”cine e astas h+a muitos, seus palermas”
‘in oculum descansum est’
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A última vez que fui a um filme português estava no ventre de minha mãe e ela queixou-se mais tarde que dei muitos saltos.
A ignorância é muito atrevida.
Tradução da fake news do Observador:
Cineastas de todo o mundo unidos na defesa que os contribuintes paguem aos cineastas portugueses mais do que já pagam.
Leram a coisa?
Dizem que é por causa da escolha do juri
Devemos defender o nosso potencial artístico.
Quem sabe se o novel cinema português não vai engrossar o nosso potencial exportador!?
Só dizem isto:
A partir de 2013, um decreto-lei regulamentador da Lei do Cinema e uma nova direção do Instituto de Cinema e Audiovisual de Portugal (ICA), mostrando-se alérgicos à responsabilidade e desconhecedores do papel regulador que o ICA deve ter no processo, transferiram a tarefa da escolha dos júris para um comité onde estão representados todos os interessados no resultado dos concursos de apoio: associações profissionais, representantes das televisões, representantes dos operadores de audiovisual, entre outros. Passou, então, a ser este comité corporativo a indicar ao ICA os nomes dos júris que avaliam os projetos de filmes, num claro conluio de interesses em muitos dos casos entre nomeados e quem nomeia. O resultado não se fez esperar: os requisitos exigidos no regulamento sobre o perfil dos júris, “personalidades de reconhecido mérito cultural”, deixaram manifestamente de fazer sentido tendo em conta os atuais jurados. Nos últimos anos contam-se entre os decisores dos projetos de cinema, administradores de bancos com ligação ao cinema ou diretores de marketing de operadoras de telecomunicações…
Não especificam nada e nem sei como há tanto estrangeiro a portestar porque se fica na mesma.
E até podem ter razão mas o detalhe do banco tem uma certa piada para uma arte caríssima que sem banca nem existia
A leninha sempre pronta a sacar da pistola quando ouve falar de cultura.
Δ
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A última vez que fui a um filme português estava no ventre de minha mãe e ela queixou-se mais tarde que dei muitos saltos.
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Cineastas de todo o mundo unidos na defesa que os contribuintes paguem aos cineastas portugueses mais do que já pagam.
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Devemos defender o nosso potencial artístico.
Quem sabe se o novel cinema português não vai engrossar o nosso potencial exportador!?
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Só dizem isto:
A partir de 2013, um decreto-lei regulamentador da Lei do Cinema e uma nova direção do Instituto de Cinema e Audiovisual de Portugal (ICA), mostrando-se alérgicos à responsabilidade e desconhecedores do papel regulador que o ICA deve ter no processo, transferiram a tarefa da escolha dos júris para um comité onde estão representados todos os interessados no resultado dos concursos de apoio: associações profissionais, representantes das televisões, representantes dos operadores de audiovisual, entre outros. Passou, então, a ser este comité corporativo a indicar ao ICA os nomes dos júris que avaliam os projetos de filmes, num claro conluio de interesses em muitos dos casos entre nomeados e quem nomeia. O resultado não se fez esperar: os requisitos exigidos no regulamento sobre o perfil dos júris, “personalidades de reconhecido mérito cultural”, deixaram manifestamente de fazer sentido tendo em conta os atuais jurados. Nos últimos anos contam-se entre os decisores dos projetos de cinema, administradores de bancos com ligação ao cinema ou diretores de marketing de operadoras de telecomunicações…
Não especificam nada e nem sei como há tanto estrangeiro a portestar porque se fica na mesma.
E até podem ter razão mas o detalhe do banco tem uma certa piada para uma arte caríssima que sem banca nem existia
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