Agora que não temos mais culpados para culpar e que a questão já não se resume a uma discussão sobre os mais e os menos meios, está mais que chegado o tempo de nos deixarmos do fogo de vista dos culpados materialmente obscuros ou simplesmente tarados (sim, existem mas não explicam a dimensão catastrófica dos incêndios) dos meios (podem ser mais e melhores mas não é isso que os torna mais eficazes) o país mudou. Querer combater incêndios como se os hábitos e a distribuição da população pelo território não tivessem mudado desde os anos 50 do século passado, quando a maior parte da população vivia no campo e calcorreava as serras em busca de lenha e alimento para o gado, é tão ineficaz e grotesco quanto aquelas pessoas que, em Setembro de 1975, acreditaram que matando um qualquer desgraçado punham fim ao drama dos incêndios que lhes roubavam o sono, os bens e a paz.
Para ajudar à festança: “Constança Urbano de Sousa foi criticada por demorar a aparecer a reagir. Onde estava? No sábado, na festa da “Flash” no Algarve”.
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