O que tem uma coisa a ver com a outra?
8 Abril, 2016
8 de Abril de2016: Câmara de Lisboa reduz o passivo em 14 milhões de euros
14 comentários
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8 de Abril de2016: Câmara de Lisboa reduz o passivo em 14 milhões de euros
Adoro coincidências…
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Optimização de recursos e boa gestão autárquica.
Felizmente há autarcas que não provocam a falência dos seus municípios.
Felizmente Lisboa não é Gaia nem Fornos de Algodres!!!!!!!
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Nem outras autarquias presididas por “socialistas”…Que endividaram os municípios.
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Manter clientelas é muito caro.
Não havendo rendas vai-se à poupança.O saque é sempre boa gestão para a canalha socialista.
Por bons motivos usam o nome
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Nalguns casos, manter a pirataria partidária torna-se caríssimo e devastador.
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Nada, nadinha tem a ver a cobrança da taxa com a redução do passivo.
Os 14 milhões caíram duma árvore das patacas ou dum milagre de Santo António.
Agora lembrei-me por causa de redução de passivos/dívidas: como estará a redução da dívida do P”S” após a chegada do AC-DC ao Rato e a São Bento ?
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A caminho da expropriação da sua residência “au ralenti”.
Atentos ao manifesto do pcp, um dos apoios do kosta.
“A moderna propriedade privada burguesa é a expressão última e mais consumada da geração e apropriação dos produtos que repousam em oposições de classes, na exploração de umas pelas outras. Neste sentido, os comunistas podem condensar a sua teoria numa única expressão: supressão [Aufhebung] da propriedade privada.
Será que o trabalho assalariado, o trabalho do proletário, lhe cria propriedade? De modo nenhum. Cria o capital, i. é, a propriedade que explora o trabalho assalariado, que só pode multiplicar-se na condição de gerar novo trabalho assalariado para de novo o explorar. A propriedade, na sua figura hodierna, move-se na oposição de capital e trabalho assalariado. Consideremos ambos os lados desta oposição.
O capital não é um poder pessoal, é um poder social. Se, portanto, o capital é transformado em propriedade comunitária, pertencente a todos os membros da sociedade, a propriedade pessoal não se transforma então em propriedade social. Só se transforma o carácter social da propriedade. Perde o seu carácter de classe”.
A expropriação é pois a primeira medida do poder comunista. O mal tem suas raízes na propriedade privada. É preciso arrancar do povo a idéia de propriedade e submetê-lo completamente ao novo poder, a expropriação de casas, contas bancárias, terra, lojas, empresas privadas é uma consequência lógica. Aos poucos, fica-se com a roupa e móveis. O direito, estando ligado à propriedade privada, desaparece subitamente, restando apenas as decisões ‘jurídicas’ do partido.
Estas decisões convém serem tomadas em período revolucionário. O medina sabe que por agora não é aconselhável. Avança então para o sistema compressivo, gradual mas igualmente asfixiante. A seu tempo teremos mais provas.
Curiosamente a nwo comunga dos mesmos princípios.
1) Abolição de todos os governos nacionais dos países;
2) Abolição da propriedade PRIVADA;
3) Abolição do direito de herança;
4) Abolição do sentimento de patriotismo;
5) Abolição da família;
6) Abolição das religiões (e de Deus);
7) A CRIAÇÃO DE UM GOVERNO MUNDIAL ÚNICO.
Estamos assim no meio de uma tenaz de que não será fácil sair.
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Há opinadores cegos para o que lhe convém. A minha conta da água de 2014 para 2015 aumentou 47%. Assim se saca uns milhões. Se fosse em Gaia caía o Céu.
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O que tem uma coisa a ver com outra?
– Costa promete 1400 milhões para a reabilitação urbana
– Fernando Medina prevê a construção ou reabilitação de cinco mil a sete mil fogos
– Câmara de Lisboa inicia em junho primeiras obras em praças da cidade
Obviamente, nada.
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Outras coincidências:
– Foi esta decisão que levou a Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) da Polícia Judiciária a emitir um violento comunicado contra o governo de António Costa. Dizendo-se “perplexos”, falando numa “subtração” e numa “mutilação”, os sindicalistas da PJ dizem que o objetivo do governo não tem a ver com a luta contra o terrorismo. “São muitos anos a investigar os frequentadores dos corredores e dos gabinetes do poder e a ‘estudar’ as suas idiossincrasias, manhas e habilidades”. Por isso, a ASFIC fala numa “aversão à PJ” que “cresceu na proporção em que cresceram os processos por corrupção e criminalidade económica e financeira e outros bem conhecidos” e que transformou a PJ “num alvo prioritário a abater” porque “a única investigação criminal que estes poderes apreciam é a que podem de alguma forma controlar e sabem bem que a única que podem controlar é a que depende, sem capacidade de crítica e autonomia, de uma rígida e obediente cadeia de comando”.
– Casos pendentes
– Caso Eurojust (noticiaram na altura que o papel chegou e andou a “pairar” durante meses)
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Nos “mérdia” habituais as nu-ticias são dadas assim como esta.
Se por acaso a Câmara não fosse socialista até aposto que seria qualquer coisa como:
“O Brutal aumento de “impostos” (taxas e taxinhas) cobrado aos pobres dos munícipes lisboetas, que como se sabe são velhos e desprotegidos, permitiu à Câmara arrecadar uma receita bruta superior à do ano de 2014 em mais de 15% pelo segundo ano consecutivo batendo o recorde de cobranças”
Socialistando a cu-municação su-cial fala em “receitas” ( provavelmente de caril de camarão) e de redução da dívida.
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“prazo médio de pagamento é de três dias”
A ver se percebo: a câmara compra, a factura chega fisicamente, e passadas 72 horas está registada, conferida, autorizada e de facto paga, em média. É isso?
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O pessoal de Lisboa tem o que mereçe. Não nos esqueçamos que aquele bom povo votou no kosta poucachinho para presdiente duas vezes, não foi?
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(19-15=4 milhões). Vai parar aos cofres de um depauperado partido
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