte e Centro que a Sul de Montejunto-Estrela. Eu digo-lhe: no Sul há mais câmaras socialistas e comunistas.
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Mostre-lhe este mapa
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/infografia_saiba_quantos_funcionaacuterios_trabalham_na_sua_autarquia.html
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Esse mapa tem em conta as empresas municipais? Duvido.
«A ausência de empresas que promovam a actividade económica justifica o facto de, no Alentejo e interior do País, os municípios empregarem mais pessoas do que no resto do território. O Corvo, nos Açores, é o que tem a média mais elevada»
Parvoíce. Os espanhóis têm indústria, agricultura e turismo no interior e desenrascam-se. Por cá é só preguiça.
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Fado,
Podias era enviar ao Luis o mapa dos grandes nichos de empresas rentaveis no norte. E já agora um mapa com a relação entre s cor politica da Camara e o investimento. Se não for pedir muito manda outro que diga quem foi o grande mentor do desinvestimento em prol do subsidio. O Luis como algarvio vai ficar contente
Atina porra
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Alguns doss culpados escondiam-se aqui quando a coisa estava quente.
http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=07221.002.001
O principal culpado vivia aqui
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/detalhe/visitar_o_castelo_de_guimaraes_vai_passar_a_custar_dois_euros.html
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“Governo não deixará que digam que Bruxelas o “pôs na ordem”
Volta a censura agora mais descarada?
Não vai ser posto na ordem, vai ser posto na rua!
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A récua elabora a banha-da-cobra baseando-se num fortíssimo “supÔnhamos” ( pormenor importante, a pronúncia…), seguido de mãos cheias de “oxalás” , “nunca se sabe”, “logo se vê” e “pode ser que”…
Contam , evidentemente, com os prostituídos amanuenses de serviço ,lacaios todo-terreno da “cu-municação sucial” nativa, para publicitarem uma merda intragável como coisa mìnimamente séria e aceitável ( para consumo interno, já se vê – o indigenato engole tudo como prova a aceitação da récua “itself” e do seu enternecedor apego à manjedoura…).
E lá vamos, cantando e rindo, até ao feérico estoiro final…
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ainda bem que o PR foi eleito à primeira porque não devem tardar por aí legislativas e isso , não pelo psd destabilizar , mas porque o actual pm não cumprirá nada , nadinha , do que prometeu . é obra. vai ter minoria absoluta , desta vez.
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minoria absoluta é o máximo eheheheh
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Depois de um fugitivo e de um aldrabão o PS arranja usurpador, descarado, calculista e incompetente. Ainda por cima daqueles que não param de fazer coisas. Vamos acabar no lugar da Grécia com as perninhas a tremer. Era tudo muito fácil. Ratava-se a contabilidade e já estava. É como dizia a Avoila: não há aumentos porque não pode ser. Percebe-se.
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Cinco mulheres não é nada que a ci^rncia não possa explicar.
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Li alguns comentários deste post e pergunto a mim mesmo se esta gente anda a beber vodka ao pequeno almoço ou se saíram do Júlio de Matos?????
Descansem! António Costa vai levar a água ao seu moinho. E vocês vão ficar em regime de seca. Aguentem que a vida não está para brincadeiras.
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. . . e como a vida não está para brincadeiras. . . há por aqui uns gajos
comprados por uma mancheia de tremoços com a única missão de promover
“pulhíticos” aldrabões “costameiros”.
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…
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