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Condenar o terrorismo

28 Março, 2016

Nos anos 70/80 acham que a população católica da Irlanda do Norte condenava o terrorismo?

E acham que os bascos condenavam a ETA nos anos 80?

47 comentários leave one →
  1. 28 Março, 2016 15:08

    Bem, nos anos 80 o SDLP tinha mais votos que o Sinn Fein e o PNV mais que o Herri Batasuna.

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    • 28 Março, 2016 15:14

      Já agora, o Ulster Unionist Party também tinha mais votos que o DUP, o Progressive Unionist Party, o Vanguard, etc., o que dá a entender que a maioria dos protestantes também não apoiaria o terrorismo.

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      • lucklucky permalink
        28 Março, 2016 15:59

        A resposta na Irlanda é provavelmente não. Existem os Unionistas para começar.

        É preciso perceber que muita gente é apolítica, ou pouco liga, e muitos outros só se preocupam com a família e os mais proximos.

        Porque política é o que aparece nos jornais: que existem para isso mesmo: sobrevalorizar a política.
        E assim fazerem com que a política tenha imenso poder.

        Um pais, região, comunidade pode ser comandado por 20% da população adulta se estas tiverem os jornais e TVs a repetirem os seus argumentos.
        Outros 20% vão atrás por osmose.

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    • JoaoMiranda permalink*
      28 Março, 2016 15:21

      Cada um fazia o seu papel, como é típico na luta armada subversiva.

      Nós cá temos o exemplo do Otelo. Repeitado por toda a gente de esquerda.

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    • 28 Março, 2016 19:23

      Olha, mais esta, para o palerma que branqueia o islmismo
      Isil ‘crucified Indian Catholic priest on Good Friday’ after capture in Yemen

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  2. 28 Março, 2016 15:12

    Realmente, que lógica mais interessante. O terrorismo mede-se por votos. Como tinham menos votos quer dizer que gostavam assim, assim.

    O Miguel Madeira também aposto que era capaz de votar num grupo terrorista para defender a democracia.

    (cambada de imbecis que mete dó)

    Estes imbecis nem conseguem entender a existência de fenómenos que ultrapassam a política ou a religião porque se tornam um catalisador identitário.

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    • 28 Março, 2016 15:16

      Que outra maneira a Zazie vê para medir (e de forma quantitativa, deixando de lado emoções impressionistas), não o terrorismo, mas o apoio ao terrorismo?

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      • 28 Março, 2016 15:21

        Mede-se pela adesão.
        Mede-se pela inexistência de grandes manifestações de rua a condenarem.

        Mede-se até nestas entrevistas destes patuscos idiotas onde todos dizem que é mentira- que é cabala, que é o “Estado” que inventa tudo e que nem percebem como podem ter saído ali do bairro e das mesquitas e da doutrinação dos fanáticos em mesquitas clandestinas, todos estes psicoptas.

        Isto não é sequer algo comparável com os grupos terroristas citados.

        Porque esses ainda tinham reivindicações plausíveis de negociar. E nem se explodiam- faziam atentados.

        Estes não querem nada. Querem o impossíel- transformar o Ocidente e o Médio Oriente num gigantesco Estado talibã.

        E estão a faz~e-lo a uma velocidade que nem há 5 anos ou 2 se previa.

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      • 28 Março, 2016 15:21

        Agora também é verdade que há uma diferença entre “não apoiar” e “condenar” (podemos assumir que o típico eleitor do SDLP, do UUP ou do PNV não apoiaria o IRA, a UDA ou a ETA, mas talvez tivessem uma atitude de “eh, entre esses e os outros…”)

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      • 28 Março, 2016 15:24

        E v. sabe bem como eu defendi os muçulmanos quando andaram a diabolizá-los com aquelas provocações gratuitas das caricaturas por encomenda pencuda.

        Só que isso já era.

        O problema é a escala. E a escala cá dentro é coisa que passa para milhões sem que ninguém tenha travado esta imigração.

        Repito- o problema cá dentro nada tem a ver com “integração”- esse é o paleio da escardalhada para se traduzir em dar mais dinheiro a quem ocupou o Estado Social.

        O problema é de fronteiras, de inexistência de travagem desta imigração e de limparem de alto a baixo todos estes bairros (em toda a parte)

        Mudando leis e deportando, por retirar de nacionalidade.

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      • 28 Março, 2016 15:26

        V. é como o tosco do Lavoura- foi tudo para a “ciência” e não sobrou para mais nada.

        Quer fazer continhas- acha que o terrorismo islâmico é coisa que se entende por entrevistas a perguntar se é a favor ou contra ou se votaria neste terrorista ou prefere outro?

