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Felizmente vêm aí os robots

12 Janeiro, 2017

O governo alemão deu um passo decisivo (DECIDIU O JORNALISTA)  para que a igualdade salarial entre homens e mulheres se torne uma realidade ao aprovar, esta quarta-feira, a proposta de lei que visa esse objetivo (COMO EXPLICAR QUE O FACTO DE O OBJECTIVO ESTAR INSCRITO NA LEI NÃO IMPLICA QUE A LEI CONTRIBUA PARA O OBJECTIVO?).

Com a nova lei, as empresas com 200 ou mais funcionários passam a ter de divulgar aos seus colaboradores os critérios que determinam os diferentes salários – e, se não conseguirem justificar salários desiguais entre homens e mulheres, podem ser processadas (LOGO MANDA O BOM SENSO TER APENAS 199 FUNCIONÁRIOS).

As empresas com 500 ou mais funcionários serão mesmo obrigadas a prestar informações regulares sobre os seus esforços para a igualdade de pagamentos. (PORTANTO QUANTO MAIS SE EMPREGA MAIS PENALIZADO SE É.)

Além do burocrata encarregue de produzir informações regulares sobre os esforços da empresa para a igualdade de pagamentos esta parvoeira interessa a quem? O legislador está a precisar urgentemente de um mergulho na vida real.

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39 comentários leave one →
  1. 12 Janeiro, 2017 13:30

    Porque é que quanto mais se emprega mais penalizado é? As pessoas não chegam nem partem em paletes. Não há desconto por quantidade. São pessoas.
    Se a contratação são 200 ou 300 pessoas há a figura do contrato colectivo, que permite estabelecer paridade salarial.
    Uma nota: que ideia é esta de escrever a vermelho?! Gostam de mandar à m#rda os vossos leitores?

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    • 12 Janeiro, 2017 16:28

      Porque é que quanto mais se emprega mais penalizado é ? Não percebe, eu percebo. A lavagem cerebral lhe fizeram sobre a “justiça social” bloquearam-lhe a capacidade critica, e aquela mais básica sobre proporcionalidade e compreensão humana. Voce tornou-se num analfabeto funcional provavelmente com diploma e horas de estado, como muitos que pairam por aí.
      Alguém que explique a este idiota que se uma empresa tiver mais gente contratada, maior vai ser a quantidade de gente onde a remuneração varia, de acordo com o méritos e a dedicação de cada um, e por isso estará sujeita a mais processos por parte de mediocres e invejosos como ele, que nunca fizeram nada nem empregaram ninguem na vida, mas acham que merecem tanto quanto os outros.

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      • 12 Janeiro, 2017 21:26

        A paridade salarial nada tem a ver com invejas nem visões medíocres por parte dos trabalhadores entre si, mas sim o reconhecimento do trabalho desenvolvido, quer o trabalhador seja homem ou mulher. Ou acha normal uma actriz ganhar menos que o actor, por exemplo, no mesmo filme, com personagens igualmente importantes para o enredo do filme? Acha decente um estagiário trabalhar 8 horas de borla, estando ao lado alguém que executa a mesma tarefa e a ganhar? É este tipo de justiça social que pretende? E escusa de me insultar, porque não o fiz.

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      • 12 Janeiro, 2017 23:48

        “É este tipo de justiça social que pretende ?” Camarada 1º deve começar por refletir se ainda tem alguma capacidade cognitiva, algo que receio que não, sobre a palavra “justiça”, que acaba de vomitar como tipico moralista pretensioso e oco de esquerda que mostra ser.
        2º, você tem a certeza que não se enganou no blogue, quis ir à esquerda.net e a sua operadora de internet mandou-o para aqui. Eu recomendo-o a mudar de operadora, andam a enganá-lo.
        3º a unica coisa que é gerado quando o estado impõe a “justiça” social é discriminação e injustiça.

