A Bloca já propõe extermínio
A proposta d@ Bloca de Esquerdo para que qualquer indivíduo com mais de 16 anos aceda a mudança de sexo sem avaliação psicológica ou psiquiátrica é fundamental para Portugal. Em primeiro lugar porque, retirando a possibilidade de doença da pessoa dita transsexual, permite que esta possa ser tratada como sendo só maluquinho por opção; em segundo lugar porque a castração/esterilização voluntária é uma forma bastante eficaz de assegurar a natural diminuição de malucos-não-oficiais por herança genética para a geração seguinte, isto no caso do Bloco ou Bloca estar errado ou errada sobre não ser uma patologia que deve ser avaliada por profissional.
É difícil falar destes assuntos sem rir. Não me refiro à transexualidade, que, vai-se a ver, até pode ser um assunto sério; refiro-me ao Bloco de Esquerda. É difícil falar do Bloco sem rir. Por outro lado, também é impossível falar do Bloco ou Bloca sem chorar, o que diz muito sobre o presente do país. Mas, Costa, amigo, já diziam os antigos: “diz-me com quem andas…”

Isto é absurdo.
A mudança de sexo é uma mudança RADICAL e IRREVERSÍVEL, pelo que é fundamental que exista uma instância, para o bem do próprio paciente, que o impreça de tomar decisões que no futuro lhe possam sair ainda mais caras.
Mas o mais estranho é ver um partido como o Bloco a tomar uma atitude quase libertária ou ultra-hiper-neo-liberal de retirar do Estado qualquer intervenção sobre o paciente que – imagine-se – está livre para fazer as asneiras que quiser e poder terminar a vida atormentado por ter tomado uma decisão IRREVERSÍVEL da qual o Estado não o salvou..
Seria interessante perguntar ao Bloco o porquê de eu não poder agir da mesma forma quanto a minha reforma. Se posso trocar de sexo livremente, porque não posso escolher o que fazer com as minhas reformas?
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…E quem diz reformas, também diz a escola dos filhos.
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…Ou o hospital onde se é tratado.
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Ou o cemitério onde se é cremado ou depositado.
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A transexualidade é mesmo um assunto sério, seja lá qual for o Partido que o aborde. Se o que o autor do post pretende é que o assunto seja da competência do Estado, é algo assombroso.
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Só na parte de pagar é que é assunto dos contribuintes, de resto não. Sem bufar.
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+ 2nda GG
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” A transexualidade é mesmo um assunto sério” = Grande dose de merda
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Uma tia do Piscoiso já foi tio do Piscoiso, tenha dó.
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Assunto sério:
“As finanças públicas foram sustentáveis no período do Estado Novo (1933-1974)”, conclui uma análise publicada no site do Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia.
Aqui:
http://economico.sapo.pt/noticias/leia-aqui-o-estudo-financas-publicas-portuguesas-sustentaveis-no-estado-novo_247865.html
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” Great Depression (1929-39″ ; Guerra civil Espanhola ; Guerra Ultramarina !
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Está enganado Vítor. Tenho um tio que já foi tia.
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E qual não é assunto sério desde que elevada pelo bloco de esterco que atrai os imbecis?
Sempre terá sido um assunto de extrema importância para quem o é, seja tio ou tia. Sempre houve na humanidade e continuará a haver e não me consta que por tal ela, a humanidade tenha tido grandes problemas com ela. Assim como com a homossexualidade.
Porque é “assunto sério” de extrema importância agora?
Porque há falta de melhor a imbecilidade dos bem pensantes de hoje em dia, tem sempre de encontrar o seu nicho de mercado mental sobre desigualdades, sobre diferenças, sobre xenofobias….. e por aí fora.
São as novas “lutas do proletariado” agora intelectualoide e bem instalado com as mordomias do capitalismo burguês que andou a aprender biologia sociológica nas universidades e acha que ficou uma cabeça pensante apenas usando um dos hemisférios cerebrais.
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A ideia não é extinção; é terem homens grávidos. Coisa de direitos de choco às avessas.
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Boa !
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Vivam os paneleiros (e as paneleiras)! Vivam! Já não há pachorra para esta lengalenga (o que nao significa deixarmos estarmos vigilantes)
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E o que vamos fazer? Ficar de braços cruzados?
