Um dó li tá…
10 Setembro, 2016
Jerónimo de Sousa: “não viria mal ao mundo” se os impostos aumentassem para os grandes grupos económicos e financeiros.
Mário Centeno: não haverá aumento dos impostos diretos
Caldeira Cabral: Próximo ano será de “diminuição da carga fiscal” para todos
10 comentários
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Eles acabam por ter razão. Nem mais mal ao mundo, nem impostos diretos ou indiretos á maneira podem fazer mais mal ao mundo do que estes pesticidas a granel vendidos como sopa de rosas.
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Fica para a história o Jerónimo a dizer que não há tabus no que toca a subida de impostos. Mal mude o governo desatam a comandar greves gerais e a boicotar o país sem um pingo de vergonha.
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“Tudo isto é triste tudo isto é fado”. Num país viável, começo a duvidar que o nosso seja, a oposição devia apresentar-se unida numa conferência de imprensa e apresentar um plano de governação e de salvação, partindo do cenário de nova bancarrota, que é aonde vamos desembocar. O presidente Cavaco Silva deixou o inimputável levar o país à pré-bancarrota, se Marcelo cometer a mesma imprudência, temos de nos interrogar para que serve um órgão( Presidência da República) que gasta o dobro da Casa Real Espanhola (16/8 milhões ) e que se revela tão impotente como o monarca Espanhol, ao menos a monarquia não nos custa tanto e também dá afectos e enche páginas das revistas cor de rosa.
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Assim vamos lá….
Um puxa para baixo
Outro puxa para cima
Outro puxa para o lado
Naturalmente escavacam a geringonça
E quanto mais depressa melgor
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O PCP gabava-se de ser o partido “com paredes de vidro”. Também os telhados são de vidro. O PCP está isento de impostos e é bastante protector da sua vasta propriedade privada, é uma posição tão parcial que, neste assunto, deviam estar calados. Ou pagar, que também não viria mal ao mundo se o fizessem.
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Desde que não sejam os trabalhadores a pagar a factura da grande Roubalheira, acho que os impostos devem subir…sim, para os grandes grupos económicos que em Portugal (ao contrário doutros países) vivem encostados ou às costas do Estado e dos pobres consumidores.
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Olha p´ra este que eu bem conheço: do património do PCP não falou. E era o que estava em causa.
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É o falas! Não conhece este comuna arlindinho? Pois ele é mesmo um comuna de todos os costados! Agora até já se diz geringonceiro! Um reco, portanto!
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Tu não sabes, mas o PCP sabe muito bem que as empresas deste país estão como os bancos, tudo preso por arames e por isso, aquela frase é para os fossilizados do partido que ainda não sabem que o muro caiu e que a pátria”dos amanhã que cantam” acabou. O comité central vai aprovar o OE de 2017 e tudo o que for preciso para evitar um novo governo ao” serviço do capital dos” Melos e do Champalimaud”!
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Claro que ninguém fica surpreendido que o Jerónimo queira que os impostos aumentem. Alguém tem de pagar pela desgovernação que ele apoia, como as nacionalizações e reforço dos sindicatos. O comunismo é isso, é a colectivização da produção e a centralização de TUDO no partido. Enquanto não se lá chegar, os privados que trabalham tem de pagar isso.
Por isso, pela primeira vez, o Jerónimo até está a ser coerente.
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