Coitadas das crianças
18 Março, 2016
A Catarina Martins queria acabar com os exames para as crianças. Resultado: este ano poderá haver escolas com provas no 2º, 4º, 5º, 6º, 8º e 9º anos. Nos 9 primeiros anos de escolaridade haverá 6 com provas.
33 comentários
leave one →

O João Miranda merecia ter participado no debate que houve na AR sobre o assunto: também não sabe a diferença entre exames e provas de aferição. A propósito: antes do 12º ano, quantos exames fez?
GostarGostar
“também não sabe a diferença entre exames e provas de aferição”
A diferença está essencialmente no cabeçalho do enunciado: um diz Exame o outro diz Prova de Aferição.
Mas como o assunto é complexo, talvez o melhor fosse encomendar um estudo (haverá com certeza sociólogos interessados) para determinar com precisão.
GostarLiked by 1 person
Não é bem assim, um exame devia servir como teste para se passar ao escalão seguinte e a prova de aferição devia servir para avaliar o aluno.
Na realidade uma e outra não servem para nada, passa toda a gente, não pode haver chumbos que hoje se chamam retenção.
Por isso acho bem que suprimam todos os exames, menos daqueles que vão para engenharia ou medicina.
Esse podem matar, os outros não.
Tanto faz que saibam como não.
GostarGostar
“Por isso acho bem que suprimam todos os exames, menos daqueles que vão para engenharia ou medicina. Esse podem matar”
E até vai ser legal quando passar a lei da eutanásia…
GostarLiked by 1 person
Os exames aferem e as provas de aferição examinam
Uns aferem os conhecimento e os segundos examinam o estado deles.
Para palhaçada terminológica é muito do gosto deste politicamente correcto do socialismo do século XXI
GostarLiked by 2 people
Quase certo. O problema está no “quase”, que é o que tem alimentado o “circo”.
As provas de aferição, testam o que num conjunto de aprendizagens foi efetivamente adquirido pelos alunos. O objetivo é ver o que falhou, logo, são mais dirigidas aos professores do que aos alunos. Neste caso, o problema está em saber o que se pode fazer a seguir, ou seja, que condições existem para uma efectiva recuperação- mas, sobre isto, poucos estão interessados em falar, até porque… todos têm culpas no cartório.
Os exames selecionam. Ou seja, numa fase terminal, pretendem identificar se o aluno está em condições de dar por concluído esse ciclo de estudos. Depois dele, só existem duas hipóteses: ou passa, ou repete.
As diferenças são óbvias para quem tente perceber um mínimo sobre o assunto. Quem pensa ser mera questão “terminologia”… não percebe.
GostarGostar
òh meu- explica lá- afere-se – ou seja- compara-se com um padrão- que ainda não sabem uma série de coisas que são comulativas. Em não sabendo essas não podem avançar.
O que se faz?
Transitam na mesma sem precisarem de aprender o que é necessário para avançar?
GostarLiked by 1 person
Só os imbecis se agarram a palavras sem precisarem de explicar o sentido a que se reportam.
GostarGostar
Há conhecimentos que podem ser adquiridos sem série de precedências- são informativos e ate´podem ser aleatórios.
Há outros- como nas línguas e na aritmética que são comulativos. Sem se saber questões básicas, esse conhecimento nunca pode avançar.
Que treta serve aferir e deixar avançar tudo por igual?
Já que pareces prof, explica lá que eu nem sou prof dessas e não ensino nada.
GostarGostar
Essa treta de se dizer que se vai comparar por um padrão o que deviam saber e sabem ou não sabem serve para aferir profs?
De facto, devia servir e esses é que deviam fazer provas para o poderem ser.
Até mete impressão ao que chegou o ensino com pascácios destes a falarem que nem vendedores da banha-da-cobra.
GostarLiked by 1 person
Toda e qualquer prova deve ter um finalidade e essa finalidade é que não tem de ser classificativa para saber quem é mais sábio, logo na primária.
A principal finalidade deve ser mesmo evitar-se que se avance sem bases.
Se as bases faltam, então devia haver logo uma inspecção ao que o prof andou a fazer que nem deu por isso.
GostarGostar
Os exames classificativos e que devem ser em período mais avançado. E a escala o mais ampla possível. Isso do 1 a 5 é mentira e é patranha que agora até serve para universitários concluírem licenciatura por Erasmus.