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      • 28 Março, 2016 15:27

        O problema é tão difuso que não se mede e até os primos de alguns destes ficam perplexos.

        Porque a coisa é fabricada em guethos cá dentro.

        Enquanto houver esses guethos e os talibãs quiserem, recrutam-nos de cá para lá que nós pagamos e até servimos de poteccção na retaguarda

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  3. 28 Março, 2016 15:14

    Toda aquela gente dos guethos não condena porque, em última instância, enquanto povo, se revêem no islão como identidade muçulmana.

    Claro que há boas excepções, mas são isso mesmo- excepções e os mais ortodoxos andam a abater essas excepções, só por causa das coisas.

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  4. Carlos Dias permalink
    28 Março, 2016 15:17

    Como é que se diz?
    Já sei pêra no cu dos outros é bolo-rei para mim.
    Santinhos e malandros?
    Dâ-se. Comem todos do mesmo

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  5. 28 Março, 2016 15:17

    E isto serve para provar a patranha da “integração” com muito carcanhol dos contribuintes.

    Porque já vai em mais de meio século que se instalaram por cá e na 2ª e 3º geração, com educação laica, nacionalidade europeia e não é assim tão difícil transformar uns deles em bombistas suicidas.

    Em nome dessa identidade e em nome de uma pseudo-vitimização dos “seus” lá na terra “dos seus”.

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  6. 28 Março, 2016 15:40

    na Irlanda não faço ideia , en Vascongadas ,, por supuesto

    http://elpais.com/diario/1983/02/08/espana/413506801_850215.html

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  7. Expatriado permalink
    28 Março, 2016 15:43

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  8. PiErre permalink
    28 Março, 2016 16:49

    Seja como for, os resultados do terrorismo resolvem-se com raminhos de flores, velinhas acesas e orações. Mais nada.

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  9. PedroS permalink
    28 Março, 2016 16:55

    Tenho a certeza que no auge do terrorismo da ETA/IRA seria bastante arriscado manifestar-se contra eles no seu “território de acção”, tal como é difícil manifestar-se contra o Eduardo do Santos em Luanda ou contra Putin em Moscovo. O silêncio não significa “consentimento”: pode simplesmente significar que as pessoas têm medo, i.e. o objectivo do terror foi atingido.

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    • 28 Março, 2016 17:09

      São coisas diferentes. Na Irlanda era um nacionalismo centenário com ressentimento de séculos. Mesmo que não apoiassem os métodos apoiavam a causa.
      Em Espanha, idem- tudo isso são nacionalismos com objectivo de tornar a localidade independente.

      Isto é outra coisa- isto é um vírus que nem pátria tem- tem essa mistura identitária entre islamismo-ideologia.

      São uma patologia sem nada de semelhante que apenas pode ter paralelo com os fanatismos dos milenaristas de outras épocas.

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  10. 28 Março, 2016 17:12

    vou escrever em português , parece que não leram : nos anos 80 os bascos manifestaram-se contra a Eta , a 1º big manifestação foi em Fevereiro de 83 ;

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    • 28 Março, 2016 17:22

      mas disseste aí que morreram 900 num dia?

      Não percebi corno e também não percebo a que título querem comparar ocidentais independentistas a fanáticos islâmicos que não lutam contra invasão ou ocupação alguma na terra deles.

      Ou estes imbecis franceses, ingleses, belgas, holandeses, noruegueses e por aí fora, estão a pedir a independência dos países que lhes deram nacionalidade?

      Eles nem sabem o que querem- são doentes mentais.

      Creio mesmo que a tara e fanatismo têm de se conjugar para alguém com uma vida inteira cá, se transformar num bombista que se explode.

      É coisa demasiada para ter qualquer explicação política ou comparação com qualquer outra coisa em tempo de guerra.

      Eles vivem cá. Querem matar os vizinhos em nome de quê? Para quê? se ao mesmo tempo outros idênticos dizem que também vêm para cá a fugir da utopia que outros vizinhos andam a instaurar na terra deles.

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    • 28 Março, 2016 17:38

      Ok. Já percebi que te referias ao atentado islâmico no comboio.

      Claro que é diferente porque não estamos a falar de acções de militares mas de gente civil com a cabeça feita.

      Por cá, entre ocidentais, para se conseguir um bombista suicida é preciso ser doente mental.

      Entre eles, nem é preciso tanto porque aquilo já vem com tara de fanatismo de fabrico.

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    • 28 Março, 2016 17:42

      A única coisa que até gostaria de perceber é essa diferença patológica.

      Como é que em pequenos grupos uns tipos sem serem psicopatas como Breiviks e quejandos conseguem fazer o mesmo que um serial killer.