        4º , como o camarada é um idiota e não tem a minima ideia de como funciona uma sociedade livre, os individuos não são escravos nem são obrigados a fazer nem a ficar em lado nenhum que não queiram. O unico gerador de injustiça e desigualdade é o Estado, que o impõe atravez da lei e da força. Não gosta do sitio onde está, pagam-lhe mal, arrume as malas e vá para outro lado, trabalhe por conta própria faça-se à vida, coisa que parece não lhe apetece muito. Prefere preocupar-se com as coitatinhas de atrizes oprimidas milionárias, porque receberam menos dinheiro por um papel secundário para a qual aceitaram voluntariamente fazer.

        5º Tem a certeza que o insultei ? Na minha opinião eu também não o insultei. Apenas descrevi aquilo que o camarada continua a demonstrar ser, um pedante analfabeto funcional.

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      • 13 Janeiro, 2017 01:45

        Acredito numa sociedade livre, mas não acredito na mão invisível da auto-regulação. Não existe nem o Superhomem, nem irá nascer o Homem Novo, por isso a autoregulação é conceito que não pode ser aplicado. O mundo não muda por si. O que se passa no meio de hollywood é um exemplo de transversalidade desta questão. Podia-lhe falar de operários, serventes, quadros médios, onde existe essa disparidade de salários inter pares. Uma coisa é o salário base, outra será a componente variável, que depende da produtividade/ambição do(a) trabalhor(a), pois penso que o mérito deverá ser recompensado, mas partindo do mesmo degrau. Totalmente de acordo consigo num aspecto: quem está mal muda; em princípio para melhor, se tiver essa oportunidade.
        Não é uma questão moral, nem debato moralidades, pois isso é “cousa” para os clérigos. É mesmo uma questão de justiça, de legalidade, de princípio igualdade: pelo mesmo trabalho, o mesmo salário. Não há liberdade se outros não conseguem ser tratados de igual forma (daí a necessidade da discriminação positiva, e só o Estado poderá fazer, mas também não consigo imaginar uma sociedade onde a justiça esteja fora do Estado). A minha liberdade não acaba quando a do outro começa; eu serei tão livre quanto o outro for (já que falamos de liberdade e igualdade, falta apenas a fraternidade, empatia pelos seus pares, elo de coesão social).
        E escusa de me tratar por “camarada” (já há muitos anos que deixei as redações), porque essa palavra, pelos vistos, até lhe queima a mão (não precisa de se aleijar por tão pouco), e quanto aos meus apetites, ser vazio, pedante ou analfabeto funcional, agradecia que se abstivesse de fazer esse tipo de comentários, porque eu não o retrato sequer: estamos a debater um assunto, não a fazer ataques pessoais.

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      • 13 Janeiro, 2017 02:30

        zzzzz que soneira de vácuo pedantico sem nexo. Tem a certeza que não há por ai nenhum disturbio cognitivo de nascença, talvez autismo ou sindrome de trollice ?

        “Não é uma questão moral, nem debato moralidades, pois isso é “cousa” para os clérigos.”
        Não hein , então para que é anda a falar de “justiça social” se não é precisamente com a intenção moral como a esquerda assim proselita e como o camarada assim explicitou, de definir na boa maneira marxista o seu maniqueismo moral e atribuição de pecado a tudo quanto é “desigual”. Daí o termo “justiça” ? Clerigos inquisitoriais é o não falta na santa casa social marxista.

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    • 13 Janeiro, 2017 15:07

      Moral é algo que concerne às igrejas e à sentença divina. Justiça é algo mais laico, ético, deliberada e executada pela humanidade, sem depender da ideia ou interpretação de Deus para obter uma sentença, próprio de sociedades republicanas, democráticas, laicas e livres. Aquilo a que se refere como moralidade de esquerda é uma consciência do outro (fraternidade), da sociedade, talvez próxima de uma concepção moral judaica, onde a culpa não tem redenção e a vida é um processo construtivo (e muitas vezes disruptivo) a preto e branco, concepção que eu não abraço de todo. Não pretendo atingir a coerência total, nem aspiro ter sempre razão, algo muito próprio do comunismo ortodoxo, esse sim que mora nas santas casas sociais marxistas (muito bom, mas deve ter feito rebolar na tumba muitos filiados na Opus Dei!), vulgo centros de trabalho. Moral (com Deus e pecados) e ética (sem Deus, nem dogmas) são conceitos com intenções próximas, mas com consequências etéreas; justiça é outro patamar de efectividade e não há pecados: há crimes, ilegalidades que têm de ser corrigidas, caso o lesado apresente queixa, para que todos sejamos livres e tratados de forma igual, aceitando (não é tolerar) a individualidade de cada um.