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Vamos bater palminhas ao Marcelinho
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vitor cunha, está a disparar ao lado. o assunto se não é irrelevante anda lá perto. De arrepiar, de arrepiar mesmo, é a campanha publicitária, de propaganda, que anda a passar nas tvs – ainda hoje – para que as mulheres façam doação de óvulos, desvinculando totalmente a maternidade do que tem de biológico. com os homens já dura há N anos. Agora é com as mulheres. Andam pelas universidades – sempre há mais esperança de que o que vier a nascer não acabe em trolha… Dizem os jornaleiros que é fácil, que não dói. Falta saber se não é serviço pago por algum laboratório da especialidade, a querer fazer render o investimento – mas isso eles não dizem. Isto não é imoral – é abjecto, abjecto.
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Chegou ” la langue de bois”
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E a seguir vem o voto aos 16 anos! É necessário registar a agenda destes esquerdistas sub-urbanos para lhes mandar na cara quando for o novo resgate. A culpa vai ser da Merkel?
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A maioria dos garotos aos 16 anos são uns palermas que têm imensas e desesperantes dúvidas sobre o tipo de roupa e penteado que deverão usar. Imaginem decidindo sobre algo tão sério!!!
Como disse o outro ” é tudo um putedo”.
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E quando é que deixam de ser palermas? É que eu conheço gajos que mesmo com setenta e tal anos continuam a ser palermas.
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Para além dessa agenda badalhoca do BE,uma visão real e esperançosa da nossa terra, no dia de hoje: muita gente a pé a caminho de Fátima e outros a preparar as terras para as sementeiras.
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Andam todos a ver se chovem milagres.
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O que eu gostava de ouvir era um dos partidos ditos da direita dizer algo do género – “votem em nós que, se tivermos a maioria, vamos reverter todo o estrume que os patetas da esquerdalha caviar puseram em lei nos últimos anos”. Mas se até o CDS acha bem a “flexibilização” das metas da bancarrota, que é que havemos de fazer?
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Estamos de acordo, permite-me uma ressalva: o CDS/PP está melhor que o PSD. A plataforma programática alternativa deve ser explícita e confrontar os portugueses com a nossa inviabilidade económica como país,nas actuais circunstâncias. Passos e Portas nunca assumiram a realidade e andaram a adiar os problemas, como se vê na banca e nas empresas nacionais que são das mais endividadas da Europa, se é para fazer mais do mesmo, não levam o meu voto.
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“se é para fazer mais do mesmo, não levam o meu voto” — Pois essa é, de facto, a essência da tragi-comédia Portuguesa.
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Não há partidos da direita.
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Ehehehe! Bloca de esquerdo é muito bom!!!
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Basta
Político e ladrão
Não passa de pleonasmo
Ouve-me com atenção
Meu grandessíssimo asno
Aquele bando de inúteis:
Só lembram as coisas fúteis.
O gênero no Bilhete
O casamento gozado
Mais suicídio abrangente
O aborto provocado:
Tudo só provocação
De adolescentes em vão.
Crescei, crianças adultas,
Começai a trabalhar
Deixem as causas estultas
Que só dão p´ra gargalhar.
Nós os que vos sustentamos
Fartos de vós, já estamos.
Licas fecit
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Licas,
Também acho, hoje é 25 de Abril.
Tive
25 Abril 42 anos
D´arame tive um tractor
E um cavalo de cana
Tive uma bola de trapo
A jogar era um babana
Tive a foice p´ra ceifar
Um martelo p´ra bater
A cabeça p´ra pensar
Porque não sabia ler
Tive fundilhos nas calças
Camisas sem colarinho
Umas ceroilas com alças
Comi caldos de toicinho
Tinha um pião que girava
O Funcho que era espetado
Uma pata que saltava
O enterro era saltado.
Mas houve coisas que nã tive…
Andava de pata ao leu
Sem botas e sem sapatos
Uma boina ou um chapéu
Fazia as vezes dum fato…
25/Abril/2016
Bolota
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gostei
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Estou como o costa quando toma pequeno almoço – de trabalho! – com a Catarina: em vez de pedir uma bica e um queque; pede um bico e uma queca…
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Em ingles ha uma frase que descreve o PR… Chama-se “pussy whipped”
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Paula Teixeira da Cruz do PSD fez um discurso bem à direita do de Marcelo, este com a idade contraria a teoria do “maoista ao 20, social/democrata” aos 40.Marcelo parece mais um militante da ala esquerda do PS – “Alegrista”.
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A proposta do Bloco está apenas relacionada com o género no CC e no registo civil. Atualmente só é preciso relatório médico para mudar isso, eles querem que mesmo isso deixe de ser necessário.
As cirurgias de mudança de sexo têm de ser sempre autorizadas pela Ordem dos Médicos e isso requer documentação médica extensiva sendo a fase mais longa do processo de transição.
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