      Não sei e penso que a resposta está no efeito do fanatismo. neles a coisa contagia natruralmente. Entre nós tem de haver doença de nascença e tanto dar para matar por uma coisa como por outra- são psicopatas.

      Acredito é que o fanatismo religioso/ideológico islâmico também tenda a atrair todos os psicopatas- que matam por isto, como poderiam matar por outra variante, desde que existisse grupo.

      Mas não são lobos solitários- isso tem de ser coisa de doente mental que nada tem a ver com efeito doutrinário ideológico/político/religoso- como Breiviks e unabombers quejandos.

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      • 28 Março, 2016 18:22

        fácil , Zazie ; carreira delinquente . os da ETA são delinquentes comuns , que ganham a vida com o terror. vão para aquilo novos , 15 / 16 anos , acham giro , bués romântico , entretanto não fizeram mais nada , não aprenderam profissão nenhuma , não sabem fazer nada nem vão poder fazer ( o estigma de terrorista nem com OMO sai ). e vão ganhando do dízimo que extorsionam aos empresários. vivem daquilo.
        qualquer tratado de criminologia te explica isso , é uma variante da delinquência juvenil e depois lá seguem a carreira de delinquente todos contentes 🙂 e tb é parecido com o que acontece nas jotas partidárias….

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      • 28 Março, 2016 19:06

        Juvenil até aos 40 anos, imagino.

        Não é fácil e não se explica por cena de juventude porque nenhum jovem sem raízes islâmicas se anda a rebentar no metro e nos aeroportos.

        nenhum- a menos que seja um psicopata e isso é outra coisa de lobo-solitário, doente mental.

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      • 28 Março, 2016 19:08

        Aliás, para exercício- dá lá exemplos de quem é que é capaz de se suicidar com esta facilidade em nome de uma treta que nem sabe o que é e de um local qualquer que nem é a sua terra.

        Nem tem comparação com os japoneses porque esses faziam isso em missões de defesa da nacionalidade. Por heroísmo de combate.

        Estes fazem por cobardia ressabiada- por serem fracos e porque, como dizia o Nietzche, o terrorismo é a única força de vontade ao serviço dos fracos.

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      • 28 Março, 2016 19:09

        Podem ter instinto de sobrevivência colectiva mas não têm ethos de guerra de seres superiores e fortes.

        Combatem com a arma dos ressabiados do mundo- precisamente a mesma de onde se fabricam todos os marxismos.

        A ideologia dos ressabiados.

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      • 28 Março, 2016 19:11

        Estes tipos cá são ainda mais incontroláveis que lá precisamente porque nem precisam de pegar em armas para combater.

        Não são nada. São uns merdas desenraizados e alimentados por uma trampa de uma sociedade decadente que colocou os seus em último lugar e tudo o que nos é estranho em primeiro.

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  11. procópio permalink
    28 Março, 2016 17:43

    Começam tarde a perceber o que está em causa.
    Mais umas surpresas, para quem anda sempre a surpreender-se, e teremos the big picture.
    Só quando a economia estiver nas lonas e as centrais nucleares ameaçadas é que alguém tomará conta do assunto.
    Até lá vão ser manifs de repúdio, emoções incontidas, o Papa a mandar mensagens.
    Nada disso vai alterar o precurso da locura coletiva.
    Os bárbaros riem-se e de cada atentado, dão rebuçados à pequenada à entrada das madrassas. Não esqueçamos um pormenor:
    Há partidos no poder na UE graças aos votos destes bárbaros. Aí está o busílis.
    Já viram manifs de mussulumanos discordantes? Verão pouca coisa. Seis filhos numa de véu, oito numa de burka, quatro numa mutilada, é viver à vida de luxo no centro da Europa.
    O estado “sucial” destemperado serve-lhes à maravilha, enquanto nós pagarmos todo o tipo dos impostos actuais e dos que estão para vir. Discursos para as plateias inocentes, medidas parciais sim, para iludir, medidas definitivas nem pensar.
    De não querer matar a galinha dos ovos de ouro, arriscam até ao último minuto, até à próxima fuga na central nuclear. Pensam que escapam, eles os infiéis…
    Vamos deixar que nos arrastem na voragem?

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    • 28 Março, 2016 17:56

      Sim. É isso. É como em tudo- quanto mais se dá mais exigem e mais vão tomando por dentro.

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    • 28 Março, 2016 17:57

      Este papa é o anti-papa. Nunca fez tanta falta o Bento XVI.
      Este palerma é um Dom Camilo.

