acabou o trabalho precário
Quando pensávamos que tinham acabado os contratos a prazo e a precariedade laboral, tomamos conhecimento de que, afinal, eles continuam em grande e logo no sector público. Segundo esta notícia do Expresso, no último ano, já com António Costa no poder, dos 5400 novos contratos que o estado celebrou com trabalhadores, 4500 são a prazo. Ora, eu quase poderia jurar que um dos pontos programáticos mais incisivos do PS de Costa foi, exactamente, o de pôr cobro a este tipo de contratos. Mas estarei provavelmente enganado, como me enganei quando também pensei tê-lo ouvido prometer que não subiria os impostos.
ADENDA: Espera-se que estes novos 1.000 enfermeiros sejam já todos contratados com contrato de trabalho efectivo. Nem outra coisa se poderia esperar de um governo cujo primeiro-ministro tanto e tão mal disse do «flagelo dos contratos a prazo» quando liderava a oposição. Que honre, agora, a sua palavra, é o mínimo que se lhe pode exigir.

O PCP já está no bolso.
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O precariado já tinha acabado no tempo do Sr. Passos.
Passou-se a chamar emigrariado.
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O tempo mudou mas ele voltou.
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Camarada Jerónimo (sem ironia). Está na hora de mandar o Dr. Costa embora.
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