GostarGostar
Será que li algures que a zazie é professora? 🙂 🙂 🙂
É precisamente porque há matérias que exigem conhecimentos prévios, que se deve verificar se esses conhecimentos (prévios) estão adquiridos. A Zazie pelos vistos não sabe fazê-lo (espero que esteja enganado quanto á sua profissão). Não se preocupe, porque quem tem passado pela pasta da Educação também não sabe. No entanto, fartam-se de fazer discursos cheios de exemplos de países onde isso é feito. Já agora, só aqui para nós: em Portugal também há escolas que o fazem. Mas é APESAR do ministério da Educação.
GostarGostar
Olha aqui, ó porteira:
1- Não sou professora
2- Não sou funcionária pública
3- Nada tenho a ver com o Ministério da Educação.
Entendido, tosco?
Também não avalio ninguém. Eu é que sou avaliada no que faço e só faço se tiver “clientes”.
GostarGostar
Ah e não avalio ninguém porque não tenho vocação para isso.
Portanto, como eu disse, nada tenho a ver com o Ministério da Educação.
Não ensino. Não tenho pachorra para isso.
Crio coisas e vendo-as, o que é completamente diferente.
GostarGostar
Olha o esperto. E és prof argumentando assim.
Estou mesmo a ver numa aula. Alguém põe em causa uma questão e tu mandas calar e nem argumentas dizendo que os outros é que são burros e nem podem entender o grande sábio que és tu.
Vai tomar banho
GostarGostar
Isto é simples. O que eu disse resume-se ao seguinte.
1- Um exame final pode ter nota em momentos mais avançados dos estudos porque serve para seriar.
2- Uma avaliação em fases menos avançadas serve para evitar que os alunos avancem sem terem conhecimentos básicos em áreas que sequenciais (línguas e aritmética) que impedem progressão do saber sem bases anteriores. Não necessita de nota.
Argumenta a ver se és capaz. Porque o que tu disseste é que a avaliação não deve impedir transição de ano e serve para “avaliar” (pleonasmo) os profs e não os alunos.
GostarGostar
Eu não disse? muito gostam eles deste paleio sócio-“inducativo” ( porque de instrução, ensino e educação não tem nada)
Aquelas pessoas bem pensantes (por ter pouco que fazer?) que ficam a rodar em círculos viciosos sobre o sexo dos anjos e afins ( esta parte é dos afins)
GostarLiked by 1 person
Vivem disso. De modo vitalício. De que se estava à espera. São sempre bem falantes, sem precisarem de saber o que dizem.
GostarGostar
Esta pessoa supostamente “bem pensante”, não se arma em expert da medicina só por já ter ido ao médico. Tente fazer o mesmo.
GostarGostar
Não tento. Por isso mesmo é que lhe perguntei se sabia o que estava a papaguear.
Tem algum argumento que contrarie o que eu disse?
GostarGostar
Todos. Mas era preciso que você os soubesse interpretar.
GostarGostar
Carrega , Almeida !!!
😜
GostarGostar
Já carregou- disparou nos próprios pés.
GostarGostar
A disciplina de educação sexual devia ser obrigatória, só tenho uma duvida, fazia-se exames ou provas de aferição? Orais ou escritos?
GostarGostar
Acho muito bem que as crianças sejam julgadas, aferidas, examinadas, etc, etc..
Só não concordo que os professores sejam avaliados.
GostarGostar
JoaoMiranda
.
Vocês que deixaram o Crato á solta para destruir o que muito bem entendesse, é giro ver agora a vossa preocupação.
Cristas até se dá ao luxo de chamar incompetente ao Ministro , que nem sei quem é. Se o Ministro fosse eu mandava-a publicamente levar num sitio qualquer.
GostarGostar
Ai, Bolotinha, se fosses tu o Ministro, eras tu o incompetente…
GostarGostar
“Se o Ministro fosse eu mandava-a publicamente levar num sitio qualquer.”
Mas que nível tão elevado deste “cúmentário”…
GostarLiked by 1 person
Quando havia exames por acaso as crianças sabiam mais?
GostarGostar
Sim, Arlindinho, as crianças ficavam a saber o que sabiam.
Mas no teu caso, bem se vê que não serviu de nada.
GostarLiked by 1 person
Sabiam que tinham de saber. De outra forma, aprendem que não precisam de saber. As crianças aprendem sempre, mas depende do que se lhes está a ensinar. Se a disciplina for preguiça, ainda aprendem melhor
GostarLiked by 1 person
Aprendiaim muito mais. A única excepção é a do inteligente do Arlindo Costa. Costa tinha que ser costa.
GostarGostar