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  12. procópio permalink
    28 Março, 2016 18:18

    Há quem pense, eu já fui desses que, contra ataques terroristas a resposta é a democracia.
    A natureza democrática dos regimes europeus, a separação dos poderes, a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a justiça, as forças de segurança e todo um conjunto de instituições permitiram-nos viver em relativa liberdade até meados do século XX.
    Actuar a sério não quer dizer ceder nestes pontos, ceder nos nossos valores. Significa que eles se manterão vivos para nós, para quem respeitar o outro, nada mais.
    Os bárbaros e suas famílias são um enxerto estranho numa sociedade que avançava para níveis de civilização mais avançados. Vai ter que haver um interregno. Vão ser precisos métodos muito avançados em termos de defesa e de extinção do mal, antes que venhamos a sucumbir. Parece distante, os próximos meses confirmarão que não é. O estiolar da economia, a desconfiança, atingirão desta vez não só os cidadãos como os mercados.
    Veremos as voltas que o mundo está para dar.

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    • Expatriado permalink
      28 Março, 2016 18:22

      O D. Afonso de Albuquerque é que sabia lidar com eles. Foi tão tão bom que ainda hoje se lembram e falam dele por onde ele andou….

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    • PiErre permalink
      28 Março, 2016 18:58

      “Veremos as voltas que o mundo está para dar.”
      .
      Já vivemos em completa anomia. A partir de agora tudo vai ser pior.

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  13. Expatriado permalink
    28 Março, 2016 18:19

    A escumalha comuna recita sempre a ‘historia’ do Bush & Cia e da invasao do Iraque como justificacao para ataques terroristas islamicos na Europa.

    E estes sao atacados porque?

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      • Expatriado permalink
        28 Março, 2016 22:08

        Sao pouquissimos os que falam e escrevem acerca da perseguicao e genocidio a que os cristaos estao sujeitos no mundo islamico. Nao so’ na Siria, Iraque e Africa mas tambem no sudeste asiatico (Malasia e Indonesia).

        As bestas ignorantes so’ sabem a mantra Bush, Aznar, Blair e Barroso pensando que com isso explicam alguma coisa. Ignoram que o genocidio de cristaos e judeus e’ claramente mandatado no al coirao, omanual de guerra deles.

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  14. Carlos Dias permalink
    28 Março, 2016 19:15

    Hoje saiu a melhor anedota da semana.
    A manifestação “Contra o medo” foi desmobilizada por medo, digo receio de incidentes.

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  15. 28 Março, 2016 20:42

    Sabem que mais? Há dias vinha no carro a ouvir Taylor Swift. Não aprecio pop préfabricado nem Taylor Swift. Mas de súbito doeu-me o coração por pensar que debaixo dum regime islâmico a miúda devia estar morta à pedrada. Por cantar. Por usar saias.
    Na Europa muitas mulheres foram queimadas, felizmente ultrapassámos isso. Não vamos voltar a isso em nome de deus nenhum. Não pode ser.
    Por outro lado, acho que chegou a altura de pôr as coisas em ordem: burkas na Europa só quando permitirem minissaias no Islão.

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  16. 28 Março, 2016 21:30

    Também faz parte do “padrão mental” mediático e politico-bem, o apelo aos “moderados”. O que será isso? Um muçulmano mais ou menos “assim assim” que não liga muito à cartilha…Fazendo um paralelo, será uma espécie de cristão que não leva a coisa muito a sério, não põe os pés na missa e não liga a procissões…

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  17. procópio permalink
    28 Março, 2016 23:06

    Os “moderados” são cobardes que se escondem por detrás do pulhiticamente correto.
    Tapam os olhos míopes perante a realidade:
    “O génio saiu da tampa da garrafa”!
    Os bárbaros contam com a sua passividade e retraimento para lavarem a cabo os genocídios que trazem na carteira. E não são poucos.
    http://www1.cbn.com/cbnnews/world/2015/October/ISISs-First-Step-Conquering-Rome-Defeat-Christianity

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  18. Arlindo da Costa permalink
    29 Março, 2016 00:48

    Post mais idiota.
    Os irlandeses e os bascos lutaram e lutam pelo seu direito à independência.
    Como nós portugueses fizemos contra os castelhanos e mouros.
    Sois uns ignaros!

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    • sam permalink
      29 Março, 2016 11:03

      Ai, Arlindinho, a piada é que a tua esquerdalha está do lado dos mouros.
      Vamos ter de te voltar a ensinar com quantos paus se faz uma canoa…

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  19. Expatriado permalink
    29 Março, 2016 02:43

    Para conhecimento generalista

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  20. anti-comuna permalink
    29 Março, 2016 10:01

    É só malucos e posta-de-pescadas a debitar ódio religioso.

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