Pessoas pequeninas não têm razão para viver
Esta madrugada foi a cerimónia dos Oscars. Toda a gente dirá que foi uma cerimónia magnífica, cheia de humor sobre injustiças xenófobas e racismo de Hollywood (foi referido directamente, não é uma conclusão). Eu achei lamentável, triste e, sobretudo, o culminar do sentimento de culpa do homem branco por ter nascido branco. Nem a Leni Riefenstahl faria melhor cerimónia. Tal como já fomos todos Charlie, agora somos todos pretos. Não somos asiáticos, índios ou esquimós, somos pretos. Também somos todos mulheres agredidas, lésbicas e padecemos de doenças terríveis e vontade de morrer.
Não era suposto aquilo celebrar o cinema americano, a marca indelével que o entretenimento deixa na cultura de povos que incluem brancos, pretos, azuis e todas as variações de pigmentação possíveis para pessoas? Era aqui que devia dizer que até há bons actores que até são pretos? Que há bons realizadores que até são homossexuais? Que as mulheres já podem fumar e, pasmem, votar? Ridículo. Não, esta não foi a cerimónia do cinema americano, foi uma orgia da melanina. Vai-se a ver, os EUA precisavam era de um presidente negro, a ver se a coisa voltava ao normal.

US of A em decadência acentuada…
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Excelente! (como é habitual)
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ainda vão obrigar toda o ser humano
‘a levar no cu’
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Excelente, pois.
Mas há que perguntar a que título e por mãozinha de quem é que até Hollywood vende o mesmo pacote.
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O Marlon Brando uma vez respondeu a esta pergunta (ainda que na altura o leque não fosse tão abrangente)
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Começa a roçar o absurdo esta estupidez do politicamente correcto e que fica bem para as câmaras. Já enjoa.
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Está tudo conquistado e ao mesmo tempo por conquistar mas, no fim, apenas falta o simples respeito de cada um pelo outro. Está esgotado o discurso.
Estas cerimónias tornaram-se tabernáculo de discursos esvaziantes de questões com alguma importância.
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É um virus. Espalham militantemente esta treta por toda a parte. Não há empresa (lá fora) ou jornal, tv, filme, curso, mestrado, doutoramento, lei, livraria, infantário, escolas em geral, cerimónia pública que não tenha lá a mensagem enfiada a martelo.
Pergunta: quem paga; quem começou a incrementar? Com que interesse?
Tem de haver. Este tipo de virus não é um meme que tenha nascido dos trapos velhos
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É uma ditadura. E um tipo de ditadura que não tem por fim ajudar a qualquer integração natural de coisas nas margens; mas torná-las lei contra toda a normalidade e contra toda a maioria.
Porque escolhem a dedo uns grupos e não escolhem outros. Em Hollywood o racismo só pode ser contra negros, como disse o VC.
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Mas vão mais longe- depois é a cena do “as fronteiras matam; toda a gente em toda a parte”. Com o Soros como grande mentor.
Isto tem de ter interesse de ordem diferente. O Marlon Brando já o dizia na altura. E explicou bem de quem era esse interesse de dominar por lobby e descriminalizar fingindo que era o contrário.
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Engraçado é que esta porcaria faz o Deleuze bater palmas na tumba. Ele e mais aqueles franciús das heteronomias- do apagamento de todas as fronteiras e diferenças.
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Em relação aos sexos a imbecilidade é tal que agora toda a mulher tem de ser representada por uma lésbica (que representa o oposto que qualquer mulher é); e todo o homem tem de ser representado por um rabeta que significa o mesmo oposto que homem é.
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Simplificando ( mas só aparentemente): os EUA acabaram quando deixaram de ser WASP.
O marxismo cultural tornou-se moda no “campus” americano (Judt , em “Pensar o sec.XX” refere-o explicitamente), reforçado na Europa pela guarda avançada comunista, de que a França, uma certa França mais retintamente parisiense, era o símbolo mais visível e influente – pelo menos para nós, beócios do extremo ocidental.
O muro foi abaixo, as colónias soviéticas retomaram a independência,vacinadas contra todo e qualquer “pulhìticamente correcto” ( basta ver o seu comportamento na guerra larvar que decorre neste momento em solo europeu), mas o chamado “ocidente”, anestesiado e efeminado ,totalmente desarmado, doutrinado no relativismo cultural e na mão de “políticos” menores,ignorantes,impreparados, gente reles e irremediàvelmente corrupta nalguns casos (veja-se o exemplo doméstico) aceita tudo o que é anti-natural,desprezível e lesivo da sua identidade – desde que tombeteado pelos grandes meios de comunicação ( influência) de massas , “entertainment” à cabeça, e carimbado com o rótulo de “modernidade”.
Mas essa área de influência, esse “ocidente” teórico, está em regressão territorial acelerada – pelo que esta propaganda , vergonhosa, mentirosa e , no limite, risível, tem um campo de influência muito mais restrito do que nos querem fazer crer.
E, como sempre, quem se vai lixar são os pretos, maricas e outras minorias sortidas.
É fazer um inquérito na, e para lá da, região que em tempos se denominou “Mitteleuropa” – e, por que não, fazê-lo também na “Santa Rússia”…
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“o racismo só pode ser contra negros” e lembrei-me disto:
http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2016/02/entretanto-nos-eua-3.html
é tão giro! tenham um bom dia, se conseguirem…
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A Sarah Palin borra a cara e as mãos do DTrump com tinta preta, mete-lhe num bolso uma cartilha do Mussolini e no bolso interior (bem junto ao coração…) a história do KKK, e o assunto está resolvido.
(A HClinton que se cuide, não são favas contadas a sua vitória).
Prevejo que até às presidenciais ocorrerão umas inoportunas desestabilizações (económicas e outras) nos EUA e provocadas por norte-americanos. Favoreciam eleitoralmente quem ?
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“Harvard University in theUS is going to remove the word “master” from academic titles, after protests from students who claimed the title had echoes to slavery”
http://www.bbc.com/news/education
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Única dúvida: desunem-se por implosão ou por explosão?
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