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      • 13 Janeiro, 2017 19:26

        zzzzzzzzzzzzzz

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      • 13 Janeiro, 2017 20:01

        Não digas asneiras pascácio que só te fica mal.
        Moral vem de mores, ética vem ethos- um étimo é latino, o outro é grego.
        A moral religiosa é a responsável pela criação da Lei. Já vinha no Código de Hamurabi.

        O que v.s os toinos republicanos e laicos querem é outra merda- é fazer coincidir a Lei com a Moral, de modo em que aquilo que não é punível por multa ou cadeia, é bom.

        E isso é fruto do jacobinismo em que a porcaria da Lei se sobrepõe à moral e depois as pessoas ficam sem guias de conduta porque aferem tudo pelos tribunais, pelos resultados práticos da Lei.

        E isso só serve para duas coisas:
        1- ilibar toda a conduta imoral desde que escape à Lei

        2- Perseguir inquisorialmente meio mundo, em nome de lobbies poderosísimos que conseguem legistal o mundo-às-avessas.

        Este é um exemplo- a treta do feminismo. Uma treta que dantes consistia em lutarem pelo voto, pela pílula ou por queima de sutiâs e hoje consiste numa série de fufas, que detestam homens, a falarem em nome de mulheres sem procuração passada, e a lutarem pelo direito a aborto, a infantício até em nome das “bio-éticas- com lobby em Cambrdige- ou a quererem dar missa.

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  2. LDM permalink
    12 Janeiro, 2017 13:43

    Não se preocupe, com os problemas da Alemanha podemos nós bem, já os nossos ….

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  3. The Mole permalink
    12 Janeiro, 2017 15:03

    Acresce que:

    1. É muito fácil de justificar qualquer discrepância entre salários dado que ninguém é “igual” (independentemente do sexo)…e cada empresa “valoriza” (logo remunera) o que bem entende.
    2. Qual é o empregado que – querendo continuar a trabalhar na empresa – vai processar a empresa?

    Todas estas leis e normas (tal como as quotas) apenas servem para reconhecer a existência de facto uma diferença entre os sexos. Se agora é preciso justificá-la, então justifique-se…

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  4. 12 Janeiro, 2017 15:14

    A burocracia no seu melhor!
    E nós cá vemos pelo mesmo caminho.
    Já não há bom senso…ou não têm com que se ocupar.
    Um dia destes até legislam o tamanho do cag*lhão, para não entupir o cano!

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  5. 12 Janeiro, 2017 15:15

    E depois de décadas após a mensagem de Orwell, eis que, o que nos servem como “solução” para a sociedade, a sociedade de Orwell. Tenho a certeza que a sua obra, como a de solyenitzin, fazem parte do curriculum literário escolar ocidental…

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    • 12 Janeiro, 2017 17:05

      Os snowflakes não conseguem lidar com essas leituras, por isso, decidem proibi-las.

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    • 12 Janeiro, 2017 17:06

      O Solyenitzin nem se fala. É clandestino. Agora o Orwell é que mais me impressiona porque a escardalhada toda lê e nem topa que está lá retratada.

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      • 12 Janeiro, 2017 17:16

        Zazie,
        se o esquerdume tivesse capacidade de interpretação, depois de ler Marx seriam todos anti-marxistas.

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      • 12 Janeiro, 2017 17:21

        É verdade. Em tempos- logo a seguir ao 25 de Abril disse a um que era meu colega de Filosofia. Que não conseguia entender como lia aquela treta e nãpo notava que era coisa teoricamente de caca.
        Até lhe disse que se eu, que nem era lá muito a dar para o intelectual, tinha lido o Engels e visto a caca que era, como é que ele, sendo tido por aluno xpto e altamente, muito mais altamente que eu, não notava

        AHAHHAHA

        Ficou atrapalhado. Não conseguiu responder. Disse que o que importava era a praxis.

