A típica entrevista de quem conta com mais uma taxa para tapar o prejuízo
11 Abril, 2017
“Agora é preciso fazer habitação pública a preços acessíveis a apostar na classe média”
O custo da habitação pública é obsceno. Façam as contas ao custo m2 das casas da EPUL
24 comentários
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A lata não tem limites. A classe média está a ser esmagada pela geringonça, esse é de resto um dos seus objetivos. Um PS a sério não embarcaria nisso. A clique que o substituiu, com os amigalhaços, os offshores lamacentos e as fotocópias, navega à vontade no mar morto, um espaço fechado de alta salinidade com margens em via de desertificação.
O calor aumenta a taxa de evaporação fazendo desaparecer a decência, o mérito, os valores e os princípios. A aproximação à américa latrina é cada vez mais notória.
E ai do fassista que não permita abrir o bar logo pela manhã e não esteja ligado à tv sport!
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Antes da citada entrevista, já se anunciavam maus presságios.
“Esperava que o colega português pedisse a minha demissão, mas ele não o fez”.
O gozo com os geringonças empertigados é cada vez mais evidente.
E foi assim que o desgraçado do secretário não sei já de quê ficou embasbacado.
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A classe média tem razões para festejar.
Elisabete Miranda elisabetemiranda@negocios.pt
11 de abril de 2017 às 10:00
“Se perguntar a um trabalhador por conta de outrem qual é o seu salário bruto, é provável que falhe a resposta e só saiba de cor o montante líquido. Mas entre o que a empresa regista na folha de remunerações e aquilo que cada um leva para casa ao fim do mês pode haver diferenças muito significativas. Em 2016 a situação melhorou ligeiramente, mas, ainda assim, um trabalhador a ganhar o salário médio, e sem filhos, só recebeu 58,5% da remuneração bruta”.
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E a concorrência? E o mercado?
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Não há concorrência no mercado de habitação social
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Estamos entregues aos xuxas chupistas, a nossa sina não tem que ser esta, é só repetir uma coisa que se fez em 25 de Novembro de 1975.
Por falar em nabos:
https://portugalgate.wordpress.com/2017/04/11/o-fim-da-bebedeira-e-a-grande-vitoria-de-passos-coelho/
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A última moda foram os Observatórios, provavelmente alguns já extintos, mas não deixa de ser curioso a genialidade com que foram baptizados:
•do medicamentos e dos produtos da saúde;
•Nacional de saúde;
•Português dos sistemas de saúde;
•da Doença;
•Vida;
•do ordenamento do território;
•do comércio;
•da imigração;
•para os assuntos da família;
•permanente da juventude;
•nacional da droga e toxicodependência;
•europeu da droga e toxicodependência;
•geopolítico das drogas;
•do ambiente;
•das ciências e tecnologias;
•do turismo;
•para a igualdade de oportunidades;
•da imprensa;
•das ciências e do ensino superior;
•dos estudantes do ensino superior;
•da comunicação;
•das actividades culturais.
E ainda Observatório:
•Local da Guarda;
•de inserção profissional;
•do emprego e formação profissional;
•nacional dos recursos humanos;
•regional de Leiria;
•sub-regional da Batalha;
•permanente do ensino secundário;
•permanente da justiça;
•estatístico de Oeiras;
•da criação de empresas;
•do emprego em Portugal
•português para o desemprego;
•Mcom;
•têxtil;
•da neologia do português.
E como se não fossem suficientes ainda os Observatórios:
•de segurança;
•do desenvolvimento do Alentejo;
•de cheias;
•da sociedade de informação;
•da inovação e conhecimento;
•da qualidade dos serviços de informação e Conhecimento;
•das regiões em reestruturação;
•das artes e tradições;
•de festas e património;
•dos apoios educativos;
•da globalização;
•do endividamento dos consumidores;
•do sul Europeu;
•europeu das relações profissionais.
Começam a perceber porque o Estado está falido, esta é uma das razões, e ainda os observatórios:
•transfronteiriço Espanha-Portugal;
•europeu do racismo e xenofobia;
•para as crenças religiosas;
•dos territórios rurais;
•dos mercados agrícolas;
•dos mercados rurais;
•virtual da astrofísica;
•nacional dos sistemas multimunicipais e municipais;
•da segurança rodoviária;
•das prisões portuguesas;
•nacional dos diabetes;
•de políticas de educação e de contextos educativos;
•ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira;
•estatístico;
•dos tarifários e das telecomunicações;
•da natureza;
•qualidade;
•quantidade;
•da literatura e da literacia;
•nacional para o analfabetismo e iliteracia;
•da inteligência económica;
•para a integração de pessoas com deficiência;
•da competitividade e qualidade de vida;
•nacional das profissões de desporto;
•das ciências do 1º ciclo;
•das ciências do 2º ciclo;
•nacional da dança;
•da língua portuguesa;
•de entradas na vida activa;
•europeu do sul;
•de biologia e sociedade;
•sobre o racismo e intolerância ;
•permanente das organizações escolares;
•médico;
•solar e heliosférico;
•do sistema de aviação civil;
•da cidadania;
•da segurança nas profissões;
•da comunicação local.
