Aprovado o orçamento
Uma das principais fontes de burocracia e diarreia legislativa é a vontade dos deputados de brincar às casinhas lá na Assembleia. O governo fez um orçamento que define os destinos de cerca de 80 mil milhões de euros. Nesta fase aumentou impostos a uns para reduzir impostos a outros e para aumentar salários a um terceiro grupo. Depois deu 50 milhões de euros para os deputados brincarem. E lá estiveram eles por ester dias a baixar o IVA do copo menstrual e do Seitan (que já tinham IVA reduzido, mas isso não impediu ninguém) ou a subir a taxa de TV em 1 euros a uns e a baixá-la em 20 cêntimos a outros (ou vice-versa), ou a dar benefícios fiscais aos animais domésticos e a tirá-los às crianças (desde que filhas de ricos), ou a reduzir o IMI aos pobres mas também aos ricos mas não a quem está ali pelo meio da escala social … Passou a ser possível ter isenções fiscais com dívidas fiscais (para quê se não há intenção de pagar?), os transportes vão voltar a ser gratuitos para determinadas classes sociais ligadas ao Estado e vamos ter manuais escolares gratuitos (mas apenas para quem os usa, para o contribuinte não são gratuitos). Há também uma nova prestação social para quem já não recebe subsídio de desemprego e também já não recebe subsídio social de desemprego. Será algo como o subsídio social essencialíssimo de desemprego.
Acaba por ficar barato. Ocupa-se os deputados por vários dias e eles só gastam 50 milhões. Mas os custos burocráticos e do legado de direitos adquiridos são 10 vezes maiores.

Mais do que números, os orçamentos do Estado deviam definir a política.
Mas a Esquerda não percebe isso. A Esquerda não percebe o mundo que nos rodeia.
Que caia quanto antes!
…A GNR hoje em dia faz tudo menos proteger os portugueses…
…Ouvi uma vez um homem de Esquerda caluniar o Nicolau Breyner chamando-lhe paneleiro. Hoje, hipócritas muitos acorreram à Basílica da Estrela.
Portugal está podre. O Regime de Esquerda apodreceu Portugal.
Lutemos contra a podridão!
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Eu nem sei como o povo mais pobre não se revolta, os defensores oficiosos dos pobres são a esquerda, principalmente a Radical. Afinal, havia outra, expoliados são os da classe média baixa, os pobres recebem uns pozinhos, os corporativistas dos FP e reformados FP, recebem o grosso do dinheiro, “pessoas” que ganham mais de 1500 euros e mais de 4000 de reforma vão receber aumentos de 20%, esses sim, os vencedores.
Pobre é ignorante, pelo que vejo e observo, ainda têm a lata de defender esses crápulas do PS/BE/PCP/PEV/PAN.
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É que esses partidos são todos dirigidos por funcionários públicos!
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O OE antes de ser aprovado foi comprado pelo autoproclamado aos três que agora têm vida airada…
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Os partidos da situação são todos dirigidos por funcionários públicos. Para eles Portugal é a Função Pública e depois há uns gajos fora do Estado que devem pagar impostos para sustentar a máquina do Estado e permitir-lhes pagar uns abonos de família e mais umas merdices. Assim os governantes de Esquerda até fazem figura de gente porreira.
Por outro lado sabemos que os funcionários públicos são os que mais votam. O pessoal das empresas privadas balda-se às eleições porque está farto dos políticos. Lincha-se.
O problema é que isso é o que os políticos da situação querem. Que os das empresas privadas não votem.
Portugal está de facto numa camisa de onze varas de onde não é fácil sair.
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David Rosa no comentário 15:26 está a por o dedo na ferida.
Os deputados defendem os interesses de quem os elegeu e poderá tornar a eleger: os Partidos.
Não fiscalizam o governo. Mais, são-lhe obviamente subservientes.
Um jogo sujo e nada democratico.
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Geringonça é isso mesmo: um concurso publicitário de enormes ‘sensibilidades sociais’!
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Aprovado com a graça de Deus!!!!!!!!!
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E os votos trambiqueiros da Esquerdalhada.
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