        E eu disse que para isso bastava a carne para canhão. Se eles eram os líderes, como é que podiam ser toinos ou não serem toinos e engolirem aquela menoridade teórica.

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      • 12 Janeiro, 2017 17:25

        Disse a esse e a mais uns outros que andaram anos a fazer-me olhinhos.

        Todos teóricos, todos sabichões e a venderem aquela trampa- E eu quando me decidi a ler a treta deitei tudo abaixo nas calmas.

        Porque é impossível alguém de Filosfia (pelo menos na época) considerar todo o marxismo como algo de teoricamente pertinente.
        Não é. Ou é realismo materialista básico e primário- ou um idealismo hegeliano pintado às avessas.

        Que o Marx escrevia muito bem- sim, é verdade. Literariamente é agradável de ler. Mas teoricamente nem esse tem ponta por onde se pegue porque aquele castelo cai em 3 tempos como fantasia incongruente.

        Os outros são merda e da grande.
        Os de agora, são papagaios que nem a merda teórica precisam de ler. São comunistas por sms.

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      • 12 Janeiro, 2017 18:02

        “Os de agora, são papagaios que nem a merda teórica precisam de ler.”

        Quantos auto-proclamados e intitulados “comunistas” alguma vez leram a sua “Bíblia” vermelha, versão integral, de fio a pavio? Tantos quantos os homens que foram à Lua.

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      • Pequeno Pónei permalink
        13 Janeiro, 2017 14:56

        Rasputine, claro que não! Aquilo é muito papel! Leram a página da wikipédia sobre o livro do Piketty enquanto estavam no twitter.

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  6. Ana Vasconcelos permalink
    12 Janeiro, 2017 16:21

    Parece-me que há um equivoco em toda esta questão. Em todas as constituições e legislações europeias está há muito consagrada a proibição da descriminação salarial em função do género. Assim, presentemente, o problema é estatístico. O conjunto dos salários masculinos é superior ao conjunto dos salários femininos, logo continua a haver desigualdade. A causa é, provavelmente, haver mais homens a desempenhar mais tarefas mais bem remuneradas do que mulheres. Igualizar completamente os salários entre homens e mulheres será impossível. Todo este alarido existe porque as pessoas que vivem à custa desta e de outras causas, têm que ganhar a vida. Os governos já sabemos que quanto maior a imbecilidade mais depressa a adoptam.

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    • 12 Janeiro, 2017 16:43

      Tem razão. Mas isso acontece, porque em democracias o Poder é dado pelas maiorias. E o que as mafias partidarias fazem é tentar comprar o maior numero de votos, que são neste caso o eleitorado feminino. A questão é, se for descoberto que afinal muitas mulheres são remuneradas mais que os homens, também os homens vão poder processar as empresas, ou em nome da “igualdade” isso será um direito juridico dado apenas a “metade” da população ? O curioso é que esta medida vai ser mais um daqueles protecionismos sociais que vai acabar por virar-se contra aqueles se pretende “proteger” . Tal como acontece com o protecionismo laboral. Porque quem diz que as empresas vão lhes aumentar a remuneração. Afinal de contas o que conta é que ela seja igual para todos mediocres e competentes. E assim em vez de alguém receber mais do que outro de acordo com o seu esforço e mérito. Todos passarão a receber igualmente menos, em nome da igualdade e do progressismo.

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  7. FGCosta permalink
    12 Janeiro, 2017 17:12

    Felizmente em Portugal a lei proíbe que haja discriminação salarial por género.
    Felizmente em Portugal, inúmeras organizações, jornalistas, militantes de causas, agências governamentais, políticos e sindicatos, são unânimes em apontar a desigualdade salarial ilegal que persiste e até é das mais elevadas na Europa, segundo afirmam.
    Infelizmente em Portugal nenhum desses inúmeros casos está em tribunal (seria com certeza de imediato publicitado) e ninguém coloca a questão sobre porquê o silêncio e inação dessa gente toda sobre os casos todos que diz conhecer. Se não é por conivência, só pode ser por conveniência…

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  8. 12 Janeiro, 2017 17:40

    “A causa é, provavelmente, haver mais homens a desempenhar mais tarefas mais bem remuneradas do que mulheres.”

