Nem bilhete nem cartão. Viva a cartolina
15 Abril, 2016
O Bloco quer acabar com a designação do Cartão de Cidadão. Acho bem. Mas não é para ficar Cartão da Cidadania. Quem é a cidadania? Uma prima nossa da província? O que nós devemos ter é a Cartolina.A Cartolina é o documento de identificação adequado a um país palhaço governado por quem não só nunca deixou de fazer palhaçadas mas transformou as palhaçadas numa táctica

24 comentários
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Uma sugestão para o bloco: Cartão Adão e Eva. O exercício da cidadania não tem nada a ver com o nome atribuído a um cartão para o efeito que é e chame-se o que se chamar. No tempo da pedra lascada o homem também era mulher e ninguém se lembrou de alterar os livros removendo essa condição extensiva.
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veio-me a solução à cabeça lendo o seu comentário !!!!! acabe-se com a linguagem e resolvemos o problema de raiz 🙂
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Cidadania é feminino, não pode ser. Tem que ser uma palavra neutra. Os alemães já estão mais avançados pois já têm um terceiro género, o neutro. Ou então acabar com os géneros como os ingleses.
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E já agora: “Bilhete de Identidade” ? Vejamos é neutro, não fere susceptibilidades de género, condição social, etc. Realmente o BE tem razão: isto de chamar “cidadão” é vexatório e discriminatório para condição humana. E ainda por cima o termo “cidadão” usado indistintamente foi obra dessa Revolução Francesa, que trouxe aqueles ideias refractários e estranhos como liberdade, igualdade e fraternidade! Ora aplicar isso ao comum dos mortais é um crime que …. sei lá…. merece guilhotina?! Enfim, acho que vou mas é às compras para desanuviar este problema por demais sério para o país! 🙂
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Desculpe, mas escreveu “O BLOCO”??? Isso é descriminação, temos que alterar isso, era o que mais faltava, não respeita a igualdade de género. Escrevi “Género”, tenho que corrigir para “Génera”.
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É um assunto que não me incomoda, pode chamar-se o que quiserem desde que não me obriguem a ir tirar outro antes do prazo. Também se pode chamar Documento…Ah! não pode é masculino. Enfim idiotices de quem não tem nada que fazer!
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Cretinos hiperactivos deslumbrados com a notoriedade pública.
Actores pífios no palco do orçamento.
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O Bloco parece ter problemas gramaticais. Além do mais, parece desconhecer que as línguas evoluem para a simplificação, logo, aquela treta do “portugueses e portuguesas” (ou vice- versa), nunca pode ser alternativa à regra do plural.
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O Bloco tem MUITOS problemas. Infelizmente, maiores problemas temos NÓS com o bloco (ou bloque ou bloca)…
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Estão-se a acabar as causas ditas fracturantes e assim há que inventar. Já resolveram o aborto à balda e financiado pelos contribuintes, o casamento entre pessoas do mesmo sexo (desculpem género), a adopção por casais homossexuais (deve estar para chegar o casamento entre as pessoas humanas e pessoas não humanas), a eutanásia está quase resolvida, e portanto há que começar a mudar o nome das coisas e aqui o trabalho é infinito. Estamos entregues à bicharada a uma autentica praga de gafanhotos.
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Nada disso. Esta treta do “portuguesas e portugueses”, “deputadas e deputados”, já vem do início do partido.
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Porque não legalizam a poligamia? Tenho o direito a ter 2,3,4 e mais mulheres ou homens ou uma mistura com travestis e afins.
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Rachel Dolezal, civil rights activist who pretended to be African-American, says she ‘identifies as black’
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Essa das pessoas não humanas é que é descriminação. Ainda bem que já temos um partido no parlamento que também vai acabar com essa descriminação.
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Também não devem gostar:-
“Carta dos Direitos do Homem” ….porquê direitos????????
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Proponho que se retirem os “o” e os “a” do fim das palavras e se substituam por um neutro “e”: Carte des Esquerdes des Humanes.
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Já percebi que a “palhaça” da direita é a Dona Catarina. O palhaço da esquerda será o Centeno? Parece.
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A parvoice do portuguesas e portugueses começou com o deus tuga do diálogo. Depois, o Toninho foi com a Angelina ao circo e deixou-nos a bela herança que se anda a viver: os Socrates; as esganiçadas(os); os Costas e, por consequência, os Galambas. Com a máxima ironia de que o cabeça de casal da mesma seja o Marcelo.
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Num país pobre , a verdadeira crispação , e a falsa crispação andam par a par . Desde que o essencial esteja assegurado .
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Daí o “pantano” e a fuga . A boa vontade , intelecto , bondade , bateram de frente com a realidade , e a realidade venceu . Daí seguiu o seu caminho .
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Se o Trump chegar lá a “guita” vai faltar e a vontade da bicharada vai certamente murchar 😛
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Pelo contrário: para doido, doido e meio.
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Se não tivessem mudado o nome de cartão único CU, para cartão do cidadão CC.
Este problema nunca teria surgido
Porque CU todos têm um sem diferença de género, raça ou credo
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Se fosse na Rússia o pessoal do Bloco de Esquerda já estava todo a cavar neve na Sibéria…
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