Meros acidentes de viação
20 Junho, 2017
O número de mortos parou subitamente. É estranho.
Más línguas diriam que um governante do tipo bandalho ordenaria que a contabilidade dos que morreram atropelados passasse para a categoria “acidente de viação”. Mas o nosso querido governo dos afectos nunca encaixaria nessa categoria, pois não?
18 comentários
leave one →

Penso que não se pode classificar um desaparecido como morto. Deve ser isso.
GostarGostar
SINTO VERGONHA
“Um contigente espanhol de 60 bombeiros com dois camiões cisternas estava pronto para ajudar mas terá sido travado na fronteira.”
GostarGostar
Foi pedida ajuda a Marrocos! Como o dinheiro foi gasto em “propinas”, falta em homens e carros de bombeiros, mas carros de serviço pessoal, estão todos bem “calçados, vejam na televisão.
GostarLiked by 1 person
Estou a saber essa dos camiões travados na fronteira. Sem comentários, só repulsa, náusea.
GostarLiked by 1 person
“Estamos sobrecarregados e não podemos permitir que passe mais ajuda”
Terá sido a justificação.
http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-06-20-Pedrogao-Grande-Jornal-galego-diz-que-Portugal-recusou-ajuda
Isto já deixou de ser um país. É um lugar mal frequentado.
GostarLiked by 1 person
porra, mais essa…
GostarGostar
Este governo vai ser um sucesso internacional!!!!
GostarGostar
Houve excesso de voluntarismo diz a ministra!!!! Foda-se o que é isto?! Estamos entregues à bicharada!!
GostarGostar
Caro André,
Totalmente de acordo. E que bicharada! A confiança dos portugueses nas instituições tem sido delapidada de uma forma incrível. Doravante terei a tendência de questionar a autoridade da GNR numa situação similar à que se passou em Pedrógão. TC, BP, governo (PM e ministros), PR, câmaras, bancos (entre eles a CGD) já tinham ido. Não preciso de afectos ou paternalismos nem que me tratem como atrasada mental. Quero, preciso e exijo competência, rigor, seriedade, sobriedade, uma classe jornalística séria, valente e disposta a dizer que o rei e a respectiva corte vão nus e que escrutinem os dirigentes de modo a termos confiança.
Adelaide
GostarGostar
Tanta mas tanta gente incompetente junta…
GostarLiked by 1 person
Os bifes também gostavam de contar os saltadores da torre em chamas como suicidas…
GostarGostar
A Ministra diz que não temos condições para fazer o enquadramento de 4 carros de bombeiros que vinham da Galiza. Agora percebe-se melhor a total desorientação e descoordenação das autoridades portuguesas. Políticos da treta que só sabem proferir banalidades na tv . Só estão bem a dar beijinhos e a tirar selfies.
GostarGostar
Há um motivo.
O lugar desses carros estava ocupado com o gigantesco camião frigorífico avariado.
GostarGostar
Provávelmente foi atingido o tecto máximo de mortos, os restantes serão diferidos para o ano seguinte. Se este governo é assim com tudo, porque mudaria agora?
GostarGostar
Já no domingo apelavam para o fim dos donativos de água e alimentos. Por quê? Porque não têm logística montada para distribuí-los e preferem as chamadinhas de valor acrescentado + IVA.
Parecemos o Haiti quando aconteceu o terremoto de 2010…
GostarGostar
Para quem é a água? Para os mortos? E a comida, guarda-se na despensa dos que perderam a casa? As boas intenções não chegam; há que se ser racional e encontrar a forma mais eficaz de ajudar.
GostarGostar
Vou explicar devagarinho para entender, está bem?
A água e a comida são para os viv@s, sejam bombeir@s ou desalojad@s. A água e a comida guardam-se nos locais preparados para dar apoio aos desalojados (quartéis, escolas, pavilhões desportivos e multiusos ou nas casas que estão prontas para receber os “refugiados coitadinhos”).
GostarGostar
Debagarinho mesmo…
Quanto à água, os bombeiros contentam-se com duas paletes por quartel. Ou pensas que andam a usar água engarrafada para lavar a roupa e cozinhar? Ou que andam a operar no Sahara Ocidental?
Os desalojados foram acolhidos por familiares e comida no prato não lhes falta. Locais preparados para dar apoio?! Pensas que estás na Suíça? E não te aflijas com os refugiados: estão em Ramadão e só comem halal.
GostarGostar