    Por isso é que pedem quotas para as mulheres em lugares de liderança e chefia.

    Mas a causa da desigualdade salarial entre homens e mulheres não reside (apenas) nas tarefas desempenhadas. A causa verdadeira é que os homens estão mais dispostos a fazer horas extras, a ficar 30 ou 60 min a mais no trabalho, a levar trabalho para casa que as mulheres.

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    • Carneiro permalink
      12 Janeiro, 2017 23:26

      Existe um paradoxo na sociedade portuguesa. Uma Associação de Mulheres Juristas para protecção do género que já é maioritário em todas as profissões jurídicas e que, pelo menos, nas carreiras publicas, ganha rigorosamente o mesmo que os homens.

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  9. Tiradentes permalink
    12 Janeiro, 2017 17:42

    Eu também sou a favor da igualdade. Aquelas empresas de construção civil e mineiras deviam obrigar a todos terem os mesmos objectivos a carregar cimento ou pedra, homens e mulheres. Que isto das desigualdades é uma coisa muito injusta
    Assim aquele gajo que por ser machista sexista carrega 100 kilos de cimento tem, por uma questão de igualdade, carregar o mesmo que a sua colega que só carrega 10 kilos e depois recebem o mesmo ordenado.
    Viva a igualdade.

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  10. lucklucky permalink
    12 Janeiro, 2017 20:31

    “Além do burocrata encarregue de produzir informações regulares sobre os esforços da empresa para a igualdade de pagamentos esta parvoeira interessa a quem?”

    Interessa ao politico que representa os jornalistas.

    Vocês julgavam que os politicos representam quem votou neles? Haha. A maioria dos políticos representam os jornalistas.

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  11. 13 Janeiro, 2017 00:11

    estou curiosa , não consigo visualizar cenário : as empresas deslocalizadas vão continuar a usar mão de obra nativa ou vão substitui-la por robots? e ospois? a globalização vai deixar de dar uma gamela de arroz ao chinês e um caril ao indiano? e os pois ? quase 4 biliões de alminhas… isto está complicado

    quero lá saber dos alemães e das alemoas. ainda se fossem meloas com presunto 🙂

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  12. 13 Janeiro, 2017 00:13

    espero que também deixem sair os homens mais cedo para amamentar. os gays que adoptem , claro 🙂

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    • 13 Janeiro, 2017 00:23

      AHAHAHAHAHAHAHA

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    • 13 Janeiro, 2017 00:24

      EHEHEH Que mau aspecto. Só de imaginar um tipo numa empresa a reivindicar que tem direito para sair mais cedo para amamentar.

      Nem os Monty Python foram tão longe

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      • The Mole permalink
        13 Janeiro, 2017 13:11

        Pois é, coitados dos Monty Python … a realidade ultrapassa a ficção!

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  13. Isabel silva permalink
    13 Janeiro, 2017 14:15

    Hoje, de madrugada, admirei-me que os meus detalhes não aparececem automaticamente em baixo como sempre acontecia. Hoje admira-me isso é que o meu comentário não apareça. Censura? Porque?

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  14. Isabel silva permalink
    13 Janeiro, 2017 14:17

    Peço desculpa, o meu comentário afinal está lá em cima. Mas porque desapareceram os meus detalhes, cá em baixo

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  15. Arlindo da Costa permalink
    13 Janeiro, 2017 17:42

    Espero – ansiosamente! – pelo dia que haja jornalistas e comentadores robots!

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    • 13 Janeiro, 2017 18:46

      O PS já fabricou uns tantos comentadores robots, Têm marca abrantina. Há um que até dá pelo nome de Arlindo da Costa

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