Extracto do diário de um senil
No ano da Graça de Nosso Senhor de 1915, estava eu ali sentado a ver os amores-perfeitos enquanto saboreava o cigarro Odalisca na fria manhã de Janeiro, eis que me apareceram capitães ou comandantes (ou assim), empunhando espadas que depositaram com visível desagrado em cima das prímulas roxas que ladeiam a escadaria. Senti que algo de grande importância se passara, pelo que fui buscar a máquina fotográfica e ainda tirei uma selfie gira antes de vestir o wetsuit para a minha sessão diária de bodyboard, a actividade física praticada por todos os cavalheiros instruídos dessa época. Demos abraços e partilhamos muitos afectos. Recordo-me que o Victor Hugo de Azevedo Coutinho, que cheguei a ver anos antes na Big Square, numa carriage acompanhado de quem penso que seria o Craveiro Lopes, estava, nessa altura, de férias no Algarve. Não me recordo se chegou a regressar dessas férias.

Eheheheh!
Cuidado Vitor, o assalto ao paiol pode não ser para o daesh, pode ser para o mercado negro de armas e vc já está na mira.
Mercado negro de armas, hoje em dia, é só para escuteiros, a jihad nem existe.
Eu sei que fugi ao assunto mas, este país, o seu e o meu, já só se aguenta “bêbado” ou pedrado…
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…e com um violento manguito !
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Óptimo, VCunha !
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O AC-DC, mais uma vez pensando que todos são parvos, mandou informar que embora (quem nos dera, embora !) em férias, “está sempre disponível para qualquer contacto”. Porra, mas há algum PM em férias que corte contactos ?
Assim, amanhã vou tentar contactá-lo e enviar-lhe este post, com votos de melhoras.
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Excelente.
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Não há duas sem três.
Cuidado com os encontros imediatos de 3º grau drónicos.
Coisa séria se continuarem numa de Leis e nada de vigilância eficaz.
Deixa andar até… um dia!
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Nem uma semanita o homem pode ter?
E o tempo passa a voar. Depois de amanhã já é quinta-feira…
Que descanse em paz.
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Ouçam
E o vento mudou
Ele não voltou
As aves partiram
As folhas caíram
Ele quis viver
E o mundo correr
Prometeu voltar
Se o vento mudar
E o vento mudou
E ele não voltou
Sei que ele mentiu
P’ra sempre fugiu
Vento por favor
Leva o seu rancor
Ninguém vai morrer
Por não mais o ter
E não tenham dó
Que eu não estou só
Batam-lhe ao taipal
Oiça bem ou mal
Nuvens não choraram
E quando voltaram
Soube que mentira
P’ra sempre fugira
Nuvens por favor
Não tenham qualquer dor
Eu não vou morrer
Por não mais o ter
Nuvens calem-se
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Texto muito digno de um honrado amigo de Adolph Hitler.
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Não me parece que o Vítor Cunha seja esquerdalho para ser amigo de
Hitler…
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“Não me recordo se chegou a regressar dessas férias.” … é o que se chama “wishful thinking”!
Tudo o resto está bem apanhado e espelha bem o estado dos nossos(?!) poliíticos
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