E para terminar sem qualquer ordem, os Observatórios:
•Jornalismo electrónico e multimédia;
•urbano do eixo atlântico;
•robótico;
•permanente da segurança do Porto;
•do fogo;
•da comunicação (Obercom);
•da qualidade do ar;
•do centro de pensamento de política internacional;
•ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais;
•europeu das PME Observatório da restauração;
•de Timor Leste;
•de reumatologia;
•da censura;
•do design;
•da economia mundial;
•do mercado de arroz;
•da DGV;
•de neologismos do português europeu;
•para a educação sexual;
•para a reabilitação urbana;
•para a gestão de áreas protegidas;
•europeu da sismologia;
•nacional das doenças reumáticas;
•da caça Observatório da habitação;
•Alzheimer;
•magnético de Coimbra.
Portugal deve ser o país mais observado do Planeta.
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Eu não contei a sua lista, mas vi um estudo que falava em 150! Um pequeno pormenor: O ministro Vítor Gaspar que cortou alguma coisa nos órgãos inúteis, não os viu. Porca miséria.
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Esta então contra a construção de habitação social ?
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Absolutamente contra. A construção dita social é historicamente em em todas as latitudes e todos os países apenas mais um meio de encher os bolsos aos amigos construtores que caem nas boas graças ou enchem os bolsos dos políticos.
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Então como resolve o problema da habitação em Portugal? voltamos ao tempo das barracas ?
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Simples…era só adoptar o sistema de habitação da Albânia comunista. Viviamos todos em barracas e já ninguém lhes chamava barracas…era habitação social. Também temos o exemplo de Cuba mas esses nem construiram e a habitação social cai-lhes em cima da cabeça (literalmente)
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O link é muito extenso. Os papagaios não têm por hábito fazer tanto esforço para dizer mal.
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Dizer mal é o que fazem os trolls, louros dá cá a pata, muitas vezes pagos para o efeito.
O abrantes é o mais conhecido, mas há muitos e sabe-se bem quem são.
Até ver este é um espaço de liberdade e os amigos do maduro ainda não conseguem eliminá-lo. Não é que não esteja da agenda, lá se vão esganiçando sem remédio.
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Este senhor se fosse noutro século merecia levar um banho sem o aviso água-vai.
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javitudo, o licas teu sócio está com baixa? Vai e não vai ainda ganha a dois carrinhos. Se estiveres com ele diz – lhe que lhe desejo as melhoras e que te perguntei se ele chegou a perceber.
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Lembrou me um slogan do Henver Hoxa . Admiravel mundo novo .
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Sempre a mesma lenga-lenga: onde há obra pública há vantagens e dinheiro a escorrer para bolsos e cofres partidários.
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Prova Indirecta
Quando falares “estrangeiro” tens que ter cuidado.
“Lembrou me”???
Deixa os jogadores de futebol que já morreram em paz
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Da entrevista ao DN
«A cidade está a atrair muito investimento, o capital estrangeiro está a investir mais e há uma valorização. Isso coloca problemas de desigualdade e de dificuldade de acesso à habitação. Eu só acredito numa forma de contrariar esta situação: é haver uma oferta de habitação pública a custos acessíveis, com tal volume que contrabalance os valores de mercado e seja uma alternativa efetiva para o arrendamento da classe média portuguesa.»,
diz o entrevistado.
Se calhar era tributar as dormidas nos hotéis à mesma taxa a que se tributa o detergente para a loiça, não? Ou a que se tributa um caderno escolar, não? Ou o gel de banho, não? Que é, em todos os casos, 23%! Por que raio as dormidas em hotéis pagam 6%? Porquê? Com base em quê se faz esta discriminação? Ah, dizem os esquerdarlhos (e nisto os direitalhos são igualmente broncos), é preciso atrair investimento estrangeiro. A seguir dizem os primeiros (vá lá, aí estão sozinhos no disparate): mas o investimento traz consequências muito desagradáveis.
Caramba! Sabendo todos nós que uma parte do IVA vai para as Câmaras Municipais, se calhar se tributassem as dormidas nos hotéis a 23% (ou a 22%, ou a 21%, porque se todos pagarem, TODOS PAGAM MENOS), e o mesmo para a restauração – que em Lisboa vai, graças ao turismo, relativamente bem – se calhar, dizia, já a classe média não andava tão pobrezinha por causa de um Estado e de uma Câmara que por tudo e por nada lhes vai ao bolso mas depois lhes promete “dar condições para uma vida digna”.
Depois destes anos todos ainda não perceberam que o que dá cabo do mercado e do crescimento são as discriminações fiscais arbitrárias e as políticas habitacionais para os coitadinhos (que às vezes nem são assim tão coitadinhos)? Isto é só tachos para os boys e girls porem no currículo. Quando é que criam a “unidade de missão de reabilitação geriátrico-urbana”? Ainda falta essa. E mais unidades de missão, gabinetes de estudos, grupos de trabalho, e o melhor é parar por aqui e não lhes dar mais ideias.
A especialidade dos socialistas é esta: dêem-nos uns milhões para nós estudarmos e implementarmos a melhor solução para ajudar os pobrezinhos. Sempre foi e continuará a ser.
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Gabriel Orfao Goncalves. Oportuno e esclarecedor.
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Quando a classe média necessita de habitação “social”, acho que está tudo dito quanto ao rumo do país…
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Depois do confisco que o governo neo-comunista de Passos fez à classe média, esta está precisando de apoio. Simples.
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Mais simples ainda: o que a classe média precisa é de se livrar dos parasitas.
Estou mesmo a falar de vós, Arlindinhos…
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